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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Fica muito legal

12 opções para personalizar seu smartphone Android

(http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/06/06/personalize-seu-smartphone-android)
Sarah Jacobsson Purewal, PCWorld EUA
06/06/2011

Papéis de parede animados, widgets mais sofisticados e até mesmo substitutos completos para a tela inicial. Não faltam opções para deixar seu smartphone do seu jeito.

Eu admito: o sistema operacional Android tem algumas arestas a aparar e precisa de um banho de loja. Especialmente quando comparado ao iPhone, que não só “simplesmente funciona” como também é lindo.

Sim, o Android é legal porque é “hackeável” e Open Source. Se você estiver disposto, pode conseguir acesso ao sistema como “root” e deixá-lo com exatamente a cara que quiser. Mas nem todo mundo fica à vontade com a idéia de hackear um smartphone só para ter uma interface bonita.

Por sorte, há várias formas fáceis de deixar seu smartphone Android mais atraente, sem precisar hackeá-lo. Estas são algumas delas.

Anime o papel de parede

Você encontrará dois tipos de papéis de parede para smartphones Android: imagens estáticas e papéis de parede animados, ou “Live Wallpaper”. Este último é muito legal, especialmente quando você está mostrando seu aparelho para usuários do iPhone, mas pode aumentar o consumo de bateria e reduzir o desempenho de outros programas.

O segredo na hora de escolher um papel de parede animado é escolher um que não seja animado demais. Animação excessiva não só afeta negativamente o sistema, como tornará a interface confusa e poluída. Veja a seguir algumas opções de papéis de parede animados simples e elegantes.

Nightfall Live Wallpaper Free (por Jason Allen, grátis)

Este papel de parede mostra um céu azul com tons de roxo se movendo lentamente, com a silhueta de algumas árvores em primeiro plano. A versão completa, que custa US$ 1,50, permite mudar a silhueta e ocultar a lua e as estrelas.

android_nightfall.jpg

Nightfall: um belo cenário noturno

Shake Them All (por Yougli, grátis)

Este simpático papel de parede usa o acelerômetro do aparelho para arremessar pequenos Android através da tela. Você pode personalizar quase tudo, da cor dos droids até a forma como eles reagem à luz, música, aceleração ou gravidade.

Wave Live Wallpaper (por Crazy Zen Lab, grátis)

Este papel de parede calmante é inspirado pelas “ondas” usadas como fundo de tela padrão no PlayStation 3 e PlayStation Portable. A versão gratuita inclui 11 cores e três tipos de fundos de tela, enquanto a versão completa lhe dá mais opções de cor e alguns recursos interessantes, como a possibilidade de mudar a cor do papel de parede chacoalhando o smartphone.

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Waves: lembra o "papel de parede" do PlayStation

Best Matrix Live Wallpaper (por A.O.I. Studio, grátis)

Quem não gosta de Matrix? Os fãs mais ferrenhos, como eu, irão notar que os caracteres na tela não são totalmente idênticos aos do “código” mostrado no filme (que na verdade são caracteres de um alfabeto japonês, o Katakana, invertido), mas ainda assim este papel de parede é muito legal.

android_matrix.jpg

Matrix: não é igual ao filme, mas é bom o suficiente

Aurora Live Wallpaper (por Rooty Pict, grátis)

Um papel de parede simples e com tom arroxeado, que simula uma Aurora Boreal. Toque na tela para produzir estrelinhas.

Use widgets atraentes

Aqueles widgets legais que podem ser colocados na tela inicial, seja para mostrar a hora, compromissos do dia ou a previsão do tempo, são uma exclusividade do Android. Mas nem todos são iguais: embora a maioria forneça informações úteis, muitos são grandalhões e feiosos. Separamos algumas opções úteis e elegantes.

SwitchPro (por Droid Shogun, US$ 1)

O sistema Android já inclui um widget (chamado Power Control) que permite ligar ou desligar vários recursos do aparelho, como Bluetooth, Wi-Fi, ajustar o brilho da tela, etc. Mas embora o SwitchPro desempenhe a mesma função, ele é mais bonito, mais personalizável e inclui funções extras como controles de rotação da tela, modo silencioso e até uma botão para transformar o flash da câmera em uma lanterna.

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SwitchPro: mais controle sobre os recursos do seu aparelho

BatteryTime Lite (por Motalen, grátis)

BatteryTime Lite é um monitor de bateria grátis que coloca um pequeno ícone em sua tela inicial, mostrando aproximadamente quanto de carga resta. Toque neste ícone para ter mais informações sobre o consumo de energia, incluindo dados úteis sobre quanto tempo você gastou em cada tarefa (navegando na web, fazendo chamadas, assistindo vídeo, etc).

Clockr (por Zehro, grátis)

Clockr é um relógio absolutamente lindo, mas não é como os relógios comuns: ele é baseado em texto, então diz “eight fifty seven” em vez de 8:57. Também é personalizável, com múltiplas formas de mostrar a hora e várias combinações de cor.

android_clockr.jpg

Clockr: hora "por extenso", mas só em inglês

Mande mensagens com estilo

Se você é como eu, manda muitas mensagens de texto. E o aplicativo padrão do Android para isso não é nada atraente. Felizmente há alguns aplicativos “turbinados” que permitem que você adicione imagens de fundo às suas conversas e mude a cor do texto, e até crie alertas personalizados de novas mensagens usando o LED de notificação do aparelho.

Estes aplicativos não modificam o app SMS padrão - são sistemas separados - então a não ser que você goste de ser avisado duas vezes sobre cada mensagem, é uma uma boa idéia desabilitar as notificações no aplicativo padrão. Veja dois apps que você não pode perder.

Handcent SMS (por Handcent, grátis)

O Handcent SMS é um cliente de mensagens SMS personalizável que lhe permite mudar a aparência das mensagens. O texto é organizado em balões, como no iPhone, e você pode modificar sua cor, fontes e adicionar fundos à tela. O aplicativo também permite mudar a cor do LED de notificação (depende do aparelho) e pode mostrar um pop-up com uma nova mensagem assim que ela é recebida.

ChompSMS (por ChompSMS, grátis)

Embora o ChompSMS seja bastante similar ao Handcent SMS, acho que ele é esteticamente um pouco melhor. Os recursos são quase os mesmos: conversas organizadas em balões, com texto, fonte e imagens de fundo personalizáveis, além de opções para mudar o LED de notificação e habilitar pop-ups com novas mensagens. As propagandas podem ser desabilitadas mediante um pagamento de US$ 6 via PayPal.

Troque a tela inicial

Se você quer ir além de uma simples troca de papel de parede, considere a instalação de um “Launcher”alternativo, um substituto da tela inicial do sistema. Estes aplicativos permitem que você tenha uma “dock” com atalhos personalizáveis, mude a forma como a lista de aplicativos instalados (app drawer) funciona e até altere a aparência do sistema com novos ícones e temas.

ADW.Launcher (por AnderWeb, grátis)

O ADW.Launcher é um aplicativo gratuito que permite personalizar a tela inicial e a app drawer. Ele oferece uma dock personalizável, onde você pode colocar atalhos para seus aplicativos favoritos, e tem opções para simplificar a interface do aparelho, ocultando a barra de notificação, os nomes dos ícones ou o número de linhas e colunas no desktop.

Também há temas para o ADW.Launcher disponíveis no Android Market, e você pode criar seus próprios. Os temas geralmente incluem pacotes de ícones e docks personalizadas. A versão paga do ADW.Launcher, chamada ADWLauncher EX (cerca de US$ 3,30) tem ainda mais opções.

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ADW Launcher: substituto da tela inicial cheio de recursos

LauncherPro (por Federico Carnales, grátis)

Outro substituto da tela inicial que permite mudar a aparência de seu smartphone. É possível criar até sete painéis com seus atalhos e widgets, esconder a lista de aplicativos (app drawer) e criar desktops “infinitos”, que voltam para o primeiro painel quando você rola a tela além do último.

O LauncherPro também tem temas, pacotes com ícones e uma dock com múltiplos níveis, além de um recurso similar ao Exposé do Mac OS X que permite ver todos os painéis de uma vez só. Com o add-on LauncherPro Plus Unlocker (US$ 3.50) é possível desbloquear a versão “Plus” do programa, com widgets exclusivas para a tela inicial.

Agora você já tem idéias suficientes sobre como personalizar a interface de seu smartphone. Claro que você não precisa instalar todos estes programas: brinque com os estilos, cores e widgets, e escolha o que lhe agrada mais.


sábado, 27 de novembro de 2010

Minha nossa

Samsung Galaxy Tab: concorrente do iPad ou smartphone gigante?

(http://pcworld.uol.com.br/reviews/2010/11/25/samsung-galaxy-tab-concorrente-do-ipad-ou-smartphone-gigante)
Rafael Rigues, da PC World Brasil
24/11/2010

Tablet da Samsung tem hardware poderoso e vários truques na manga, incluindo um sintonizador de TV. Mas falta de software feito “sob medida” incomoda.

Já à venda no Brasil, o Samsung Galaxy Tab é um tablet com sistema operacional Android que é frequentemente apontado como o primeiro concorrente sério do iPad, da Apple. Em termos de hardware ele supera seu adversário em vários quesitos, trazendo recursos como sintonizador de TV, duas câmeras, memória expansível e a capacidade de funcionar como smartphone. Mas hardware não é tudo.

Assim como jogos são decisivos para o sucesso de um console, software é decisivo para o sucesso de um smartphone ou Tablet. E o próprio Diretor de Produtos Móveis da Google, Hugo Barra, já admitiu que o Android 2.2 “Froyo” (sistema usado no Galaxy Tab) não é otimizado para tablets.

Daí surge a dúvida: será o Galaxy Tab um tablet de verdade, ou ele não passa de um smartphone gigante? Continue lendo para descobrir.

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Design

É difícil fugir do “Visual Tablet” padrão, mas a Samsung conseguiu destacar seu produto dos demais. A frente do Galaxy Tab é preta, assim como as bordas laterais, e a tampa traseira do modelo que testamos é branca. O aparelho pesa 380 gramas, mede 19 x 12 x 1,2 cm e é muito fácil de carregar por aí: fechado em seu case de plástico (que acompanha o aparelho) ele se parece com uma pequena agenda, e pode ser segurado com apenas uma mão sem cansar.

Abaixo da tela há quatro botões sensíveis ao toque com as funções padrão do Android: menu, home, back e search. Na lateral direita ficam o botão de liga/desliga e trava da tela e o controle de volume. Na parte de baixo, o conector de 30 pinos para o cabo de alimentação/dados e os alto-falantes. Há uma entrada para fones de ouvido no canto superior esquerdo.

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Galaxy Tab: frente preta, traseira branca

Durante o uso, notei alguns probleminhas de ergonomia. Em primeiro lugar, por causa do acabamento liso da frente e da traseira o Tab tende a escorregar quando segurado na horizontal com apenas uma das mãos.

O segundo problema é que, quando segurado na horizontal, a posição mais natural para um dos polegares é justamente sobre os botões sensíveis ao toque o que obriga o usuário a mudar a "pegada" se não quiser acionar menus e atalhos acidentalmente.

Ambos podem ser amenizados com o uso da capinha inclusa na embalagem. Sobre ela, outra curiosidade: ela abre da esquerda para a direita, o contrário do que estamos acostumados a ver em livros e revistas no ocidente.

Hardware

O hardware do Galaxy Tab se parece muito com o do Samsung Galaxy S. Ambos são baseados em um processador ARM de 1 GHz com 512 MB de RAM. O Tab tem 16 GB de memória Flash interna, expansível com cartões microSD. A tela tem a mesma resolução da tela do iPad, 1024x600 pixels, embora seja fisicamente menor, com apenas 7 polegadas.

O tablet da Samsung tem modem 3G e usa SIM Cards convencionais, os mesmos de seu telefone, sem malabarismos. E tem duas câmeras, uma primária de 3 MP com flash e autofoco e uma secundária de 1.3 MP, frontal, para videochamadas. Usando um headset Bluetooth ou fones de ouvido com microfone (ambos inclusos na embalagem) o Tab também vira um smartphone, capaz de fazer e receber chamadas.

Também há um sintonizador de TV, como em seu irmão menor Galaxy S. Aqui tivemos uma surpresa: além de TV digital ele também sintoniza as transmissões de TV analógica, ampliando em muito a lista de locais onde seu Tablet pode funcionar como um televisor portátil.

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O Tab sintoniza TV Digital e Analógica, e grava os programas em cartão de memória

Infelizmente a Samsung copiou um mau-hábito da Apple: o Tab não tem portas USB, e a transferência de dados entre o aparelho e o PC e a recarga da bateria são feitas usando um cabo proprietário com conector de 30 pinos numa ponta e um conector USB na outra. Perca este cabo e seu Tab só terá mais algumas horas de vida até a bateria se esgotar e ele virar um peso de papel, pelo menos até você encontrar um substituto

Aplicativos

No coração, o Galaxy Tab nada mais é que um smartphone Android com tela grande. E esse é o principal "problema", a falta de aplicativos otimizados para tirar proveito dela.

A Samsung inclui no aparelho alguns aplicativos próprios, como um navegador web (com suporte a flash), cliente de e-mail, agenda, calendário, bloco de notas, gerenciador de arquivos, dicionários de espanhol e português e mais. Também há ênfase na leitura, com aplicativos para ler e-Books e 16 livros da Livraria Cultura pré-instalados.

Mas fora estes há quase nenhum programa "para tablet" no Android Market. Para ser preciso encontramos uma meia-dúzia, entre eles o navegador Dolphin Browser HD e jogos como Radiant HD, EVAC HD, e títulos da Gameloft como Asphalt 5 e Hero of Sparta.

Temos que levar em conta que o Galaxy Tab rodou muito bem a maioria dos aplicativos "para smartphone" encontrados no Android Market, do cliente oficial para o Twitter até simples calculadoras. Em último caso, se um aplicativo não consegue se adaptar ao tamanho da tela ele roda em seu tamanho natural, centralizado na tela e cercado por uma borda preta.

Ainda assim, a sensação é de desperdiçar aquela tela enorme com programas feito para uma tela pequena. Não há nenhuma diferença entre rodar o aplicativo oficial do Twitter, por exemplo, em um Galaxy S ou no Galaxy Tab.

» Continue lendo e saiba mais sobre desempenho, multimídia e autonomia de bateria

Desempenho

Esperávamos que o Samsung Galaxy Tab tivesse ao menos o mesmo desempenho de seu irmão menor, o Galaxy S. Talvez até um pouco melhor, já que o sistema operacional Android 2.2 traz um ganho considerável de desempenho sobre a versão 2.1. Mas na prática, ficamos levemente desapontados.

Em vários momentos vimos o Galaxy Tab “engasgar” na rolagem de páginas, coisa que não acontece em seu rival da Apple. O problema é mais comum em páginas web com muitas imagens ou animações em Flash, mas também aconteceu quando tentamos rolar um documento longo no ThinkFree Office.

Isso não prejudica o uso do aparelho, mas considerando que a rolagem de páginas e documentos é uma das atividades mais comuns em um tablet, é estranho que o Galaxy Tab tropece justamente em um ponto tão visível.

A reprodução de vídeos e animações em Flash, um dos principais trunfos do Tab em relação ao iPad, também deixou a desejar. Mesmo vídeos do YouTube com baixa resolução (360p) sofrem com perda de quadros. Aliás, habilitar o plugin Flash deixa o navegador inteiro mais lento.

E apesar de contar com um player “nativo” de YouTube, capaz de reproduzir vídeo em alta qualidade sem problemas, o navegador insiste em carregar primeiro a versão em Flash dos vídeos. Esse é um problema comum a todos os aparelhos Android compatíveis com Flash, que prejudica a experiência do usuário e causa uma má-impressão.

Mas isso não quer dizer que o Galaxy Tab seja uma carroça. Ele lidera o páreo entre todos os aparelhos Android que já passaram por nossas mãos em benchmarks como o Quadrant e o Linpack, toca vídeo em alta-definição (720p) com perfeição e é um excelente videogame, seja para jogos antigos em emuladores como o Gensoid (que permite rodar jogos do Megadrive), títulos casuais como Angry Birds ou jogos sofisticados como Asphalt 5 e N.O.V.A.

Multimídia

A câmera traseira de 3 MP do Galaxy Tab tira fotos decentes para algo em sua categoria, mas não espere aposentar sua câmera doméstica. As imagens tendem a ter as cores “lavadas”, e o menor movimento no objeto sendo fotografado resulta em borrões na imagens. Fotos noturnas tendem a ter bastante ruído, e o flash “lava” os objetos mais próximos da lente.

O Galaxy Tab também grava filmes com resolução de até 720 x 480 pixels (D1, mesma de um DVD). O sintonizador de TV integrado (exclusividade no modelo nacional) é capaz de captar tanto as transmissões de TV analógica quanto TV Digital e permite gravar seus programas favoritos na memória interna ou em um cartão de memória. Ou seja, além de uma “TV portátil”, ele também é um videocassete portátil.

O reprodutor de vídeo é bastante versátil, e não tivemos problemas para reproduzir clipes em formatos como DiVX e MKV, tanto em resolução “padrão” (640 x 480 pixels) quando em HD (1280 x 720 pixels). Há suporte a legendas no popular formato SRT, basta que elas estejam no mesmo diretório que o filme e tenham o mesmo nome, mas com a extensão .srt (exemplo: filme.avi e filme.srt).

Já o reprodutor de áudio conta com um útil “widget” que permite controlar a música mesmo com a tela inicial “bloqueada”. Assim, não é preciso desbloquear a tela e abrir o reprodutor só para saber o nome da música que está tocando.

Bateria

A autonomia de bateria do Galaxy Tab é estimada pela Samsung em 7 horas de uso contínuo. Nós o testamos em um cenário mais realista, em uma longa viagem de ônibus em um fim de semana. Deixamos o controle de brilho no automático, desligamos o Wi-Fi, deixamos o GPS ligado e o aparelho sempre conectado a uma rede 3G.

Baixamos cerca de 20 MB de arquivos via 3G, navegamos na internet por 30 minutos enquanto ouvíamos música, assistimos 40 minutos de vídeo em alta-definição, usamos o Tab durante uma hora para escrever parte deste review (enquanto ouvíamos música) e como MP3 Player durante outras 4 horas. Durante todo o período o aparelho constantemente buscava por novas mensagens em uma conta do GMail e em outra do Twitter.

O Galaxy Tab chegou ao fim das 6 horas e meia de viagem com 38% de bateria restantes. Ou seja, neste perfil de uso podemos estimar a autonomia da bateria em cerca de 10 horas. Nada mal.

Nosso veredito

O Galaxy Tab é um excelente gadget, mas sofre com a falta de software que explore todo o seu potencial. Em vários momentos a sensação de “isso é um smartphone gigante” é clara. Os problemas na reprodução de conteúdo em Flash são irritantes, mas comuns a todos os smartphones Android atualmente no mercado.

Quem comprá-lo hoje não irá se decepcionar, mas não podemos deixar de imaginar no que ele poderá se transformar quando os desenvolvedores de software começarem a explorar todos os seus recursos. Ficaremos de olho.

Galaxy Tab
Fabricante:Samsung
Pontos fortes:

Compacto e bonito
Sintoniza TV
Faz e recebe chamadas e acessa redes 3G

Pontos fracos:

Sistema operacional e aplicativos não tiram todo proveito do hardware (como a tela)
Engasgos na hora de rolar páginas com muitas imagens ou animações em Flash

O Galaxy Tab é um excelente gadget, mas sofre com a falta de software que explore todo o seu potencial. Em vários momentos a sensação de “isso é um smartphone gigante” é clara. Quem comprá-lo hoje não irá se decepcionar, mas não podemos deixar de tentar imaginar no que ele poderá se transformar quando os desenvolvedores de software começarem a explorar todos os seus recursos.

Preço:R$ 2.699,00 (preço sugerido pelo fabricante, sem subsídios das operadoras)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Fique de olho

Empresas criam regras para uso de celulares pessoais

(http://computerworld.uol.com.br/telecom/2010/07/26/empresas-criam-regras-para-uso-da-rede-pelos-celulares-pessoais)
Por Network World/EUA
Publicada em 26 de julho de 2010 - 14h28
Atualizada em 26 de julho de 2010 - 14h32

Com a chegada do Android e iPhone, as companhias estão tendo dificuldade para controlar o uso do ambiente corporativo pelos smartphones pessoais e estabeceram políticas de segurança, mas há questões legais que devem ser observadas pelas companhias

Muitos departamentos de TI descobriram que não adianta brigar para que os funcionários da organização utilizem apenas os dispositivos da empresa para acessar a rede corporativa. A saída encontrada para lidar com a situação é definir políticas voltadas a padronizar como os usuários de equipamentos móveis precisam se comportar no ambiente corporativo, em especial, para evitar problemas com segurança.

Para o vice-presidente da consultoria Gartner, Phillip Redmond, com a chegada do Android e do iPhone no ambiente corporativo, a era do hardware padrão dentro das empresas está com os dias contados. "A maioria das corporações vai aceitar essa participação dos smartphones no dia-a-dia. Para tal, devem estabelecer boas práticas e processos orientados ao uso seguro dos dispositivos", complementa.

Por boas práticas, Redmond entende providências como a segmentação dos funcionários de acordo com a mobilidade e demanda por aplicativos usados no smartphone ou no telefone celular. Outro ponto-chave é a adoção de uma plataforma ou de um serviço para gestão da configuração e da segurança dos dispositivos.

Responsável por gerenciar as atividades do departamento de mobilidade da Symantec, Khoi Nguyen sugere uma aproximação sistemática e com mente aberta. Segundo Khoi, os elementos críticos nessa tarefa são: a gestão de aplicativos e de dispositivos; revisão dos recursos de segurança às políticas definidas, que devem estar atualizadas e ser seguidas por todos os participantes; e, por último, a criação de alertas para casos de conexões não permitidas.

No ambiente legal

Muitas empresas adotam uma postura padrão: exigir que os funcionários leiam as regras sobre o uso dos dispositivos móveis e assinem um documento, antes de acessar as informações da rede corporativa com o smartphone ou o celular particular.

O consultor da Farpoint Group, empresas de serviços que trabalha na implementação de dispositivos móveis no ambinte corporativo, Craig Mathias, aponta para um ponto fundamental nesse tipo de política: “A grande questão é de ordem legal – no acordo entre funcionário e organização – sobre o direito da empresa de instalar um software no aparelho particular do profissional.”

Para o presidente da Enterprise Mobility Foundation - entidade que reúne desenvolvedores e especialistas em mobilidade corporativa -, Phillipe Winthrop, as empresas precisam ter em mente de que não dá para usar tecnologia para prevenir eventuais problemas com o acesso móvel à rede da companhia. A questão, na visão dele, depende mais de cultura do que de ferramentas.

“O funcionário precisam entender que e-mails corporativos são propriedade da empresa. E se ele tentar acessar outras áreas da organização com o smartphone, a companhia tem todo direito de saber disso e de se proteger desse tipo de acesso desautorizado”, ressalta Winthrop.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Linux vai entrar na sua vida

TI INSIDE

ESTUDO
Maioria dos dispositivos móveis vendidos em 2015 usará Linux
quinta-feira, 15 de julho de 2010, 11h00

O número de dispositos móveis que serão vendidos com sistema operacional baseado em Linux – excluindo smartphones – alcançará 62% do total comercializado em 2015, de acordo com projeção da ABI Research.
O sucesso do sistema operacional de código aberto Android e a proximidade do lançamento do Chrome OS, ambos do Google, são alguns dos fatores apontados pela consultoria como impulsionadores da venda de dispositivos móveis com sistemas operacionais baseados em Linux.
"O número de iniciativas de uso de Linux pela indústria de mobilidade indica que o Linux será uma tecnologia-chave para a próxima geração de netbooks, tablets, entre outros dispositivos móveis", comentou a analista Victoria Fodale.
Além das plataformas do Google, outros sistemas operacionais móveis baseados em Linux destacados pela ABI Research são o Meego, desenvolvido em conjunto por Intel e Nokia, e o WebOS, sistema da Palm, recentemente adquirida pela HP.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Linux para smartphones e TVs

Fabricantes de chips criam grupo de Linux para smartphones e TVs

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/06/03/fabricantes-de-chips-criam-grupo-de-linux-para-smartphones-e-tvs)
Por IDG News Service
Publicada em 03 de junho de 2010 às 14h00

A fundação Linaro une empresas como a IBM, Samsung e Arm para melhorar distribuições de sistemas Linux como Android, MeeGo e Ubuntu.

Um grupo de fabricantes de chips - que inclui a IBM, Samsung e Texas Instruments - apresentou nesta quinta-feira (3/6) o Linaro, uma nova fundação de engenharia de software dedicada a melhorar as distribuições de plataformas Linux, incluindo o Android, MeeGo e o Ubuntu.

A nova fundação espera pegar o sucesso que o Linux tem em grandes softwares corporativos e levá-lo ao mundo dos consumidores: TVs, tablets, smartphones e netbooks, mercado que é dominado por alguns sistemas operacionais como o Windows, Symbian, Blackberry e iPhone Os.

No total, seis companhias estão financiando o projeto sem fins lucrativos com "dezenas de milhões de dólares" por ano, afirmou o CEO da Linaro e vice-presidente da Arm Holdings, Tom Lantzsch. As companhias Arm, Freescale Semiconductor e ST-Ericsson são os outros três membros iniciais do grupo, que está aberto a qualquer empresa interessada.

As companhias participantes vão unir seus recursos de engenharia de código aberto no Linaro e contribuir com uma variedade de projetos abertos. O Linaro fará uma parceria com a Linux Foundation para se alinhar aos princípios de operações.

Atualmente, há cerca de 20 engenheiros já trabalhando no Linaro, mas a fundação terá, em breve, mais de 100, segundo Lantzsch.

O Linaro planeja criar ferramentas de desenvolvimento voltadas aos fabricantes que utilizam o Linux para que eles possam tomar vantagem de chips complexos criados pelos membros fundadores do grupo, em especial os processadores da Arm.

Os chips são complexos porque smartphones e outros gadgets pequenos precisam de tecnologia muito avançada pra conexão às redes. As fabricantes de processadores dizem frequentemente que os desenvolvedores de softwares poderiam aproveitar muito mais do poder dos chips.

Apesar da ênfase na Arm, o grupo afirmou que receberia a Intel e que planeja oferecer ferramentas para todos os tipos de processadores. O MeeGo OS, que foi destacado pela fundação, foi criado pela Intel e pela Nokia para pequenos dispositivos e também suporta processadores da Intel, como o Atom, e da Arm.

O Linaro desenvolverá novas versões de ferramentas, núcleos e middleware a cada seis meses. O software já estará validado para uma série de chips, algo que ajudará companhias a colocar seus dispositivos no mercado mais rapidamente.

Um exemplo de um projeto que já está em desenvolvimento é a tecnologia "fast boot kernel" para inicializar o sistema mais rápido nos dispositivos.

O grupo está procurando um novo CEO. Lantzsch foi responsável por formar a fundação, mas planeja voltar a dedicar todo o seu tempo para a Arm assim que um substituto for encontrado.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Nova plataforma Atom de baixo consumo de energia prepara a Intel para a entrada no segmento de Smartphones e Tablets


Beneficiando-se da experiência no design de arquiteturas e transistores de baixo consumo da empresa, além de um processo de manufatura diferenciado, a Intel Corporation lança a sua mais nova plataforma baseada no processador Intel Atom (anteriormente conhecida pelo codinome "Moorestown").

Esta nova tecnologia oferece consumo de energia significativamente menor e posiciona a empresa em posição de destaque em inúmeros segmentos de dispositivos computacionais, incluindo smartphones, tablets e outros produtos portáteis de tamanho reduzido e alto desempenho. O chip traz as características clássicas dos produtos Intel -desempenho otimizado para rodar um considerável e crescente número de aplicativos para a Internet e mídias de alta qualidade, opções de software e a habilidade de trabalhar facilmente em multitarefa - rodando inúmeros aplicativos, incluindo vídeo HD e videoconferência multiponto.

"A Intel lançou seu primeiro produto, que abre a porta para a Arquitetura Intel [IA, na sigla em inglês] para o mercado de smartphones", declarou Anand Chandrasekher, vice-presidente sênior da Intel e gerente geral do Ultra Mobility Group. "Por meio da 'Moorestown' a Intel está ampliando os benefícios da IA, ao mesmo tempo em que reduz o consumo, o custo e o impacto ambiental, para melhor atender os segmentos de mercado de dispositivos portáteis. Como resultado de nossos esforços, o processador Intel Atom está ampliando as fronteiras do alto desempenho com consumo de energia significativamente menor para demonstrar novas possibilidades, com os dispositivos portáteis tornando-se pequenos e poderosos computadores portáteis".

Arquitetada para baixo consumo e desempenho líder da indústria

A plataforma inclui a Família do Processador Intel AtomT Z6xx (anteriormente conhecida pelo codinome "Lincroft" system-on-chip [SoC]), o Intel Platform Controller Hub MP20 (anteriormente "Langwell") e um Mixed Signal IC (MSIC) dedicado, anteriormente "Briertown".

A plataforma foi reparticionada para incluir o Processador Intel Atom Z6xx, que combina o núcleo do processador Intel Atom de 45nm com gráficos 3-D, codificação e decodificação de vídeo, além de controladores para memória e display, em um único SoC. Ela também conta com o Platform Controller Hub MP20, que oferece suporte para inúmeras funções e blocos I/O. Além disso, um MSIC dedicado integra o fornecimento de energia, o carregamento da bateria e unifica inúmeros componentes analógicos e digitais.

Coletivamente, esses novos chips oferecem um consumo de energia significativamente menor, incluindo uma redução de 50 vezes no consumo em modo inativo, 20 vezes no consumo durante a execução de áudio, e reduções entre 2 e 3 vezes na reprodução de vídeo e navegação na Internet - tudo no nível da plataforma e em comparação ao produto da geração anterior da Intel. Essas economias de energia equivalem a mais de 10 dias em standby, até 2 dias de reprodução de áudio e 4-5 horas de navegação na Internet ou reprodução de vídeo com uma carga da bateria. Quando aliadas a um desempenho entre 1,5 e 3 vezes melhor, gráficos entre 2 e 4 vezes mais detalhados, desempenho com Java Script mais de 4x melhor, suporte para decodificação de vídeo Full HD 1080p e gravação de vídeo HD 720p, essas inovações de baixo consumo levam a experiência visual dos PCs para poderosos computadores portáteis.

Aproveitando o estado C6 do design original do processador Intel Atom, o SoC incorpora novos estados de consumo ultra-baixo (S0i1 e S0i3), que permitem ao SoC chegar a 100 micro-watts5. No nível da plataforma, a Intel implementou uma nova estratégia de gerenciamento do consumo do Sistema Operacional que controla os estados de consumo inativo e ativo em todos os aspectos do sistema, com base nos cenários de uso. Este gerenciamento por software utiliza de estratégias agressivas de controle do clock e do consumo por todas as trilhas e ilhas de voltagem do sistema. Além disso, a Intel usou um novo processo high-K de 45nm LP SoC para suporte a múltiplos designs de transistores com opções de I/Os de alta voltagem.

Essas capacidades de gestão do consumo, quando combinadas com a Tecnologia Intel Burst Performance para alto desempenho sob demanda, e o Intel Bus Turbo Mode para alta largura de banda sob demanda, ajudam a oferecer a liderança da indústria em desempenho e eficiência no consumo de energia em inúmeros dispositivos portáteis.

"Depois que criamos a primeira geração do processador Intel Atom com uma redução de 10 vezes no consumo térmico, nos desafiamos a atingir uma redução de 50 vezes no consumo no nível da plataforma", declarou Belli Kuttanna, arquiteto chefe do processador Intel Atom. "Estamos muito satisfeitos por termos superado essa meta e ao mesmo tempo melhorado o desempenho. Estamos orgulhosos dos arquitetos e designers que consistentemente reinventam as possibilidades da Arquitetura Intel".

Disponibilidade

A nova plataforma oferece suporte para inúmeras freqüências, com escalabilidade até 1.5 GHz para smartphones de primeira linha e até 1.9 GHz para tablets e outros designs de dispositivos portáteis. Os chips também oferecem suporte para Wi-Fi, 3G/HSPA e WiMAX, bem como inúmeros sistemas operacionais, incluindo Android, Meego e Moblin. A Intel está reunindo uma grande variedade de aplicativos e suporte do ecossistema para essas plataformas a fim de habilitar uma experiência de usuário compatível com Internet e softwares, para desenvolvedores e consumidores.

Intel Brasil | 5/5/2010 | 11:58