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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Windows 10 ajudando

Como recuperar a senha do seu Windows 10



Por Durval Ramos RSS 10.08.2015 às 08h45
Windows 10

Uma coisa que pegou muita gente de surpresa com o Windows 10 é que, ao associar sua conta da Microsoft com o sistema operacional, ele automaticamente utiliza os dados de login também para desbloquear o computador. Em outras palavras, a mesma senha usada para acessar sua conta do Outlook é a que vai deixar você usar o PC.

O problema é que nem todo mundo se acostumou com essa mudança e muitos nem sequer conseguem se lembrar direito qual é a senha correta. Nesses casos, como proceder? Ficar olhando para a tela de bloqueio na esperança de uma inspiração divina, revirar sua casa em busca daquele papelzinho no qual você anota essas informações ou esperar até que tudo seja resolvido?

Na verdade, não  é preciso fazer nenhuma dessas loucuras para recuperar o acesso perdido ao seu Windows 10. Como a senha está diretamente ligada à sua conta Microsoft, isso fez com que ficasse ainda mais fácil pedir uma ajuda na hora do aperto. Assim, para que você não precise mais perder alguns minutos tentando lembrar qual a senha correta, descubra como recuperar o acesso perdido ao seu Windows 10.


Passo 1


A solução mais óbvia é entrar no site da Microsoft e pedir para redefinir sua senha. Levando em conta que você não consegue acessar seu PC, você vai precisar de outro computador, de um usuário secundário naquela máquina ou mesmo de seu celular ou tablet. Não importa o procedimento, contanto que você consiga entrar neste link e clicar em "Esqueci minha senha", como mostra a imagem abaixo. Em seguida, clique em "Próximo".
Recuperar Senha Windows


Passo 2


Como acontece em todo o processo de recuperação, o sistema vai pedir para que você informe qual e-mail você pretende recuperar. Insira o endereço no campo indicado e coloque os caracteres exibidos logo abaixo para confirmar que não se trata de uma máquina. Então clique em "Próximo" .
Recuperar Senha Windows


Passo 3


Em seguida, você precisa fornecer alguns dados pessoais para garantir que não se trata de uma fraude ou de alguém tentando invadir sua conta. Para isso, a Microsoft vai enviar um código de segurança para verificar sua identidade. Isso pode ser feito tanto pelo seu e-mail — caso você consiga acessá-lo de alguma forma, é claro — ou por meio de uma mensagem de celular se você tiver informado seu número previamente.
Recuperar Senha Windows

Se você tiver acesso a qualquer um desses meios, selecione a opção correspondente, confirme em "Próximo" e vá para o Passo 4.

Já para quem não possui uma forma de confirmar sua identidade, clique em "Não tenho nenhuma" e avance. Isso vai levá-lo a uma nova tela para a criação de um contato alternativo além daquele e-mail cadastrado inicialmente. Preencha todos os campos com seus dados para garantir que a Microsoft vai conseguir verificar que você é você mesmo. São muitas opções, e isso pode levar algum tempo — mas lembre-se: é por uma boa causa.

Recuperar Senha Windows


Passo 4


Após receber o código de segurança (por e-mail ou celular), insira-o no campo de verificação e confirme.
Recuperar Senha Windows


Passo 5


Coloque a nova senha e repita no segundo campo para garantir que você a digitou corretamente. Ela precisa ter no mínimo oito dígitos, e lembre-se de que ele diferencia maiúsculas e minúsculas. Por isso, não deixe de verificar se a tecla Caps Lock está ativada.
Recuperar Senha Windows

Feito isso, confirme e pronto. Sua nova senha da Microsoft foi alterada, e com ela você poderá voltar a acessar seu Windows 10. Para os esquecidos de plantão, é realmente recomendado deixar isso anotado em um canto ou mesmo como um lembrete em seu celular, para evitar dores de cabeça no futuro.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Olhar digital- Dica Wi-FI

Veja 7 dicas para configurar seu roteador e manter sua rede Wi-Fi segura


Por Redação Olhar Digital - em 05/06/2014 às 16h20 :: Palavras-chave: RoteadoresSegurançaWi-Fi

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/42434/42434
Acessado em 09/06/2014 às 09:14:21 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

O roteador passou a ser uma necessidade nas casas modernas. Com tantos smartphones, tablets e laptops, ter uma rede Wi-Fi em casa se tornou praticamente obrigatório. O problema com isso é que muitas vezes as pessoas não tomam os cuidados necessários para manter a rede segura.

Abaixo estão algumas dicas elaboradas pela empresa de segurança ESET, que devem ajudar a manter a rede longe de ataques virtuais.

Trocar o login e senha do roteador: ao instalar o aparelho em casa, é obrigatório mudar imediatamente o nome do usuário e a senha de acesso do roteador. Sem isso, o equipamento usará um nome padrão de fábrica, que facilita a descoberta do modelo por um possível cibercriminoso. Com esta informação, ele pode explorar as vulnerabilidades que já são conhecidas.

Atualização de firmware: Fazer isso deve solucionar erros de segurança críticos e amplamente conhecidos. Na indústria da tecnologia, de um modo geral, um software desatualizado significa mais brechas, então a dica vale para absolutamente todos os seus dispositivos.

Criptografia WPA/WPA2: Como dito antes, o mínimo que você deve fazer é colocar uma senha (de preferência bem forte). Depois disso, outro passo importantíssimo é definir o padrão de segurança. O WPA ou o WPA2 são protocolos muito mais seguros que o WEP, que pode ser quebrado com facilidade.

Desativar WPS (WiFi Protected Setup): O recurso pode gerenciar a segurança com mais simplicidade, mas é vulnerável. Em algumas horas, o PIN de 8 números pode ser quebrado por um ataque de força-bruta, deixando a rede exposta.

Ativar filtro de MAC: Com a utilização desta ferramenta, apenas os aparelhos autorizados poderão se conectar à rede. Cada dispositivo possui uma placa de rede própria, identificada por um endereço. Ao cadastrar esta informação no roteador, apenas os endereços cadastrados na lista de acesso poderão ter conexão.

Desativar exibição do nome da rede: Ao fazer isso, sua rede fica “invisível” para outras pessoas, dificultando o direcionamento dos ataques. O problema é que será necessário digitar o nome da rede manualmente para cada novo dispositivo que se conecta.

Definir senha para modificar configurações: Além da senha de acesso à rede, é importante criar outra para mexer no roteador em si. Normalmente o equipamento vem com uma senha padrão ou, até mesmo, sem senha, criando uma brecha grave. No caso de algum cibercriminoso conseguir entrar na sua rede, ele poderá modificar o roteador para direcionar o usuário para sites maliciosos que imitam páginas legítimas, entre inúmeras outras alternativas.


quarta-feira, 26 de março de 2014

BYOD, realmente era uma boa ideia ???

Uso excessivo de recursos MDM pode matar o BYOD

(http://cio.com.br/gestao/2014/03/25/uso-excessivo-de-recursos-mdm-pode-matar-o-byod)
Tom Kaneshige, CIO/EUA
Publicada em 25 de março de 2014 às 14h29
Até 2016, um em cada cinco programas de BYOD irá falhar devido a implantação de medidas gerenciamento de dispositivos móveis muito restritivas, prevê o Gartner
Apenas dois anos atrás, o BYOD inundou as empresas, em parte graças aos software de gestão de dispositivos móveis (MDM), que permitiam deixar os funcionários desfrutar da comodidade de uso de aplicativos de trabalho e aplicativos pessoais em um único dispositivo, proporcionando um cobertor de segurança. Mas, agora, sinais apontam o aproveitando de capacidades avançadas de MDM para a criação de restrições de uso dos dispositivos móveis que ameçam arruinar a experiência do usuário.
"Achamos que algumas organizações de TI, acostumadas a ter controles fortes, estão levando esses controles para os dispositivos móveis, implementando políticas MDM muito onerosas", diz o analista do Gartner Van Baker.
Até 2016, um em cada cinco programas de BYOD irá falhar devido a implantação de medidas gerenciamento de dispositivos móveis muito restritivas, prevê Baker.
O prognóstico sombrio não é mero trabalho de adivinhação. Pesquisa do Gartner, do final do ano passado, revelou que um em cada cinco empresas abadonará o BYOD por causa de preocupações com privacidade.
De acordo com Baker já é possível perceber a degradação da experiência do usuário em dispositivos móveis por conta do mau uso das ferramentas MDM. Juntas, questões relacionadas com má usabilidade e violações de privacidade vão atrapalhar o desenvolvimento do BYOD.
Por exemplo, alguns departamentos de TI, através do uso de MDM, estão forçando os usuários a alternarem o uso de ambientes diversos e várias senhas. Por exemplo: um usuário com o app do Facebook aberto no espaço pessoal de um tablet, que queira verificar o e-mail de trabalho, terá que sair do Facebook, sair do espaço pessoal, fazer login no espaço de trabalho, e fazer login no o e-mail corporativo. Se quiser voltar para Facebook, terá que fazer todo o processo de novo, na ordem inversa.
Outra empresa  obriga que os tablets usem uma capa protetora que exige um cartão de identificação segura. Resultado: esses tablets se tornaram inúteis, pesos de papel.
Outra tática comum,  que arruína a experiência do usuário, é forçar os funcionários a usarem aplicativos móveis corporativos somente enquanto estiverem nas instalações da empresa, obrigando-os a usar um cliente de email desajeitado em vez do cliente de email nativo do aparelho.
"Esse tipo de usabilidade não só deixará de ser tolerada, como conduzirá os funcionários para longe dos programas BYOD", alerta Baker.
Se o MDM parecer muito restritivo, os funcionários vão se revoltar.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Todo cuidado é pouco....

SDN pode ser seu próximo pesadelo de segurança

(http://cio.com.br/tecnologia/2014/03/03/sdn-pode-ser-seu-proximo-pesadelo-de-seguranca)
Neal Weinberg, CIO/EUA
Publicada em 03 de março de 2014 às 15h36
Centralizar o controle da rede em um servidor pode criar uma vulnerabilidade estratégica com resultados devastadores, defende especialista da Check Point

Há inúmeros benefícios associados com as SDN, ou redes definidas por software. Em vez de ter que tocar cada switch e roteador, o controlador aplica políticas usando o padrão OpenFlow para conversar com os dispositivos de rede. Além disso, os clientes podem, teoricamente, usar qualquer hardware OpenFlow. Você não precisa mais comprar todo o seu equipamento de rede do mesmo fornecedor.

Mas antes de as empresas adotarem as redes definidas por software elas devem levar em conta os riscos de segurança inerentes, alertou Robert  Hinden, especialista da Check Point, semana passada, durante a RSA Conference. Depois de implantar o controle centralizado da rede em um servidor, o que acontece se esse servidor é atacado? E se um hacker tiver acesso a um controlador de SDN? Ele poderia direcionar o tráfego evitando os firewalls, inserir malware na rede, executar ataques de interceptação ( “man-in -the-middle”)? Pode também enviar tráfego para nós comprometidos da rede?

Além disso, o que acontece quando as interrupções ou erros ocorrem na rede? Hoje não está claro como o controlador SDN lida com interrupções de rede capazes de exigir o redirecionamento de tráfego, diz Hinden.

Por outro lado , Hinden aponta vários pontos positivos na segurança das  SDN. O controlador pode, por exemplo, disseminar as políticas de segurança para todos os routers e switches na rede, criando uma política uniforme de segurança SDN para todo o tráfego.

Além disso, se houver um dispositivo anfitrião comprometido, por exemplo, o controlador também pode facilmente isolar esse anfitrião a partir do resto da rede, diz. Embora estejamos em uma fase muito inicial  no ciclo de adoção das SDN, Hinden recomenda que as equipes de redes e segurança trabalhem em conjunto.