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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Olhar digital - legal saber

O significado por trás de 10 termos tecnológicos


Por Redação Olhar Digital - em 08/01/2015 às 18h43 :: Palavras-chave: CuriosidadesTecnologia

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/o-significado-por-tras-de-10-termos-tecnologicos/46122
Acessado em 09/01/2015 às 12:19:47 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

Se você acha que "hashtag" é sinônimo do símbolo de jogo da velha ou que Google era apenas um nome qualquer dado ao buscador, saiba que você está errado. Parece que não, mas muitos termos tecnológicos possuem origens totalmente diferentes da área de tecnologia.
Para demonstrar a teoria, o Gizmodo separou 21 termos que se encaixam como exemplos. Reproduzimos, abaixo, 10 deles. Confira:
Bluetooth
No século 10, o rei escandinavo Harald Gormsson ficou conhecido por unir toda a Escandinávia por seu dente. Relatos afirmam que o dente era tão podre, que chegava a ser azul, o que tornou o rei conhecido e fez ele "cair no gosto do povo". Assim, o monarca recebeu o apelido de "blue tooth" (em inglês, "dente azul") e mais tarde, foi escolhido por Jim Kardach, desenvolvedor da Intel, para nomear a tecnologia sem fio da empresa.
Spam
Você pode não conhecer, mas durante anos, Spam era o nome de uma marca de carne enlatada que era encontrada facilmente, mas não era muito apreciada pela maioria das pessoas. Tanto foi que o grupo de humor Monty Phyton resolveu fazer uma esquete em que a palavra era repetida várias vezes por garçonetes, clientes e até mesmo um grupo de Vikings.
Como a maioria dos fãs do grupo eram os primeiros usuários de serviços como AOL, Prodigy e MUD, eles usavam a palavra "spam" em chats para se referir a pessoas que criavam macros para repetir a mesma coisa diversas vezes, entupindo as salas de bate-papo. Foi só mais tarde, nos anos 90, que os usuários resolveram adotar o termo para designar e-mails indesejados.
Troll
Tem o costume de falar "que troll" ou dizer que alguém foi "trollado"? Bom, se você já teve contato com o folclore escandinavo do século 17 ou outros tipos de ficção, pode achar que troll é uma criatura fictícia que seria anti-social, briguenta e de raciocínio lento.
Na verdade, a origem da palavra é muito mais antiga e deriva do verbo inglês "trolling", que significa uma técnica de pesca que consiste em arrastar lentamente um anzol de um barco em movimento.
Google
O nome "Google" vai muito além de um conglomerado de serviços, aplicativos e produtos. Ele deriva do termo matemático "googol", que responde por um número representado pelo numeral um seguido de 100 zeros. Quando Larry Page e Sergey Brin criaram a empresa, a ideia era uma metáfora na qual o buscador fosse capaz de armazenar uma quantidade aparentemente infinita de informações na internet.
Hack
Muito antes de surgirem os hackers, a palavra "hack" significava, em inglês, durante o ano 1200, um corte bruso ou truque inteligente. Foi só em 1975 que a palavra "hacker" apareceu no The Jargon File, um glossário para programadores. O termo possuía oito definições, sendo que o último designava alguém que fosse um "intrometido malicioso que tenta descobrir informações confidenciais".
Hashtag
Tem o costume de falar "hashtag" para designar o símbolo #? Pois saiba que, linguisticamente, está errado. O símbolo de jogo da velha em inglês é conhecido como "hash sign" e a palavra "hashtag" significa o símbolo precedido de de um termo.
Uma curiosidade que você provavelmente não conhece ou não se lembra é que antigamente, o símbolo # era conhecido como sinal de libra no Reino Unido e como sinônimo de número nos Estados Unidos. No segundo caso, era muito comum ouvir frases como "Mãe, você é a #1" ou "Me passa seu #"?
Emoji
Com origem japonesa, a palavra "emoji" vem dos caracteres japoneses çµµ (e = imagem) æ–‡ (mo = escrita) å­— (ji = personagem). Ela foi criada pelo japonês Shigetaka Kurita em 1999 para símbolos como ":)". Além disso, Kurita foi responsável pelos 250 primeiro emojis que conhecemos hoje, no entanto, como sua antiga empresa Docomo não foi capaz de obter copyright para sua invenção, a Apple "roubou" a ideia e incluiu em seus produtos.
Mouse
Em 1950, o usuário Douglas Engelbart resolveu criar um dispositivo que prometia melhorar o uso dos computadores, especialmente porque eles eram do tamanho de um quarto e só podiam ser acessados por uma pessoa de uma vez. Como o termo CAT (que em inglês, signigica na tradução literal, "gato") foi designado para o cursor de uma tela, Engelbert resolveu dar um companheiro para ele e chamou o acessório de mouse (em inglês, rato").
Cookies
A origem do termo cookies na tecnologia é uma metáfora e tanto. Para quem não sabe, "cookies" responde pelo conjunto de informações armazenadas pelo navegador, como senhas e nomes de usuários. Quando programadores resolveram achar um nome para designar esses dados, eles tiveram a ideia de compará-los com biscoitos da sorte chinês. Isso porque enquanto o biscoito salva fortunas dentro de seus conselhos, o programa também salva informações muito valiosas.
Bug
Quem sabe falar inglês sabe que "bug" significa "inseto". E parece que foi mesmo um inseto que foi responsável pelo surgimento no termo na tecnologia. Isso porque uma teoria de 1947 afirma que quando Grace Hopper, pioneira da programação, estava trabalhando no computador Harvard Mark II, seu trabalho foi suspenso pela presença de uma mariposa que ficou presa no relay, um dos componentes do equipamento. O computador teve de ser reiniciado e daí, surgiu o termo "debugging".
Vale comentar, no entanto, que há quem acredite que o surgimento da palavra esteja em Thomas Edison, que em seus cadernos de anotações chegou a usar a palavra "bug" para descrever um sistema que não funcionava direito.


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Essa eu quero

Nova máquina de escrever mistura nostalgia e tecnologia moderna


Por Redação Olhar Digital - em 23/10/2014 às 17h30 :: Palavras-chave: Tecnologia

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/44840/44840
Acessado em 24/10/2014 às 06:22:22 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

Existem pessoas que sentem falta da boa e velha máquina de escrever, normalmente quem precisa criar textos e não consegue ou não pode lidar com as distrações de um computador com internet, como escritores ou (cof, cof) jornalistas. Ao mesmo tempo, as facilidades da tecnologia fazem muita falta. Para este público existe a Hemingwrite, uma máquina de escrever que mistura a nostalgia com alta tecnologia.
A máquina de escrever possui uma telinha de e-ink (mesmo material usado nas telas dos Kindles e outros e-readers) que consome pouquíssima energia. O pequeno display, de 6 polegadas, mostra tudo que é digitado no preciso e confortável teclado mecânico do aparelho e permite comodidades como as teclas “delete” e “backspace”.
Reprodução
A Hemingwrite possui uma bateria que dura 6 semanas, graças ao baixo consumo. Além disso, ela possui conectividade Wi-Fi que permite que seus textos fiquem salvos automaticamente na nuvem. Tudo isso dentro de uma carcaça de alumínio elegante e resistente.
O problema é que, como seus antepassados, a Hemingwrite é bastante pesada, totalizando quase 2 kg, tornando incômodo o seu transporte por aí. Mas, para quem está em casa e precisa escrever um texto e não pode se distrair, poucas opções parecem melhores.
O produto ainda está em fase de protótipo e, portanto, ainda não existe previsão de início das vendas e preço.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vamos conferir se foi mesmo no final do ano


As 10 tecnologias que serão alvo das empresas em 2013

(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/01/07/as-10-tecnologias-que-serao-alvo-das-empresas-em-2013)
Por Déborah Oliveira
Publicada em 07 de janeiro de 2013 - 07h30
Nuvem amadurece em solo brasileiro, BYOD ganha mais adeptos e Big Data torna-se realidade. Essas são apenas algumas previsões para a TI nos próximos 12 meses.
Mobilidade, Big Data, cloud computing e redes sociais estiveram entre os tópicos mais comentados de 2012. Agora, esses temas saem do papel e passam a permear estratégias de empresas dos mais variados setores. O interesse por essas tecnologias não é à toa. Elas contribuem para o crescimento dos negócios e garantem vantagem competitiva. TI tornou-se, de fato, o coração das operações.
Os líderes de tecnologia da informação (TI) já enxergam esses benefícios e apontam em seus caderninhos projetos para 2013 que incluem tendências como BYOD, internet das coisas e até mesmo a nuvem, que agora figura em solo brasileiro, nobre e soberana.
“O uso efetivo de tecnologia continua a ser o principal diferenciador entre as organizações que têm sucesso e as que falham”, sentencia Ray Wang, principal analista e CEO do instituto de pesquisa norte-americano Constellation Research. “TI não é vista como a área que somente mantém as luzes acesas”, completa. Segundo ele, os gastos com tecnologia em 2013 vão saltar de 15% a 17% em todo o mundo.
O instituto  de pesquisas Gartner prevê que as organizações brasileiras investirão 133,9 bilhões de dólares em TI em 2013, aumento de 6% em comparação com os gastos de 126,3 bilhões de dólares, estimados para 2012. As quatro forças que estiveram na pauta das empresas, cloud computing, rede social, mobilidade e Big Data, continuarão na lista de prioridades, segundo o instituto de pesquisas.
Veja a seguir as dez tecnologias mais estratégicas que estarão em alta em 2013 e como elas vão impactar nos negócios, segundo diferentes consultorias.
1. Mobilidade e dispositivos móveis
Mobilidade reina absoluta entre as empresas. Estudo recente do The State of the Internet, promovido pelo site Business Insider, afirma que a venda de smartphones em todo o mundo ultrapassou a de computadores em 2011.
Foram mais de 400 milhões de unidades de smartphones contra cerca de 350 milhões de PCs. Esse cenário tem feito com que a mobilidade ganhe força no mercado corporativo.
A Forrester Research diz que a popularidade do iPad entre os usuários deverá acelerar a introdução dos tablets nas empresas. De acordo com a consultoria, 81% das companhias pretendem estabelecer estratégias para a adoção de tablets. E em 2016, 250 milhões desses dispositivos serão usados para fins profissionais.
Muitos departamentos de TI já suportam dispositivos nos negócios por meio de dois movimentos sem volta nas companhias: consumerização e BYOD. Consumerização definitivamente entrou para a agenda das empresas, diz Fernando Belfort, líder de Pesquisas & Consultoria na América Latina da Frost & Sullivan.
O desejo e a pressão para usar dispositivos móveis têm aumentado. O cabo de guerra entre TI e colaborador está sendo puxado com força para o lado do funcionário. “Organizações vão encontrar várias formas de lidar com o mar de dispositivos, seja por meio da adoção de soluções de MDM, virtualização de desktop, antivírus ou infraestrutura de escritório para Wi-Fi”, opina Belfort.
O Gartner acredita que BYOD vai saltar em 2013. Para o instituto de pesquisas, os dispositivos móveis devem suplantar os PCs como ferramentas de acesso mais comum à internet. Para a Nucleus Research, BYOD diminuirá em 2013 à medida que a estratégia de mobilidade empresarial crescer. Na opinião da consultoria, o movimento atingiu o ápice de aceitação de mercado em 2012.
A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, que atua no setor químico, vai reforçar a segurança em 2013 para utilizar dispositivos de uso pessoal no ambiente corporativo. “Permitimos o BYOD, mas ainda está em fase inicial. Não temos estimulado de forma agressiva. Em 2013, com as mudanças na proteção do ambiente, vamos impulsionar o movimento”, relata Fernando Birman, diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia.
“Investimento em mobilidade é uma das mais importantes iniciativas da estratégia global de TI da Alcoa”, afirma Tania Nossa, CIO da América Latina & Caribe da Alcoa, atuante na área de minério de ferro.  “É inevitável o fator do anywhere, anytime e agora do from any device”, assinala.
A área de TI da Alcoa está trabalhando para adaptar os aplicativos da companhia para esses aparelhos, com o objetivo de proporcionar mais flexibilidade, acessibilidade e rapidez nas tomadas de decisão. “Não é tendência, já é realidade”, indica.
A Carbocloro, que atua no fornecimento de cloro para tratamento de água e matérias-primas para a indústria, também vai mergulhar nesse universo. “Adquirimos o SAP Afaria para gerenciar dispositivos móveis e com isso pretendemos ampliar a onda do BYOD, que já se faz presente aqui”, comenta José Carlos Padilha, CIO da empresa.
O acesso a sistemas corporativos também é permitido por meio de dispositivos pessoais, garante Padilha. “Temos criptografia e acesso via VPN para atestar a segurança. Tudo é controlado”, assinala.
2. Cloud acomoda-se em solo nacional
Para Belfort, cloud passou por uma onda de entendimento nos últimos dois anos e em 2013 veremos grandes projetos na área. Segundo ele, toda tecnologia tem sua fase natural de maturidade e cloud entra na fase adulta.
A nuvem mudou a forma de comprar e prover serviços, avalia Sandro Melo, coordenador do curso de Rede de Computadores da BandTec, entidade educacional que oferece cursos na área de TI. “O modelo privado é o que mais vai despontar”, acredita.
A Ancar Ivanhoe Shopping Centers, administradora de mais de 20 shoppings centers no País, tem grandes planos para 2013 em torno da nuvem. A empresa quer simplificar a operação e passar, aos poucos, todo o data center para a cloud. “Iniciamos esse processo e adotamos o Google Drive”, comenta Fernando Wanderley, gerente-geral de TI da Ancar.
A meta da companhia é crescer quatro vezes em três anos e Wanderley acredita que a nuvem será vital para conquistar esse objetivo, já que empunha as bandeiras de flexibilidade, escalabilidade e agilidade.
A Carbocloro ainda tem alguns receios em relação ao modelo e por isso vai adiar os planos. “Nossa única exceção é o CRM”, pontua. “O restante ficará dentro de casa até termos definições claras sobre privacidade e questões legais”, completa.
Cloud computing é uma das prioridades da estratégia de TI da Alcoa, que tem como objetivo ganho de escala, produtividade e otimização de recursos tecnológicos.  A companhia possui soluções de software como serviço (SaaS) globalmente em vários processos de negócios e no momento conclui consolidações globais em um único data center nos EUA de e-mails, portais de colaboração e ERP, partindo para o conceito de nuvem privada, o que viabilizará, no futuro, a adoção de plataforma como serviço (PaaS) e infraestrutura como serviço (IaaS).
3. Nuvem pessoal substitui o conceito de computador pessoal
Hoje, já é comum um usuário ter um mix de tecnologias como computador pessoal, notebook, iPad e Android. Sincronizar esses dispositivos passou a ser um desafio. “A nuvem vem para facilitar e dar mais segurança a esse processo”, opina Tania.  “Percebo que as pessoas têm forte apego e confiança em relação ao computador pessoal. Mudar isso exige tempo, lembrando que o tempo a que eu me refiro é o de tecnologia, bem diferente do cronológico”, constata.
Diante desse quadro, a Alcoa conta com uma rede, batizada de AA Mobile, para que os executivos possam acessar suas “personal clouds” sem impactar na rede corporativa.
O Gartner acredita que a nuvem vai abrigar todos os aspectos da vida de uma pessoa. Por ser um modelo tão vasto e capaz de empacotar recursos infinitos “nenhuma plataforma, tecnologia ou vendedor vai dominá-lo”, indica o instituto de pesquisas.
4. Big Data será compreendido
Belfort constata que Big Data está hoje no mesmo estágio que se encontrava cloud há dois anos. “Algumas empresas ainda não compreendem o modelo e como ele pode ser aplicado nos negócios”, diz. Ele lembra que, hoje, muitas organizações já contam com área de BI e os profissionais do setor vão evoluir seu perfil para, em vez olhar para dados do passado, verificar tendências futuras.
Em 2012, Amazon.com, Petrobras, Lojas Renner e Serasa Experian já experimentaram os benefícios do modelo que transforma montanhas de dados em informações valiosas, comenta Belfort.
Levantamento da Frost & Sullivan indica que o mercado brasileiro representa quase metade da receita de Big Data da América Latina. Ele deve crescer 71% de 2012 para 2013, totalizando 576 milhões em solo nacional, e 33% de 2013 para 2014.
Projetos de Big Data estão-se tornando mais econômicos para as empresas, graças, em parte, aos servidores e CPUs de baixo custo, afirma o Gartner. Big Data estratégico, acredita o instituto de pesquisas,  fará com que usuários executem projetos não mais isolados. Companhias vão incorporar a análise da grande massa de dados em mais atividades que desempenham.
5. Analytics 
Analytics acionável é, em alguns aspectos, um desdobramento de Big Data, aponta o Gartner. A maioria das análises hoje concentra-se em olhar para dados históricos, o próximo passo é prever o que pode acontecer.
A Amcham ouviu, em parceria com o Ibope, 214 altos executivos de empresas de variados portes em diversas regiões do País, e constatou que em 2013 os aportes em ferramentas de TI serão voltados especialmente para Business Intelligence (BI). Entre os entrevistados, 58% disseram que essa era a principal prioridade.
Melhorar as capacidades analíticas é também um dos focos da Rhodia para os próximos meses. “Sempre aprimoramos nossa solução de BI porque as necessidades mudam e as métricas precisam evoluir para acompanhar as demandas dos negócios”, comenta Birman.
Tania indica que na Alcoa o momento atual também inclui a simplificação e a consolidação dos warehouses de Business Intelligence Services (BIS) para levar mais inteligência aos negócios.
6. Computação in-memory 
Com o crescimento de análises, aquece também, de acordo com o Gartner, o interesse por soluções em memória, que agilizam a busca por dados. Elas permitem que atividades que consomem horas sejam executadas em minutos.
O Gartner acredita que computação em memória vai-se tornar uma plataforma dominante no próximo ano ou dois. Para Padilha, computação em memória está distante. “Vamos adotar, mas não agora”, adianta. Segundo ele, a ideia é prover análises mais detalhadas para as áreas de negócios e possibilitar eficiência.
A Alcoa está em processo de atualização da ferramenta de Enterprise Resource Planning (ERP) e apostou no Oracle Exadata Database Machine para aprimorar as capacidades analíticas. A solução conta com recursos em memória, explica Tania.
7. Comunicação máquina a máquina
Tudo vai conectar-se à internet, incluindo câmeras, realidade aumentada, edifícios e sensores. “Começamos a ver as conexões entre máquinas em modelos simples. Teremos de esperar mais três anos para que essa tendência se torne realidade”, completa Wang.
Atualmente, a Alcoa tem pilotos de “Smart Manufacturing”. “Os softwares integram-se aos equipamentos de processos e, dependendo dos parâmetros de temperatura e pressão, por exemplo, os Programmable Logic Controllers (PLCs) comandam uma determinada ação. Tudo integrado à mobilidade e conectado à internet”, detalha Tania.
A Ancar executou em 2012 um piloto com realidade aumentada. O projeto envolveu a criação de um aplicativo para Android e iOS batizado de Primavera. Ao entrar em um dos shoppings centers da rede, a pessoa participava de um desafio para completar uma flor e ganhar um brinde. A flor era projetada a partir do smartphone e movia-se. “Estudamos ampliar a iniciativa em 2013”, comenta Wanderley.
8. Aplicativos em HTML5
O Gartner observa que os aplicativos nativos tradicionais não vão desaparecer e “sempre oferecerão a melhor experiência ao usuário com recursos sofisticados.” HTML 5, tecnologia multiplataforma que torna a presença na web mais simples e uniforme, seja qual for o aparelho do usuário, vai despontar nesse cenário.
“Utilizamos HTML5 para aplicações que necessitam ser multiplataformas (mobile, desktop, tablets). Para soluções exclusivas, direcionadas a dispositivos móveis, optamos por desenvolver aplicações nativas, que dispõem de recursos mais ricos e sofisticados para o usuário, utilizando e distribuindo via solução MDM”, diz Tania.
A Rhodia desenvolve dentro de casa suas aplicações e os próximos trabalhos, relata Birman, serão executados em HTML5. A Carbocloro faz o caminho inverso: desenvolve com ajuda de parceiros e está atenta ao tema para modernizar ou criar aplicativos no próximo ano.
9. Lojas corporativas de aplicativos
O Gartner acredita que lojas empresariais de aplicativos vão transformar os departamentos de TI, proporcionando governança. Elas serão o espaço para encontrar tudo o que o usuário precisa para aprimorar o trabalho da área. A CIO da Alcoa explica que a empresa está em linha. “A adoção do MDM trará mais segurança e flexibilidade, possibilitando a implementação do conceito “Alcoa Store”, uma loja corporativa de aplicativos”, comenta.
10. Gamification
O gamification, técnica digital que aplica ao meio corporativo características lúdicas e lógicas que são também encontradas em jogos de videogames, vai invadir as empresas. “Organizações podem usar o modelo dos jogos para orientar o comportamento dos funcionários e promover a transferência de conhecimentos, programas de vendas e colaboração”, reflete Wang.
O Gartner prevê, no entanto, que, até 2014, 80% das atuais aplicações de gamification não vão conseguir cumprir os objetivos de negócios, principalmente por causa do design defasado.
“O desafio para os gerentes de projetos e responsáveis por iniciativas de gamification é a falta de talento de design de jogos para desenvolver trabalhos na área”, avalia Brian Burke, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.
Como serão os orçamentos de TI em 2013?
Executivos da área estão cuidadosamente desenhando suas estratégias focando em redução de custos e crescimento dos negócios
Eric Lindgren, CIO da PerkinElmer, empresa de tecnologia, serviços e soluções para monitoramento ambiental e segurança alimentar, vai passar os próximos 12 meses, como muitos de seus pares, em busca de poupanças que podem ser realocadas para iniciativas de tecnologia de alto impacto, como mobilidade e análises.
Como parte desse esforço, a TI vai continuar a racionalizar o portfólio de aplicativos, mudando investimentos fixos para variáveis por meio de uma nuvem privada. Lindgren também projetou seu orçamento de forma que ele possa reduzir ou ampliar os investimentos, dependendo de como a economia global caminha.
Na mesma direção, está a TI da Rhodia, que opera no Brasil com duas unidades de negócios, a de produtos químicos e a de fibras. Fernando Birman, diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, afirma que o orçamento global de TI em 2012, de 120 milhões de euros, será mantido. “Sempre começamos o ano de forma conservadora e depois mudamos o ritmo dos investimentos em sintonia com a situação econômica”, detalha.
Do total, a maior parte do dinheiro será direcionada para manter a operação do dia a dia e importante fatia será investida na integração da Rhodia com o Grupo Solvay. “Também faremos upgrades de hardware e software e vamos atualizar o parque de cerca de 3 mil equipamentos na América Latina para Windows 7”, explica.
Reportagem publicada por Mary Brandel, na COMPUTERWORLD norte-americana, afirma que as lições deixadas pela recessão estão deixando os CIOs com os pés no chão. Segundo pesquisa realizada pela revista, o perfil do orçamento para 2013 mostra que há um senso de otimismo cauteloso em relação ao bugdet. Dos 334 entrevistados, 43% disseram que vão aumentar seus orçamentos, contra 36% no ano passado. Outros 64% indicaram que planejam realizar grandes aquisições em TI nos próximos 12 meses. Em 2011, 60% afirmaram o mesmo.
Segundo Ray Wang, principal analista e CEO do instituto de pesquisa norte-americano Constellation Research, o orçamento em 2013 terá uma pequena queda de 2% a 3%.
A provedora de serviços de gestão, Booz Allen, tem ampliado seus gastos com tecnologia nos últimos três anos, mas seu orçamento ficará estável nos próximos 12 meses, segundo Joe Mahaffee, vice-presidente-executivo e chefe de Segurança da Informação da empresa. Entre as prioridades da companhia para 2013 estão sete iniciativas estratégicas que deverão contribuir para reduzir custos e fortalecer os negócios. “Fazer mais com menos é o lema”, diz Mahaffee.
Na direção oposta, está a Ancar Ivanhoe Shopping Centers, administradora de mais de 20 shoppings centers no País. Fernando Wanderley, gerente-geral de TI da Ancar, comenta que em 2013 o orçamento da área será maior do que em 2012. “TI tem papel cada vez mais importante na empresa”, justifica.
Segundo ele, a maior parte do budget, que não foi divulgado, será direcionada para a atualização de versão do ERP e para melhorias de segurança de borda em razão da mobilidade.
A Western & Southern Financial Group, companhia de serviços financeiros, reorganizou nos últimos meses sua unidade de TI para dedicar mais recursos a tecnologias emergentes. Entre elas, mobilidade e mídias sociais. “Um profissional de serviços financeiros que usa um tablet impressiona mais do que um laptop”, assinala Doug Ross, vice-presidente e CTO da Western & Southern.
Na Carbocloro, que atua no fornecimento de cloro para tratamento de água e matérias-primas para a indústria, os olhares também estão voltados para mobilidade, mas boa parte do tempo da TI será consumida para substituição dos sistemas legados, desenvolvidos internamente, por tecnologias de mercado para possibilitar confiabilidade, controle e eficiência, afirma José Carlos Padilha, CIO da empresa.
O orçamento para 2013 triplicou, ficando em torno de 12 bilhões de reais. “Esse valor será usado ainda para adquirir hardware e melhorias no data center”, completa.
Aurélio Boni, vice-presidente-executivo de TI do Bradesco, indica que a área vai investir em seis tecnologias-chave: fortalecimento do CRM, ferramentas de análise como BI e BA, mobilidade, fortalecimento da segurança da informação, ferramentas para análise de crédito e teleconferência.
De acordo com Andrew Horne, diretor da Corporate Executive Board, a TI em 2013 movimenta-se para pavimentar o seguinte caminho: projetos de mídia social, aplicações web, Business Intelligence (BI), analytics e colaboração.
O analista da Forrester Research Craig Symons também vê os gastos caminhando nessa direção, ele cita aplicativos móveis, middleware móvel, BI e análise como categorias de investimento. “Com esses tipos de projetos em suas carteiras, as empresas podem ser mais ágeis”, observa.
Qualquer que seja a trilha que os CIOs seguirão no próximo ano, fazer escolhas inteligentes e em linha com os objetivos de negócios é mandatório. Afinal, qualquer passo errado pode significar investimento jogado no lixo e perdas financeiras. Não há mais espaço para tentativas e erros.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Vamos ver se tudo isso se confirma no decorrer de 2013


Sete tecnologias corporativas fadadas a falhar em 2013

Windows Phone e smartphones BlackBerry são algumas apostas de especialistas, que não acreditam no sucesso das plataformas

John Brandon *, CIO/EUA

Publicada em 20 de dezembro de 2012 às 07h02

Chame-os de "as maiores falhas do mercado tecnológico". Em 2013, algumas tecnologias vão desaparecer em um abismo e suspirar antes de finalmente morrer. Para executivos de TI que procuram fazer planos de contingência e aprovar orçamentos, essas são as tecnologias a evitar.
1. Aplicações legadas
Isso significa não ter que executar ou manter aplicações legadas em um data center. Você ainda pode depender de aplicações legadas, mas não irá executá-las da mesma maneira ou gerenciá-las em seus próprios data centers.
2. Aplicações móveis
Os mais brilhantes pensadores da tecnologia tem previsto o fim das apps há algum tempo. Doug Pepper, da InterWest Partners, empresa de capital de risco, diz que os aplicativos se transformarão em agentes inteligentes que sabem nossas preferências, localização, hora do dia e até mesmo nossa agenda.
Não precisaremos mais de um aplicativo de clima e tempo, ou até mesmo um widget. Em vez disso, o telefone irá personalizar a tela inicial para fornecer apenas os dados que precisamos com base em nossas próprias personalizações. Isso significa não ter de gerir centenas de aplicativos.
3. As tradicionais aréas de trabalho 
Este é um paradigma interessante que pode exigir alguns ajustes em nosso pensamento. Hoje, seu PC desktop é o lugar onde você guarda aplicativos e fotos de seus filhos. Ao longo dos últimos anos, no entanto, dispositivos como o Google Chromebox mostraram quão antiquado um desktop é. (O Chromebox tem apenas um navegador. E nenhuma área de trabalho.)
Piriano, da ScienceLogic, diz que o desktop irá morrer em 2013, com as empresas cada vez mais se deslocando para uma área de trabalho virtual na nuvem .
4. Smartphones BlackBerry
Previsões sobre a morte iminente do smartphone BlackBerry já rodam por aí há mais de um ano. Atrasos constantes nas atualizações do sistema operacional e gerenciamento do volume de negócios são apenas parte do problema.
A real questão: funcionários querem um celular que possam usar no trabalhoe também para a vida pessoal. Estamos conectados 24 horas por dia, 7 dias da semana, então ter um aparelho da empresa onde não é possível jogar Angry Birds não faz mais sentido.
5. Windows Phone
Android e iPhone ganharam, e, em 2013, a Microsoft pode desistir do Windows Phone. Por mais que a plataforma combine com o Windows 8 e os tablets Surface, o interesse do consumidor não está nem perto de relevante. A IDC espera que o Windows Phone tenha uma fatia de mercado de 11%  em 2016, enquanto a Ovum sugere uma participação de 13% em 2017, mas há poucos sinais de que os usuários do Android e do iPhone estão prontos para a mudança.
Das 40 pessoas que eu conheci em uma recente conferência de tecnologia, poucas tinham um Android, o resto tinha iPhone e nenhuma um Windows Phone. Se os early adopters desistirem da plataforma, o que vai restar?
6. Private Branch Exchange (PBX)
O telefone de mesa em seu espaço de trabalho pode estar nas últimas. Adam Hartung, da consultoria  Spark Partners, diz que a maior falha de tecnologia em 2013 será o tradicional sistema corporativo de PBX.
O problema é que os custos crescentes e taxas de manutenção parecem cada vez menos atraente para as empresas, especialmente quando os funcionários começaram a trazer seus próprios gadgets para o trabalho e os utilizam exclusivamente. "Os funcionários estão felizes em trazer seu próprio telefone", diz Hartung. "As empresas só precisam saber como coletar e gerenciar as conexões."
7. Máquinas de fax
A máquina de fax finalmente morrerão no próximo ano, diz Keval Desai, um sócio da InterWest. Nós todos sabemos que fax é um sinal de uma outra época, quando os nossos dados fluíam através de linhas telefônicas. Novos serviços, como o Adobe EchoSign, oferecem uma maneira para que advogados, agentes de seguros e seu agente imobiliário obtenham uma assinatura digital verificável e transmitam contratos legais com autenticação completa.
(*) John Brandon é ex-gerente de TI em uma empresa Fortune 100, e agora escreve sobre tecnologia

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Esse futuro esta bem perto

A revolução microscópica do carbono

seg, 21/02/11
por wertman |
categoria Sem categoria

Ele é o elemento que divide tudo o que é orgânico. Solto na atmosfera é o vilão das mudanças climáticas.

É o carbono, um dos elementos mais versáteis da natureza, capaz de formar materiais que vão da dureza de um diamante à delicadeza de um traço de lápis.

Agora, cientistas estão descobrindo novas formas do carbono que prometem uma revolução em áreas que vão da eletrônica ao diagnósticos de doenças.

No Espaço Aberto Ciência e Tecnologia desta semana você vai conhecer materiais com nomes estranhos, como fulerenos, nanotubos e grafenos – materiais que logo estarão equipando telas sensíveis ao toque e podem até substituir o Silício de nossos computadores.

Em Belo Horizonte, um dos centros mais importantes de pesquisas na ciência do carbono. E nos EUA, o Laboratório de Pesquisas Navais da Marinha americana, onde os cientistas aplicam a nanolitografia para criar circuitos de grafeno.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tecnologia

Sal aumenta em seis vezes a capacidade do HD

A técnica, descoberta por cientistas de Cingapura, aumenta a densidade de gravação para 3,3 Terabytes por polegada quadrada
03 de Janeiro de 2012 | 17:35h
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Reprodução
Hard Disk
Cientistas da Universidade Nacional de Cingapura e do Instituto de Armazenamento de Dados descobriram uma maneira de aumentar a capacidade de armazenamento dos HDs usando um material comum: o sal.

Segundo o jornal britânico Telegraph, o cloreto de sódio pode aumentar a densidade de gravação dos discos para 3,3 Terabytes por polegada quadrada. Ou seja, em alguns anos, um disco que guarda 1 Tera, por exemplo, poderá armazenar 6 Tera no mesmo espaço.

O sal deixa a superfície de magnetização do disco pura, permitindo que mais dados sejam armazenados. Além disso, ele aumenta a resolução de elétrons que são usados para "imprimir" os bits no HD.

De acordo com a equipe de cientistas, os discos rígidos com cloreto de sódio podem começar a ser comercializado em 2016.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Não fique na mão

Nove pesadelos do 'tecnoviajante' e como evitá-los

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/12/20/nove-pesadelos-do-tecnoviajante-e-como-evita-los)
Angela West, PC World/EUA
Publicada em 20 de dezembro de 2011 às 09h32

Viajar previnido pode evitar muitos dissabores.

Como um viajante de negócios, você normalmente não pode fazer seu trabalho sem smartphones, tablets, laptops, adaptadores de energia e acessórios de carregamento. Adicione a isso o estresse de aprontar materiais para reuniões, e os prazos apertados que provocam verdadeiro pânico de ficar muito tempo offline.

Se você tiver que viajar a trabalho nesta temporada de férias, provavelmente terá que lidar com algumas destas questões a seguir, relacionadas a tecnologia e viagens.

1. Perda potencial de seu laptop ou dispositivo móvel

Laptops, tablets e smartphones correm o risco de serem perdidos, danificados ou confiscados. Funcionários aduaneiros, especialmente nos Estados Unidos, podem confiscar laptops aleatoriamente. Esta é a dura verdade. Basta que identifiquem algono seu laptop que eles não gostem. Eles podem impedi-lo de levá-lo para bordo. Este é um perigo maior em vôos internacionais do que em vôos domésticos.

O armazenamento de documentos e arquivos importantes na nuvem, enquanto você estiver viajando é aconselhável também.

2. Não ter a bolsa certa, que facilite a inspeção na alfândega.

Verifique se a sua bolsa para o laptop está de de acordo com as diretrizes TSA . Uma empresa chamada Aerovation fabrica malas que seguem especificamente essas diretrizes. E você pode querer considerar a aquisição de uma delas se for um viajante freqüente.

O importante é que a bolsa tenha uma área para acomodar somente o laptop, mantendo os itens extras, como cabos, fora da área do laptop, para tornar mais fácil a identificação na tela de um scanner de raios-x.

3. Aeroporto em cobertura Wi-Fi.

Você pode descobrir informações sobre a cobertura Wi-Fi em aeroportos de todo o mundo através de um mapa interativo fornecido pelo site Jaunted.com. O mapa informa ainda se a cobertura Wi-Fi existente é de um sistema pago e oferecer um link de como chegar nele. A pegadinha: você precisa estar online para visualizar as informações. Portanto, confira antes de chegar ao local de destino.

Se você tem um smartphone, aeroportos sem cobertura Wi-Fi são o local onde a criação de um hotspot vem a calhar. Apenas certifique-se de que seu hotspot está protegido por senha com uma senha robusta e se sua operadora oferece um plano de dados para a área.

4. Conexão Wi-Fi In-Flight, mas caríssima.

Tal como em tudo na viagem, se você esquecer alguma coisa ou esperar até o último minuto, você pode pagar muito mais do que gostaria por um acesso wi-fi no ar. Nesta época de festas, os preços cobrados pelas companhias aéreas americanas variam de 14,95 dólares para 19,95 dólares.

Se você fizer questão de um vôo com acesso Wi-Fi gratuito, ligue para sua companhia aérea com antecedência para ver as promoções disponíveis.

5. Ter que desligar o seu laptop ou notebook para pouso e decolagem.

Regulamentos internacionais exigem que você desligue os dispositivos móveis. Embora não sejam baseadas em dados reais, sem qualquer comprovoção científioca, é aconselhável ser obedientemente e desligar os dispositivos durante os procedimentos de decolagem e aterrissagem.

6. Falta de opções de carregamento

Você passará por esta situação em nove de cada dez aeroportos brasileiros. Principalmente na sala de embarque. Opções de carregamento são limitadas. No melhor dos casos, em alguns aeroportos podem estar bem escondidas sob os bancos. Estações de carregamento que são oferecidosnos aeroportos poderiam teoricamente serem usadas para invadir o seu smartphone. Por isso, é mais aconselhável usar o seu próprio carregador.

7. Produtos essenciais para livrá-lo de um aperto custam pequenas fortunas nas lojas dos aeroportos.

Alguma vez você já esqueceu um carregador ou acessório importante e foi forçado a comprar algo em uma loja de aeroporto? Se você já passou por isso, já sabe a importância de verificar as malas duas vezes antes de sair para ter a certeza de que está levando tudo o que precisa.

8. Não ter a fonte de alimentação certa para o seu dispositivo.

Informe-se sobre os adaptadores de energia e a tensão usada no país de destino, se a viagem for internacional. Muitos países europeus e outros fora da América do Norte trabalham com voltagens 220 ou 240, que podem fritar o seu dispositivo se você tentar ligá-lo.

9. Hotel sem Wi-Fi.

Certifique-se de perguntar quando no check-in tudo o que você precisa saber sobre a disponibilidade de acesso Wi-Fi. Muitos hotéis não deixam esta informação em um local fácil de encontrar. Felizmente, hotel que não oferece acesso Wi-Fi já é considerado uma raridade hoje. mas existem.


quarta-feira, 31 de março de 2010

Tecnologia Intel ® vPro™



Notebooks e Desktops com tecnologia Intel® vPro™ possibilitam que a área de TI extenda suas habilidades em manter, gerenciar e proteger os PCs corporativos, através das funcionalidades de segurança e gerenciamento intrínsecas ao hardware . Os últimos sistemas de gerenciamento de TI, fornecidos por empresas de desenvolvimento de SW com suporte nativo à tecnologia Intel vPro, podem ainda oferecer vantagens adicionais como gerenciar notebooks conectados com ou sem fio à rede corporativa ou mesmo conectados através de uma rede local fora do firewall corporativo.
PC’s com tecnologia Intel® vPro™ integram toda a robustez da segurança baseada em hardware,capacidades avançadas manutenção,gerenciamento trabalhando de maneira transparente com as principais consoles de gerenciamento da indústria.Devido ao fato de estas funcionalidades serem implementadas no hardware, a tecnologia Intel® vPro™ é a primeira solução da indústria que possibilita a área de TI gerenciar PC’s mesmo sem sistemas operacionais, com muita segurança, mesmo que o PC esteja desligado, sistema operacional inoperante ou agentes de SW desativados.

Segurança Multiplicada

As capacidades da tecnologia Intel® vPro™ baseadas em HW, melhoram os filtros de tráfego de rede e isolam PC’s que estejam sob ataque. Agentes de segurança verificam problemas de forma automática e permitem a imediata recuperação remota, melhorando a segurança preventiva. Através de um sistema seguro para ligar e desligar remotamente o equipamento, é possível implantar correções ou atualizações fora do horário de trabalho. Adicionalmente, a tecnologia Execute Disable Bit protege os PC’s de alguns vírus que usam “buffer overflow” para realizar o ataque.
Além de proteger os ambientes virtuais contra ataques, a tecnologia Intel® Trusted Execution Technology (Intel® TXT) oferece proteção extra aos PC’s com tecnologia Intel® vPro™ e tecnologia de virtualização (Intel® VT). Incluindo a tecnologia padrão de indústria TPM 1.2 a qual pode ser usada para guardar chaves ou outros dados protegidos. A tecnologia Intel® TXT possibilita que o PC carregue apenas aplicativos autorizados, e ainda permite proteger a integridade das máquinas virtuais.

Maximizando o Gerenciamento

PC’s com tecnologia Intel® vPro™ ajudam os profissionais de TI a remotamente diagnosticar e reparar sistemas, utilizando conexão com ou sem fio, diminuindo o tempo de indisponibilidade, e reduzindo o tempo médio de atendimento. A tecnologia Intel® vPro™ ajuda a realizar controle de ativos remotamente e verifica virtualmente e, a qualquer momento, a presença de agentes de SW. Esta funcionalidade permite que se faça controle de inventários de HW e SW até 94% mais rápido que o processo manual.

Performance com eficiência energética

A tecnologia Intel® vPro™ possui processadores Intel® Core™2 Duo de 45nm baseados em hafnium, que possibilitam desempenho até 90% maior quando em ambiente multitarefa e acima de 90% em aplicações de uso intensivo de CPU. Ao mesmo tempo, a sua eficiência energética permite sistemas menores, de baixo ruído e com baixo consumo de bateria em notebooks.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Obrigatório para fanáticos por tecnologia


Segue o link do blog da intel

http://blogs.intel.com/brasildigital/

Sobre este Blog

Bem-vindo ao blog Brasil Digital @Intel. Este blog apresenta os artigos e opiniões de gerentes da Intel do Brasil reconhecidos como experts em suas respectivas áreas. Aqui você encontrará esses indivíduos compartilhando suas idéias e perspectivas sobre assuntos tão diversos como computação sem fio, tecnologias multi-core, educação, desafios e oportunidades de TI no Brasil e muitos outros.

Para provocar debates estimulantes e construtivos, nós seguimos os seguintes princípios:

* Nós ofereceremos perspectivas únicas e individuais sobre a Intel, tecnologia e o Brasil;
* Nós aceitaremos todos os comentários postados pela nossa comunidade de visitantes, exceto mensagens comerciais (spam) e colocações fora do tópico ou ofensivas;
* Nós responderemos aos comentários prontamente, quando apropriado;
* Nós respeitaremos sua privacidade; e
* Nós respeitaremos opiniões divergentes.

Convidamos você agora a visitar este blog regularmente para saber o que anda pela cabeça de nossos líderes e executivos no Brasil e, acima de tudo, pedimos sua participação e opiniões nos debates.

Data.: 22/01/2010 Hora.: 05h25 Glicemia.: 94