sábado, 27 de agosto de 2011

XP, livre-se disso....

Windows XP completa 10 anos

(http://cio.uol.com.br/noticias/2011/08/24/windows-xp-completa-10-anos)
Katherine Noyes, PC World/EUA
Publicada em 24 de agosto de 2011 às 22h07

De acordo com pesquisadores, arquitetura de segurança do sistema da Microsoft ficou ultrapassada após tanto tempo; analistas pedem que usuários desinstalem software.

Há exatos 10 anos a Microsoft começou a vender o Windows XP, e hoje o sistema ainda pode ser encontrado em quase metade dos computadores do mundo, de acordo com a empresa StatCounter.

Esse fato está mais um testamento da estratégia de parceria da Microsoft com as fabricantes de PCs do que algo particularmente atraente sobre a tecnologia do software, obviamente, mas não deixa de ser um feito e tanto.

Neste 10º aniversário do XP, no entanto, o chefe de pesquisas da empresa de segurança F-Secure, Mikko Hypponen, tem um pedido a fazer: “Faça uma boa ação hoje. Desinstale o XP.”

“O mais inseguro, de longe”

Levando em conta todos os sistemas operacionais atuais para computadores – incluindo o Windows XP,Vista, 7, Linux e Mac OS X – “o Windows XP tem a segurança mais fraca, de longe”, escreveu Hypponen em um post no blog da F-Secure.

“Dez anos é uma eternidade nesse negócio”, completa o pesquisador. “Por isso não é nenhuma surpresa que a arquitetura de segurança do XP esteja ultrapassada.”

No entanto, dado a persistente alta participação do sistema no mercado, “os invasores seriam estúpidos de gastar tempo e dinheiro direcionando ataques a qualquer outro sistema operacional”, sugere Hypponen. “Os invasores nunca tiveram uma vida tão boa. O alvo mais fácil também é o mais comum.”

Não demorará muito até que o Windows 7 ultrapasse o XP no mercado, diz Hypponen, e quando isso acontecer, os criadores de malware com certeza vão “começar a olhar ao redor” buscando diferentes plataformas para atacar.

Mas, enquanto isso, a situação atual “não pode ser mudada de forma rápida o bastante”, conclui.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Cada vez mais


Android conquista 36 milhões de novos usuários em 12 meses

Relatório do Gartner aponta que o sistema operacional do Google assumiu a liderança do mercado, com 43,4%, seguido por Symbian e iOS
11 de Agosto de 2011 | 12:01h

Divulgação
Android
Ao divulgar o relatório sobre o mercado de smartphones no segundo trimestre de 2011, a consultoria Gartner destaca que a plataforma do Google passou de 10,65 milhões de usuários para 46,77 milhões, nos últimos 12 meses. Com isso, o sistema operacional passou a concentrar 43,4% do mercado. Um número que é quase o dobro do Symbian (da Nokia), segundo colocado no ranking, com 22,1% de participação.

O sistema operacional da Apple, iOS, aparece em terceira posição na lista dos smartphones mais vendidos nos últimos três meses, com 19,62 milhões de unidades comercializadas e 18,2% de mercado. O número é superior ao obtido no segundo trimestre de 2010, quando foram comercializados 8,74 milhões de iPhones.

O estudo também mostra um fraco desempenho do BlackBerry, que passou da segunda posição no ranking de vendas de sistemas operacionais para smartphones, há um ano, para a quarta colocação da lista no último trimestre. Ao todo, foram comercializados 12,65 milhões de equipamentos com o sistema operacional.

No relatório, o Gartner alerta que, para o segundo semestre de 2011 – período que, tradicionalmente, é marcado pelo aumento das vendas de eletrônicos – há uma expectativa de que as incertezas econômicas mundiais se reflitam em um crescimento menos acelerado do mercado de smartphones.

Vendas mundiais de sistemas operacionais para smartphones no 2º trimestre 2011:

Reprodução

Fonte: Gartner

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Superou minhas expectativas

Primeiras impressões: ASUS Eee Pad Transformer

(http://pcworld.uol.com.br/reviews/2011/08/04/primeiras-impressoes-asus-eee-pad-transformer)
Rafael Rigues, PCWorld Brasil
04/08/2011

Tablet roda Android 3.0, vira netbook com acessório opcional e tem autonomia de bateria para até 16 horas longe da tomada

A ASUS anunciou na última quarta-feira (03/08) o lançamento no mercado nacional do Eee Pad Transformer, seu primeiro tablet Android. Equipado com um processador dual-core NVidia Tegra 2 de 1 GHz, 1 GB de RAM, tela de 10.1” e 16 GB de memória interna, além de duas câmeras (5 MP para fotos, 1.3 MP para videochamadas), ele vem para brigar com o iPad 2 da Apple e o Motorola Xoom, com um preço bastante agressivo: a partir de R$ 1.499.

Tive a chance de brincar por alguns momentos com o aparelho logo após o anúncio, e fiquei impressionado. Com design elegante (lembrando os notebooks da ASUS) o Transformer é fino (12,95 mm, mesma espessura do Xoom) e leve, pesando apenas 675 gramas. A empunhadura é bastante confortável, e a tela chamou a atenção: é um painel IPS (mesma tecnologia usada no iPad) com excelente nitidez e saturação de cor, e ângulo de visão de quase 180º. Ou seja, não importa de que posição você olha para ela, a imagem não escurece nem distorce.

Tablet ou Netbook?

A Eee Station, uma “dock” opcional que transforma o Eee Pad em um “netbook”, é o principal destaque do Transformer, tanto que é a origem do nome do aparelho. Sua integração com o sistema operacional Android 3.1 é exemplar: a dock tem, por exemplo, um trackpad que pode ser usado como substituto da tela de toque: há até uma setinha do mouse na tela. E se você não gosta de trackpads e prefere um mouse tradicional, não há problema: basta plugá-lo a uma das portas USB.

O teclado é confortável e traz os atalhos típicos dos aparelhos Android, como Home, Menu e Busca, para que o usuário não tenha de esticar o braço para tocar na tela só para acessar um menu. E pode até ser usado "joystick" como para controlar o personagem em jogos como o simpático “Cordy” (setinhas controlam o movimento, espaço faz o personagem pular).

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Eee Pad Transformer, plugado à "Eee Station" que o transforma em netbook

A transição entre os modos tablet e netbook é quase instantânea: há uma pequena pausa de um segundo, e nada mais. E a Eee Station é mais do que um teclado e trackpad: ela traz também uma bateria extra, que dobra a autonomia de bateria do Eee Pad: plugado, ele consegue ficar longe da tomada por até 16 horas, segundo a empresa. Há também duas portas USB e um leitor de cartões SD, facilitando a troca de conteúdo com outros aparelhos sem a necessidade de cabos e adaptadores.

Desempenho

Com um processador Dual-Core de 1 GHz, o desempenho do Eee Pad Transformer não deixa a desejar. Não pude rodar benchmarks (isso fica para nosso review completo), mas testes informais como a reprodução de vídeo em alta-definição (720p com o DICE Player, em uma TV graças à saída HDMI) e jogos (Cordy) me deixaram bastante satisfeito. Também não tive problema nenhum na reprodução de conteúdo em Flash, como vídeos e animações embutidos em páginas web, nem notei atrasos ou engasgos na resposta da interface.

Parte disto pode ser devido à versão 3.1 do sistema operacional Android, que traz uma série de melhorias (incluindo estabilidade, desempenho e interface) em relação à versão 3.0 usada no Motorola Xoom. Segundo Marcel Campos, Gerente de Produtos da ASUS no Brasil, a empresa pretende lançar uma atualização do sistema para o Android 3.2 em breve.

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Saída HDMI permite rodar jogos e vídeos numa TV de alta-definição

Quanto custa?

Como dissemos, o preço base do Eee Pad Transformer é de R$ 1.499, pelo modelo Wi-Fi com 16 GB de memória interna. Em um primeiro momento, a ASUS não irá comercializar um modelo com 3G. Um “pacote” com o tablet e o acessório Eee Station sai por R$ 1.899, e ela também pode ser adquirida separadamente por R$ 399. O tablet já está disponível em pré-venda em alguns sites, e estará nas lojas a partir do dia 8 de Agosto.

São preços bastante competitivos: considere que seu concorrente direto, o iPad 2, sai por R$ 1.650 na mesma configuração (16 GB de memória, sem Wi-Fi). Já o Motorola Xoom custa R$ 1.899, na configuração com 32 GB de memória. Mas com a diferença dá pra levar o Transformer e uma Eee Station, ou comprar um cartão micro SD de 16 GB (cerca de R$ 200) e ainda sobram R$ 200 de troco.

Estas são apenas nossas primeiras impressões sobre o ASUS Eee Pad Transformer: pretendemos publicar um review completo em breve. Se você tem dúvidas sobre o novo tablet da ASUS deixe-as nos comentários, e tentaremos respondê-las durante o review.


sábado, 30 de julho de 2011

Boa opção

Folha.com

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29/07/2011 - 11h26

Versatilidade e bateria são destaques de tablet híbrido da Asus

LEONARDO MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Apesar do sucesso do iPad, o mercado de tablets é recente e ainda suscita discussões sobre a real função do formato.

A vertente seguida pela Apple prega que os tablets são uma extensão do smartphone, com interface intuitiva e simplificada. Já a visão do Google e da Microsoft é que o tablet nada mais é do que um novo computador. O Eee Pad Transformer TF101, da Asus, segue à risca a segunda teoria.

Para se diferenciar da enxurrada de tablets com Android anunciados, o Transformer tem como assessório um teclado destacável que transforma o aparelho em um netbook de 10,1 polegadas com peso de 1,3 kg.

Fotos Letícia Moreira/Folhapress
Tablet Asus Eee Pad Transformer TF101 tem acessório que o transforma em netbook
Tablet Asus Eee Pad Transformer TF101 tem acessório que o transforma em netbook

Graças ao formato do Honeycomb, sistema do Google desenhado para tablets, o uso de mouse e touchpad na tela do Transformer é confortável. Apesar de ter sido criado para uso por meio de toque, a barra inferior do sistema, que remete ao Windows, torna fácil o uso com outras ferramentas que não o dedo.

O Transformer vai além de um netbook por sua versatilidade: com o tablet destacado do teclado, o usuário pode ler livros e jogar games que necessitam de tela sensível ao toque.

O dock do Transformer ainda conta com uma bateria adicional. O tablet, que resiste cerca de oito horas longe da tomada, se transforma em um netbook com autonomia de mais de 15 horas.

A Asus Brasil ainda não anunciou o preço do Transformer no país --nos EUA, o modelo de 16 Gbytes custa US$ 399, e o teclado é vendido separadamente por US$ 150.

Asus Eee Pad Transformer TF101 tem tela de 10,1 polegadas, com resolução de 1.280x800 pixels
Asus Eee Pad Transformer TF101 tem tela de 10,1 polegadas, com resolução de 1.280x800 pixels

ASUS EEE PAD TRANSFORMER TF101
PROCESSADOR ARM Cortex-A9 (1 GHz, dois núcleos)
MEMÓRIA 2 Gbytes
ARMAZENAMENTO 16 Gbytes ou 32 Gbytes
TELA 10,1 polegadas (resolução de 1.280x800)
PESO 680 g (sem teclado) ou 1,3 kg (com teclado)
AVALIAÇÃO Bom


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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Como são feitos os salgadinhos de pacote?


Já se perguntou isso? Como você imagina? Acha que são pessoas fritando ou assando os cheetos, salgadinhos, doritos, cebolitos, baconzitos, etc?

Primeiro, saiba que não há contato manual, são feitos em processos automatizados.

Vamos falar dos salgadinhos: fritos, os assados, os extrusados (tipo “isopor”) e as batatas fritas.

nachosAssados

1. Em geral, os salgados assados são feitos com milho. No começo do processo, os grãos de milho são colocados em panelões de metal cheios de água e aquecidos. Os grãos ficam cozinhando até soltarem a casca. Isso pode demorar até oito horas

2. Em seguida, os grãos de milho são moídos para formar uma massa uniforme e macia. Essa massa é esticada por rolos, torna-se fininha como uma lâmina e é cortada em forma de triângulo, ficando com o “jeitão” final do salgadinho

3. Depois de cortada, a massa é assada em um forno industrial. Para que ela fique dourada, os salgadinhos são assados de ambos os lados. Na seqüência, os salgadinhos ainda são fritos em óleo vegetal para ficarem mais crocantes

4. No estágio seguinte, os salgadinhos assados e fritos seguem para o aromatizador. Nesse aparelho, eles recebem temperos em pó com o sabor escolhido para o snack — queijo e ketchup, por exemplo. Depois disso, o produto está pronto para ser embalado

Quer saber se os Salgadinhos Assados tem muita gordura? Acesse aqui.

Fritos

tigela com  salgadinho alimento
By Agência Albany Imagens

1. A matéria-prima desse tipo de salgadinho é uma massa de trigo. No primeiro passo da fabricação, a farinha de trigo e a água são misturadas em uma batedeira gigante. Depois, a massa passa por rolos e fica esticada em forma de fita

2. Se o salgadinho for do tipo bacon, a massa branca recebe uma tintura de urucum para ficar mais escura. Depois, ela é seca por um sistema de ventilação, cortada em pedaços menores e aquecida por oito horas para retirar a umidade

3. A etapa seguinte é a fritura, em que os salgadinhos tomam um banho em óleo vegetal durante nove segundos, a 180 °C. Há dois tipos de fritador: o contínuo, em que uma esteira transporta os salgadinhos por uma piscina de óleo, e o por batelada, que frita uma porção de cada vez

4. Depois da fritura, os salgadinhos seguem para o temperador, uma espécie de cilindro rotativo cheio de tempero em pó usado para dar o gostinho de bacon. Na última fase, as guloseimas vão para a empacotadeira, que lacra os saquinhos de acordo com o peso escolhido

Batata

batata-chips1. Os fabricantes de fritas recebem as batatas ainda com casca. No estágio inicial de industrialização, as batatas são lavadas e passam por um cortador automático, que arranca as cascas dos vegetais

2. Já sem casca, as batatas são fatiadas no formato liso ou ondulado. Depois, elas seguem para um segundo lavador, que usa água quente para retirar o amido e o açúcar das fatias, e realiza uma espécie de pré-cozimento das batatas

3. O passo seguinte é a fritura. As fatias pré-cozidas são mergulhadas em óleo vegetal a 185º C por no máximo vinte segundos. Dentro do fritador, pás controladas por um sistema automático se encarregam de tirar as batatas do óleo no tempo certo

4. Depois da fritura, os pedaços menores são eliminados. Os que sobram seguem para o aromatizador, onde recebem o tempero em pó. Nem toda a matéria-prima é utilizada: para produzir um quilo de batata frita, são necessários 3,9 quilos de batata fatiada

Extrusados

salgadinho extrusado1. “Extrusados” são os salgadinhos tipo “isopor”, geralmente feitos à base de milho. O ingrediente inicial — uma farinha de milho bem fininha, com grãos de no máximo 12 milímetros — é misturado com água até dar origem a uma massa homogênea

2. Essa massa segue para a máquina extrusora, o “coração” do processo de fabricação. A mistura recebe até 170 ºC de calor, é submetida a uma grande pressão e prensada numa matriz que dá a forma escolhida para o salgadinho

3. Depois de passarem pela matriz, os salgadinhos superquentes e prensados entram em contato com uma pressão mais baixa e com uma temperatura mais fria. Resultado: eles “explodem”, ficando com aquela massa aerada e a consistência típica de isopor que todo mundo conhece

4. Ao fim da extrusão, os salgadinhos passam por um cilindro rotativo, que tem sprays que jogam o aroma desejado sobre os snacks – pode ser queijo, presunto ou requeijão, por exemplo. Em seguida, o produto vai para a empacotadeira e já está prontinho

Fonte: Mundo Estranho - Yoon Kil Chang, engenheiro de alimentos da Universidade Estadual de Campinas.

É bom saber.

Surpresa: Microsoft é uma das empresas que mais contribui para o Linux 3.0

(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/07/20/surpresa-microsoft-e-uma-das-empresas-que-mais-contribui-para-o-linux-3.0)
Redação IDG Now!
20/07/2011

Empresa ficou em sétimo do ranking das companhias. Desenvolvedor da companhia de Redmond foi o que mais sugeriu alterações.

Uma lista, criada pelo site LWN.net enumera as empresas e desenvolvedores que mais implementaram mudanças durante o desenvolvimento na nova versão do Linux, que está em ciclo de desenvolvimento. O campeão de alterações foi um especialista chamado K. Y. Srinivasan que, pasmem, é desenvolvedor da Microsoft. As informações são do site The H Open.

A companhia de Redmond figurou também entre as empresas que mais fizeram contribuições para a nova versão do Linux, contabilizando 361 alterações, o que a colocou sem sétimo lugar entre as empresas que mais colaboraram com o desenvolvimento do software. Outras companhias famosas (como a Red Hat e a Intel) também pincelaram o Linux 3.0, fornecendo 1.000 e 839 mudanças no código, respectivamente.

O relatório, publicado pela LWN.net na última quinta-feira (14/7, somente para assinantes, mas que deve se tornar público no proximo dia 21/7) destaca Srinivasan por melhorar o driver de virtualização HyperV da Microsoft para Linux (que tem dois anos de idade), pois, de acordo com o site, ele é responsável por uma grande quantidade de "pequenas mudanças", porém muito importantes.