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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tecmundo - As 6 melhores alternativas gratuitas ao Microsoft Office de 2014

Você comprou um computador novo. E agora? Uma das primeiras preocupações, normalmente, é instalar o Microsoft Office ou um similar.
Se você está nessa situação e não quer pagar pelo pacote da Microsoft, existem várias opções gratuitas. Você pode precisar se adaptar um pouco com as mudanças de interface, mas atualmente os softwares livres para substituir Word, Excel e PowerPoint estão cada vez melhores.
Nessa lista você encontra opções para serem instaladas no computador ou, para quem preferir, alternativas totalmente online — os programas não precisam ser baixados, mas necessitam uma conexão com a internet para serem acessados. Até a própria Microsoft possui opções gratuitas e sem limite de tempo, porém mais simples do que as normais.

1) Microsoft Office Starter

A primeira opção da lista é justamente essa versão simplificada do Word e do Excel. O Office Starter conta com esses dois aplicativos totalmente de graça, porém com as suas funções reduzidas. Pessoas que usam estes programas apenas para escrever textos normais ou criar planilhas simples, no entanto, não vão perder nada com esses cortes.
A diferença mais notável entre a versão paga e Starter do Word é o número de abas de opções no programa: “Revisão” e “Exibição” não estão disponíveis, isto é, você não pode inserir comentários e marcações de correção nos textos do editor. No Excel, além das duas abas mencionadas, “Dados” também não existe – a qual serve para verificar as informações na planilha e ajudar a consertar eventuais erros.
É possível abrir qualquer documento compatível com os programas completos dessa suíte, no entanto. Ou seja, se alguém mandar um arquivo para você que não foi criado na versão Starter do aplicativo, é possível abri-lo mesmo assim e até editá-lo, mas com as limitações dessa versão — ou seja, revisões não são mostradas e nem podem ser adicionadas do modo tradicional.

2) Microsoft Office Online

Ainda para quem pretende ficar nos terrenos da Microsoft mesmo, esta versão online dos aplicativos de edição de texto, planilhas e apresentações de slide são muito boas e completamente online. São webapps bem mais simples do que os reais do Office, porém quebram um bom galho se você não é um usuário avançado.
Além de garantir a edição de documentos a partir de praticamente qualquer computador, uma das principais funções do pacote é permitir o compartilhamento de arquivos com outras pessoas. Dessa forma, a edição se torna colaborativa; ou seja, você e os colegas envolvidos em um mesmo projeto podem alterar informações em um documento simultaneamente para evitar confusões (como haver diferentes versões de um mesmo trabalho).
Embora tenha sido lançado com as funções mais básicas dos serviços mencionados, gradativamente o Microsoft Office Online foi melhorando e ganhando novos recursos. Com a última atualização, em março de 2014, todos os programas receberam mais funções e ficaram um passo mais próximos de serem uma versão online completa.

3) LibreOffice

Um dos maiores competidores da Microsoft nessa área e um dos maiores representantes dos softwares livres é o LibreOffice, uma ferramenta que substitui não apenas Word, Excel e PowerPoint, mas também outras opções de serviços. Ele é uma alternativa, por exemplo, para quem quer desenhar ou criar bancos de dados.
Os aplicativos desse pacote suportam a maior parte dos formatos usados nos editores da Microsoft e da Apple (os programas do iWorks) e possuem uma interface bem parecida com a do Office antigo, antes de ele passar a funcionar no sistema de abas na parte de cima da tela. É possível importar fontes, criar gráficos, tabelas e muito mais, de acordo com o programa que você está usando.
Para criar textos, planilhas e apresentações, essa pode ser a alternativa que você esperava para deixar de usar o Office de maneira ilegal. Os softwares livres estão cada vez mais completos e fáceis de serem usados, com interfaces que fazem com que qualquer pessoa que já usou um editor desse tipo possa aprender a mexer em poucos minutos. Além do Windows, este app está disponível também para o Mac e o Linux.

4) Zoho Work

De todos os pacotes dessa lista, esse é o mais completo em número de aplicativos disponíveis: ele possui 21 serviços disponíveis de graça na nuvem e cobre a maior parte das necessidades de profissionais ou estudantes que trabalham com a criação de documentos.
Naturalmente, substitutos para Word, Excel e PowerPoint existem nessa suíte de ferramentas e são ótimos para quem está procurando uma alternativa para parar de usar o Office. É preciso criar uma conta neste serviço usando um email válido, mas isso serve apenas para organização e para que você possa guardar alguns arquivos na nuvem e abri-los em outro local. Você ganha 5 GB de espaço para isso, gratuitamente.
É possível criar documentos e salvá-los no seu computador usando as mais famosas extensões de arquivos de texto, planilhas e apresentações. Ou, se você precisar, pode abrir qualquer item compatível para editá-lo neste serviço online. Ou seja, se você tem uma conexão com a internet sempre à disposição, esta pode ser a melhor ferramenta para substituir o pacote Office no seu dia a dia.

5) Apache OpenOffice.org

Assim como o LibreOffice, o OpenOffice é bastante famoso no mundo dos softwares livres. Eles foram originados no mesmo projeto, mas acabaram sendo divididos; hoje, se você quiser uma suíte de softwares profissionais para instalar no computador sem pagar nada, pode escolher entre essas duas opções. O OpenOffice tem compatibilidade praticamente total com documentos criados nos programas da Microsoft e tem um visual bem familiar.
Os três principais aplicativos são os substitutos do Word, Excel e PowerPoint e eles trazem opções de layout, configurações visuais avançadas, barras laterais de acesso rápido, compatibilidade visual de templates e muito mais. Todos os programas são abertos em um só — na hora que você acessa o programa existe uma tela para escolher que tipo de ferramenta deseja usar.
Assim como o LibreOffice, você pode usar o Apache OpenOffice.org também no Mac e no Linux gratuitamente e com as mesmas ferramentas do Windows. Todos os arquivos criados em um sistema operacional são facilmente abertos em outro, diminuindo assim os problemas de compatibilidade entre computadores com sistemas diferentes.

6) Google Docs

Apesar de ter migrado para o Google Drive, os serviços de criação de documentos online da Gigante de buscas ainda podem ser chamados de Google Docs. São quatro aplicativos que permitem que você crie documentos de texto, planilhas, apresentações de slides e formulários de pesquisas. O Docs não é tão completo quanto as opções mais notáveis dessa lista (Como o Zoho e o OpenOffice), mas é uma boa alternativa de edição rápida.
A melhor vantagem dele é que os aplicativos estão conectados à sua conta do Google, o que permite abrir rapidamente qualquer documento do seu Drive e editar na nuvem. Outra boa ferramenta é a permissão de edição colaborativa, que se torna mais fácil aqui já que praticamente todo mundo possui uma conta no Google para fazer o login e entrar em um grupo de edição de algum arquivo.
O Google Drive pode ser instalado no computador, porém apenas para acesso rápido aos documentos. Ou seja, para criar e editar os seus arquivos usando este serviço é preciso uma conexão com a internet. Uma vantagem disso é que ele salva tudo instantaneamente e de maneira automática. Ou seja, se a sua conexão cair ou mesmo se o seu computador for repentinamente desligado, tudo fica salvo na nuvem.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Office multiplataforma grátis no Windows... Bom começo

Análise: Como a nova Microsoft vai afetar sua vida e sua empresa

Woody Leonhard - Infoworld
11/07/2013 - 14h30 - Atualizada em 11/07/2013 - 15h52

Steve Ballmer tomou a decisão mais importante de sua carreira: anunciar a Microsoft como uma empresa de "dispositivos e serviços". Entendeu?
Steve Ballmer, CEO da Microsoft, acaba de tomar a decisão mais importante de sua carreira: anunciou hoje uma reorganização da companhia que, de longe, é muito mais dramática que a feita em 2005, e fez a promessa de tornar a Microsoft uma empresa de "dispositivos e serviços".
Tem apenas um pequeno problema: nesse momento, a Microsoft é uma empresa de software, de servidores de nuvem e de games que está colocando a ponta dos dedos no cenário altamente competitivo de cloud computing e hardware. Apesar da mudança anunciada por Ballmer hoje não ser tão drástica quanto a conversão repentina à internet pelo ex-CEO Bill Gates no famoso email alertando para a grande onda online em 1995, ela certamente vai balançar a estrutura de cada produto da Microsoft.
Para fazer a transição do passado para o futuro nas nuvens, Ballmer configurou duas grandes divisões de negócios: Cloud and Enterprise Engineering, liderada por Satya Nadella, o atual queridinho da empresa cotado para substituir Ballmer; e Devices and Studio Engineering, liderada por Julie Larson-Green, uma engenheira de software altamente respeitada que também é conhecida por ser o braço direito do ex-Windows Steve Sinofsky.
Apesar de Nadella ter uma longa e ilustre carreira liderando as iniciativas de Server and Tools da Microsoft, a únca experiência de Julie com hardware envolve o tablet Surface - ainda balançando entre bom e ruim. Para quem acompanha a empresa há longo tempo, ela é mais conhecida por ser a força motriz (com Jensen Harris) por trás da mudança radical da interface do Office 2007 e da interface Metro do Windows 8. Oops, de novo, balançando no gosto popular.
Qi Lu mantém controle sobre o Bing e (numa bela esticada organizacional) assume o Office no grupo que agora é conhecido como Applications and Services Engineering. Vale lembrar que Nadella trabalhou antes para Lu.
Em uma manobra "peixe pequeno engole peixe grande", Terry Myerson fica com o  Windows no grupo Operating Systems Engineering. Myerson, você deve se lembrar, assumiu o Windows Phone quando Ballmer definitivamente moveu Andy Lees para fora do alcance de Sinofsky, em dezembro de 2011. Lees estava encarregado do Windows Phone, Sinofsky queria o Windows Phone, Lees foi mudado para a ala de "special projects" e Myerson assumiu o Windows Phone.
Menos de dois anos depois, o cara que foi levado para tomar conta do Windows Phone agora está encarregado de todo o legado Windows. Sinofsky deve estar bufando (ou não, porque com 14 million de dólares em ações vindo para seu bolso ele provavelmente nem liga.)
Tony Bates, conhecido como Mr. Skype, fica com o planejamento corporativo e uma gorda conta bancária para comprar novas empresas. Tami Reller, atual CFO da divisão Windows, torna-se a principal diretora de uma divisão de marketing independente. Detalhes sobre isso estão bem distantes ainda.
O grupo Cloud and Enterprise de Nadella fica com o Skype (que anteriormente rumores indicavam que seria de Lu) e Dynamics, o que de novo é uma bela esticada, mas não fica com o Windows, que está ficando cada vez mais "nuvem" ao longo do tempo. A área de Devices de Larson-Green fica com serviços de música e TV, levantando a questão de quando um serviço, de fato, torna-se um dispositivo.
A mudança mais importante
A mudança mais importante, na minha opinião, vem do reinado do time financeiro. Até ontem, os CFOs da Microsoft se reportavam aos seus chefes de divisão. Ballmer está realinhando as coisas para que os CFOs se reportem diretamente a Hood. Isso limpa o caminho para um bocado de mudanças, incluindo a capacidade de definir metas para divisões de tecnologia sem que estejam amarradas ao planejamento financeiro da companhia.
Uma nova estrutura organizacional na qual os líderes de tecnologia não são responsáveis por métricas dos negócios poderia dar a eles encorajamento suficiente para criar cooperação de verdade. Vamos tentar um exemplo hipotético: fica muito mais fácil comprometer seriamente o líder de tecnologia do Office e o líder de tecnologia do Windows a fazer o que for necessário para lançar muito rápido um fantástico conjunto de apps para o Metro Office se você não fica cobrando deles, como obrigação número 1, bater as metas de vendas e lucros do ano.

Com essa mudança gigante para se desenrolar, o que você - como usuário, corporação ou desenvolvedor - pode esperar? A curto prazo, nada muito complicado. Todas as mudanças importantes que deveriam ter sido decididas este ano já estão escritas em pedra. A reorganização não vai mudar nenhuma delas.
Mas olhando para o próximo ano e além, eu acho que vamos ver um bocado de mudanças, muitas como resultado direto da nova estrutura organizacional e da retirada da responsabilidade sobre o orçamento das mãos das equipes de desenvolvimento e tecnologia.
Com o "engenheiro alfa" responsável por Serviços, pode apostar que Serviços vai aparecer na frente e no centro de cada esforço da Microsoft. Dispositivos - Xbox, Surface, Music e talvez até TV - vão receber o mesmo reforço no braço de pesquisa e desenvolvimento.
Dentro do mesmo raciocínio, é preciso dizer que Windows e Office estão em face de tempos desafiadores. A dominância do Metro no Windows é completa: O homem encarregado do Windows é ele mesmo o tipo de cara que usaria a Metro. Nós que mantínhamos nossas esperaças de que haveria algum progresso na direção do velho Desktop podemos tirar o cavalo da chuva e dar adeus ao sonho.
O Office precisa de uma interface touch real. Isso tem de mudar - e vai num futuro próximo - mas com ele enterrado na estrutura corporativa, é dificil imaginar como o Office vai conseguir respeito suficiente (ou dinheiro, ou equipe) para ganhar uma bela interface touch. Ballmer não parece ver no Office um dos grandes patrimônios da Microsoft, e separá-lo da organização que vai cuidar do Windows faz concluir que ele caminha para uma transição para uma aplicação multiplataforma, independente de sistema operacional. Talvez o Office vá terminar como um produto gratuito que será entregue para cada Windows vendido, quem sabe?
Para empresas casadas com redes Windows locais, um aviso: seus dias estão contados. A inovação real virá com a Microsoft na nuvem. Vocês já sabiam disso, mas agora a reorganização da empresa manda o recado com letras maiúsculas.
Os desenvolvedores precisam começar a sentir de onde vem a fumaça: o Windows vai viver por um longo tempo, mas apps para o Desktop vão ficar cada vez mais parecendo Cobol. Se você ainda não mirou na nuvem (ou iOS ou Android), você está perdendo um daqueles famosos pontos de inflexão. Engraçado como não ouvimos um pio sequer sobre o Silverlight.
Eu não sei o que dizer do futuro do Xbox. Nas últimas semanas, a escolha por uma cabeça para Devices saiu do gênio de marketing de jogos -- Don Mattrick, que foi para a Zinga - para alguém que deve ter jogado um game de Xbox, digamos, uma vez na vida. Pelo menos, Larson-Green não vai cometer os mesmos erros de lançamento que bagunçaram a vida de Mattrick nos últimos meses na Microsoft. Talvez.
O que me parece certo: a Microsoft tem sido muito bem sucedida em ordenhar suas velhas vacas sagradas e lançar novos produtos lucrativos. Eu espero que a Microsoft, por si só, continue a se dar bem e que a reorganização realmente funcione. A velha guarda está mudando, velhos produtos estão morrendo. Essa reorganizacão demonstra, pelo menos, que a Microsoft foi esperta o bastante para mudar o curso do barco seguindo o vento. Alguns dizem que é muito pouco e muito tarde. Eu discordo.

sábado, 27 de novembro de 2010

BrOffice neles

O que impede a adoção do Office 2010 nas corporações?

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2010/11/26/o-que-impede-a-adocao-do-office-2010-nas-corporacoes)
CIO/EUA
Publicada em 26 de novembro de 2010 às 08h15

Três questões que passam pela cabeça da área de TI antes de migrar para a suíte 2010: licenças, compatibilidade e interface.

Pesquisa recente revela que os principais motivos de as empresas hesitarem na migração para o Office 2010 chamam-se Ribbon (parte da interface, localizada na parte superior das janelas dos aplicativos), compatibilidade entre aplicativos e licenças.

Paradoxalmente, existe um grande entusiasmo pela nova versão da suíte da Microsoft demonstrado no resultado de uma pesquisa que envolveu 950 profissionais de TI. O levantamento foi realizado pela Dimensional Research e conclui que, ainda, não há pressa em migração total. Na perspectiva das organizações, o Office 2010 requer estudo e preparo antes de ser introduzido na infraestrutura corporativa.

Aproximadamente 800 respondentes afirmaram avaliar a adoção da nova versão do pacote de produtividade da Microsoft, mas apenas 18% dos 950 entrevistados têm planos de implementar em larga escala ainda em 2010. Somente 4% têm o Office 2010 em suas empresas e 52% não têm nenhum sistema com esse software. O restante dos inquiridos respondeu instalar a suíte apenas para fins de ensaios e em máquinas novas.

Para 78%, a preocupação maior é referente à interface, ao custo associado com licenças e à compatibilidade entre a suíte e outros programas.

A analista sênior da Dimensional Research, Diane Hagglund, diz que “a essa altura do campeonato, as preocupações referentes à migração para o Office 2010 são maiores que os benefícios oferecidos por um programa mais rápido”.

A parte da interface chamada de Ribbon é um conjunto de opções em comum que se estende por todos os aplicativos que integram a suite. Introduzida no Office 2007 e aperfeiçoada na versão seguinte, o recurso é intimidador para usuários acostumados a usar a versão 2003. Capacitar usuários para extrair o máximo dos recursos novos é uma das preocupações principais dos gestores de companhias.

Outro fator que reforça a necessidade de avaliar melhor a questão sobre adotar a suíte 2010 é a dinâmica de licenças criada pela fabricante do software. Batizado de Volume Activation, esse jeito de autenticar os softwares rouba o sono de 56% dos entrevistados. De acordo com esse recurso, os administradores de sistemas precisam instalar um servidor de licenças e demanda que todas as instalações do Office2010 sejam ativadas.

Lubos Parobek, gerente sênior de produtos Dell, fala sobre essa alteração: "Certamente esse novo jeito de lidar com instalações corporativas representa um desafio àqueles que, antes, podiam ter um software licenciado e agora não podem mais rodar esse pacote a partir de qualquer lugar, por não estarem na mesma rede do servidor de autenticação".

Na rota de migração que separa o Office 2003 do 2010 existe a versão 2007 da suíte de edição de textos e de planilhas da Microsoft. Apenas 37 dos entrevistados afirmaram ir do 2003 diretamente para a distribuição 2010, sem antes passar pelo antecessor.

Vale a pena ressaltar que o Office 2010 não é o motivo de atualizações de infraestrutura de hardware. Se algum software está impulsionando essa atualização é o Windows 7.

É bom a Microsoft continuar atenta às distribuições de suítes abertas. Se 98% dos entrevistados afirmam rodar a solução paga da MS, houve 23% de respondentes que disseram usar soluções híbridas (pacotes pagos e pacotes abertos). Entre essas suítes, o OpenOffice lidera com 18% e outras soluções de produtividade na nuvem, como o Office Web Apps e o Google Docs detém mais 10% de participação.


(Shane O'Neill)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Bom para Países que tem link de verdade para suas empresas...

Digital News

Microsoft anuncia o Office 365, versão totalmente online do pacote

Nova versão agrega funções do Office 2010, Exchange, Sharepoint e Lync, além de ser baseado em computação em nuvem

Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 17h56

Durante um evento em São Francisco, nos Estados Unidos, a Microsoft lançou uma versão totalmente online do pacote Office. O novo serviço, chamado de Office 365, estará disponível em edição limitada para testes a partir desta terça-feira (19), em 13 países e regiões. No entanto as vendas só serão iniciadas a partir do ano que vem e por assinaturas.

Com a novidade, pessoas poderão trabalhar de qualquer lugar e em praticamente qualquer dispositivo, pois o Office 365 será baseado em computação em nuvem - capacidade de armazenamento e compartilhamento de programas e arquivos remotamente -, e irá agregar as funções dos programas Office 2010, Exchange, Sharepoint e Lync.

Segundo a empresa, a nova versão serve para empresas de qualquer tamanho. Será uma tecnologia construída para grandes empresas se tornando acessível para as empresas menores. "Com poucos cliques uma pequena empresa pode ter 20 campos de futebol de capacidade no data center e uma equipe altamente experiente de TI ao seu alcance", diz Kurt DelBene, Presidente da divisão da Microsoft Office.

As companhias com até 25 funcionários poderão comprar um pacote fechado, que inclui aplicativos do próprio Office, sincronização de email e Lync, por US$ 6 mensais por usuário. Já as empresas maiores terão opções de planos que variam entre US$ 2 a US$ 27 mensais por funcionário.

O Office 365 é a maior aposta da empresa. Eles pegaram tudo o que conheciam sobre produtividade e entregaram em serviços baseados em computação em nuvem. "Quando falamos com as pessoas sobre a nuvem, a ideia geral é que de alguma forma ela é apenas uma mudança de modelo de negócio. Eles assumem que estamos simplesmente movendo a tecnologia do cliente para a nossa central de dados, mas a realidade é que a nuvem é mais que isso, é uma transformação tecnológica", diz Kurt.

Com a combinação de alguns serviços já baseados na nuvem, o pacote será compatível com a maioria dos navegadores e dispositivos móveis. Isso significa que os usuários poderão ter acesso, a partir de qualquer lugar, a outros programas do Office, como o Outlook, por exemplo, sem terem que instalá-los no computador de uso.

"Nossos clientes desfrutam do Business Productivity Online Suite (BPOS), mas eles apreciam ainda mais quando o BPOS consegue trabalhar em conjunto com o Office. Quando os clientes executarem o Office com o Exchange, SharePoint e Lync, novas capacidades vão surgir em todo os lugares", finaliza o Presidente.

As criações da Microsoft estão surgindo como uma forma de contra-atacar a Google, que tem tido grande sucesso em seus pacotes de aplicativos baseados na internet e disponíveis a baixo custo.