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terça-feira, 13 de maio de 2014

PC Word - Mais gás no seu equipamento


Veja quais upgrades no PC oferecem o melhor custo-benefício

É melhor trocar o processador ou colocar mais memória? Investir em uma GPU ou em um SSD? Fizemos o teste e a resposta é: “depende da forma como você usa o PC”.
Por Marco Chiappetta, PCWorld EUA
09/05/2014
Fazer um upgrade em um PC é meio como dar um tiro no escuro. Sim, um processador ou GPU mais velozes, mais memória ou uma unidade SSD podem aumentar significativamente o desempenho de um sistema. Mas descobrir qual atualização irá lhe oferecer o maior ganho de desempenho é algo que depende do uso que você faz da máquina e de quais são os “gargalos” na configuração atual.
Se você não joga, uma GPU mais poderosa não irá fazer tanta diferença. E se você passa a maior parte do tempo usando o Word, mudar de um processador dual-core para um monstro com seis núcleos pode não resultar em nenhum ganho perceptível. O mesmo se aplica a quase qualquer outro upgrade possível.
Felizmente, se você precisa de mais potência e tem alguns reais sobrando no bolso, podemos ajudá-lo a determinar quais upgrades irão lhe oferecer o melhor benefício. Para isso pegamos um PC comum e fizemos o upgrade de seus componentes, um a um. Depois de cada upgrade, testamos o desempenho e retornamos a máquina à configuração original antes de testar o componente seguinte. Nosso objetivo era ilustrar claramente os benefícios individuais da troca de um processador, GPU, memória e armazenamento. Os resultados estão abaixo.
A configuração original
Começamos o projeto com uma máquina baseada em um processador Core i3-4330 (da família Haswell) com 8 GB de RAM e um HD de 640 GB e 7200 RPM da Western Digital. Vídeo estava a cargo da GPU Intel HD 6400, e o sistema estava rodando o Windows 7 Ultimate em sua versão de 64 Bits. Não é um PC ruim, nem mesmo antigo, mas a CPU e a GPU não são especialmente poderosas, os 8 GB de memória estavam em um único pente (o que limita o desempenho) e o HD já estava bem velhinho.
A maioria dos benchmarks que usamos, como o Cinebench R15, o SiSoft SANDRA 2014 e o CrystalDiskMark, isola o desempenho dos componentes individuais, mas também adicionamos à bateria de testes o PCMark 7, para ver também o desempenho do sistema como um todo.
Trocando o processador
O Core i3-4330 tem todas as características de um processador “de massa”: dois núcleos, pouco calor e baixo custo (US$ 140 nos EUA). É exatamente o tipo de processador que você encontra em uma máquina de baixo custo nos grandes varejistas, ou monstada por pequenos integradores.
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Um processador Intel Core i7 similar ao que usamos
O novo processador que escolhemos é o atual topo de linha da família Haswell, o Core i7-4770K (US$ 339 nos EUA). Ele tem a mesma GPU Intel HD 4600 de nosso Core i3, mas quatro núcleos (com suporte a HyperThreading), mais cache e um clock mais alto. Trocando em miúdos, se sua máquina tem uma placa-mãe com um soquete LGA1150, o Core i7-4770K é o processador mais rápido que você pode colocar nele.
TesteUpgrade_CPU-580px
Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra superior, a máquina com o processador
Core i7-4770K. Na barra inferior, a configuração original com o Core i3-4330.
Em nossos testes, o upgrade do processador resultou em imensos ganhos no teste de CPU do Cinebench, e um salto de mais de 17% no desempenho geral do sistema. A troca do processador também aumentou a taxa de transferência de dados do HD, muito provavelmente porque o disco contém o sistema operacional, e o impacto de tarefas em segundo plano que interromperiam o benchmark de disco foi minimizado com o processador mais rápido.
Mais memória, Capitão!
A memória do sistema era DDR3-1600, a frequência máxima oficialmente suportada para processadores Haswell para desktops. Mas com apenas um pente instalado, o sistema estava rodando em uma configuração Single-Channel, o que limita a largura de banda disponível.
Nós atualizamos o sistema com um segundo DIMM de 8 GB (que nos EUA custa cerca de US$ 80), o que resulta em uma configuração de memória Dual-Channel com o dobro da largura de banda. A largura de banda extra ajuda a manter o processador e a GPU integrada “bem servidos” com dados, o que aumenta o desempenho do sistema em várias situações.
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Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra de cima, o desempenho com um
pente extra de 8 GB de RAM. Na de baixo, o desempenho na configuração original
Este upgrade resultou em um ganho de mais de 17% no PCMark 7, e o desempenho gráfico, medido no teste OpenGL do Cinebench, também aumentou significativamente. O SiSoft SANDA mostrou que com o sendo pente de memória instalado a largura de banda praticamente dobrou, o que ajuda bastante o desempenho gráfico.
Instalando uma GPU dedicada
A maioria dos sistemas de gráficos integrados, incluindo o Intel HD 4600 em nossa configuração base, usa a memória do sistema para operações gráficas. Isso significa que a GPU integrada não só está consumindo uma porção da memória do sistema, mas também está competindo por largura de banda e recursos no controlador de memória do sistema. Instalar uma placa de vídeo dedicada, com seu próprio sistema de memória integrado, libera a memória do sistema para uso por outros aplicativos e pelo sistema operacional.
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A GeForce GTX 750 Ti. Preço acessível e baixo consumo
É aqui que entra a GeForce GTX 750 Ti. Ela não só é uma GPU com um preço relativamente acessível (US$ 149 nos EUA) como é silenciosa, consome apenas 60 Watts e não exige que a fonte tenha conectores extras para alimentá-la. Se sua máquina tem um slot PCI Express X16, a GTX 750 Ti irá funcionar nela. Algumas outras GPUs dedicadas exigem mais energia, e para isso precisam de um ou dois conectores de força adicionais e, talvez, a troca da fonte de alimentação de seu PC por uma que consiga lidar com a carga.
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Números em pontos, quanto maior melhor. Na barra de cima, o desempenho no teste
OpenGL do Cinebench após o upgrade. Na de baixo, o desempenho na configuração original.
Colocar a GTX 750 Ti em nosso sistema resultou em um ganho de desempenho geral de apenas 7%, segundo o PCMark 7, mas o desempenho gráfico no teste de OpenGL do Cinebench foi pras alturas. Uma GPU mais sofisticada traria resultados ainda melhores. E a largura de banda da memória do sistema também aumentou em mais de 3%.
Um disco ligeirinho
Discos rígidos tem sido uma das fundações dos PCs desktop e notebooks há eras. São confiáveis e disponíveis em capacidades imensas. Mas mesmo os discos rígidos com pratos capazes de rodar a mais de 10.000 RPM tem dificuldade em atingir taxas de transferência de mais de 230 MB/s, e tempos de acesso na casa dos dois dígitos são comuns.
Já a maioria das boas unidades de estado sólido atuais não tem problemas em saturar uma interface SATA e oferecer taxas de transferência de mais de 520 MB/s, junto com tempos de acesso de menos de 1 ms. Em outras palavras, os SSDs podem acessar e mover dados mais rapidamente que qualquer outro disco rígido. As unidades de estado sólido também tem o benefício de não ter partes móveis, portanto são mais resistentes a vibrações e choques.
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Fizemos o upgrade de nosso sistema com um SSD Corsair Force GT de 240 GB (US$ 190 nos EUA). Ele usa um controlador SandForce e tem velocidade de leitura sequencial de até 555 MB/s, e de escrita sequencial de até 525 MB/s. É um modelo um tantinho antigo, mas ainda assim rápido o bastante.
Assim como a GTX 750 Ti, o SSD aumentou o desempenho geral do sistema em pouco mais de 7%, segundo o PCMark 7, mas as velocidades de transferência no CrystalMark cresceram exponencialmente, especialmente no acesso aleatório.
TesteUpgrade_SSD-580px
Nas duas barras superiores, teste de escrita sequencial no SSD e no HD, respectivamente.
Nas duas inferiores, teste de leitura sequencial no SSD e no HD, respectivamente.
Números em Megabytes por segundo (MB/S), quanto mais, melhor.
Mas o que os testes não mostram é o quão mais “esperta” a máquina fica com um SSD. É o upgrade que traz o ganho mais perceptível na maior variedade de tarefas. Tudo, do tempo de boot à navegação na web, fica melhor com um SSD.
Juntando tudo
Para terminar, nós remontamos nossa máquina de testes, mas com todos os upgrades instalados de uma só vez. E como é de se esperar, vimos ganhos maciços em todos os aspectos.
TesteUpgrade_Completo-580px
Na barra superior, resultado no PCMark 7 após o upgrade total. Na inferior, o resultado anterior.
Números em pontos, quanto mais melhor.
No geral, nossos resultados refletem nossa opinião inicial: o “melhor” upgrade depende de como você usa o sistema. Os gamers provavelmente irão se beneficiar mais de um upgrade de GPU, enquanto um SSD seria a melhor escolha para o usuário geral. Se você abusa da multitarefa (fazendo várias coisas ao mesmo tempo) ou usa aplicativos multi-threaded, irá ter ganhos melhores com uma CPU mais poderosa ou mais memória.
Seja qual for o caso, esperamos que nossos dados joguem uma luz sobre quais ganhos de desempenho podem ser esperados dos upgrades mais comuns, e que isso lhe ajuda a tomar uma decisão na hora da compra.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Atenção

5 upgrades do PC onde quase todo mundo erra

(http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/06/27/5-upgrades-do-pc-onde-quase-todo-mundo-erra)
Robert Strohmeyer, PCWorld EUA
27/06/2011

Atualizar o hardware de seu PC é fácil, mas há uma forma certa e uma forma errada de fazer as coisas. Aqui estão 5 upgrades onde a maioria das pessoas erra, e dicas de como acertar

Seja você um usuário calejado ou um novato tecnófobo, são grandes as chances de que o último upgrade que você fez em seu PC não tenha seguido as melhores práticas da indústria. Muitos novatos arruinam upgrades por inexperiência, mas é muito comum ver um veterano dispensar a cautela na hora de trocar um processador, um pente de RAM ou instalar um novo HD ou placa de vídeo.

Não importa de que lado você está, cortar caminho enquanto trabalha com o computador lhe coloca em risco de danificar componentes sensíveis, e geralmente caros. No pior dos casos, você pode até mesmo destruir a máquina inteira.

Adicionar RAM, trocar um processador ou instalar um novo HD podem ser tarefas muito simples. Mas seguir as precauções básicas - não importa o quão paranóicas ou bobas elas pareçam ser - pode proteger sua máquina, seu bolso e evitar desperdício de tempo e frustração. Tirar alguns minutos a mais para passar os cabos pelos locais corretos, por exemplo, pode significar a diferença entre um PC frio e silencioso e uma “torradeira” que soa como um avião a jato prestes a decolar.

O erro mais comum - e isso vale para o upgrade de qualquer componente - é a ausência de proteção eletrostática. Os menos experientes sequer sabem que a eletricidade estática armazenada em seus corpos pode ser subitamente descarregada em um componente com um simples toque, “fritando” a peça como um raio.

Os veteranos, entretanto, enfrentam o problema oposto. Anos de manuseio de HDs, pentes de memória, placas de vídeo e processadores nos tornam insensíveis ao perigo real apresentado pela eletricidade estática, nos deixando vulneráveis a um problema que sabemos perfeitamente como evitar. Então vamos lá pessoal: usem uma pulseira anti-estática sempre que forem mexer em seus PCs.

Upgrade de RAM

O principal erro dos novatos na hora de instalar mais RAM é comprar o tipo errado de memória. Comprar componentes para o PC virou uma atividade “self-service”, e há poucos mecanismos para impedir que as pessoas escolham um modelo errado.

A primeira coisa a fazer é descobrir que tipo de memória seu PC usa, incluindo a velocidade do barramento. Esta informação pode constar nos manuais que acompanharam a máquina, ou você pode usar uma ferramenta disponível no site da Kingston: basta indicar o fabricante de seu PC, o modelo e o site lhe diz qual o tipo de memória ideal, e qual o máximo que a máquina pode comportar.

upgrade_ram-306px.jpg

Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador

Fabricantes de memória produzem pentes com variadas configurações de pinos, taxas de transferência e velocidade de barramento. Se seu laptop usa pentes PC2-5300 de 667 MHz, mas a loja só tem pentes PC3-10600 de 1333 MHz, resista à tentação de “experimentar”. Não vai funcionar, você pode danificar seu PC durante o teste e a loja provavelmente não irá devolver seu dinheiro se os pentes já tiverem sido usados.

Outro grande erro é ignorar a capacidade máxima de memória de cada máquina. Alguns modelos, expecialmente netbooks e ultraportáteis (e muitos Macs), só aceitam uma quantidade limitada de memória. Mesmo que sua loja de informática favorita tenha pentes de 4 GB compatíveis com seu computador, você pode acabar descobrindo que ela aceita pentes de no máximo 2 GB. Verifique a documentação antes de comprar.

Trocando o processador

Não deve ser surpresa que os erros mais devastadores durante um upgrade envolvem o processador. Ele é basicamente o “cérebro” do computador e se você errar, mesmo que por pouco, durante a instalação pode esperar problemas sérios à frente.

Assumindo que você tenha comprado o processador certo para sua máquina, você ainda tem que evitar os seguintes erros incrivelmente comuns que assolam o processo de instalação: pinos tortos, pasta térmica mal aplicada e instalação imprópria do dissipador de calor.

Processadores tem milhares de pequenos pinos que o ligam ao soquete na placa-mãe, formando a conexão vital por onde passam os dados. Se um destes pinos for dobrado ou quebrado, você estará em sérios apuros. Sempre que manusear o processador, tenha extremo cuidado para não tocar nestes pinos de forma alguma, e não os apoie sobre a mesa, borda do gabinete, outros componentes ou qualquer outra coisa.

Da mesma forma, nunca force o processador no soquete. Se ela não encaixar perfeitamente é sinal de que há algo errado, e colocar pressão sobre o processador é receita certa para entortar um pino. Em vez disso levante o processador, verifique se a posição dos pinos está alinhada com a do soquete, se a alavanca do soquete está totalmente aberta e tente novamente.

Caso um pino do processador entorte, você pode tentar endireitá-lo usando um pedaço de material não condutivo como um cartão de crédito. Com muita paciência e delicadeza tente empurrar o pino de volta para a posição original, sem danificar os que estão ao redor. Não use força, ou você irá piorar o problema.

Entre o processador e o dissipador de calor deve haver uma fina camada de pasta térmica cujo propósito é conduzir o calor até o dissipador, onde ele pode ser eliminado. Para garantir um bom contato entre os dois componentes e evitar a criação de “pontos quentes” sobre o processador esta camada deve ser lisa, fina e uniforme.

Um erro comum é deixar a pasta térmica original no lugar, ou então “completar” com um pouco de pasta nova. Isto pode produzir “nódulos” na pasta, o que resulta em uma irradiação de calor desigual e pode em alguns casos até diminuí-la, deixando o processador mais quente do que deveria. Para evitar este problema remova a pasta antiga do processador e do dissipador, e aplique uma nova camada ultrafina de pasta em ambos antes de remontar o conjunto.

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Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme

Por fim, evite o erro de usar um dissipador inadequado ou incompatível com seu processador. Se o novo processador é substancialmente mais rápido que o antigo, ele provavelmente gera mais calor e o dissipador original não dará conta do recado. Portanto, considere um dissipador novo como parte do processo de upgrade.

Mas você não precisa investir centenas de reais em um caríssimo sistema de refrigeração a água. Simplesmente compre um dissipador de qualidade compatível com seu processador. E se seu novo processador já veio com um dissipador na embalagem, não há motivo para não usá-lo.

Continue lendo e saiba mais sobre upgrades de HD e a importância da fonte de alimentação »

Upgrade de HD

Junto com a RAM, um disco rígido é um dos componentes mais fáceis de atualizar em um PC. E geralmente a parte mais complicada do processo é alcançar todos os parafusos com a chave Philips. Isto acontece porque muitos gabinetes para PCs só abrem facilmente de um lado, ou contém componentes que ficam no caminho da “gaiola” com os HDs. Resista à tentação de parafusar o HD apenas de um lado: um HD mal-instalado pode vibrar, tornando seu PC mais ruidoso do que deveria e potencialmente encurtando a vida útil do disco.

Quase todos os gabinetes de PCs são projetados para permitir acesso aos dois lados da gaiola, e em muitos casos ela é removível, permitindo que você a retire, parafuse o HD corretamente e a coloque de volta sem muito esforço. Faça isto e você colherá os frutos na forma de um PC mais silencioso e um HD que irá durar mais.

Outro erro comum - mesmo entre quem tem experiência na montagem de PCs - é usar o tipo errado de parafuso para fixar o HD. Geralmente este erro não é desastroso, porque a diferença de diâmetro entre os parafusos do gabinete e do HD é sutil. Mas os parafusos 6-32 usados nos gabinetes são ligeiramente mais grossos e tem uma rosca com espaçamento maior que os M3 usados nos HDs, o que pode danificar os buracos dos parafusos no disco, levando a problemas mais tarde se você precisar removê-lo.

Não ignore a fonte de alimentação

À medida em que atualizamos nossos PCs, quase nunca reduzimos o consumo de energia. Com isso, após alguns upgrades os componentes podem acabar excedendo a capacidade da fonte de alimentação que veio com o computador. Um exemplo é a troca de uma placa de vídeo por um modelo mais poderoso, que exige dois conectores de força: trocar uma GeForce 8600 por uma GeForce GTX 295 pode quadruplicar a demanda por energia no barramento PCI-Express.

Se a fonte não for capaz de dar conta do recado, os resultados podem variar de “reboots” inesperados sempre que a máquina exigir mais energia (como na hora de rodar um jogo 3D) a uma fonte queimada, e torça para ela não levar nenhum outro componente junto.

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Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração

Portanto, na hora de atualizar o PC reserve um momento para avaliar se sua fonte atual aguenta a carga que você está colocando sobre ela. A ASUS tem uma boa calculadora online que ajuda a fazer as contas. Você pode acabar descobrindo que está esperando que uma fonte de 650 Watts dê conta de um sistema que exigem mais de 800 Watts sob carga total.

Organize os cabos

Sei bem como é: você não se importa com a estética dos componentes de seu sistema, ou simplesmente está com pressa e quer terminar logo o upgrade para poder jogar. Mas deixar os cabos dentro do PC pendurados como cipós na selva é um erro grave.

Uma boa dissipação de calor é crítica para a estabilidade e desempenho de qualquer PC, especialmente à medida em que você adiciona componentes mais poderosos (e que produzem mais calor) ao sistema. Se você bloquear o fluxo de ar através do centro do chassis com um emaranhado de cabos, estará prejudicando o desempenho dos ventiladores e dissipadores de seu PC. Organizar os cabos aumenta o fluxo de ar através do sistema e ajuda a manter o seu PC mais frio.

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Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar

Se você olhar dentro de uma daquelas “super-máquinas” produzidas por fabricantes focados em desempenho como a Velocity Micro ou Maingear, verá que os cabos estão praticamente fora de vista, passando por trás das paredes do chassis, sob a placa-mãe e ao longo dos cantos do gabinete, presos por amarrilhos precisamente cortados.

Você não precisa ser tão meticuloso quanto os profissionais para dar à sua máquina um melhor fluxo de ar e uma aparência organizada. Simplesmente compre um pacote de amarrilhos e agrupe os cabos de forma coerente, deixando o máximo possível de espaço disponível no centro do gabinete.

Siga nossas dicas e seu PC “renascido” irá lhe agradecer com melhor desempenho e estabilidade. Isso vale ou não o esforço?