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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ninguém fala do link necessário.....

Cisco, VMware e Citrix lançam serviço de DaaS

(http://cio.uol.com.br/noticias/2013/12/18/cisco-vmware-e-citrix-lancam-servico-de-daas)
IDG News Service
Publicada em 18 de dezembro de 2013 às 18h15
Oferta acompanha o aumento do interesse dos líderes de TI em soluções para desktops virtuais
A Cisco, a VMware e a Citrix estão unindo esforços para disponibilizar um novo ambiente de trabalho baseado em cloud computing. A oferta de Desktop as a Service das empresas destina-se principalmente a prestadores de serviços.
A iniciativa surge apenas algumas semanas depois de a Amazon Web Services ter anunciado a sua incursão no mesmo segmento, e pode indicar o início de uma onda de novas ofertas de VDI na nuvem, no início de 2014. Pesquisa recente da Forrester _ realizada bo terceiro trimestre de 2013 _ já havia apontado que 11% dos executivos têm intenção de implementar DaaS nos próximos 12 meses e 12% nos próximos 24 meses.
 DaaS
O serviço das três empresas é baseado no hardware Unified Compute System (UCS), da Cisco, e os usuários podem escolher entre o software de desktop virtual da Citrix ou da Desktone –recentemente adquirida pela VMware .
Esta não é a primeira oferta DaaS da Cisco, mas é a mais completa. Apresenta indicadores de desempenho superiores, incluindo a capacidade de congregar mais desktops baseados em um único sistema UCS  – até agora eram apenas 252 – além de suporte para renderização em 3D.
Os desktops virtuais oferecem uma série de benefícios, em comparação com um modelo de desktop ou laptop tradicional. Os usuários finais podem acessar os ambientes de trabalho a partir de qualquer lugar, inclusive através de ampla variedade de dispositivos.
Segundo a Forrester, CIOs que estejam considerando adotar VDI devem considerar DaaS também, para dar aos funcionários a liberdade de escolher entre diferentes computadores e dispositivos e reduzir custos ainda mais.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

HP no caminho certo



HP lança desktop All-in-One com Android

Slate 21 tem tela Full HD de 21 polegadas, processador quad-core Nvidia Tegra 4 e roda o Android 4.2.
Por Rafael Rigues
30/10/2013- (Atualizado em 30 de outubro de 2013 às 13h34)
O Android é um sistema operacional extremamente flexível, capaz de rodar em aparelhos que vão de um relógio de pulso com tela de 2” a tablets com telas de 10”, passando por smartphones, phablets, consoles de videogame e notebooks híbridos. E agora a HP está ajudando o sistema a desbravar uma nova fronteira com o Slate 21, um computador desktop “All in One” (onde todos os componentes são montados atrás da tela) que roda o Android 4.2. O lançamento é parte de uma nova estratégia da empresa, que está apostando em "múltiplas arquiteturas e múltiplas plataformas".
Disponível na cor branca, o aparelho tem o design de um PC All-in-One tradicional, com alto-falantes montados abaixo da tela, e vem acompanhado de teclado e mouse. Um “pé” na traseira permite ajustar o ângulo da tela, entre 15 e 70 graus, para maior conforto. 
A tela LCD IPS tem 21” (daí o nome), resolução Full HD e é sensível ao toque. O coração da máquina é um processador quad-core Nvidia Tegra 4 operando a 1,6 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. Também há 8 GB de memória interna (expansível com cartões SD), uma webcam “HP TruVision” com resolução HD e microfones integrados, três portas USB para conexão de periféricos (incluindo pendrives e HDs externos), porta Ethernet para rede cabeada e interfaces Wi-Fi (no padrão 802.11 b/g/n) e Bluetooth 3.0.
Do ponto de vista do software o Slate 21 se comporta exatamente como um tablet Android, com a mesma interface e acesso aos mesmos apps, incluido a loja de aplicativos Google Play. A HP pré-instala no aparelho o Kingsoft Office, um pacote de aplicativos capaz de ler e criar documentos nos formatos do Microsoft Office, e o HP ePrint, uma solução que permite a impressão de arquivos e documentos em impressoras HP sem fio. Para suplementar o (pouco) espaço em disco a empresa inclui também o app do serviço de armazenamento online Box.net, com 25 GB de espaço gratuito para seus arquivos.
Segundo a HP o Slate 21 tem preço sugerido de R$ 1.899, e deve chegar às lojas na primeira quinzena de novembro.
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Se você ainda tinha alguma dúvida

Sete motivos para apostar em virtualização

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2013/10/25/sete-motivos-para-apostar-em-virtualizacao)
Logan G. Harbaugh, da CIO/EUA
Publicada em 25 de outubro de 2013 às 07h37

E como fazer medidas ou apresentar resultados da adoção da tecnologia

Até recentemente, quase nenhum fornecedor da indústria de TI ou analista questionou a ideia de que quase todo tipo de virtualização proporciona cortes de custos de forma rápida e significante comparada à computação concentrada no mundo físico.

A virtualização de servidores, em particular, cria um retorno muito rápido em seu início, de acordo com o analista da IDC, Ian Song. “As pessoas têm uma impressão muito boa da virtualização de servidores por conta disso. “A virtualização de desktops, a nuvem, aplicativos em streaming e outros modelos tendem a sofrer com a comparação”, completa.

Há boas razões para a virtualização ser usada tão extensivamente pela maioria dos data centers corporativos: ela oferece uma economia atraente em hardware, uso de energia, custos de gestão, e suporta grande tolerância a falhas. Se você ainda não está usando virtualização, comece a pensar seriamente a respeito. Veja os motivos.

1. Permite obter máximo proveito do seu servidor.
Normalmente, muitos servidores operam na maior parte do dia em níveis muito baixos de utilização. Adicionando múltiplos SOs e aplicativos, é possível tirar o máximo proveito dos recursos do servidor. Uma vez que muitas máquinas virtuais podem ser executadas em um servidor, você reduz substancialmente a despesa total com hardware.

2. Permitirá a configuração de servidores redundantes para melhorar a tolerância a falhas.
Hipervisors permitem migrar sistemas operacionais e seus aplicativos de um sistema para outro. Se um servidor de hardware ou de sistemas operacionais e aplicativos rodando sobre ele falhar, os sistemas operacionais e aplicativos podem ser movidos para outro hypervisor rodando em um servidor físico diferente.

Grandes servidores são configurados normalmente para melhor tolerância a falhas do que os servidores de pequeno porte. Dois servidores de grande porte, por exemplo, podem permitir a migração de aplicações e fornecer tolerância a falhas melhor do que uma dúzia de servidores de pequeno porte. E ainda usam menos energia e são mais fáceis de gerenciar.

3. Gerenciamento é simplificado.
Já que todos os sistemas operacionais em um hypervisor podem ser administrados por meio de uma interface única, e podem usar mais recursos de computação, conforme necessário, pode ser muito mais fácil gerenciar uma dúzia de servidores virtuais do que uma dúzia de sistemas físicos separados. Cada sistema operacional deve continuar a ser gerido separadamente. Feramentas add-on estão disponíveis para simplificar esse processo.

4. Você pode definir partições em sistemas operacionais separados para maior confiabilidade.
Normalmente, um servidor físico será executado em um sistema operacional, que terá vários servidores de aplicações instalados nele - um servidor Web, um servidor de e-mail, um servidor de banco de dados, e assim por diante.

No entanto, a execução de vários servidores de aplicações em um único sistema operacional aumenta a possibilidade de que uma aplicação interfira na outra, causando gargalos ou mesmo acidentes. Com o particionamento, e as aplicações rodando em diferentes máquinas virtuais, cada uma tem seu próprio sistema operacional e recursos, e é menos provável que interfira em outras aplicações.

5. Provisionamento de novos servidores para testes de protótipos, e migração simplificada.
Com a virtualização, a criação de um servidor adicional para testes demora alguns minutos e não requer nenhum hardware adicional. Em contraste, a compra de um novo servidor físico (ou a manutenção de servidores extras para testes) é mais cara e a instalação de sistema operacionais e aplicativos também bastante demorada.

Já as máquinas virtuais existentes podem ser clonadas com todas as configurações do sistema operacional e aplicações, em um processo muito simples de duplicação de um sistema de produção para teste de novos patches ou uma nova versão de um aplicativo.

6. Você pode economizar energia.
Embora avanços tenham sido feitos em eficiência energética para servidores, ainda é mais barato executar um ou dois grandes servidores do que uma dúzia ou mais de servidores tradicionais. Sem contar que servidores virtuais permitem que os recursos sejam desligados quando não estiverem em uso, reduzindo ainda mais o uso de energia. Um grande servidor que hospeda dezenas de VMs pode substituir dezenas de servidores de pequeno porte e gastar menos energia.

7. Com a virtualização de desktops você pode economizar uma fortuna em PCs.
Além de virtualizar sistemas operacionais e aplicativos de servidor, você pode querer considerar a virtualização de desktops. A VDI permite que você execute um thin client em desktops existentes ou hardware novo, e tenha acesso virtual ao Windows 7 ou outro sistema operacional. Isso significa que você pode oferecer desktops Windows 7 para usuários cujos sistemas existentes não suportam o Windows 7 rodando localmente. A gestão também pode ser simplificada, uma vez que os patches para o Windows e os aplicativos podem ser aplicados uma só vez e estarem disponíveis para todos no servidor VDI.

Como calcular o ROI?
O grande problema é que parece que a maioria dos gerentes de TI sequer sabe como fazer medidas ou apresentar resultados de projetos de virtualização.

Há quatro abordagens básicas, recomendadas pela indústria e por analistas. São elas:

1 – Custo baseado em atividadeTrata-se essencialmente de custo baseado em consumo, no qual o custo total de TI é dividido de acordo com o volume de transações, número de servidores, número de usuários e outros padrões de medida do volume do trabalho da TI consumido por uma unidade de negócios em particular.

Esse método funciona se a análise e o monitoramento forem claros mesmo em um ambiente virtualizado e se houver uma forma de contabilizar capacidade ociosa. Que unidade de negócios paga por máquinas virtuais dedicadas a aplicações que ninguém está usando?

A abordagem de custo por minuto pura é atrativa vinda de um provedor de serviços externos, mas só é possível porque outros clientes pagam pela capacidade quando você não a está utilizando.

2 – Níveis de preços
F
iliais da empresa que não precisam de um grande volume de storage, largura de banda ou suportes adicionais podem pagar uma taxa básica mais baixa que as unidades de negócios que demandem mais serviços. Aqueles que lidam com o próprio suporte, que conseguem provisionar e gerenciar seus próprios servidores e gerenciar outras tarefas que, se não gerenciassem, cairiam no colo da TI, merecem descontos e tratamento diferenciado.

3 – Custos de serviço contra custos de infraestruturaUma forma de contabilizar capacidade ociosa é separar custos base como largura de banda ou espaços no data center, acesso à rede ou outros serviços que a unidade de negócios utilize. O custo base para a unidade de negócios permaneceria relativamente estável, enquanto os custos dos serviços variariam de acordo com o consumo.

A densidade do servidor virtual – o custo de toda a infraestrutura requerida para operar a infraestrutura virtual, como licenças, servidores, armazenamento, largura de banda, salários dos profissionais, espaço físico, custo de energia, etc – pode ser totalizada e dividida de acordo com o número de servidores virtuais que uma unidade de negócios vai requer.

Ou, então, os custos podem ser divididos de acordo com os requisitos de cada aplicação: os mesmos elementos entrariam na conta para cálculos da densidade do servidor virtual, mas os custos seriam divididos de acordo com os requisitos requeridos para cada aplicação. Custos para uma unidade de negócios são determinados também dependendo de a unidade ser única a usar o software ou poder dividir esse custo com outras unidades de negócios.

4 – MedidasAtribuir medidas diretas ou indiretas é uma forma de dividir custos de acordo com um cálculo externo das demandas de uma unidade de negócios. Isso pode envolver calcular o custo do departamento de acordo com um percentual do orçamento operacional total da companhia, por exemplo.

Qual método é o mais adequado para você?
Vai depender da cultura da empresa e das estruturas contábeis. Mas ter os custos bem determinados é mais do que um jogo de contabilidade. “Até que as unidades de negócios saibam que recursos usam e consigam se basear nisso para mudar as próprias necessidades de uso, elas não verão nenhum benefício direto na virtualização”, finaliza o analista da IDC, Gary Chen.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fique de olho.

Quatro tecnologias que podem mudar sua empresa

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/01/20/quatro-tecnologias-que-podem-mudar-sua-empresa)
Rob Enderle, CIO/EUA
Publicada em 20 de janeiro de 2012 às 15h30

CIOs devem dar boas-vindas em seus departamentos de TI a alguns produtos apresentados no CES 2012.

O Consumer Electronics Show é um evento claramente focado no consumidor final, mas dado que estamos no meio da Era da Consumeriação da TI, o show tem a ver também com o mundo corporativo. E a julgar pelo evento deste ano, parece que alguns dos dispositivos e tecnologias dirigidos ao mercado consumidor poderiam realmente tornar o trabalho mais fácil, pelo menos em alguns casos.

Desktops virtuais

A tecnologia tem mais de uma década. Inclui desde soluções de software, como o VDI e o Citrix, até as baseadas em hardware, como as da HP. Na CES deste ano, uma nova tecnologia surgiu: a Onlive Desktop, baseada em mais especificações de jogos de computador e tecnologias de ponta que os seus antecessores. Explico.

O OnLive Desktop é um desktop completo, do Windows e do Office, para o iPad, que tira proveito de toda a tecnologia que a fornecedora do serviço usa para os jogos de alto desempenho. Os servidores do produto fazem todo o trabalho pesado - renderização 3D, por exemplo - para depois transmitir o resultado para a aplicação (veja a análise da MacWorld). Em breve, a oferta será estendida a outras plataformas, incluindo Android, iPhone, PC e Mac, bem como monitores e TVs.

Historicamente, os desktops virtuais foram prejudicadas pelo custo da solução, a conexão dedicada e as limitações de desempenho. O OnLive resolve esses problemas, já que os consumidores certamente não pagariam por uma rede melhor, um hardware único, ou aceitariam altas taxas mensais para usar o produto.

A conta gratuita do OnLive dá direito a 2 GB de armazenamento online aos programas da Microsoft. Caso você queira mais opções, pode desembolsar 10 dólares para obter uma conta Pro, com 50 GB de espaço, navegação web e habilidade para instalação de aplicações adicionais. O serviço possui ainda versões corporativas que incluem opções adicionais de customização para usuários finais nas empresas. Opções futuras incluirão serviços colaborativos, como compartilhamento de desktop (com chat).

O serviço corporativo vem sendo usado no último ano, sem problemas, em lares com conexões de banda larga ou empresas com redes bem geridas. Mas apresentou problemas em hotéis e empresas com redes mais antigas.

É claro que a OnLive vai precisar de um parceiro do porte de uma IBM ou Dell para criar um mercado amplo para o OnLive Desktop. A empresa tem planos para oferecer o produto para rodar em servidores de nuvens privadas - que claramente vão implicar em alguns custos iniciais não desprezíveis e em garantias - atualmente em desenvolvimento. Mas já que pensamos que o futuro da área de trabalho está na nuvem, esta é provavelmente a solução mais forte, a curto prazo, nessa direção.

Ultrabooks

Os Ultrabooks prometem levar os benefícios de um MacBook Air para a plataforma Windows. Essa classe de produto tem preço geralmente na casa de mil dólares, baixo consumo de energia e menos de três quilos. Tentativas anteriores de plataformas com essas características técnicas eram proibitivamente caras (muitas vezes custando mais de 3 mil dólares) e com autonomia de bateria de menos de 2 horas. Além disso, tendiam a ser dirigidas para o consumidor, somente, sem recursos como TPMs (Trusted Platform Modules), gestão de imagem e programas de apoio às empresas.

O Dell XPS 13, lançado na CES, é o prenúncio de uma tendência de uso de computadores atraentes, finos, leves, com preço de mil dólares e cerca de 8 horas de autonomia de bateria. Além disso, tem TPM [sistema de segurança embutido na placa-mãe], pode ser integrado em programas de compra corporativa, e ser envolvido com os serviços da empresa.

O Dell XPX 13 junta-se ao Folio HP, que saiu no ano passado e é focado no mercado corporativo. Mas a oferta da Dell abraça o lado consumidor da equação e a tendência consumerização. Até agora ela é a mais equilibrada das ofertas apresentadas ao mercado e define o padrão para o que eu acho que vai ser uma onda crescente de produtos concebidos tanto para os consumidores doméstrico, quanto para uso no ambiente de trabalho.

Gaze e Kinect para Windows

Duas tecnologias, uma ligada ao Windows 8 e outra com lançamento previsto para o mês que vem, podem parecer focadas no consumidor final mas têm grande potencial para uso empresarial. Kinect é a interface de movimento para o Xbox, projetada para permitir o controle do jogo por meio de gestos. A versão para o Windows 7 proporcionará benefícios semelhantes para a plataforma. Deve ser útil onde quer que teclados e mouses sejam inconvenientes ou difíceis de usar, como em uma apresentação ou em sala de aula. Resta saber como se comportará com o Windows 8, que tem uma interface preparada para toque. O Kinect poderia ser usado para fornecer uma interface touch em um PC que não suporte o toque?

A empresa sueca Tobii Technologies apresentou na CES a tecnologia Gaze, que essencialmente permite que um usuário controle o cursor do computador com os olhos. Junto com uma interface de voz ou o piscar dos olhos como um clique, a tecnologia Gaze dispensa toques de dedo e o cursor do mouse, usando somente o olhar para abrir links ou iniciar a execução de um software.

Pense no seu uso por um cirurgião, um mecânico de automóveis, um técnico, ou mesmo um policial enquanto dirige um carro. Essas duas tecnologias podem, usando diferentes vetores, endereçar novos modelos de uso para PCs, impossíveis até agora.

HZO e Liquipel

Duas tecnologias projetadas para impermeabilizar iPods, iPhones e outros produtos de tecnologia pessoal surgiram nessa CES. A HZO é aplicada durante a fabricação e impermeabiliza todos os componentes (água no interior dos equipamentos não causa nenhum dano). Já a Liquipel é um revestimento externo, que coloca uma barreira resistente à água. Em pouco tempo, os responsáveis pelas compras na área de TI poderãio incluir na especificação dos produtos que venham com o HZO ou o Liquipel aplicado.

Lotes de hardware são inutilizados todos os anos em função de danos causados ​​pela água. Dado que a umidade é muitas vezes o que causa a corrosão de eletrônicos e a decadência ao longo do tempo essas soluções poderiam ser o equivalente a uma fonte de juventude, prolongando significativamente a vida útil do hardware que opera em ambientes úmidos. Em áreas tropicais particularmente, esta poderia ser uma dádiva de Deus.

De todas as tecnologias que listei, estas duas são, na minha opinião, as que poderiam ter maior impacto no longo prazo.