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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Salvando o dia - Helpdesk



Conheça os melhores discos de boot para resgatar um PC

Não importa se o motivo é um HD que está morrendo ou uma infecção por malware, estes utilitários irão ajudá-lo a salvar o dia, e seus dados também!
Por Jon L. Jacobi, PCWorld EUA
06/12/2013
Se seu PC não dá mais boot, um disco de boot é como a versão eletrônica de um desfibrilador: com ele você pode detectar memória ruim, setores corrompidos no disco, mudar senhas, recuperar dados e fazer tudo o que precisa para trazer sua máquina de volta ao normal. Há inúmeras ferramentas de boot no mercado, e neste artigo vamos apresentar algumas das mais interessantes. 
Ferramentas que você já tem
Talvez você nem precise de software extra para criar um disco de boot. O Windows Vista, Windows 7 e Windows 8.1 tem ferramentas para criar um disco ou pendrive de recuperação do sistema. Em muitos casos ele é tudo do que você vai precisar se algo der errado, e deve ser o ponto de partida para a maioria dos usuários. Se você ainda consegue carregar o sistema operacional mas ele está travando, mostrando mensagens de erro ou sofrendo nas mãos de malware, um disco de reparo permitirá que seu PC “volte no tempo” até um ponto seguro de recuperação do sistema.
O Prompt de Comando lhe dá acesso a ferramentas úteis como um utilitário para particionamento do disco e o bom e velho chkdsk para analisar e reparar erros no sistema de arquivos ou mapear setores ruins no disco rígido. Não desista de um HD silencioso que está apresentando erros até experimentar o chkdsk, já que ele pode corrigir os problemas. Já um HD barulhento é sinal de problema de hardware, e o melhor a fazer é o backup imediato de tudo o que está nele antes de qualquer outra coisa, incluindo um diagnóstico.
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Um disco de recuperação do Windows já traz ferramentas úteis
Se você não conseguir recuperar o sistema usando as ferramentas mencionadas, o disco permite que você restaure a partição do sistema inteira (e outras partições inclusas no backup) a partir de uma imagem de backup que você tenha criado. Mas esta pode não ser a melhor opção, já que você perderá quaisquer arquivos gravados no disco desde que a imagem foi criada.
Infelizmente o sistema de restauração de imagem do Windows não é confiável na hora de restaurar para hardware diferente do original, como um HD novo de maior capacidade instalado para substituir um HD menor que está falhando. Mas você ainda pode recuperar os dados dos arquivo .vhd (Virtual Hard Drive) depois que reinstalar o Windows.
Munição pesada
Se o disco de recuperação do Windows não resolver seu problema, você precisará de algo mais capaz, versátil e confiável, como um dos discos de boot descritos a seguir.
R-Drive Image: este utilitário exige o mínimo de memória e suporta qualquer sistema de arquvios moderno: FAT, NTFS, Linux, Mac e BSD, e mesmo o novo ReFS usado no Windows Server 2010. Também suporta discos conectados via SATA, USB ou mesmo rede. A interface básica (que exige apenas 64 MB de RAM) lembra as BBSs dos anos 80 e seus menus em modo texto, mas também há uma interface mais moderna com um visual similar ao do Windows.
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Não deixe a interface te enganar, o R-Drive Image é poderoso
Como também oferece uma versão completa para Windows que é capaz de montar as imagens como “HDs virtuais”, o R-Drive é minha ferramenta preferida há alguns anos. Uma licença para uso pessoal custa US$ 44,95, mas uma versão de demonstração que funciona por 30 dias.
Active Boot Disk: O preço (US$ 80) pode parecer salgado, mas este utilitário tem recursos de primeira para recuperação de arquivos e partições, além da capacidade de criar e restaurar imagens de discos. Ele também é capaz de mudar senhas do Windows, e perdi a conta de quantas vezes esse recurso salvou meu dia, seja permitindo o login em um computador cuja senha esqueci ou permitindo o acesso aos dados armazenados em um PC de um ex-funcionário. Só lembre-se que uma troca de senha irá lhe impedir de recuperar dados de contas criptografadas pelo Windows.
O Active Boot Disk é baseado no Windows Pre-Install Environment (Windows PE), o que lhe permite usar a familiar interface Windows, e é capaz de carregar drivers extras durante a inicialização, o que é útil para lidar com hardware antigo e incomum ou quando novas tecnologias, como o USB 3.0, surgem antes do Windows ou Linux incluírem drivers para elas. O Active Boot Disk é uma ótima ferramenta no geral, e embora suas ferramentas para lidar com imagens não sejam tão robustas quanto as do R-Disk Image, ainda são mais versáteis que as do Windows.
Offline NT Password and Registry Editor: Escrita por Petter Nordahl-Hagen, essa “belezinha” baseada em Linux é uma alternativa gratuita ao Active Boot Disk se você precisa resetar senhas do Windows. Sua interface baseada em uma linha de comando pode ser um pouco assustadora, mas na maioria dos casos tudo o que você tem de fazer é seguir as instruções na tela. Se você está “trancado do lado de fora” de uma conta ou PC, o Offline NT Password and Registry Editor é a ferramenta de que você precisa.
Parted Magic: Baseada em Linux, esta ferramenta para reparo e recuperação de discos tem alguns excelentes recursos, incluindo exclusão segura de dados (baseada em software ou firmware), um editor gráfico de partições, uma ferramenta para clonagem de discos e um antivírus.
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Parted Magic reúne várias ferramentas em um só disco, com uma interface familiar
Melhor ainda, uma das opções no boot (sob o item Extras) é o Memtest 86+, a melhor ferramenta para teste de memória que já encontrei. Se seu computador está agindo de forma estranha ou congelando aleatoriamente, o Memtest 86+ irá dizer se o culpado é um pente de memória ruim. E anotando em que área da memória os erros ocorrem é possível determinar qual pente está com problemas, facilitando a troca.
Hiren’s Boot CD: Pessoalmente prefiro ter um disco de boot para cada tarefa, mas há aqueles que preferem uma abordagem mais completa, e é isso que o Hiren’s Boot CD oferece. Os autores solicitam ativamente sugestões de programas a incluir, e a “escalação” atual inclui ferramentas para lidar com imagens de disco, antivírus, editores de partições e ferramentas para análise de hardware. Também há uma mini-versão do Windows XP, do Linux (com o Parted Magic), e um ambiente DOS com ferramentas associadas
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Hiren's Boot CD é um verdadeiro canivete suíço
O único problema do Hiren’s é o tempo necessário para encontrar cada ferramenta: ele não é um pacote para quando você precisa fazer login e logout com pressa. Ainda assim, se você estivesse perdido em uma ilha deserta com apenas um disco de boot, este é o que você gostaria de ter com você. Ele é capaz de lidar com quase qualquer tarefa de diagnóstico e recuperação, e é grátis.
Ultimate Boot CD: Por padrão este disco contém uma variedade de utilitários de linha de comando, incluindo muitos para diagnosticar o processador, periféricos, memória (Memtest86 e Memtest86+), buscar por malware e muito mais. Também inclui o Parted Magic e o gerenciador de boot grub4dos.
Mas assim como o Hiren’s ele é altamente configurável, e você pode adicionar suas próprias ferramentas. Vi versões que usam o Windows PE, por exemplo. Dá mais trabalho para criar, mas você acaba com um produto que atende exatamente às suas necessidades.
Live Linux
Algumas vezes é mais fácil buscar, manipular e recuperar arquivos usando um sistema operacional completo, como uma distribuição Linux rodando a partir de um CD (Live CD) ou pendrive. Isso também é útil quando você está tentando remover manualmente malware de um PC, e não consegue fazer isso a partir do Windows.
Uma destas distribuições é o Slax, que é notavelmente leve. Seus requisitos de hardware são mínimos (48 MB de RAM no modo texto, 256 MB no modo gráfico), portanto ele é capaz de rodar até mesmo em máquinas antigas. Ele é fácil de usar, e tem uma ferramenta básica para edição de partições (o Parted) integrada. Mas seu principal apelo é que ele carrega rapidamente, permitindo que você copie aqueles arquivos importantes de um HD com problemas para um pendrive ou outro disco sem demora. Quando um HD está morrendo, cada segundo conta.
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Slax é uma distribuição Linux bem leve
Outra opção é o Ubuntu, que tem requisitos de sistema mais altos que os do Slax ou Parted Magic, mas é uma boa escolha em máquinas com mais memória (a partir de 2 GB de RAM). O Ubuntu é um sistema operacional completo com amplo suporte a hardware e muitos aplicativos disponíveis.
Você pode rodar o sistema como um Live CD, ou “instalá-lo” em um pendrive. Nesse modo você pode instalar praticamente qualquer aplicativo Linux disponível, desde que tenha espaço no pendrive, e há muitas ferramentas de recuperação para Linux.
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Ubuntu: um sistema operacional completíssimo que pode rodar a partir de um pendrive
Ferramentas anti-vírus
AVGAviraBitdefenderF-SecureKaspersky… você pode escolher. Praticamente todas as grandes empresas de software antimalware oferecem um disco de boot gratuito para analisar sistemas que não dão boot, ou resgatar aqueles que estão exibindo sintomas de malware que impedem uma varredura usando o sistema operacional nativo.
Já usei todos eles com igual sucesso, ou falta dele. Digamos que há uma chance de 50% de que você consiga limpar completamente um sistema imediatamente, já que muitos ataques bem-sucedidos acontecem antes que os fabricantes de antivírus possam desenvolver contramedidas.
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Discos de boot com antivírus, como o da Avira, ajudam a combater malware
Aguardar alguns dias antes de fazer uma varredura é uma boa idéia, já que dá às empresas de segurança tempo para se adaptar a qualquer novo tipo de ataque que você tenha sofrido. Por causa da constante evolução do malware e técnicas de ataque, você terá de manter seus discos de antivírus sempre atualizados, embora a maioria deles seja capaz de baixar automaticamente as definições de malware mais atuais se houver uma conexão à internet.
Criando pendrives “bootáveis”
Você pode usar uma ferramenta chamada Windows 7 USB/DVD Download Tool para transferir discos de boot baseados em Windows de imagens ISO para pendrives “bootáveis”. No caso das ferramentas baseadas em Linux o melhor é usar o Universal USB Installer, uma ferramenta gratuita encontrada no site pendrivelinux.com.
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O Universal USB Installer coloca quase qualquer distribuição Linux em um pendrive
O Universal USB Installer pode até mesmo fazer o download da distribuição Linux que você quer instalar no pendrive. Basta escolher ela numa lista e aguardar.
Problemas com UEFI
Há problemas com discos de boot em sistemas que só são capazes de inicializar via UEFI (Universal Extensible Firmware Interface, um substituto da tradicional BIOS dos PCs). Felizmente eles são poucos, já que a maioria dos fabricantes ouviu reclamações suficientes pra permitir o boot via BIOS. Uma forma de contornar o problema é usar um disco de instalação ou recuperação do Windows 8, já que eles são capazes de inicializar um PC via UEFI. Mantenha um em seu kit de ferramentas.
O que eu levo comigo
Atualmente eu tenho sempre à mão discos de recuperação do Windows em versões de 32 e 64 Bits, Slax, Ubuntu, Parted Magic, Active Boot Disk, Hiren’s Boot CD e R-Drive Image, para estar preparado para qualquer situação. Em caso de desastre começo pelo Parted Magic para o particionamento do disco, Active Boot Disk para recuperação de senhas, R-Drive Image para backup e recuperação e Ubuntu para lidar diretamente com arquivos.
Uso as outras ferramentas quando minhas favoritas não funcionam ou caso sejam incompatíveis com um PC ou sistema operacional específico. Pelo mesmo motivo tenho imagens ISO de todos os outros utilitários em um HD USB 3.0 externo. Também tenho sempre à mão um pendrive extra, um drive óptico USB e um disco DVD-RW, assim posso criar qualquer disco que precisar na hora.
Os discos de boot valem seu peso em ouro na hora em que um PC tem problemas, e permitem que você explore, recupere e repare o conteúdo de um disco rígido. Agora que você sabe de qual deles irá precisar, está pronto para qualquer emergência.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mais um ponto para o Ubuntu

Como recuperar arquivos deletados no Windows através do Live CD do Ubuntu

Por Elaine Martins da Silva
Fonte: www.baixaki.com.br/info/3978-Como-recuperar-arquivos-deletados-no-Windows-atraves-do-Live-CD-do-Ubuntu.htm

Quarta-Feira 31 de Março de 2010
O sistema operacional do pinguim mostra que pode ser muito útil para os usuários de Windows

Deletar arquivos no computador sem querer é algo que acontece, ou já aconteceu, com quase todo mundo. A sensação quando você descobre que eliminou o arquivo errado não é muito agradável, mas logo se lembra de que existem aplicativos para recuperar o documento que foi jogado fora.

O problema começa a ficar realmente complicado quando esses programas de recuperação não conseguem desfazer a ação e seu arquivo parece estar perdido para sempre. Há, no entanto, uma maneira um pouco mais eficiente para reaver aquele documento super importante que foi deletado: usar o Ubuntu.

Calma, você não precisa trocar de sistema operacional, mas pode usar o SO do pinguim para ajudar na recuperação de seus arquivos. Neste tutorial você aprende o passo a passo para fazer isso! É só seguir as dicas com bastante atenção e no final dar risada da situação.

Pré-requisitos

Para recuperar os arquivos a partir do Ubuntu você vai precisar de:

  • Live CD do Ubuntu 9.04 ou superior;

Clique para baixar o Ubuntu

  • Pendrive.

Caso o seu computador não possua drive de CD/DVD, é possível realizar as mesmas tarefas descritas ao longo deste artigo a partir de um pendrive. É só criar o que é chamado de pendrive bootável. Saiba como fazer isso clicando no link abaixo.

Transforme seu pendrive em um sistema operacional totalmente funcional e móvel!

Hora de colocar a mão na massa

Ubuntu dando uma mãozinhaPara explicar o passo a passo, quatro arquivos foram criados e depois deletados da Área de trabalho de um computador rodando Windows 7 Home Premium. Eles consistiam em dois documentos de texto – um no formato DOC e o outro em TXT – e dois arquivos de imagens, sendo um JPG e o segundo BMP.

A versão do Ubuntu utilizada foi a 10.04 Lucid Lynx beta 1, mas você pode utilizar as anteriores sem problema algum. É aconselhado usar da versão 9.04 em diante, uma vez que elas já possuem todos os recursos necessários instalados no Live CD.

1. Reiniciando o sistema

Para dar início à recuperação de seus arquivos insira o pendrive ou Live CD do Ubuntu no computador e o reinicie. Isso fará com que o sistema operacional do pinguim seja iniciado e comece a rodar diretamente do dispositivo móvel escolhido, sem alterar nada em seu HD e com todos os recursos oferecidos pela versão instalada disponíveis para uso.

2. Abrir o Terminal

O passo seguinte é abrir o famoso Terminal de comandos do Ubuntu. Você o encontra na opção “Acessórios” do menu “Aplicativos”.

Abrindo o Terminal

3. Digitando os comandos necessários

Para conseguir recuperar os arquivos deletados, é preciso antes identificar o disco rígido no qual você deseja procurar os documentos. Na janela do Terminal que foi aberta, digite o seguinte comando:

sudo fdisk -l

Pressione a tecla Enter e aguarde alguns segundos até que as informações do HD sejam mostradas na tela.

4. O que procurar?

O que você está procurando no resultado do comando acima é uma linha que termina com HPSF/NTFS, pois ela exibe os dados de que precisamos a respeito da partição com Windows. Anote os dados correspondentes à coluna “Device” da tabela (circulado em vermelho na imagem abaixo).

Procure pela linha com HPSF/NTFS

Se há mais de um disco rígido instalado com formato NTFS será preciso identificar corretamente aquele do qual você deseja recuperar os arquivos. Uma boa estratégia para diferenciar um HD do outro é pelo tamanho deles. Olhando a segunda linha da imagem acima é possível identificar o campo “Disk /dev/sdx”, o qual mostra o tamanho do disco ali identificado.

5. Lista de arquivos recuperáveis

Agora que você já sabe como o disco desejado está identificado no sistema, é hora de verificar quais arquivos podem ser recuperados. Para isso, digite o seguinte comando no Terminal:

sudo ntfsundelete

No caso do HD que foi utilizado para os testes, o comando seria:

sudo ntfsundelete /dev/sda2

Isso porque ao digitar o primeiro comando (fdisk) o nome do disco rígido desejado aparece como /dev/sda2. Caso o seu HD tenha outro nome, fique atento para digitar o comando corretamente.

6. Interpretando e filtrando o resultado

O resultado do comando acima é uma lista de arquivos que foram deletados do disco. Ela pode ser enorme, então não se assuste caso pareça que o Terminal enlouqueceu depois de você apertar a tecla Enter.

Existem três colunas muito importantes nesta lista: "Inode", "%age" e "Filename". A primeira delas, "Inode", mostra o número de identificação de cada um dos arquivos. Note que para cada linha da tabela esse número muda. Isso acontece porque o Inode funciona como se fosse o RG do arquivo, ou seja, não podem existir dois iguais.

A segunda coluna de interesse, "%age", é talvez a mais importante, uma vez que ela mostra qual porcentagem do arquivo poderá ser recuperada. Arquivos com 100% de %age podem ser totalmente recuperados, enquanto documentos com 0% de %age podem ser considerados perdidos. Por fim, a coluna "Filename" da tabela mostra o nome dos arquivos apagados.

Para saber se o arquivo desejado pode ser recuperado é preciso encontrá-lo na lista exibida. Se o HD foi pouco usado, tudo bem. O problema é quando o disco rígido já está em uso há um tempo. A lista de documentos removidos vai parecer não ter fim. A fim de facilitar a busca o usuário pode criar alguns filtros utilizando o pipe junto com o comando grep.

Grep? Pipe? Que tal uma ajuda?

O pipe, representado pela barra vertical, permite a combinação de vários comandos no Linux, enquanto que o grep é utilizado na criação de filtros, no intuito de diminuir o número de resultados. Por exemplo, para mostrar apenas os arquivos do tipo DOC que foram deletados do computador é possível utilizar a seguinte combinação de comando:

sudo ntfsundelete /dev/sda2 | grep .doc

Explicando

Aquela lista enorme de documentos apagados é enviada para o comando grep por meio do |. O grep, por sua vez, vai mostrar na tela apenas as linhas que contenham .doc em seu conteúdo. O comando grep é bem poderoso e permite criar os mais diversos filtros, é só usar a imaginação!

7. Recuperar

Agora que você já sabe como identificar o disco rígido, listar os arquivos deletados e filtrar os resultados, finalmente é hora de recuperar os documentos. Existem duas maneiras de fazer a recuperação: pelo nome do arquivo ou através do Inode. Os dois modos restauram o arquivo da mesma maneira. A única diferença está no comando que será utilizado.

Para recuperar o arquivo através do nome digite o seguinte comando no Terminal:

sudo ntfsundelete –u –m

Caso você prefira utilizar o Inode para restaurar o arquivo é só digitar:

sudo ntfsundelete –u –i

8. Para finalizar

Os arquivos recuperados foram enviados para a Pasta Pessoal do Ubuntu, mas ainda não podem ser abertos ou utilizados, pois não são reconhecidos pelo sistema operacional. O comando abaixo faz com que os documentos sejam modificados e reconhecidos.

sudo chown ubuntu

são todos os arquivos que devem ser alterados. Se ocorrer tudo bem na operação, o ícone dos documentos vai mudar, conforme mostra a figura abaixo.

Pronto, agora você pode copiar os arquivos para um pendrive e respirar aliviado! Embora pareça complicado em um primeiro momento, o procedimento para recuperação de arquivos e documentos é simples, basta seguir as instruções com cuidado.

O que achou do tutorial? Não deixe de enviar seus comentários e dúvidas para o Portal Baixaki!