terça-feira, 12 de agosto de 2014
Tecmundo - As 6 melhores alternativas gratuitas ao Microsoft Office de 2014
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Office multiplataforma grátis no Windows... Bom começo
Análise: Como a nova Microsoft vai afetar sua vida e sua empresa
A mudança mais importante, na minha opinião, vem do reinado do time financeiro. Até ontem, os CFOs da Microsoft se reportavam aos seus chefes de divisão. Ballmer está realinhando as coisas para que os CFOs se reportem diretamente a Hood. Isso limpa o caminho para um bocado de mudanças, incluindo a capacidade de definir metas para divisões de tecnologia sem que estejam amarradas ao planejamento financeiro da companhia.
Com essa mudança gigante para se desenrolar, o que você - como usuário, corporação ou desenvolvedor - pode esperar? A curto prazo, nada muito complicado. Todas as mudanças importantes que deveriam ter sido decididas este ano já estão escritas em pedra. A reorganização não vai mudar nenhuma delas.
sábado, 27 de novembro de 2010
BrOffice neles
O que impede a adoção do Office 2010 nas corporações?
Três questões que passam pela cabeça da área de TI antes de migrar para a suíte 2010: licenças, compatibilidade e interface.
Pesquisa recente revela que os principais motivos de as empresas hesitarem na migração para o Office 2010 chamam-se Ribbon (parte da interface, localizada na parte superior das janelas dos aplicativos), compatibilidade entre aplicativos e licenças.
Paradoxalmente, existe um grande entusiasmo pela nova versão da suíte da Microsoft demonstrado no resultado de uma pesquisa que envolveu 950 profissionais de TI. O levantamento foi realizado pela Dimensional Research e conclui que, ainda, não há pressa em migração total. Na perspectiva das organizações, o Office 2010 requer estudo e preparo antes de ser introduzido na infraestrutura corporativa.
Aproximadamente 800 respondentes afirmaram avaliar a adoção da nova versão do pacote de produtividade da Microsoft, mas apenas 18% dos 950 entrevistados têm planos de implementar em larga escala ainda em 2010. Somente 4% têm o Office 2010 em suas empresas e 52% não têm nenhum sistema com esse software. O restante dos inquiridos respondeu instalar a suíte apenas para fins de ensaios e em máquinas novas.
Para 78%, a preocupação maior é referente à interface, ao custo associado com licenças e à compatibilidade entre a suíte e outros programas.
A analista sênior da Dimensional Research, Diane Hagglund, diz que “a essa altura do campeonato, as preocupações referentes à migração para o Office 2010 são maiores que os benefícios oferecidos por um programa mais rápido”.
A parte da interface chamada de Ribbon é um conjunto de opções em comum que se estende por todos os aplicativos que integram a suite. Introduzida no Office 2007 e aperfeiçoada na versão seguinte, o recurso é intimidador para usuários acostumados a usar a versão 2003. Capacitar usuários para extrair o máximo dos recursos novos é uma das preocupações principais dos gestores de companhias.
Outro fator que reforça a necessidade de avaliar melhor a questão sobre adotar a suíte 2010 é a dinâmica de licenças criada pela fabricante do software. Batizado de Volume Activation, esse jeito de autenticar os softwares rouba o sono de 56% dos entrevistados. De acordo com esse recurso, os administradores de sistemas precisam instalar um servidor de licenças e demanda que todas as instalações do Office2010 sejam ativadas.
Lubos Parobek, gerente sênior de produtos Dell, fala sobre essa alteração: "Certamente esse novo jeito de lidar com instalações corporativas representa um desafio àqueles que, antes, podiam ter um software licenciado e agora não podem mais rodar esse pacote a partir de qualquer lugar, por não estarem na mesma rede do servidor de autenticação".
Na rota de migração que separa o Office 2003 do 2010 existe a versão 2007 da suíte de edição de textos e de planilhas da Microsoft. Apenas 37 dos entrevistados afirmaram ir do 2003 diretamente para a distribuição 2010, sem antes passar pelo antecessor.
Vale a pena ressaltar que o Office 2010 não é o motivo de atualizações de infraestrutura de hardware. Se algum software está impulsionando essa atualização é o Windows 7.
É bom a Microsoft continuar atenta às distribuições de suítes abertas. Se 98% dos entrevistados afirmam rodar a solução paga da MS, houve 23% de respondentes que disseram usar soluções híbridas (pacotes pagos e pacotes abertos). Entre essas suítes, o OpenOffice lidera com 18% e outras soluções de produtividade na nuvem, como o Office Web Apps e o Google Docs detém mais 10% de participação.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Bom para Países que tem link de verdade para suas empresas...
Digital News
Microsoft anuncia o Office 365, versão totalmente online do pacote
Terça-feira, 19 de outubro de 2010 às 17h56
Durante um evento em São Francisco, nos Estados Unidos, a Microsoft lançou uma versão totalmente online do pacote Office. O novo serviço, chamado de Office 365, estará disponível em edição limitada para testes a partir desta terça-feira (19), em 13 países e regiões. No entanto as vendas só serão iniciadas a partir do ano que vem e por assinaturas.
Com a novidade, pessoas poderão trabalhar de qualquer lugar e em praticamente qualquer dispositivo, pois o Office 365 será baseado em computação em nuvem - capacidade de armazenamento e compartilhamento de programas e arquivos remotamente -, e irá agregar as funções dos programas Office 2010, Exchange, Sharepoint e Lync.
Segundo a empresa, a nova versão serve para empresas de qualquer tamanho. Será uma tecnologia construída para grandes empresas se tornando acessível para as empresas menores. "Com poucos cliques uma pequena empresa pode ter 20 campos de futebol de capacidade no data center e uma equipe altamente experiente de TI ao seu alcance", diz Kurt DelBene, Presidente da divisão da Microsoft Office.
As companhias com até 25 funcionários poderão comprar um pacote fechado, que inclui aplicativos do próprio Office, sincronização de email e Lync, por US$ 6 mensais por usuário. Já as empresas maiores terão opções de planos que variam entre US$ 2 a US$ 27 mensais por funcionário.
O Office 365 é a maior aposta da empresa. Eles pegaram tudo o que conheciam sobre produtividade e entregaram em serviços baseados em computação em nuvem. "Quando falamos com as pessoas sobre a nuvem, a ideia geral é que de alguma forma ela é apenas uma mudança de modelo de negócio. Eles assumem que estamos simplesmente movendo a tecnologia do cliente para a nossa central de dados, mas a realidade é que a nuvem é mais que isso, é uma transformação tecnológica", diz Kurt.
Com a combinação de alguns serviços já baseados na nuvem, o pacote será compatível com a maioria dos navegadores e dispositivos móveis. Isso significa que os usuários poderão ter acesso, a partir de qualquer lugar, a outros programas do Office, como o Outlook, por exemplo, sem terem que instalá-los no computador de uso.
"Nossos clientes desfrutam do Business Productivity Online Suite (BPOS), mas eles apreciam ainda mais quando o BPOS consegue trabalhar em conjunto com o Office. Quando os clientes executarem o Office com o Exchange, SharePoint e Lync, novas capacidades vão surgir em todo os lugares", finaliza o Presidente.
As criações da Microsoft estão surgindo como uma forma de contra-atacar a Google, que tem tido grande sucesso em seus pacotes de aplicativos baseados na internet e disponíveis a baixo custo.