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terça-feira, 19 de agosto de 2014

SSD - ter e manter


O guia definitivo para cuidar de seu SSD

Unidades SSD são uma ótima forma de aumentar o desempenho de seu PC, mas requerem alguns cuidados especiais. Siga estas dicas para tirar o melhor proveito desta tecnologia
Por Chris Hoffman, PCWorld EUA
28/03/2014- (Atualizado em 02 de agosto de 2014 às 18h01)
As unidades de disco em estado sólido (SSD) são sensacionais. Se você ainda usa um HD tradicional em seu computador, o maior ganho real de desempenho que poderá obter virá do upgrade para um SSD, e um deles acelera qualquer tarefa que exija acesso ao disco, da inicialização do sistema ao tempo necessário para abrir aplicativos até as telas de “loading” nos jogos. O upgrade para um SSD dá um ganho perceptível de desempenho maior do que uma GPU Nvidia Titan de US$ 1000 na maioria das tarefas.
Mas os SSDs ainda não são o substituto perfeito para os HDs tradicionais, por conta do seu custo por gigabyte muito superior e a algumas características incomuns. Se você já adotou os SSDs, ou pensa em fazer isso em breve, continue lendo para saber como tirar melhor proveito desta tecnologia.
Planeje onde vai cada coisa
Simplificando ao máximo, um SSD é um disco rápido, porém pequeno, enquanto um HD tradicional (eletromecânico) é um disco maior, porém mais lento. Seu SSD deve abrigar o sistema operacional, os programas instalados e quaisquer jogos que você estiver jogando.
Se você também tem um HD tradicional no PC, use-o para armazenar arquivos multimídia, como vídeos, fotos e músicas, documentos e quaisquer outros arquivos que não precise acessar frequentemente. Os HDs são o local ideal para sua coleção de MP3, a pasta Documentos e todos os vídeos que você acumulou ao longo dos anos, já que eles não se beneficiam realmente da velocidade do SSD.
Mova os programas e jogos
Você provavelmente irá querer mover a maioria de seus programas para o SSD, para que possa carregá-los rapidinho, embora seja melhor deixar programas maiores que são raramente usados no HD.
Ao instalar um programa, indicar o SSD como disco de destino é fácil: a maioria dos instaladores permite que o programa seja colocado em um disco ou pasta ao gosto do usuário. Procure a opção de Instalação Personalizada, e siga as instruções na tela.
Adicionar uma nova pasta com jogos ao Steam é muito simples. Abra a tela de configurações do programa, selecione Downloads, clique no botão Pastas de Biblioteca e indique uma pasta no SSD.
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Coloque a pasta de biblioteca do Steam no SSD, para carregar os jogos mais rapidamente
Mover programas já instalados é mais difícil. Alguns programas podem ser movidos facilmente, basta arrastá-los para o SSD. Mas a maioria dos programas irá mostrar mensagens de erro se você tentar fazer isso. Você pode desinstalar o programa do HD e instalá-lo no SSD, ou usar um “truque” com links simbólicos.
Os links simbólicos, ou symlinks, permitem que você mova uma pasta para outro local e engane o Windows, fazendo-o pensar que ela ainda está no local original. Com isso você pode mover seus programas e jogos instalados sem muitos problemas. Digamos que você tem um jogo instalado em C:\Game. Você pode movê-lo para D:\Game e criar um link simbólico que aponta da localização original para a nova. Sempre que o sistema ou um programa tentar acessar C:\Game, será redirecionado de foram transparente para D:\Game.
Para criar um symlink abra o prompt de comando (digite cmd e Enter no campo de busca do Menu Iniciar no Windows 7, ou na Tela Iniciar do Windows 8) e use o comando mklink. Se quiser criar um link que aponte para fora de sua pasta de usuário, precisará rodar o prompt como Administrador. Em nosso exemplo anterior, o primeiro passo seria arrastar a pasta Game do drive C: para o D: usando o Explorador de Arquivos. Em seguida, no prompt de comando, digite o comando abaixo, seguido de Enter:
mklink /d C:\Game D:\Game
Organize as pastas do sistema
As pastas contendo seus dados de usuário podem ser movidas facilmente. Para mover a pasta Videos do SSD para um HD, abra o Explorador de Arquivos, clique com o botão direito do mouse sobre ela e selecione o item Propriedades no menu. Abra a aba Localização e escolha um novo local. 
Com a mudança a pasta Videos ainda parecerá estar dentro de sua área pessoal no drive C:, mas seu conteúdo será armazenado em outro disco. Isto também pode ser feito para as pastas Música, Imagens, Documentos e Downloads.
Se você quiser mover a pasta em que o sistema operacional está instalado (e o melhor é colocá-lo no SSD para tirar proveito do desempenho), tem algumas opções. Se você formatou o PC e está instalando o Windows, escolha a opção de instalação Personalizada e indique o SSD como disco de destino. Se você acabou de adicionar um SSD, pode mover o Windows para ele usando um programa de clonagem de disco, ou então simplesmente reinstalar o sistema no novo disco (tomando cuidado de fazer um backup antes, claro!)
Deixe algum espaço livre
Os SSDs ficam mais lentos quando estão cheios, porque o disco terá muitos blocos parcialmente preenchidos, e é mais lento escrever neles do que em blocos vazios. É tentador encher um SSD ao máximo, mas você deve deixar algum espaço livre, pelo menos 25%, para obter o melhor desempenho. Ou seja, em um SSD de 128 GB, tente deixar pelo menos 32 GB livres. Em um de 256 GB, 64 GB livres, e por aí vai.
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O CCleaner pode ajudar a remover lixo, como arquivos temporários
ou deixados para trás, do SSD para recuperar espaço
Como o espaço é valioso, é recomendado apagar arquivos inúteis constantemente e evitar ocupar suas preciosas células de memória flash com lixo. Por exemplo, a atualização dos drivers de vídeo da NVIDIA deixa para trás uma pasta desnecessária chamada C:\NVIDIA. Ela contém uma cópia dos arquivos de instalação, da qual você só vai precisar se estiver reinstalando ou reparando o driver. Ela ocupa 500 MB, que poderiam ser melhor aproveitados.
Uma ferramenta como o CCleaner, gratuita, pode ajudar imensamente, analisando o disco em busca de arquivos temporários desnecessários e apagando eles para você. E o WinDirStat é uma ferramenta ideal para saber quais pastas andam consumindo mais espaço.
Não se preocupe em reduzir a escrita no disco
É verdade: os SSDs tem um limite no número de operações de escrita antes que comecem a falhar. Sei que isso parece assustador, mas não se preocupe.
Você terá muitos e muitos anos de uso normal de um SSD sem esbarrar no limite no número de escritas, especialmente se estiver armazenando arquivos de mídia e produtividade em um disco mecânico. E mesmo que não esteja fazendo isso, provavelmente você irá trocar de PC muito antes de seu SSD “morrer”.
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Sim, os SSDs tem um limite no número de operações de escrita, mas você não irá encontrá-lo tão cedo
Você pode reduzir o número de escritas ao disco evitando salvar arquivos temporários no SSD, por exemplo redirecionando o cache do navegador ou o disco de rascunho do Photoshop para um HD mecânico, mas isto irá reduzir o desempenho quando o sistema precisar acessar estes arquivos. É melhor aceitar um número maior de escritas em troca do desempenho maior.
NUNCA desfragmente um SSD
Você não deve nunca desfragmentar um SSD. Ponto. Mover os arquivos pra lá e pra cá em um SSD não irá melhorar o desempenho como acontece com um HD tradicional, já que num SSD o tempo de acesso a um arquivo é constante, não importa sua posição no disco. E a desfragmentação irá gerar um enorme número de operações de escrita desnecessárias, que irão reduzir a vida útil da unidade.
Ferramentas de desfragmentação e sistemas operacionais modernos geralmente se recusam a desfragmentar um SSD. Entretanto, programas e sistemas mais antigos podem não saber qual é a diferença e tentar uma desfragmentação. Não deixe que isso aconteça!
Deixe o TRIM correr solto
Outro recurso, chamado TRIM, é essencial para manter seu SSD em forma.
Ao gravar dados, um SSD só pode gravar em blocos vazios. Isso significa que se é necessário modificar um bloco preenchido é necessário lê-lo, copiar o conteúdo para a memória, modificar esta cópia na memória, esvaziar o bloco e gravar o conteúdo modificado. Se quisermos sobrescrever um bloco, primeiro temos de apagá-lo para depois escrever os novos dados nele. Estes passos extras demandam tempo.
Os sistemas operacionais tipicamente “apagam” um arquivo simplesmente marcando a posição dele como “vazia” e apagando quaisquer ponteiros para ele. Os dados permanecem no disco, e só serão sobrescritos quando o sistema operacional precisar do espaço “vazio” para gravar um novo arquivo no disco.
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O comando TRIM é habilitado automaticamente no Windows
7 e 8, e evita degradação no desempenho do SSD
O comando TRIM diz ao SSD para apagar e consolidar células que não estão mais em uso, para que a escrita a estes blocos no futuro seja tão rápida quanto era quando o drive era novo. Se não fosse o TRIM as operações de escrita demorariam mais, e o desempenho de um SSD iria se deteriorar à medida em que você adiciona e remove arquivos.
Para confirmar que o TRIM está habilitado no SSD de um PC com o Windows 7 ou 8.1, abra um Prompt de Comando e digite o comando abaixo, seguido de Enter:
fsutil behavior query disabledeletenotify
Se a resposta for DisableDeleteNotify = 0, está tudo certo. Se não, certifique-se de que os drivers de seu SSD estão atualizados.
O Windows 7 e 8.1 habilitam o TRIM por padrão, então não há nada especial que você precise fazer. Mas TRIM não funciona no Windows Vista ou XP (você já migrou do XP não? Bom garoto!), e nesses sistemas você terá de usar software de gerenciamento de SSDs de terceiros, como o SSD Magician da Samsung ou o SSD Optimizer da Intel) para forçar seu uso. 
Mas a não ser que você precise forçar o TRIM em um sistema operacional mais antigo, evite o software de “otimização de SSD” que circula por aí. Eles prometem otimizar o desempenho movendo arquivos e executando o TRIM, mas se seu sistema operacional já faz isso por padrão e o firmware de seu SSD já tem ferramentas para “coleta de lixo” que executam as tarefas necessárias para otimizar o desempenho. Não há evidências de que nenhuma ferramenta de terceiros possa melhorar isso.
A boa notícia é que os SSDs estão ficando maiores, mais baratos e duram cada vez mais. Um dia teremos SSDs grandes o suficiente para não ter que nos preocupar com onde cada tipo de arquivo está salvo. E se você não precisa de muito espaço em disco, ou não se importa em pagar mais por um SSD com bastante espaço, este dia talvez já tenha chegado.
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terça-feira, 13 de maio de 2014

PC Word - Mais gás no seu equipamento


Veja quais upgrades no PC oferecem o melhor custo-benefício

É melhor trocar o processador ou colocar mais memória? Investir em uma GPU ou em um SSD? Fizemos o teste e a resposta é: “depende da forma como você usa o PC”.
Por Marco Chiappetta, PCWorld EUA
09/05/2014
Fazer um upgrade em um PC é meio como dar um tiro no escuro. Sim, um processador ou GPU mais velozes, mais memória ou uma unidade SSD podem aumentar significativamente o desempenho de um sistema. Mas descobrir qual atualização irá lhe oferecer o maior ganho de desempenho é algo que depende do uso que você faz da máquina e de quais são os “gargalos” na configuração atual.
Se você não joga, uma GPU mais poderosa não irá fazer tanta diferença. E se você passa a maior parte do tempo usando o Word, mudar de um processador dual-core para um monstro com seis núcleos pode não resultar em nenhum ganho perceptível. O mesmo se aplica a quase qualquer outro upgrade possível.
Felizmente, se você precisa de mais potência e tem alguns reais sobrando no bolso, podemos ajudá-lo a determinar quais upgrades irão lhe oferecer o melhor benefício. Para isso pegamos um PC comum e fizemos o upgrade de seus componentes, um a um. Depois de cada upgrade, testamos o desempenho e retornamos a máquina à configuração original antes de testar o componente seguinte. Nosso objetivo era ilustrar claramente os benefícios individuais da troca de um processador, GPU, memória e armazenamento. Os resultados estão abaixo.
A configuração original
Começamos o projeto com uma máquina baseada em um processador Core i3-4330 (da família Haswell) com 8 GB de RAM e um HD de 640 GB e 7200 RPM da Western Digital. Vídeo estava a cargo da GPU Intel HD 6400, e o sistema estava rodando o Windows 7 Ultimate em sua versão de 64 Bits. Não é um PC ruim, nem mesmo antigo, mas a CPU e a GPU não são especialmente poderosas, os 8 GB de memória estavam em um único pente (o que limita o desempenho) e o HD já estava bem velhinho.
A maioria dos benchmarks que usamos, como o Cinebench R15, o SiSoft SANDRA 2014 e o CrystalDiskMark, isola o desempenho dos componentes individuais, mas também adicionamos à bateria de testes o PCMark 7, para ver também o desempenho do sistema como um todo.
Trocando o processador
O Core i3-4330 tem todas as características de um processador “de massa”: dois núcleos, pouco calor e baixo custo (US$ 140 nos EUA). É exatamente o tipo de processador que você encontra em uma máquina de baixo custo nos grandes varejistas, ou monstada por pequenos integradores.
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Um processador Intel Core i7 similar ao que usamos
O novo processador que escolhemos é o atual topo de linha da família Haswell, o Core i7-4770K (US$ 339 nos EUA). Ele tem a mesma GPU Intel HD 4600 de nosso Core i3, mas quatro núcleos (com suporte a HyperThreading), mais cache e um clock mais alto. Trocando em miúdos, se sua máquina tem uma placa-mãe com um soquete LGA1150, o Core i7-4770K é o processador mais rápido que você pode colocar nele.
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Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra superior, a máquina com o processador
Core i7-4770K. Na barra inferior, a configuração original com o Core i3-4330.
Em nossos testes, o upgrade do processador resultou em imensos ganhos no teste de CPU do Cinebench, e um salto de mais de 17% no desempenho geral do sistema. A troca do processador também aumentou a taxa de transferência de dados do HD, muito provavelmente porque o disco contém o sistema operacional, e o impacto de tarefas em segundo plano que interromperiam o benchmark de disco foi minimizado com o processador mais rápido.
Mais memória, Capitão!
A memória do sistema era DDR3-1600, a frequência máxima oficialmente suportada para processadores Haswell para desktops. Mas com apenas um pente instalado, o sistema estava rodando em uma configuração Single-Channel, o que limita a largura de banda disponível.
Nós atualizamos o sistema com um segundo DIMM de 8 GB (que nos EUA custa cerca de US$ 80), o que resulta em uma configuração de memória Dual-Channel com o dobro da largura de banda. A largura de banda extra ajuda a manter o processador e a GPU integrada “bem servidos” com dados, o que aumenta o desempenho do sistema em várias situações.
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Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra de cima, o desempenho com um
pente extra de 8 GB de RAM. Na de baixo, o desempenho na configuração original
Este upgrade resultou em um ganho de mais de 17% no PCMark 7, e o desempenho gráfico, medido no teste OpenGL do Cinebench, também aumentou significativamente. O SiSoft SANDA mostrou que com o sendo pente de memória instalado a largura de banda praticamente dobrou, o que ajuda bastante o desempenho gráfico.
Instalando uma GPU dedicada
A maioria dos sistemas de gráficos integrados, incluindo o Intel HD 4600 em nossa configuração base, usa a memória do sistema para operações gráficas. Isso significa que a GPU integrada não só está consumindo uma porção da memória do sistema, mas também está competindo por largura de banda e recursos no controlador de memória do sistema. Instalar uma placa de vídeo dedicada, com seu próprio sistema de memória integrado, libera a memória do sistema para uso por outros aplicativos e pelo sistema operacional.
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A GeForce GTX 750 Ti. Preço acessível e baixo consumo
É aqui que entra a GeForce GTX 750 Ti. Ela não só é uma GPU com um preço relativamente acessível (US$ 149 nos EUA) como é silenciosa, consome apenas 60 Watts e não exige que a fonte tenha conectores extras para alimentá-la. Se sua máquina tem um slot PCI Express X16, a GTX 750 Ti irá funcionar nela. Algumas outras GPUs dedicadas exigem mais energia, e para isso precisam de um ou dois conectores de força adicionais e, talvez, a troca da fonte de alimentação de seu PC por uma que consiga lidar com a carga.
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Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra de cima, o desempenho no teste
OpenGL do Cinebench após o upgrade. Na de baixo, o desempenho na configuração original.
Colocar a GTX 750 Ti em nosso sistema resultou em um ganho de desempenho geral de apenas 7%, segundo o PCMark 7, mas o desempenho gráfico no teste de OpenGL do Cinebench foi pras alturas. Uma GPU mais sofisticada traria resultados ainda melhores. E a largura de banda da memória do sistema também aumentou em mais de 3%.
Um disco ligeirinho
Discos rígidos tem sido uma das fundações dos PCs desktop e notebooks há eras. São confiáveis e disponíveis em capacidades imensas. Mas mesmo os discos rígidos com pratos capazes de rodar a mais de 10.000 RPM tem dificuldade em atingir taxas de transferência de mais de 230 MB/s, e tempos de acesso na casa dos dois dígitos são comuns.
Já a maioria das boas unidades de estado sólido atuais não tem problemas em saturar uma interface SATA e oferecer taxas de transferência de mais de 520 MB/s, junto com tempos de acesso de menos de 1 ms. Em outras palavras, os SSDs podem acessar e mover dados mais rapidamente que qualquer outro disco rígido. As unidades de estado sólido também tem o benefício de não ter partes móveis, portanto são mais resistentes a vibrações e choques.
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Fizemos o upgrade de nosso sistema com um SSD Corsair Force GT de 240 GB (US$ 190 nos EUA). Ele usa um controlador SandForce e tem velocidade de leitura sequencial de até 555 MB/s, e de escrita sequencial de até 525 MB/s. É um modelo um tantinho antigo, mas ainda assim rápido o bastante.
Assim como a GTX 750 Ti, o SSD aumentou o desempenho geral do sistema em pouco mais de 7%, segundo o PCMark 7, mas as velocidades de transferência no CrystalMark cresceram exponencialmente, especialmente no acesso aleatório.
TesteUpgrade_SSD-580px
Nas duas barras superiores, teste de escrita sequencial no SSD e no HD, respectivamente.
Nas duas inferiores, teste de leitura sequencial no SSD e no HD, respectivamente.
Números em Megabytes por segundo (MB/S), quanto mais, melhor.
Mas o que os testes não mostram é o quão mais “esperta” a máquina fica com um SSD. É o upgrade que traz o ganho mais perceptível na maior variedade de tarefas. Tudo, do tempo de boot à navegação na web, fica melhor com um SSD.
Juntando tudo
Para terminar, nós remontamos nossa máquina de testes, mas com todos os upgrades instalados de uma só vez. E como é de se esperar, vimos ganhos maciços em todos os aspectos.
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Na barra superior, resultado no PCMark 7 após o upgrade total. Na inferior, o resultado anterior.
Números em pontos, quanto mais melhor.
No geral, nossos resultados refletem nossa opinião inicial: o “melhor” upgrade depende de como você usa o sistema. Os gamers provavelmente irão se beneficiar mais de um upgrade de GPU, enquanto um SSD seria a melhor escolha para o usuário geral. Se você abusa da multitarefa (fazendo várias coisas ao mesmo tempo) ou usa aplicativos multi-threaded, irá ter ganhos melhores com uma CPU mais poderosa ou mais memória.
Seja qual for o caso, esperamos que nossos dados joguem uma luz sobre quais ganhos de desempenho podem ser esperados dos upgrades mais comuns, e que isso lhe ajuda a tomar uma decisão na hora da compra.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

HD - Da "Pré-história" até hoje

PC World

A estonteante evolução dos discos rígidos

Conheça os principais avanços ao longo de mais de 50 anos, das primeiras unidades que pesavam toneladas e armazenavam apenas 5 MB aos atuais modelos que cabem em um tablet.
Por Alex Cocilova, PCWorld EUA
13/09/2013- (Atualizado em 13 de setembro de 2013 às 11h56)
De monstros que ocupavam uma sala inteira e custavam pequenas fortunas aos diminutos modelos atuais que custam algumas poucas centenas de reais, a evolução dos HDs é a história de uma indústria que continuamente entrega mais por menos. Em apenas 30 anos, o custo do armazenamento de um gigabyte de dados despencou de US$ 100.000 para apenas alguns centavos. Permita-nos apresentar maravilhosa e fascinante história dos discos rígidos.
IBM 305 RAMAC Disk System
O 305 RAMAC Disk System é um ancestral distante do HD que conhecemos hoje. Ele foi lançado em 1956 como parte do IBM 305 RAMAC, um computador desenvolvido pela IBM para o mercado corporativo, e podia armazenar impressionantes 5 MB em 50 discos com 24 polegadas (60 cm) de diâmetro.
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O IBM 305 RAMAC Disk System usava 50 discos para armazenar 5 MB
Por si só a unidade de disco tinha o tamanho de uma geladeira, e o conjunto completo pesava mais de uma tonelada. O sistema custava US$ 10.000 por megabyte, mas na época o preço era justificado pela capacidade de recuperar dados do disco em apenas 600 millisegundos. Ao longo de cinco anos de mercado a IBM vendeu cerca de mil unidades deste sistema de disco.
A IBM produziu um curto vídeo promocional sobre a pesquisa e desenvolvimento do RAMAC, que está disponível no YouTube.
IBM 1301 Disk Storage Unit
Lançada em 1961, a “Model 1301 Disk Storage Unit” (algo como “Unidade de armazenamento em disco modelo 1301”) foi a sucessora do RAMAC. Ela usava uma cabeça de leitura e gravação diferente para cada disco, eliminando a necessidade de retrair e reposicionar a cabeça sempre que era necessário acessar dados em outro disco.
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Sucessor do 305 RAMAC Disk System, o modelo 1301 tinha quase seis vezes a capacidade
A capacidade de armazenamento era de 28 MB, e o 1301 foi o primeiro “HD” a usar cabeças aerodinamicamente projetadas, que “voam” sobre a superfície do disco sustentadas por uma fina camada de ar, o que reduziu o atrito e o tempo de acesso aos dados, que era de apenas 180 millisegundos.
Na época era possível comprar um 1301 por apenas US$ 115 mil, ou alugar por US$ 2.100 mensais. 
IBM 1311 Disk Storage Drive
A IBM foi pioneira em muitos avanços e inovações nos discos rígidos, incluindo o primeiro conjunto de discos (“disk pack”, no jargão da época) removível. Lançado em 1962, o IBM 1311 Disk Storage Drive era capaz de armazenar até 2.6 MB de dados em seis pratos de 14 polegadas (cerca de 35 cm) cada. Cada um destes conjuntos pesava 4,5 Kg. O modelo 1311 foi tão bem sucedido que foi redesenhado várias vezes, e ficou no mercado até 1975.
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O modelo 1311 foi o primeiro com conjuntos de discos removíveis
IBM 3340 Direct Access Storage Facility (ou "Winchester")
O IBM 3340 introduziu várias inovações no design de discos rígidos que estão em uso até hoje, incluindo cabeças de leitura e gravação leves e discos lubrificados instalados em um compartimento a vácuo. 
O apelido “Winchester” surgiu com os engenheiros responsáveis por seu desenvolvimento, que o chamavam de “30-30” porque inicialmente havia dois conjuntos de discos com capacidade de 30 MB cada. O famoso rifle de caça “Winchester”, de 1894, usava um cartucho também chamado .30-30 (calibre .30 com 30 grãos de pólvora em cada um), e a associação foi imediata.
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O apelido "Winchester" do IBM 3340 acabou virando sinônimo de HD em muitos países
Novas tecnologias permitiram que a IBM reduzisse o tamanho da máquina e o preço, “apenas” US$ 87.600 em 1973. Ele foi tão bem sucedido que em vários países, inclusive o Brasil, “Winchester” se tornou durante muitos anos um sinônimo para disco rígido.
IBM 3380 Direct Access Storage Device
Em 1980 a IBM rompeu a barreira do gigabyte com o lançamento do IBM 3380 Direct Access Storage device. Ele tinha capacidade de 2.52 GB e velocidade de transferência de dados de 3 MB por segundo. Dependendo dos recursos desejados um 3380 DASD Modelo A poderia custar entre US$ 97.650 e US$ 142.200.
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IBM 3380: o primeiro a romper a barreira do Gigabyte
Seagate ST-506
Enquanto a IBM continuava a desenvolver sistemas de armazenamento do tamanho de geladeiras para seus computadores, a Seagate surgiu para reduzir o tamanho dos dispositivos e fazê-los caber dentro de computadores pessoais.
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O Seagte ST-506 acabou estabelecendo um padrão nos HDs para os primeiros PCs
Em 1980 quem estivesse disposto a gastar US$ 1.500 poderia trocar um drive de disquete de 5.25” por um ST-506, e armazenar até 5 MB de dados num PC. O disco tinha de ser conectado a uma placa controladora instalada no PC, mas eliminava a necessidade de ficar trocando disquetes para rodar o sistema operacional, aplicativos e acessar seus arquivos salvos. 
Toshiba Tanba-1 2.5”
Os primeiros PCs portáteis se pareciam mais com bagagem de mão do que com computadores, e a introdução de um HD de 2.5” em 1988 pela PrairieTek foi um marco no caminho para as máquinas esbeltas e “sexy” que temos hoje. Batizado de Model 220 o disco ocupava 30% menos espaço que os HDs de 3.5 polegadas da época e tinha capacidade total de 20 MB, divididos em 2 pratos de 10 MB cada.
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Toshiba Tanba-1: 63 MB em tamanho portátil
Em 1991 a Toshiba aumentou as apostas com o lançamento do Tanba-1, uma unidade de 2.5” com capacidade de 63 MB. Discos com o formato de 2.5” (o popular “HD de notebook”) são presença comum nos notebooks modernos, embora os modelos mais sofisticados e Ultrabooks estejam começando a substituí-los por unidades de estado sólido, ou SSD.
IBM Microdrive
O primeiro Microdrive, com pratos com apenas 2,5 cm de diâmetro, tinha capacidade de 170 MB e foi lançado pela IBM em 1999. O conjunto era tão pequeno que podia ser colocado em um slot Compact Flash Tipo II, com apenas 5 mm de espessura.
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IBM Microdrive: tão pequeno que cabia em um cartão de memória Compact Flash
A IBM adquiriu a divisão de discos rígidos da IBM em 2002 e outros fabricantes, incluindo a Seagate, começaram a construir drives usando as mesmas dimensões e interface. Em 2006 a capacidade chegou a 8 GB por disco, mas a tecnologia logo foi superada pela memória flash.
Um dos usuários mais famosos do Microdrive foi a Apple, que utilizava modelos com capacidade de 4 ou 6 GB no iPod Mini.
Seagate Barracuda Serial ATA V
Esse é familiar. Lançado em 2003 o Barracuda Serial ATA V foi um dos primeiros discos rígidos baseados na nova interface Serial ATA (SATA), que prometia maior simplicidade na instalação e desempenho no acesso aos dados que a interface Parallel ATA (PATA ou “interface IDE” no jargão de alguns) usada anteriormente.
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Este Seagate Barracuda foi um dos primeiros modelos com interface SATA
O novo disco da Seagate tinha dois pratos de 60 GB e a impressionante (para a época) capacidade de 120 GB, custando apenas US$ 170.
Western Digital Raptor
A Western Digital originalmente desenvolveu o Raptor em 2003 para uso em servidores corporativos, mas os gamers rapidamente adotaram o disco, que usa pratos que giram a 10 mil rotações por minuto em vez das 7.200 ou até mesmo 5.400 dos discos mais populares. Com isso o acesso aos dados é mais rápido, e o Raptor (atualmente conhecido como Velociraptor) ainda é um dos discos eletromecânicos mais rápidos no mercado.
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Até hoje o Raptor é um dos HDs tradicionais mais rápidos no mercado
Embora a maioria dos gamers atualmente tenha uma unidade SSD como objeto de desejo, o disco da Western Digital continua sendo um componente popular entre quem precisa de grande capacidade de armazenamento e alta velocidade de acesso, como editores de vídeo e profissionais de modelagem em 3D.
Toshiba MK2001MTN
Ele é tão pequeno que chega a ser fofo: o MK2001MTN entrou para o livro dos recordes em 2005 como o “menor HD do mundo”, com capacidade de 2 GB e discos de 0.85 polegadas, ou pouco mais de 2 cm, de diâmetro.
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Este HD da Toshiba é tão pequeno que entrou para o livro dos recordes
O produto só chegou ao mercado em 2006, e quando a Toshiba conseguiu produzí-lo em grande volume a capacidade já havia dobrado para 4 GB. O disco chegou a ser usado em smartphones, câmeras e media players.
Unidades de estado sólido
A primeira unidade de estado sólido foi desenvolvida em 1976, mas foram necessários 35 anos para que elas começassem a se popularizar. Tecnicamente elas não são “discos rígidos”, já que usam um método completamente diferente para armazenar dados, mas desempenham a mesma função e, aos olhos dos consumidores, são descendentes diretas.
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O primeiro SSD da Samsung tinha capacidade de 32 GB
A Samsung lançou sua primeira unidade SSD de 2.5 polegadas, com capacidade de 32 GB que podia substituir diretamente um HD em um notebook, em 2006. A Sandisk lançou um produto semelhante um ano depois. Rápidas e silenciosas, elas eram muito atraentes para quem pudesse pagar US$ 699 (na época).
O familiar ciclo de capacidade cada vez maior e preço cada vez menor entre os HDs também se aplica aos SSDs, que estão cada vez mais acessíveis. 
O que vem por aí?
Todos gostamos da nuvem, mas a melhor forma de manter seus dados a salvo de bisbilhoteiros é armazená-los localmente. Portanto, é um alívio saber que a capacidade dos discos rígidos continua a aumentar.
A Seagate recentemente anunciou a intenção de lançar um gigantesco disco de 5 Terabytes em 2014, e planeja um modelo de 20 TB para 2020. E quem vai precisar de tanto espaço assim? Até lá, todo mundo!
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A era "DISCO" esta no fim.



Samsung inicia a produção de chips de memória flash “3D”

Tecnologia permite a produção de memória mais rápida, mais durável e com maior capacidade
Por Agam Shah, PCWorld EUA
06/08/2013- (Atualizado em 06 de agosto de 2013 às 17h06)
A Samsung iniciou a produção de chips de memória flash que afirma serem duas vezes mais rápidos e até 10 vezes mais duráveis que os atualmente usados em dispositivos móveis.
Batizada de memória V-NAND, ela emprega uma estrutura tridimensional onde os módulos de memória são empilhados verticalmente, disse Steve Weinger, diretor de marketing de memória NAND na Samsung Semiconductor, uma divisão da Samsung.
A Samsung já está produzindo os novos chips de memória em larga escala e entregou unidades a seus clientes para qualificação e testes. A tecnologia provavelmente será usada em unidades SSD (discos de estado sólido) para servidores ainda neste ano, e em dispositivos móveis no ano que vem, disse Weinger.
A memória “3D” é notavelmente diferente da memória NAND flash convencional, onde os módulos de memória são colocados lado-a-lado. A Samsung empilhou 24 camadas de NAND flash em um único chip, ligadas por um sistema de interconexão proprietário que Weinger descreveu como o “ingrediente secreto” que torna o armazenamento em 3D mais rápido que a NAND convencional.
O empilhamento em 3D também permite a criação de módulos de memória com maior capacidade, disse Weinger. Inicialmente os produtos poderão estar disponíveis em capacidades que vão de 128 GB a 1 TB.
Esta é a primeira vez em que a tecnoogia de empilhamento de chips foi usada em NAND flash, de acordo com Weinger. A Samsung está adotando o design tridimensional porque colocar os módulos de memória lado-a-lado tem se tornado cada vez mais difícil à medida em que o tamanho dos chips é reduzido, disse ele.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SSD x HDD

Essa tecnologia é muito bem vinda. Se vc tem um notebook eu um netbook, esse equipamento é indispensável.

sábado, 14 de agosto de 2010

SSD

PC da Megaware carrega o Windows em dez segundos

(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/08/05/pc-da-megaware-carrega-o-windows-em-dez-segundos)
René Ribeiro, da PC WORLD
05/08/2010

Com processador Core i5 e drive SSD, desktop Hurricane promete alto desempenho dentro de um gabinete de dimensões reduzidas.

A Megaware apresentou o primeiro computador do Brasil equipado com processador Intel Core i5 650 e tecnologia de armazenamento SSD, direcionado para o mercado de varejo.

Com uma configuração desenvolvida e customizada pela Megaware, o Megahome Slim Hurricane Edition permite que o boot completo (com Windows 7) aconteça em apenas dez segundos, o que equivale a cerca de 25% do tempo de um desktop comum.

Além do sistema customizado, a tecnologia SSD também oferece vantagens em relação aos discos rígidos, incluindo um melhor tempo de resposta geral do sistema e inicialização.

Em desenvolvimento desde janeiro, a máquina Huricane Edition vem com placa mãe exclusiva, desenvolvida em conjunto com a Intel. Além do processador Core i5, a configuração também traz 4 GB de memória DDR3 e drive de SSD Intel modelo X25-M, com capacidade de 160 GB.

O gabinete apresenta design slim, com dimensões de 32,6 centímetros de altura por 30 cm de profundidade e apenas 9 cm de largura. O sistema operacional que virá instalado poderá ser o Windows 7 Premium ou Windows 7 Business.

O processador Intel Core i5 utiliza tecnologia Intel Turbo Boost, que adapta a performance de acordo com a exigência da aplicação e também usa a tecnologia Intel Hyper-Threading, que executa mais de uma instrução por ciclo de trabalho do processador.

A Megaware irá expandir a linha Huricane Edition para todas as versões de produtos da fabricante. “Teremos um modelo Huricane para cada linha de desktop e também de notebook. Desta forma, os usuários terão mais opções de máquinas com essa tecnologia, mas com uma configuração que vai de acordo com a necessidade de cada um”, afirma Camilo Stefanelli, gerente de produtos da Megaware.

O Hurricane estará disponível no varejo a partir do último trimestre com preço sugerido de 2.990 reais.

huricane.jpg

Megaware Hurricane: boot com Windows 7 em dez segundos


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Google + Fórum


Hoje aprendi mais uma e a dica é tão boa que resolvi postar aqui.

Sei que pode parecer muito específico, mas graças ao Google (atual Oráculo do Planeta), encontrei a solução de um problema que parecia ser maior do que era.

Depois de formatar o Netbook Acer Aspire One e, infelizmente, instalar o Ruindows XP, o desempenho ficou sofrível. No excelente fórum do "Clube do Hardware" achei a seguinte solução.:

- Nos Netbooks com Disco no estado sólido (SSD), a formatação deve ser feita em FAT32

É incrível como melhora. Realmente deixa o Netbook veloz como um raio (comparando com o estado anterior).

A principal lição de hoje é que com um pouco de paciência, qualquer mortal poder resolver problemas.

Lembrem que, O Google é meu orientador e nenhuma informação vai me faltar.