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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Olhar digital - legal saber

O significado por trás de 10 termos tecnológicos


Por Redação Olhar Digital - em 08/01/2015 às 18h43 :: Palavras-chave: CuriosidadesTecnologia

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/o-significado-por-tras-de-10-termos-tecnologicos/46122
Acessado em 09/01/2015 às 12:19:47 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

Se você acha que "hashtag" é sinônimo do símbolo de jogo da velha ou que Google era apenas um nome qualquer dado ao buscador, saiba que você está errado. Parece que não, mas muitos termos tecnológicos possuem origens totalmente diferentes da área de tecnologia.
Para demonstrar a teoria, o Gizmodo separou 21 termos que se encaixam como exemplos. Reproduzimos, abaixo, 10 deles. Confira:
Bluetooth
No século 10, o rei escandinavo Harald Gormsson ficou conhecido por unir toda a Escandinávia por seu dente. Relatos afirmam que o dente era tão podre, que chegava a ser azul, o que tornou o rei conhecido e fez ele "cair no gosto do povo". Assim, o monarca recebeu o apelido de "blue tooth" (em inglês, "dente azul") e mais tarde, foi escolhido por Jim Kardach, desenvolvedor da Intel, para nomear a tecnologia sem fio da empresa.
Spam
Você pode não conhecer, mas durante anos, Spam era o nome de uma marca de carne enlatada que era encontrada facilmente, mas não era muito apreciada pela maioria das pessoas. Tanto foi que o grupo de humor Monty Phyton resolveu fazer uma esquete em que a palavra era repetida várias vezes por garçonetes, clientes e até mesmo um grupo de Vikings.
Como a maioria dos fãs do grupo eram os primeiros usuários de serviços como AOL, Prodigy e MUD, eles usavam a palavra "spam" em chats para se referir a pessoas que criavam macros para repetir a mesma coisa diversas vezes, entupindo as salas de bate-papo. Foi só mais tarde, nos anos 90, que os usuários resolveram adotar o termo para designar e-mails indesejados.
Troll
Tem o costume de falar "que troll" ou dizer que alguém foi "trollado"? Bom, se você já teve contato com o folclore escandinavo do século 17 ou outros tipos de ficção, pode achar que troll é uma criatura fictícia que seria anti-social, briguenta e de raciocínio lento.
Na verdade, a origem da palavra é muito mais antiga e deriva do verbo inglês "trolling", que significa uma técnica de pesca que consiste em arrastar lentamente um anzol de um barco em movimento.
Google
O nome "Google" vai muito além de um conglomerado de serviços, aplicativos e produtos. Ele deriva do termo matemático "googol", que responde por um número representado pelo numeral um seguido de 100 zeros. Quando Larry Page e Sergey Brin criaram a empresa, a ideia era uma metáfora na qual o buscador fosse capaz de armazenar uma quantidade aparentemente infinita de informações na internet.
Hack
Muito antes de surgirem os hackers, a palavra "hack" significava, em inglês, durante o ano 1200, um corte bruso ou truque inteligente. Foi só em 1975 que a palavra "hacker" apareceu no The Jargon File, um glossário para programadores. O termo possuía oito definições, sendo que o último designava alguém que fosse um "intrometido malicioso que tenta descobrir informações confidenciais".
Hashtag
Tem o costume de falar "hashtag" para designar o símbolo #? Pois saiba que, linguisticamente, está errado. O símbolo de jogo da velha em inglês é conhecido como "hash sign" e a palavra "hashtag" significa o símbolo precedido de de um termo.
Uma curiosidade que você provavelmente não conhece ou não se lembra é que antigamente, o símbolo # era conhecido como sinal de libra no Reino Unido e como sinônimo de número nos Estados Unidos. No segundo caso, era muito comum ouvir frases como "Mãe, você é a #1" ou "Me passa seu #"?
Emoji
Com origem japonesa, a palavra "emoji" vem dos caracteres japoneses çµµ (e = imagem) æ–‡ (mo = escrita) å­— (ji = personagem). Ela foi criada pelo japonês Shigetaka Kurita em 1999 para símbolos como ":)". Além disso, Kurita foi responsável pelos 250 primeiro emojis que conhecemos hoje, no entanto, como sua antiga empresa Docomo não foi capaz de obter copyright para sua invenção, a Apple "roubou" a ideia e incluiu em seus produtos.
Mouse
Em 1950, o usuário Douglas Engelbart resolveu criar um dispositivo que prometia melhorar o uso dos computadores, especialmente porque eles eram do tamanho de um quarto e só podiam ser acessados por uma pessoa de uma vez. Como o termo CAT (que em inglês, signigica na tradução literal, "gato") foi designado para o cursor de uma tela, Engelbert resolveu dar um companheiro para ele e chamou o acessório de mouse (em inglês, rato").
Cookies
A origem do termo cookies na tecnologia é uma metáfora e tanto. Para quem não sabe, "cookies" responde pelo conjunto de informações armazenadas pelo navegador, como senhas e nomes de usuários. Quando programadores resolveram achar um nome para designar esses dados, eles tiveram a ideia de compará-los com biscoitos da sorte chinês. Isso porque enquanto o biscoito salva fortunas dentro de seus conselhos, o programa também salva informações muito valiosas.
Bug
Quem sabe falar inglês sabe que "bug" significa "inseto". E parece que foi mesmo um inseto que foi responsável pelo surgimento no termo na tecnologia. Isso porque uma teoria de 1947 afirma que quando Grace Hopper, pioneira da programação, estava trabalhando no computador Harvard Mark II, seu trabalho foi suspenso pela presença de uma mariposa que ficou presa no relay, um dos componentes do equipamento. O computador teve de ser reiniciado e daí, surgiu o termo "debugging".
Vale comentar, no entanto, que há quem acredite que o surgimento da palavra esteja em Thomas Edison, que em seus cadernos de anotações chegou a usar a palavra "bug" para descrever um sistema que não funcionava direito.


quinta-feira, 29 de março de 2012

Bom para o Consumidor.


http://www.computerworld.com.br
TECNOLOGIA > MERCADO
Para combater Google Apps, Microsoft reduz preço do Office 365
(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/03/28/para-combater-google-apps-microsoft-reduz-preco-do-office-365)
Por Juan Carlos Perez, da Computerworld (EUA)
Publicada em 28 de março de 2012 - 09h30
Pacote de produtividade baseado em nuvem da empresa quer frear avanço do suíte da Google, diminuindo preço em 20%.

A Microsoft está reduzindo em 20% o preço do Office 365, seu pacote de produtividade baseado em nuvem, para aumentar as chances de sucesso no mercado corporativo e aumentar a competição com o Google Apps.

A própria companhia de Redmond afirma que o custo para executar o pacote, que tipicamente inclui versões do Exchange, Office, SharePoint, e Lync, caiu e que esse corte de preço já havia sido anunciado, como uma forma de “estender” a economia aos consumidores. Apesar disso, o analista do instituto de pesquisas Gartner Matthew Cain afirmou estar claro que a Microsoft está respondendo ao sucesso da Google em serviços em nuvem para corporações.

“O Google Apps para empresas está com crescimento expressivo no setor corporativo, e a Microsoft está fazendo tudo o que pode para prevenir futuras incursões”, afirmou. A companhia de Mountain View afirma que mais de 4 milhões de empresas estão utilizando o pacote, enquanto a Microsoft contabiliza entre 3 milhões e 5 milhões de licenças vendidas do Office 365.

O serviço da Google ganhou alguns clientes grandes e muito conhecidos, incluindo a cidade de Los Angeles [menos seu departamento de polícia, devido a preocupações com a segurança], a cidade de Pittsburgh e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, em inglês). Cain aponta que os planos da Microsoft para oferecer uma versão gratuita do Office 365 para fins educacionais no segundo semestre e o corte nos preços das outras versões são grandes evidências da batalha contra a rival. “A Microsoft o fez porque a Google não cobra para clientes educacionais, sublinhando que a empresa está “cada vez mais perdendo mercado” neste nicho importante.

A decisão a respeito da diminuição dos preços surgiu pouco tempo depois da Microsoft anunciar que começou a construir um novo data center de 130 milhões de dólares em Dublin, na Irlanda, que será utilizado para gerenciar serviços de nuvem de sua base de consumidores europeus, porém ainda não há previsão de quando as instalações serão abertas.

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sábado, 30 de julho de 2011

Boa opção

Folha.com

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29/07/2011 - 11h26

Versatilidade e bateria são destaques de tablet híbrido da Asus

LEONARDO MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Apesar do sucesso do iPad, o mercado de tablets é recente e ainda suscita discussões sobre a real função do formato.

A vertente seguida pela Apple prega que os tablets são uma extensão do smartphone, com interface intuitiva e simplificada. Já a visão do Google e da Microsoft é que o tablet nada mais é do que um novo computador. O Eee Pad Transformer TF101, da Asus, segue à risca a segunda teoria.

Para se diferenciar da enxurrada de tablets com Android anunciados, o Transformer tem como assessório um teclado destacável que transforma o aparelho em um netbook de 10,1 polegadas com peso de 1,3 kg.

Fotos Letícia Moreira/Folhapress
Tablet Asus Eee Pad Transformer TF101 tem acessório que o transforma em netbook
Tablet Asus Eee Pad Transformer TF101 tem acessório que o transforma em netbook

Graças ao formato do Honeycomb, sistema do Google desenhado para tablets, o uso de mouse e touchpad na tela do Transformer é confortável. Apesar de ter sido criado para uso por meio de toque, a barra inferior do sistema, que remete ao Windows, torna fácil o uso com outras ferramentas que não o dedo.

O Transformer vai além de um netbook por sua versatilidade: com o tablet destacado do teclado, o usuário pode ler livros e jogar games que necessitam de tela sensível ao toque.

O dock do Transformer ainda conta com uma bateria adicional. O tablet, que resiste cerca de oito horas longe da tomada, se transforma em um netbook com autonomia de mais de 15 horas.

A Asus Brasil ainda não anunciou o preço do Transformer no país --nos EUA, o modelo de 16 Gbytes custa US$ 399, e o teclado é vendido separadamente por US$ 150.

Asus Eee Pad Transformer TF101 tem tela de 10,1 polegadas, com resolução de 1.280x800 pixels
Asus Eee Pad Transformer TF101 tem tela de 10,1 polegadas, com resolução de 1.280x800 pixels

ASUS EEE PAD TRANSFORMER TF101
PROCESSADOR ARM Cortex-A9 (1 GHz, dois núcleos)
MEMÓRIA 2 Gbytes
ARMAZENAMENTO 16 Gbytes ou 32 Gbytes
TELA 10,1 polegadas (resolução de 1.280x800)
PESO 680 g (sem teclado) ou 1,3 kg (com teclado)
AVALIAÇÃO Bom


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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Briga de cachorro grande.

Windows tortura os usuários, diz cofundador da Google

(http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/05/13/windows-tortura-os-usuarios-diz-cofundador-da-google)
Por IDG News Service / EUA
Publicada em 13 de maio de 2011 às 08h00

Sergey Brin disse também que modelo da Microsoft e de outros fabricantes é falho, pois exige que os usuários gerenciem seus computadores.

O cofundador da Google, Sergey Brin, disse que o Windows e outros tradicionais sistemas de computadores estão “torturando os usuários”. A afirmação foi feita ontem, 11/5, durante o lançamento do Chrome OS, em que a companhia afirmou que 75% dos usuários corporativos podem ser convertidos do Windows para o Chrome OS logo de cara.

A Google fechou parcerias com a Samsung e a Acer para a produção de notebooks baseados no “navegador transformado em sistema” que serão lançados em 15 de junho, conforme anunciado na conferência Google I/O. Em uma rápida conversa depois com os jornalista, Brin foi questionado sobre quantos usuários da Google ainda usam Windows. Em um “chute” rápido, ele disse que cerca de 20% deles, enquanto o restante usa Macs ou Linux. Mas ele espera que até o próximo ano a maioria dos “Googlers” estejam fazendo seu trabalho no Chrome OS.

“Não acho que haja algo de errado inerentemente errado com o Windows”, disse Brin. “O Windows 7 possui alguns ótimos recursos de segurança.”

Mas o Chrome OS, ao colocar a maioria dos aplicativos e dados do usuário na web, combinado com algumas capacidades offline, apresenta um modelo “sem pátria” que Brin acredita ser capaz de eliminar a complexidade para usuários e departamentos de TI ao desamarrar as pessoas de máquinas difíceis de configurar e gerenciar.

“Com a Microsoft, e outros fabricantes de sistemas operacionais, penso que a complexidade de gerenciar seu computador está realmente torturando os usuários”, afirmou o executivo. “Estão torturando a todos. É uma abordagem fundamentalmente falha. Os Chromebooks são um novo modelo que não coloca o peso de gerenciar o computador sobre o usuário.”

Os executivos da Google disseram que entrevistaram 400 empresas e que descobriram que, com uma combinação de aplicações web, acesso offline ao Google Docs e outros serviços, e aplicativos entregues por meio de softwares de virtualização, essas companhias poderiam mover 75% dos seus usuários para os aparelhos com o Chrome OS.

A Microsoft (e até mesmo a Apple) poderia aparecer com uma pesquisa mostrando exatamente o contrário. Mas a Google possui um plano interessante para comercializar os aparelhos Chrome OS, incluindo parcerias com a Vmware e a Citrix para entregar acesso remoto para aplicativos corporativos.

Basicamente, o Chrome OS nada mais é do que o navegador Chrome sobre uma versão “pelada” do Linux, que dispensa a instalação de antivírus por causa da sandbox de segurança do Chrome e dos backups baseados na nuvem. Assim, todos os dados dos usuários são criptografados por padrão.

Apesar de os aparelhos serem desenvolvidos primeiramente para navegar na web, eles terão um sistema de arquivos e algum acesso offline para aplicativos essenciais de produtividade.

Expectativas

Milhares de usuários testaram os notebooks com Chrome OS em um período beta. A Google afirmou que a reação deles foi extremamente positiva, mas reconheceu que os usuários sentiram que os computadores deviam ser mais rápidos, permitir um melhor acesso para aparelhos USB e fornecer acesso offline para e-mails, calendários e Google Docs.

Com o lançamento em 15 de junho, a empresa atenderá a esses pedidos ao fazer um upgrade para processadores Intel dual-core, fornecer acesso offiline para Docs, Gmail e Calendários, integração com aparelhos USB e cartões SD e fornecer um sistema de arquivos para visualização de filmes, imagens, documentos e outros arquivos. Um tocador de mídia embutido vai reproduzir vídeos e músicas.

A empresa também fornecerá versões desktop do aparelho em uma pequena caixa que se conecta a um monitor, teclado e mouse, mas essa versão ainda não possui previsão de lançamento.

Os usuários serão encorajados a fazer backup de dados e configurações para serviços baseados na nuvem – sejam eles da Google ou de outras empresas como a Box.net – para assegurar que esses aplicativos e dados fiquem disponíveis a partir de qualquer aparelho e permitir que os usuários realizem upgrade nos computadores sem um processo incômodo de instalação.

“Nós realmente queremos tornar possível para os usuários armazenarem seus dados importantes na nuvem e acessá-los a qualquer momento e lugar”, disse o vice-presidente do Chrome na Google, Sundar Pichai.

O sucesso de serviços online mostra que muitos usuários confiam seus dados à nuvem. Se isso será o bastante para substituir os cerca de 75% de computadores com Windows é um ponto que provavelmente será debatido por um bom tempo ainda.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Google Docs

Google anuncia nova versão do Docs

(http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/16/google-anuncia-nova-versao-do-docs)
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 16 de junho de 2010 às 16h12
Atualizada em 16 de junho de 2010 às 16h16

Atualização da suíte de produtividade na nuvem deverá chegar a todos os usuários até fim de junho.

Após a Microsoft lançar, na semana passada, um aplicativo online do Windows Office, a Google atualizou o seu editor online de texto e planilha do Google Docs. O anúncio foi feito na segunda-feira (14/5), em blog.

Segundo a empresa, a nova versão do Google Docs apresenta uma interface aprimorada, com o intuito de melhorar a colaboração em tempo real, otimizar as importações de arquivos, e, principalmente, mais opções para editar documentos.

Por fim, a Google agradeceu pelo feedback e informou que a opinião de cada usuário é muito valiosa.

O anúncio faz aumentar a concorrência da Google com a Microsoft, pois ambas disputam a preferência dos internautas como melhor ferramenta para edição de conteúdo nas nuvens.

Segundo o blog da gigante de buscas, as opções ainda não estão habilitadas para todos os usuários, no entanto, a nova versão estará disponível até o final do mês.

Documentos
As modificações incluem novas funcionalidades, como pesquisa de caracteres, dicionário, pré-visualização, régua e bate papo com colaboradores. Ainda segunda a Google, alguns serviços foram cancelados, como CSS, HTML e acesso a documentos offline pelo Google Gears.

Planilhas
Já as novas planilhas incluem melhorias no deslocamento das células, barras editáveis, folha de menu, rolagem mais rápida, além de incluir dois novos serviços: o GoogleLookup e o Spreadsheet Gadgets, que serão adicionados ao novo editor.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Google + Fórum


Hoje aprendi mais uma e a dica é tão boa que resolvi postar aqui.

Sei que pode parecer muito específico, mas graças ao Google (atual Oráculo do Planeta), encontrei a solução de um problema que parecia ser maior do que era.

Depois de formatar o Netbook Acer Aspire One e, infelizmente, instalar o Ruindows XP, o desempenho ficou sofrível. No excelente fórum do "Clube do Hardware" achei a seguinte solução.:

- Nos Netbooks com Disco no estado sólido (SSD), a formatação deve ser feita em FAT32

É incrível como melhora. Realmente deixa o Netbook veloz como um raio (comparando com o estado anterior).

A principal lição de hoje é que com um pouco de paciência, qualquer mortal poder resolver problemas.

Lembrem que, O Google é meu orientador e nenhuma informação vai me faltar.