terça-feira, 16 de julho de 2013

Um gigante decapitado....

Apple pode desistir do iWatch
Problemas com design do produto fizeram empresa contratar agressivamente nas últimas semanas
15 de Julho de 2013 | 11:26h

Divulgação
Está tão difícil para a Apple desenvolver o iWatch que a empresa pode cancelar o lançamento deste que seria o primeiro produto novo desde a morte de Steve Jobs.
Curiosamente, os problemas com o relógio inteligente giram em torno do design, segundo o Financial Times, uma área que tirava o sono do perfeccionista Jobs.
Nas últimas semanas, a Apple promoveu uma "farra" de contratações para solucionar questões do hardware que o time interno não consegue. Há, de acordo com fontes do jornal, "fortes problemas de engenharia que eles não são capazes de resolver".
As complicações são um indício de que o dispositivo só poderá ser lançado no mercado em 2014, um duro golpe aos investidores que não veem nada de novo desde o iPad.

Não sei se vai emplacar, mas é bem legal

LG mostra o monitor de 29 polegadas, 21:09 extra-larga na IFA

Em 30 de agosto de 2012 14:00
LG lançou um monitor de computador de aparência incomum antes da conferência IFA 2012 esta semana projetado com multi-taskers e cinéfilos em mente. O EA93 de 29 polegadas possui uma proporção de 21:09 (a mesma proporção usada nos cinemas do filme real) com uma resolução WQHD nativa de 2560 x 1080, tornando-se uma escolha ideal para a visualização de filmes em Blu-ray ou jogos sem a distração da tela molduras em uma configuração de vários monitores.
LG é enquadrar o EA93 como uma escolha sólida para os fotógrafos, profissionais de multimídia e outros multi-taskers, bem como, com um recurso de tela de divisão que que divide a tela em quatro segmentos e permite várias opções personalizadas. A função Link-up dual permite que dois dispositivos para se conectar o monitor ao mesmo tempo.
O LG EA93 tem um tempo de resposta de 5ms e ângulos de 178 graus na horizontal e na vertical. Em termos de conectividade, ele tem uma porta Dual DVI-D, duas portas HDMI, quatro portas USB 3.0, uma DisplayPort, PC de áudio e fone de ouvido. Há também suporte para móvel Ligação de alta definição (MHL), que permite espelhar o conteúdo do seu smartphone ou tablet enquanto carrega-lo ao mesmo tempo.
LG não anunciou exatamente quando o EA93 estará à venda ou quanto vai custar. A empresa também anunciou o EA83, um IPS de 27 polegadas monitor com uma resolução de 2560 x 1440 que será vendido por cerca de € 800. Este último tem uma razão de aspecto de 16:9 e apresenta uma série de portas, incluindo uma DVI-D Dual HDMI e USB 3.0.
Crédito da imagem: The Verge

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Microsoft shark attack

Steve Ballmer desafia parceiros OEM

(http://computerworld.uol.com.br/negocios/2013/07/12/steve-ballmer-desafia-parceiros-oem)
Por Gregg Keizer, Computerworld/EUA
Publicada em 12 de julho de 2013 - 11h27
Reorganização coloca Microsoft face a face com os fabricantes de hardware, dizem vários analistas

A reorganização da Microsoft é a maior investida desencadeada contra os principais parceiros OEM da empresa, os fabricantes de computadores que tornaram a empresa um gigante da tecnologia, dizem vários analistas. “Havia linhas claras de demarcação sobre onde os esforços da Microsoft terminavam e onde começavam os dos OEM, mas elas parecem menos claras agora“, considera, Patrick Moorhead, analista principal da Moor Insights & Strategy.

O consultor refere-se à reorganização anunciada pelo CEO, Steve Ballmer – e especificamente à criação de um grupo dedicada ao hardware dentro da empresa, o Devices and Studios Engineering Group – que será liderado por Julie Larson-Green. Ela vai supervisionar todo o desenvolvimento de hardware, desde o da Xbox ao Surface. A Microsoft nunca teve uma unidade com tal nível de enfoque nos dispositivos.

Por isso, Moorhead interpreta a reorganização como uma grande mudança. “Significa que a Microsoft está levando o hardware muito a sério. Tão sério quanto a Apple acerca dos tablets”. A empresa deve então expandir as suas ofertas de hardware: a menos que a divisão liderada por Larson-Green acabe por ter menos peso, ou que o mote “dispositivos e serviços” de Ballmer, seja uma cortina de fumaça.

Moorhead aposta na expansão da oferta. “Uma das primeiras coisas que vão fazer é um notebook touch”, prevê. “Em segundo lugar, deverão fazer um relógio inteligente ou algum tipo de computador usado como acessório”.

E porque obter lucro em hardware exige um compromisso em grande escala – para comprar componentes a preços razoáveis – a Microsoft irá, de fato, tornar-se um concorrente direto dos seus OEM como Dell, HP, Lenovo entre outros.

Office multiplataforma grátis no Windows... Bom começo

Análise: Como a nova Microsoft vai afetar sua vida e sua empresa

Woody Leonhard - Infoworld
11/07/2013 - 14h30 - Atualizada em 11/07/2013 - 15h52

Steve Ballmer tomou a decisão mais importante de sua carreira: anunciar a Microsoft como uma empresa de "dispositivos e serviços". Entendeu?
Steve Ballmer, CEO da Microsoft, acaba de tomar a decisão mais importante de sua carreira: anunciou hoje uma reorganização da companhia que, de longe, é muito mais dramática que a feita em 2005, e fez a promessa de tornar a Microsoft uma empresa de "dispositivos e serviços".
Tem apenas um pequeno problema: nesse momento, a Microsoft é uma empresa de software, de servidores de nuvem e de games que está colocando a ponta dos dedos no cenário altamente competitivo de cloud computing e hardware. Apesar da mudança anunciada por Ballmer hoje não ser tão drástica quanto a conversão repentina à internet pelo ex-CEO Bill Gates no famoso email alertando para a grande onda online em 1995, ela certamente vai balançar a estrutura de cada produto da Microsoft.
Para fazer a transição do passado para o futuro nas nuvens, Ballmer configurou duas grandes divisões de negócios: Cloud and Enterprise Engineering, liderada por Satya Nadella, o atual queridinho da empresa cotado para substituir Ballmer; e Devices and Studio Engineering, liderada por Julie Larson-Green, uma engenheira de software altamente respeitada que também é conhecida por ser o braço direito do ex-Windows Steve Sinofsky.
Apesar de Nadella ter uma longa e ilustre carreira liderando as iniciativas de Server and Tools da Microsoft, a únca experiência de Julie com hardware envolve o tablet Surface - ainda balançando entre bom e ruim. Para quem acompanha a empresa há longo tempo, ela é mais conhecida por ser a força motriz (com Jensen Harris) por trás da mudança radical da interface do Office 2007 e da interface Metro do Windows 8. Oops, de novo, balançando no gosto popular.
Qi Lu mantém controle sobre o Bing e (numa bela esticada organizacional) assume o Office no grupo que agora é conhecido como Applications and Services Engineering. Vale lembrar que Nadella trabalhou antes para Lu.
Em uma manobra "peixe pequeno engole peixe grande", Terry Myerson fica com o  Windows no grupo Operating Systems Engineering. Myerson, você deve se lembrar, assumiu o Windows Phone quando Ballmer definitivamente moveu Andy Lees para fora do alcance de Sinofsky, em dezembro de 2011. Lees estava encarregado do Windows Phone, Sinofsky queria o Windows Phone, Lees foi mudado para a ala de "special projects" e Myerson assumiu o Windows Phone.
Menos de dois anos depois, o cara que foi levado para tomar conta do Windows Phone agora está encarregado de todo o legado Windows. Sinofsky deve estar bufando (ou não, porque com 14 million de dólares em ações vindo para seu bolso ele provavelmente nem liga.)
Tony Bates, conhecido como Mr. Skype, fica com o planejamento corporativo e uma gorda conta bancária para comprar novas empresas. Tami Reller, atual CFO da divisão Windows, torna-se a principal diretora de uma divisão de marketing independente. Detalhes sobre isso estão bem distantes ainda.
O grupo Cloud and Enterprise de Nadella fica com o Skype (que anteriormente rumores indicavam que seria de Lu) e Dynamics, o que de novo é uma bela esticada, mas não fica com o Windows, que está ficando cada vez mais "nuvem" ao longo do tempo. A área de Devices de Larson-Green fica com serviços de música e TV, levantando a questão de quando um serviço, de fato, torna-se um dispositivo.
A mudança mais importante
A mudança mais importante, na minha opinião, vem do reinado do time financeiro. Até ontem, os CFOs da Microsoft se reportavam aos seus chefes de divisão. Ballmer está realinhando as coisas para que os CFOs se reportem diretamente a Hood. Isso limpa o caminho para um bocado de mudanças, incluindo a capacidade de definir metas para divisões de tecnologia sem que estejam amarradas ao planejamento financeiro da companhia.
Uma nova estrutura organizacional na qual os líderes de tecnologia não são responsáveis por métricas dos negócios poderia dar a eles encorajamento suficiente para criar cooperação de verdade. Vamos tentar um exemplo hipotético: fica muito mais fácil comprometer seriamente o líder de tecnologia do Office e o líder de tecnologia do Windows a fazer o que for necessário para lançar muito rápido um fantástico conjunto de apps para o Metro Office se você não fica cobrando deles, como obrigação número 1, bater as metas de vendas e lucros do ano.

Com essa mudança gigante para se desenrolar, o que você - como usuário, corporação ou desenvolvedor - pode esperar? A curto prazo, nada muito complicado. Todas as mudanças importantes que deveriam ter sido decididas este ano já estão escritas em pedra. A reorganização não vai mudar nenhuma delas.
Mas olhando para o próximo ano e além, eu acho que vamos ver um bocado de mudanças, muitas como resultado direto da nova estrutura organizacional e da retirada da responsabilidade sobre o orçamento das mãos das equipes de desenvolvimento e tecnologia.
Com o "engenheiro alfa" responsável por Serviços, pode apostar que Serviços vai aparecer na frente e no centro de cada esforço da Microsoft. Dispositivos - Xbox, Surface, Music e talvez até TV - vão receber o mesmo reforço no braço de pesquisa e desenvolvimento.
Dentro do mesmo raciocínio, é preciso dizer que Windows e Office estão em face de tempos desafiadores. A dominância do Metro no Windows é completa: O homem encarregado do Windows é ele mesmo o tipo de cara que usaria a Metro. Nós que mantínhamos nossas esperaças de que haveria algum progresso na direção do velho Desktop podemos tirar o cavalo da chuva e dar adeus ao sonho.
O Office precisa de uma interface touch real. Isso tem de mudar - e vai num futuro próximo - mas com ele enterrado na estrutura corporativa, é dificil imaginar como o Office vai conseguir respeito suficiente (ou dinheiro, ou equipe) para ganhar uma bela interface touch. Ballmer não parece ver no Office um dos grandes patrimônios da Microsoft, e separá-lo da organização que vai cuidar do Windows faz concluir que ele caminha para uma transição para uma aplicação multiplataforma, independente de sistema operacional. Talvez o Office vá terminar como um produto gratuito que será entregue para cada Windows vendido, quem sabe?
Para empresas casadas com redes Windows locais, um aviso: seus dias estão contados. A inovação real virá com a Microsoft na nuvem. Vocês já sabiam disso, mas agora a reorganização da empresa manda o recado com letras maiúsculas.
Os desenvolvedores precisam começar a sentir de onde vem a fumaça: o Windows vai viver por um longo tempo, mas apps para o Desktop vão ficar cada vez mais parecendo Cobol. Se você ainda não mirou na nuvem (ou iOS ou Android), você está perdendo um daqueles famosos pontos de inflexão. Engraçado como não ouvimos um pio sequer sobre o Silverlight.
Eu não sei o que dizer do futuro do Xbox. Nas últimas semanas, a escolha por uma cabeça para Devices saiu do gênio de marketing de jogos -- Don Mattrick, que foi para a Zinga - para alguém que deve ter jogado um game de Xbox, digamos, uma vez na vida. Pelo menos, Larson-Green não vai cometer os mesmos erros de lançamento que bagunçaram a vida de Mattrick nos últimos meses na Microsoft. Talvez.
O que me parece certo: a Microsoft tem sido muito bem sucedida em ordenhar suas velhas vacas sagradas e lançar novos produtos lucrativos. Eu espero que a Microsoft, por si só, continue a se dar bem e que a reorganização realmente funcione. A velha guarda está mudando, velhos produtos estão morrendo. Essa reorganizacão demonstra, pelo menos, que a Microsoft foi esperta o bastante para mudar o curso do barco seguindo o vento. Alguns dizem que é muito pouco e muito tarde. Eu discordo.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

BYOD - Planejamento é a chave

Cinco armadilhas do BYOD e como evitá-las

(http://cio.uol.com.br/gestao/2013/07/08/cinco-armadilhas-do-byod-e-como-evita-las)
Tom Kaneshige, CIO/EUA
Publicada em 08 de julho de 2013 às 12h05
Políticas vagas, aplicativos maliciosos e telefones zumbis podem ser a desgraça dos programas de BYOD

Você considera a criação de uma lista negra de aplicativos maliciosos perda de tempo? Não faz rastreamento de voz e dados e uso de roaming? Então prepare-se para ter de lidar com problemas que podem ameaçar a segurança da rede, reduzir a produtividade do trabalhador e gerar despesas consideráveis fora de seu orçamento.

O BYOD é  relativamente nova mega tendência tecnológica e aqueles que a abraçaram cedo cometeram sua quota de erros. Agora, as lições que aprederam e as  armadilhas nas quais caíram estão sendo expostas e melhores práticas estão surgindo.
"Ainda assim,  há um longo caminho a percorrer", diz CEO Pankaj Gupta, de Amtel, um fornecedor de gerenciamento de dispositivo móvel.

Aqui estão cinco armadilhas que early adopters do BYOD encontraram, juntamente com as formas de evitá-las.

1: Deixar a "porta aberta" para Apps
A maioria donos de iPhone visita a App Store regularmente, e faz download de todos os tipos de aplicativos _ do Dropbox ao Angry Birds _,  muitos deles perigosos para a empresa. Esses aplicativos podem acarretar vazamento de dados corporativos, abrir as portas para malware ou tornar os trabalhadores improdutivos.

Early adopters de BYOD muitas vezes concordaram com as demandas dos trabalhadores ("Você está dizendo que eu não posso ter Angry Birds no meu iPad?"), quando se tratava de aplicativos, até mesmo permitindo que os funcionários arcassem com as despesas pelo download de apps como o iWorks e GoodReader.

Mas os CIOs inteligentes estão assumindo o controle deste problema, antes que seja tarde. Estão construindo lojas de aplicativos empresariais privadas, assumindo o desenvolvimento de aplicativos personalizados, criando listas brancas e listas negras de aplicativos, forçando o uso de aplicações obrigatórias, e colocando em prática restrições de copiar e colar.
É importante notar que eles não estão tendo uma abordagem linha dura. Parte do trabalho do CIO é encontrar um meio termo.

Georeferenciamento, por exemplo, cria um perímetro virtual que permite que os funcionários tenham e joguem Angry Birds, mas apenas longe no trabalho. Também impede os funcionários de baixem vídeos em seus tablets BYOD e congestionem a rede.

2: Fazer o papel de Big Brother
O lado negro do georeferenciamento, no entanto, é que ele requer que os telefones e tablets BYOD ativem seus serviços de localização. Mas os funcionários não gostam que as  empresas usem seus dispositivos pessoais como espiões corporativos, para acompanhar o seu paradeiro. É um pouco orwelliano.

"Há uma pequena guerra acontecendo com relação à privacidade", diz Gupta.

Mas os CIOs precisam monitorar continuamente telefones e tablets BYOD para protegerem informações confidenciais. Isso significa que eles precisam encontrar um equilíbrio entre o direito da empresa de monitorar, acessar, analisar e divulgar os dados da empresa em um dispositivo móvel e as expectativas de privacidade dos empregados.

No caso de georefenciamento, um CIO pode definir parâmetros para o rastreamento de localização, para que ele só seja feito durante o horário de trabalho. Os funcionários terão que confiar que a empresa não está monitorando secretamente os seus movimentos fora de hora ou lendo e-mails pessoais e mensagens de texto.

3: Ignorar o rastreamento
Confiança é uma via de mão dupla, e alguns early adopters do BYOD decidiram não rastrear conversas, dados e uso de roaming, diz Gupta. O que aconteceu? Vardadeiras  histórias de horror sobre milhares de dólares em tarifas de roaming internacional, estouros de orçamentos familiares e outros atos abomináveis ​​e caros.

David Schofield, sócio da consultoria de rede móvel Advisors relatou que, no ano passado, quando cerca de 600 trabalhadores sadotaram o  BYOD, as despesas subiram muito: coletivamente 300 mil dólares acima do orçamento no primeiro ano.
"Foi chocante", disse Schofield.

Em alguns casos, a falta de monitoramento do BYOD levou ao temido telefone "zumbi", diz Gupta.
O que é um telefone zumbi? Early adopters de BYOD decidiram reduzir o número de relatórios de despesas descontando um valor fixo de forma  automática  do salário do empregado. Se o CIO não monitorar o uso, os funcionários desonestos aproveitam e usam o celular indiscriminadamente, provocando contas astronômicas.

Como cada pessoa que participa de BYOD gere sua próprias despesas, a diferença de custo não parece muito, de imediato. Mas, na prática, é como um vazamento lento.

Por exemplo, se um funcionário viaja no exterior apenas ocasionalmente, você pode não notar um gasto extra com roaming na conta submetida para reembolso. É fácil ignorar os extras de uma pessoa. Mas quando você soma os extras de todas as pessoas, por menores que sejam, isso pode se transformar em um problema real.

Ter que lidar com os custos extras de uma pessoa é uma coisa. Mas ter que lidar com os custos extras de 5 mil é outra. Quando os custos dos dispositivos são tratados como uma despesa reembolsável, torna-se difícil quantificar despesas de comunicações em toda a organização. E quando os orçamentos de mobilidade são geridos por outros departamentos,  fica difícil ainda controlar especialmente os gastos do roaming de dados.

Reembolsar um valor fixo pelo uso dos dispositivos pessoais para trabalho pode limitar as despesas mensais por usuário. Mas, ainda assim, outros custos imprevistos poderão aparecer.

Um dos maiores custos do BYOD está relacionado aos serviços de assistência. Se os funcionários resolverem realizar reparos no dispositivo sem solicitar ajuda à empresa, o CIO terá, de alguma forma, possibilitar apoio.  Algumas estão descobrindo que os gastos com manutenção dos diversos aparelhos particulares são maiores que os dos equipamentos corporativos e tentam achar um modelo de equilíbrio para essa estratégia.


4: Permitir o uso de qualquer modelo de celular
Não há dúvida de que o BYOD coloca os CIOs entre a cruz e a espada.

Por um lado, ao permitir que as pessoas escolham os seus dispositivos pessoais para fins de trabalho, o BYOD tem o poder de tornar os funcionários mais produtivos. É este poder de escolha que leva a maiores benefícios do BYOD.

Por outro lado, os CIOs precisam colocar restrições e limitações na escolha pessoal. Afinal, eles não podem deixar qualquer dispositivo ter acesso à rede corporativa. "Certamente, você não pode permitir que iPhones com jailbreak e Android desprotegidos acessem os recursos de dados da empresa e exponha a organização a ataques de malware e vírus", diz Gupta.

5: Não comunicar adequadamente as políticas BYODTalvez a maior armadilha, que engloba as quatro anteriores, é a má comunicação da política de BYOD entre TI e funcionários. Falta de comunicação, por sinal, tem sido um grande espinho na relação entre TI e as áreas de negócio, por décadas.

Com BYOD, a comunicação precisa melhorar rapidamente.

Os funcionários precisam saber o que vai e não vai ser monitorado, que oaplicativos são perigosos para a empresa, que tipos de dispositivos e sistemas operacionais são permitidos, quais são as expectativas para a privacidade, o que vai acontecer em casos de dispositivos perdidos, ações judiciais e demissão de funcionários e quais são as consequências para o descumprimento das regras acordadas.

Para gerentes que procuram estabelecer uma política de BYOD, aqui estão alguns dos problemas a serem considerados:
  • 1 - Definir o "uso empresarial aceitável" do dispositivo, tal como quais atividades são determinadas para beneficiar a empresa direta ou indiretamente.
  • 2 - Definir os limites do "uso pessoal aceitável" durante o horário na empresa, tais como a possibilidade de o empregado jogar Angry Birds ou carregar sua coleção de livros do Kindle.
  • 3 - Definir quais aplicativos são permitidos e quais não são.
  • 4 - Definir quais recursos empresariais (e-mail, calendários e etc.) podem ser acessados através do dispositivo pessoal.
  • 5 - Definir quais comportamentos não serão tolerados sob a rubrica da realização de negócios, tais como usar o dispositivo para perturbar outras pessoas durante o horário na empresa, ou enviar mensagens de texto e verificar o e-mail ao dirigir.
  • 6 - Listar de quais dispositivos a TI permitirá o acesso às suas redes (é de grande ajuda ser tão específico quanto possível sobre modelos, sistemas operacionais e versões).
  • 7 - Determinar quando os dispositivos são apresentados à TI para configuração adequada de aplicativos específicos do emprego e contas no dispositivo.
  • 8 - Delinear as políticas de reembolso para custos, tais como a compra de dispositivos e/ou softwares, a cobertura móvel do empregado e tarifas de roaming.
  • 9 - Listar os requisitos de segurança que devem ser atendidos pelos dispositivos pessoais, antes de permitir que eles sejam conectados às redes da empresa.
  • 10 - Listar as hipóteses, incluindo o que fazer caso um dispositivo seja perdido ou roubado; o que esperar após cinco falhas de login no dispositivo ou a um aplicativo específico; e que responsabilidades e riscos o empregado assume quanto a manutenções físicas do dispositivo.