terça-feira, 27 de agosto de 2013

O sonho não acabou

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Smartphone com Ubuntu Edge está morto, mas o sonho não acabou

Brad Chacos, TechHive
26 de agosto de 2013 - 09h00
O público demonstrou interesse, e outros aparelhos poderão realizar o ideal de um dispositivo único para todas as necessidades.
“Estamos aqui reunidos para lamentar a morte do Ubuntu Edge. Este ambicioso projeto tentou eliminar as distinções entre o smartphone e o PC, e embora tenha existido por apenas um breve período, brilhou o suficiente para que seu legado persista no coração de uma futura geração de smartphones”.
A audácia do projeto estava visível desde o começo. Equipado com hardware avançadíssimo e rodando não menos do que três sistemas operacionais diferentes, o Edge certamente era capaz de se destacar quando o assunto eram as especificações técnicas. Mas além de toda a RAM, tela protegida por cristal de safira e trio de sistemas operacionais, o Ubuntu Edge foi um “profeta”, criado para nos levar a uma era onde um único aparelho seria capaz de controlar muitas telas, e ser muitas coisas: um smartphone quando você precisa de portabilidade, e um desktop quando é necessário ser produtivo.
É um conceito atraente. Milhares de pessoas declararam seu apoio, e mais de US$ 12 milhões foram arrecadados, superando todos os recordes anteriores de “crowdfunding”. Mas como muitos outros profetas ao longo dos séculos, o Ubuntu Edge morreu antes de atingir seu objetivo de US$ 32 milhões.
Mas a história não termina aqui.
O Ubuntu Edge sempre foi projetado para ser não mais do que apenas um passo na jornada visionária da Canonical rumo ao futuro. Um passo inspirador e glorioso, sim, mas apenas um passo, e sempre destinado ao fracasso. A visão do Ubuntu Edge já está atraindo operadoras como mariposas são atraídas pela luz, e de acordo com a Canonical, há fabricantes juntando a coragem para levar adiante as idéias do Edge, com os primeiros smartphones Ubuntu projetados para chegar ao mercado em 2014.
Os discípulos do Edge não serão tão inspiradores quanto o próprio, mas não precisarão ser. O Ubuntu Edge era um sonho, mas aparelhos menos sofisticados baseados no Ubuntu Mobile são a realidade à qual a Canonical quer chegar.
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A interface do Ubuntu no modo smartphone
“O Edge é um carro conceito, que só 40% das pessoas poderiam dirigir”, disse Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, ao The Guardian. “Mas também estamos trabalhando em um aparelho que é o equivalente a um automóvel para as massas. Gostaria muito de ver o Edge se tornar realidade, mas nunca esperei que a maioria dos usuários do Ubuntu Mobile viesse dele, mas sim através das lojas. Francamente, gostaria de ver fabricantes de aparelhos modificando seus smartphones Android e colocando o Ubuntu Mobile neles”.
Mas o caminho pode ser traiçoeiro. Embora aparelhos Android modificados para rodar o Ubuntu Mobile certamente possam ser capazes de honrar o legado do Edge, os resultados concretos podem variar, fazendo o “super smartphone” da Canonical se revirar no túmulo. Rodar uma versão desktop completa do Ubuntu exige mais poder de processamento que o disponível em um típico aparelho de baixo custo, e modelos que façam isso aos solavancos podem matar o sonho de um “dispositivo único” mais rápido do que o fracasso do Edge poderia fazer.
Uma visão para o futuro
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Conectado a um desktop, o Ubuntu Edge rodaria exatamente a mesma versão do Ubuntu que os PCs
Mas os fiéis não precisam temer. Mesmo que os smartphones atuais não consigam realizar o sonho, os melhores dias do Ubuntu Edge ainda podem estar pela frente. Nas palavras de Ben Bajarin, diretor de tecnologia de consumo da Creative Strategies:
“O Ubuntu Edge tem um paradigma de interface muito centrado no futuro”, me disse ele recentemente, nos últimos dias da campanha. “Não acredito que seja algo que veremos “estourar” logo… acredito que um dia, quando tivermos tanto poder de processamento em nossos smartphones e tablets que não haverá motivo para que eles não possam controlar todas estas outras telas e se tornar todos estes outros PCs. E acredito que o que a Canonical está fazendo com seu software de modo “duplo” é bastante interessante.”
“É um conceito muito intrigante, e podemos argumentar que ao longo dos próximos 5 ou 10 anos, todas a tecnologia necessária estará disponível para oferecer uma experiência tão boa quanto a que você tem hoje em um notebook ou desktop”.
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.
WE-HEART-IT_11. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 
2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.
Fonte: Guia Ingresse

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ASUS anuncia a primeira placa-mãe com interface Thunderbolt 2 - PC WORLD

ASUS anuncia a primeira placa-mãe com interface Thunderbolt 2 - PC WORLD


ASUS anuncia a primeira placa-mãe com interface Thunderbolt 2

Anunciada pela Intel em Junho, interface permite a transferência de dados a até 20 Gigabits por segundo.
Por Brad Chacos, PCWorld EUA
21/08/2013
Ao anunciar o padrão Thunderbolt 2, no início de junho, a Intel disse que os primeiros produtos equipados com a nova tecnologia chegariam às lojas até o final deste ano. E a empresa não estava mentindo: a ASUS acaba de anunciar a primeira placa-mãe no mercado com Thunderbolt 2, batizada de Z87-Deluxe/Quad.
A nova geração da tecnologia dobra a largura de banda na transferência de dados, que pode chegar a 20 Gb/s (Gigabits por segundo, cerca de 2,5 Gigabytes por segundo). A Intel gosta de dizer que uma interface Thunderbolt 2 é rápida o suficiente para exibir uma imagem em resolução 4K em um monitor externo ao mesmo tempo em que transfere um arquivo em 4K para armazenamento externo sem um engasgo sequer.
Mas a adoção mesmo da primeira geração da tecnologia é lenta. Segundo números do IDC portas Thunderbolt só eram encontradas em 0.6% de todos os dispositivos de armazenamento vendidos no segundo trimestre de 2013. A tecnologia fica em segundo plano em relação à USB 3.0 porque a alta velocidade de transferência vem associada a um alto preço, o que desacelerou a adoção.
A ASUS Z87-Deluxe/Quad é uma placa voltada a máquinas “premium”, e além de duas portas bidirecionais Thunderbolt 2 e suporte aos novos processadores Intel Haswell também tem uma porta HDMI, 10 portas SATA a 6 Gb/s, 8 portas USB 3.0 e 8 portas USB 2.0, além de um dongle “NFC Express” para facilitar a transferência de informações para aparelhos como smartphones.
A placa-mãe pode ter sido anunciada, mas a ASUS não menciona o preço, nem a data em que ela chegará às lojas. Mas considerando que um modelo similar também da ASUS, equipado com portas Thunderbolt 1, sai por US$ 350, não espere que ela seja barata.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Quatro ferramentas para manter sua caixa de entrada sob controle! - PC WORLD

Quatro ferramentas para manter sua caixa de entrada sob controle! - PC WORLD

Calculando custo - Competência primária de TI

Cloud computing: como contabilizar os custos escondidos

(http://cio.uol.com.br/gestao/2013/08/19/cloud-computing-contabilizar-os-custos-escondidos)
Chris Curran *
Publicada em 19 de agosto de 2013 às 16h20
Você incluiu nas contas as despesas relacionadas à contratação ou capacitação de pessoas, à criação de processos e à transição de arquiteturas?
Por mais que o modelo de cloud computing seja apontado como uma saída para a necessidade de reduzir custos da TI, antes de adotá-lo e assinar um contrato com provedor especializado o CIO deve contabilizar os custos “escondidos” que o padrão demanda – como aqueles relacionados à contratação ou capacitação de pessoas, à criação de processos, transição de arquiteturas de dados, entre outros.
Mesmo que os gestores de TI já estejam familiarizados a analisar esses tipos de gastos, o desafio trazido com cloud computing está em quantificar exatamente essas despesas em um novo modelo, de forma a criar maneiras de gerenciá-los e compará-los ao total de custos estabelecidos no padrão tradicional de computação.
Na medida em que as organizações consideram a possibilidade de migrar para a compuatção em nuvem, seus líderes de TI têm a responsabilidade de explorar quatro questões indispensáveis – e que devem ajudá-los a identificar os custos escondidos da mudança.
1. Quais são as ações necessárias para mover ou substituir o legado das aplicações que serão alocadas na nuvem?
2. Quais mudanças de arquitetura são necessárias para integrar as aplicações hospedadas na nuvem e fora dela?
3. Como devemos mudar nossas tecnologias e processos para tirar o máximo proveito do novo modelo de computação?
4. Quais são os exemplos de como uma nuvem privada – desenvolvida para a utilização de uma única empresa – pode gerar mais flexibilidade à TI do que o modelo que a organização utiliza atualmente?
Conforme essas quatro questões são resolvidas, os CIOs devem concentrar-se em garantir que a integração entre os dados armazenados de forma tradicional até então e a aplicação de cloud computing aconteça de forma programada e sem causar indisponibilidade aos usuários.
Nesse contexto, outras perguntas são geradas e, mais uma vez, o gestor de TI deve resolvê-las antes de assinar um contrato de migração para o modelo de computação em nuvem. São elas:
1. Como é possível garantir que os sistemas de controle da base de clientes e de billing da companhia, por exemplo, serão perfeitamente integrados à plataforma de cloud computing?
2. Quais são as habilidades que a equipe de TI deve possuir para gerenciar a migração de modelos?

(*) Chris Curran é Chief Technologist da PwC

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Um gigante decapitado 3


Notícias [iPhone]

Apple vai fracassar sem Steve Jobs, diz CEO da Oracle

Em entrevista, Larry Ellison, que já fez parte do conselho de diretores da empresa, disse que empresa de Cupertino vai cair sem seu cofundador.
Por Da Redação
13/08/2013
O CEO da Oracle, Larry Ellison, acredita que a Apple está condenada sem o seu cofundador e ex-CEO, Steve Jobs, morto em outubro de 2011. A afirmação foi feita durante o programa This Morning, do canal americano CBS.
Segundo o The Verge, Ellison, que já fez parte do conselho de diretores da Apple, disse que “nós já sabemos” o que vai acontecer com a empresa de Cupertino sem Jobs. “Nós fizemos essa experiência. Já foi feito”, continuou o executivo.
“Nós vimos a Apple com Steve Jobs”, disse enquanto erguia um dedo. Depois afirmou: “Nós vimos a Apple sem Steve Jobs”, descendo o dedo, para depois novamente lembrar com o dedo que a Apple “subiu” com Steve Jobs no comando. Por fim, Ellison disse: “E agora nós vamos ver a Apple sem Steve Jobs”, descendo mais uma vez o dedo.
Jobs fundou a Apple nos anos 1970, na garagem de sua casa, mas acabou saindo da empresa nos anos 1980 após desentendimentos com o então CEO, John Sculley, que foi contratado a seu pedido. Na segunda metade dos anos 1990, Jobs voltou à empresa em grande estilo e promoveu uma verdadeira revolução com os lançamentos do iPod, iPhone e iPad a partir da década seguinte.
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