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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Windows - 30 anos

Windows chega aos 30 anos: relembre a trajetória do sistema


Por Renato Santino - em 20/11/2015 às 07h00 :: Palavras-chave: MicrosoftWindowsWindows 10Windows 7

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/windows-chega-aos-30-anos-relembra-a-trajetoria-do-sistema/53132
Acessado em 23/11/2015 às 10:42:51 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

Nesta sexta-feira, 20 de novembro de 2015, o Windows chega a uma marca histórica. São exatos trinta anos de trajetória desde o lançamento do Windows 1.0, no ano de 1985. De lá para cá, são muitas versões, algumas delas queridas pelo público, outras nem tanto.
São 30 anos de atualizações, erros, acertos, telas azuis, novas interfaces e novos métodos de interação com o computador. Nem todos caíram nas graças dos usuários, mas não dá para dizer que o Windows não tem uma história rica.

Windows 1.0
Reprodução
Quando estava em desenvolvimento, era chamado pelo nome pouco simpático de “Interface Manager”, ou “Gerenciador de interfaces”. Felizmente a Microsoft teve o bom-senso de rever o nome para “Windows”, por causa da interface de janelas. O sistema era basicamente uma interface gráfica, comandada pelo mouse, sobre o MS-DOS, cujas linhas de comando eram complexas demais para o público comum na época.
Ele foi anunciado em 1983, mas demorou dois anos para ser lançado. A demora fez com que muitos acreditassem que se tratasse de um “vaporware”, termo da indústria de tecnologia para designar produtos anunciados, mas que nunca são lançados.
Entre as novidades, listadas efusivamente neste vídeo por Steve Ballmer, estão recursos como calendário, calculadora, o Paint, relógio, bloco de notas, entre outros. Ele já trazia menus expansíveis, barras de rolagem, ícones, entre outras novidades que tornaram o Windows mais amigável para o usuário comum.
Windows 2.0
Reprodução
Lançada em 1987, a versão trazia melhorias gráficas e permitia a sobreposição de janelas. Também foi adicionada a ferramenta que possibilitava a utilização de atalhos do teclado para facilitar a vida do usuário. Ele foi inicialmente criado para processadores 286, da Intel, mas recebeu uma atualização para o 386.
Quem está acostumado a mexer nas configurações do Windows deve estar familiarizado com uma ferramenta nascida nesta época: o Painel de Controle apareceu pela primeira vez no Windows 2.0.
Windows 3.x
Reprodução
Com lançamento em maio de 1990, foi o primeiro Windows a avançar para a nova década, recebendo uma atualização para a versão 3.1 em 1992. Juntas, as duas versões venderam 10 milhões de cópias em dois anos. Foi o maior sucesso comercial do Windows até o momento.
Agora o Windows suportava gráficos com 16 cores e ganhou recursos para gerenciamento de programas, arquivos e impressoras. Também passou a contar com os clássicos Paciência, Copas e Campo Minado.  Para instalar, era necessária uma caixa cheia de disquetes, com manuais de instruções bem pesados. Outros tempos.
A Microsoft também lançou o Windows for Workgroups 3.11, voltado para redes corporativas, mas que esteve longe de ser um grande sucesso comercial.
Paralelamente, também foi criado o Windows NT (New Technology) 3.1, o primeiro sistema realmente 32 bits lançado pela Microsoft, que não era mais baseado no MS-DOS. O NT serviu de base também para todos os sistemas da empresa depois do Windows 2000.
Windows 95
Reprodução
A Microsoft começou a nomear seus sistemas com o ano de lançamento nesta versão, lançada em 24 de agosto daquele ano. Foram 7 milhões de cópias vendidas em apenas cinco semanas, com uma campanha agressiva que incluía comerciais de TV com a música dos Rolling Stones “Start Me Up”, mostrando o botão Iniciar, novidade na época.
O sistema viu o lançamento da primeira versão do Internet Explorer. Ele era adaptado para a internet de uma forma geral, com suporte a conexões discadas e o novo sistema de plug-and-play, facilitando a instalação de hardware. Além do botão Iniciar, o Windows ganhou a barra de tarefas e os botões de minimizar, maximizar e fechar, que se tornariam um padrão em breve.
Para funcionar, era recomendado um processador 486 (quem lembra?) e 8 MB de RAM. Ele foi lançado em disquetes ou em CD-ROM, em 12 línguas diferentes.
Windows 98
Reprodução
Lançada em 25 de junho de 1998, foi a última versão a ser baseada no MS-DOS. Ela foi feita pensando no usuário final e se propunha a evoluir o Windows 95 tanto para trabalho quanto para dviersão. Ele facilitava a conexão à internet e trouxe a possibilidade de fixar programas na barra de tarefas ao lado do menu Iniciar. O sistema também trouxe o suporte à leitura de DVDs e reconhecimento de dispositivos USB.
Windows 2000
Reprodução
Lançado em 17 de fevereiro de 2000, ele foi criado para substituir o Windows 95, o 98 e o NT Workstation 4.0 em todos os computadores de uso corporativo. Ele foi criado sobre o código do próprio NT Workstation 4.0.
Entre seus recursos estavam a simplificação da instalação de hardware com a ampliação do plug-and-play, suporte a redes avançadas e produtos sem fio e dispositivos USB.
Windows ME
Reprodução
Amplamente reconhecida como uma das maiores bombas já lançadas pela Microsoft, a “Millenium Edition” (apelidada de “Mistake Edition”, ou “edição do erro”) foi lançada em 14 de setembro de 2000. A PC World chegou a considerá-lo um dos piores produtos de tecnologia de todos os tempos, afirmando que “os usuários tinham problemas para instalá-lo, fazê-lo rodar, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e fazê-lo parar de funcionar”.
Ele foi criado para o uso doméstico e tinha o objetivo de trazer melhorias para a reprodução de mídia e a criação de redes domésticas. Ele também trouxe a restauração do sistema, que está presente até hoje nas versões recentes do Windows. Foi o último sistema da Microsoft a ser desenvolvido sobre o código do Windows 95.
Windows XP
Reprodução
Aposentado há pouco tempo pela Microsoft chegou ao mercado em 25 de outubro de 2001 e foi um sucesso. Até hoje é um sucesso, e muitos usuários se recusam a abandoná-lo, mesmo com o suporte encerrado.
Ele foi construído do zero depois que a Microsoft abandonou a base do Windows 95, com um visual renovado e usabilidade melhorada. Foram 45 milhões de linhas de código para criar o sistema. Para o uso doméstico, trouxe melhorias no Media Player e o Movie Maker e o suporte melhorado a fotografias digitais. Já para as empresas, trouxe sistema de criptografia de arquivos, desktop remoto. Ele também trouxe suporte a redes sem fio 802.1x, facilitando a vida de quem usava o XP em notebooks.
Para tentar cobrir o avanço das ameaças de segurança, a Microsoft começou a emitir atualizações pela internet. O XP também foi o primeiro a impor o limite de instalações do sistema operacional. Antigamente, era possível comprar apenas uma cópia e instalar por infinitos computadores, o que passou a ser inviável. Talvez por isso o XP, além de um sucesso comercial, também foi um dos softwares mais pirateados da história.

Windows Vista

Reprodução 

Seguindo o sucesso do Windows XP, a Microsoft lançou em 2006 o Windows Vista, que também é reconhecido como um erro da empresa. O software teve problemas em sua fase de desenvolvimento. Ele deveria ter sido lançado dois ou três anos depois do XP, mas só saiu cinco anos depois. Mesmo assim, ele trouxe algumas novidades, como o Controle de Conta de Usuário, para evitar que vírus e malwares pudessem fazer alterações perigosas no computador da vítima.
O design foi uma parte importantíssima do Vista, trazendo o Aero, uma nova identidade visual que permitia que as bordas das janelas ganhassem um tipo de transparência interessante, mesmo que isso fizesse com que o software ficasse mais pesado. O botão Iniciar também foi recriado.
No lançamento, o Vista estava disponível em 35 idiomas, e 1,5 milhões de dispositivos eram compatíveis na ocasião. Contudo, falhas minaram o possível sucesso. Problemas da incompatibilidade existiram aos montes, e não faltam relatos do desastre que foi o seu desenvolvimento.
Steve Ballmer, CEO na ocasião, revela que no meio do processo de criação foi necessário resetar o código-fonte do Vista, até então conhecido como Longhorn. Este foi o maior arrependimento de sua gestão: “tentamos realizar uma tarefa grande demais e, no processo, perdemos milhares de horas de trabalho e inovação”, conta.
Windows 7

Reprodução 

Agora, sim, a Microsoft acertou a mão. Em 2009, chegava ao mercado a versão 7 do Windows, que aproveitava o que havia de bom no Vista e melhorava o que estava de errado, tornando o sistema muito mais compatível e amigável. Antes do lançamento, ele já havia sido testado por 8 milhões de pessoas durante o período de beta.
O Windows 7 trouxe algumas mudanças de interface e novas formas de interagir com as janelas do sistema, como o Aero Shake, que permitia “chacoalhar” uma janela para isolá-la do restante e o Aero Peek, que possibilitava “espiar” uma prévia de cada uma das janelas minimizadas na barra de tarefas. Já o Aero Snap trazia algo que foi difundido no Windows 8, que é a possibilidade de fixar programas em um lado da tela, ocupando 50% do espaço.
O Windows 7 também trouxe o início do Windows Touch, permitindo usar o toque na tela para interagir com o sistema. Isso também foi aprofundado na versão seguinte do software.
Windows 8 e 8.1
Reprodução
 

Introduzido em 2012, o sistema trouxe mudanças radicais de interface. A principal delas era a extinção do tradicional Menu Iniciar para dar lugar a uma Tela Iniciar repleta de quadrados e retângulos que representavam os aplicativos, que a Microsoft chama de “blocos dinâmicos”.
O Windows 8 também deu início à loja de aplicativos do Windows, uma tentativa da Microsoft de ter um pouco mais de controle sobre o ecossistema dos PCs. No entanto, o recurso nunca foi realmente atraente para desenvolvedores, e até hoje as opções da loja não são muitas.
O sistema, no entanto, não convenceu os usuários a migrar do Windows 7, incapaz de superar a popularidade de seu antecessor. Tanto que até agora o sistema de 2009 ainda é o mais usado no mundo.
A principal novidade do Windows 8, os blocos dinâmicos, também são um dos motivos pelo qual ele ficou para trás. Usuários e empresas alegavam que a nova usabilidade tornava o sistema pouco parecido com o que estavam acostumados, dificultando a adaptação para a novidade. Além disso, os blocos, otimizados para o toque, não eram muito bons para o uso com mouse e teclado.
A geração também trouxe o Windows RT, uma adaptação do Windows 8 para tablets que não rodavam os programas tradicionais legado do Windows, apenas os apps da Windows Store. Foi um fracasso ainda maior, e a maior parte dos parceiros abandonou o barco ainda no primeiro ano.
Windows 10

Reprodução 

Lançado neste ano, o Windows 10 traz uma nova estratégia para a empresa: oferecer o Windows como um serviço, o que significa que ele deve ser aprimorado ao longo dos meses e anos com atualizações graduais de segurança e novos recursos.
A versão 10 do sistema ainda aposta no conceito dos blocos dinâmicos, mas desta vez eles são muito mais discretos e fazem parte de um Menu Iniciar que, ao mesmo tempo, é novo e antigo. Novo porque ele foi modificado em relação ao que vimos no 7 e também no 8, mas antigo, porque traz familiaridade com o Windows 7, solucionando o principal erro do Windows 8.
Uma novidade do Windows 10 foi a introdução do programa Windows Insider, que permite que usuários recebam frequentemente compilações de teste do Windows e testem as novidades antes de o grande público recebe-las. Assim, a Microsoft pode liberar as atualizações sem temer tantos problemas de compatibilidade, já que tudo é testado por uma base bem grande de usuário de teste antes de ser liberada para uma base ainda maior de usuários comuns.
O sistema trouxe outras novidades como a assistente Cortana e o navegador Microsoft Edge, que colocou um fim no malfadado Internet Explorer. O browser antigo ainda está presente no sistema, mas em segundo plano, apenas por razões de retrocompatibilidade.
Outra diferença grande em relação a todas as versões anteriores do Windows, é que a Microsoft permitiu que usuários do Windows 7 e 8.1 fizessem a atualização grátis para a nova plataforma, o que alavancou rapidamente a base de usuários do 10. Em 4 meses, já são mais de 100 milhões de pessoas no sistema mais recente, já se aproximando do pico de usuários do Windows 8.


quarta-feira, 26 de março de 2014

Tirando a tinta da porteira para o burro não quebrar a cerca........

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TI pessoal >

Dica: como deixar a barra de tarefas do Windows ao seu gosto

Ian Paul, PCWorld EUA
26 de março de 2014 - 11h00
Veja estas dicas simples para evitar que ela ocupe espaço na tela e fazê-la funcionar como nos “bons tempos” do Windows XP.
Entre os componentes do desktop que podem ser modificados para melhorar a experiência do usuário com o PC, a barra de tarefas do Windows é talvez o mais ignorado. Mas hoje vou mostrar dois truques com ela: um irá lhe dar um pouco mais de espaço para o trabalho no dia-a-dia, e o outro remete ao velho Windows XP, para os que sentem saudades dos dias de glória do Windows.
Ganhando espaço
A barra de tarefas é ótima para navegar entre diferentes programas abertos, ver as horas e ficar de olho em notificações do sistema. Mas sejamos honestos: em boa parte do tempo ela só está ocupando espaço no rodapé da tela.
Felizmente a barra de tarefas não precisa estar na tela todo o tempo, e pode ser ocultada ou exibida à vontade. Veja como fazer isso no Windows 7 e 8.1.
DicaTaskbar_Ocultar-490px
Marque a opção destacada em vermelho para fazer a barra de
tarefas se ocultar automaticamente, liberando espaço na tela
Clique com o botão direito do mouse em um espaço vazio na barra de tarefas e selecione o item Propriedades. Na aba Barra de Tarefas, marque a opção que diz Ocultar automaticamente a barra de tarefas. Clique em Aplicar e em OK. A barra de tarefas pode aparecer e sumir algumas vezes, mas eventualmente irá se recolher no canto inferior da tela, esperando ser chamada.
Para fazer a barra aparecer, simplesmente leve o mouse até a parte de baixo da tela. No Windows 8.1, você verá que a barra fica mais translúcida que o normal quando configurada para se ocultar automaticamente.
Se você quiser retornar a barra de tarefas à sua posição permanente, repita os passos e desmarque a opção Ocultar automaticamente a barra de tarefas.
À moda do Windows XP
Desde o Windows 7 por padrão a barra de tarefas condensa todas as janelas de um mesmo programa atrás de um único ícone, ou botão. Se você tem três documentos do Word abertos, verá um único botão do Word. E se você parar o cursor do mouse sobre este botão, verá um preview de cada janela.
DicaTaskbar_Agrupar-490px
Selecione Nunca agrupar neste menu para que cada
janela tenha seu próprio botão na barra de tarefas
Essa abordagem é útil para “limpar” a barra de tarefas, mas algumas pessoas preferem o “jeito XP”, onde cada janela tem seu botão. E há uma forma fácil de conseguir isso: clique com o botão direito do mouse sobre um espaço livre na barra de tarefas e selecione o item Propriedades no menu. Na aba Barra de Tarefas procure o item Botões da barra de tarefas. Clique no menu em frente a ele e escolha a opção Nunca agrupar, ou então Agrupar quando a barra de tarefas estiver cheia se quiser uma abordagem mais prática.
Clique em Aplicar e em OK e pronto, cada janela aberta tem seu próprio botão na barra de tarefas, como antes.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Salvando o dia - Helpdesk



Conheça os melhores discos de boot para resgatar um PC

Não importa se o motivo é um HD que está morrendo ou uma infecção por malware, estes utilitários irão ajudá-lo a salvar o dia, e seus dados também!
Por Jon L. Jacobi, PCWorld EUA
06/12/2013
Se seu PC não dá mais boot, um disco de boot é como a versão eletrônica de um desfibrilador: com ele você pode detectar memória ruim, setores corrompidos no disco, mudar senhas, recuperar dados e fazer tudo o que precisa para trazer sua máquina de volta ao normal. Há inúmeras ferramentas de boot no mercado, e neste artigo vamos apresentar algumas das mais interessantes. 
Ferramentas que você já tem
Talvez você nem precise de software extra para criar um disco de boot. O Windows Vista, Windows 7 e Windows 8.1 tem ferramentas para criar um disco ou pendrive de recuperação do sistema. Em muitos casos ele é tudo do que você vai precisar se algo der errado, e deve ser o ponto de partida para a maioria dos usuários. Se você ainda consegue carregar o sistema operacional mas ele está travando, mostrando mensagens de erro ou sofrendo nas mãos de malware, um disco de reparo permitirá que seu PC “volte no tempo” até um ponto seguro de recuperação do sistema.
O Prompt de Comando lhe dá acesso a ferramentas úteis como um utilitário para particionamento do disco e o bom e velho chkdsk para analisar e reparar erros no sistema de arquivos ou mapear setores ruins no disco rígido. Não desista de um HD silencioso que está apresentando erros até experimentar o chkdsk, já que ele pode corrigir os problemas. Já um HD barulhento é sinal de problema de hardware, e o melhor a fazer é o backup imediato de tudo o que está nele antes de qualquer outra coisa, incluindo um diagnóstico.
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Um disco de recuperação do Windows já traz ferramentas úteis
Se você não conseguir recuperar o sistema usando as ferramentas mencionadas, o disco permite que você restaure a partição do sistema inteira (e outras partições inclusas no backup) a partir de uma imagem de backup que você tenha criado. Mas esta pode não ser a melhor opção, já que você perderá quaisquer arquivos gravados no disco desde que a imagem foi criada.
Infelizmente o sistema de restauração de imagem do Windows não é confiável na hora de restaurar para hardware diferente do original, como um HD novo de maior capacidade instalado para substituir um HD menor que está falhando. Mas você ainda pode recuperar os dados dos arquivo .vhd (Virtual Hard Drive) depois que reinstalar o Windows.
Munição pesada
Se o disco de recuperação do Windows não resolver seu problema, você precisará de algo mais capaz, versátil e confiável, como um dos discos de boot descritos a seguir.
R-Drive Image: este utilitário exige o mínimo de memória e suporta qualquer sistema de arquvios moderno: FAT, NTFS, Linux, Mac e BSD, e mesmo o novo ReFS usado no Windows Server 2010. Também suporta discos conectados via SATA, USB ou mesmo rede. A interface básica (que exige apenas 64 MB de RAM) lembra as BBSs dos anos 80 e seus menus em modo texto, mas também há uma interface mais moderna com um visual similar ao do Windows.
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Não deixe a interface te enganar, o R-Drive Image é poderoso
Como também oferece uma versão completa para Windows que é capaz de montar as imagens como “HDs virtuais”, o R-Drive é minha ferramenta preferida há alguns anos. Uma licença para uso pessoal custa US$ 44,95, mas uma versão de demonstração que funciona por 30 dias.
Active Boot Disk: O preço (US$ 80) pode parecer salgado, mas este utilitário tem recursos de primeira para recuperação de arquivos e partições, além da capacidade de criar e restaurar imagens de discos. Ele também é capaz de mudar senhas do Windows, e perdi a conta de quantas vezes esse recurso salvou meu dia, seja permitindo o login em um computador cuja senha esqueci ou permitindo o acesso aos dados armazenados em um PC de um ex-funcionário. Só lembre-se que uma troca de senha irá lhe impedir de recuperar dados de contas criptografadas pelo Windows.
O Active Boot Disk é baseado no Windows Pre-Install Environment (Windows PE), o que lhe permite usar a familiar interface Windows, e é capaz de carregar drivers extras durante a inicialização, o que é útil para lidar com hardware antigo e incomum ou quando novas tecnologias, como o USB 3.0, surgem antes do Windows ou Linux incluírem drivers para elas. O Active Boot Disk é uma ótima ferramenta no geral, e embora suas ferramentas para lidar com imagens não sejam tão robustas quanto as do R-Disk Image, ainda são mais versáteis que as do Windows.
Offline NT Password and Registry Editor: Escrita por Petter Nordahl-Hagen, essa “belezinha” baseada em Linux é uma alternativa gratuita ao Active Boot Disk se você precisa resetar senhas do Windows. Sua interface baseada em uma linha de comando pode ser um pouco assustadora, mas na maioria dos casos tudo o que você tem de fazer é seguir as instruções na tela. Se você está “trancado do lado de fora” de uma conta ou PC, o Offline NT Password and Registry Editor é a ferramenta de que você precisa.
Parted Magic: Baseada em Linux, esta ferramenta para reparo e recuperação de discos tem alguns excelentes recursos, incluindo exclusão segura de dados (baseada em software ou firmware), um editor gráfico de partições, uma ferramenta para clonagem de discos e um antivírus.
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Parted Magic reúne várias ferramentas em um só disco, com uma interface familiar
Melhor ainda, uma das opções no boot (sob o item Extras) é o Memtest 86+, a melhor ferramenta para teste de memória que já encontrei. Se seu computador está agindo de forma estranha ou congelando aleatoriamente, o Memtest 86+ irá dizer se o culpado é um pente de memória ruim. E anotando em que área da memória os erros ocorrem é possível determinar qual pente está com problemas, facilitando a troca.
Hiren’s Boot CD: Pessoalmente prefiro ter um disco de boot para cada tarefa, mas há aqueles que preferem uma abordagem mais completa, e é isso que o Hiren’s Boot CD oferece. Os autores solicitam ativamente sugestões de programas a incluir, e a “escalação” atual inclui ferramentas para lidar com imagens de disco, antivírus, editores de partições e ferramentas para análise de hardware. Também há uma mini-versão do Windows XP, do Linux (com o Parted Magic), e um ambiente DOS com ferramentas associadas
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Hiren's Boot CD é um verdadeiro canivete suíço
O único problema do Hiren’s é o tempo necessário para encontrar cada ferramenta: ele não é um pacote para quando você precisa fazer login e logout com pressa. Ainda assim, se você estivesse perdido em uma ilha deserta com apenas um disco de boot, este é o que você gostaria de ter com você. Ele é capaz de lidar com quase qualquer tarefa de diagnóstico e recuperação, e é grátis.
Ultimate Boot CD: Por padrão este disco contém uma variedade de utilitários de linha de comando, incluindo muitos para diagnosticar o processador, periféricos, memória (Memtest86 e Memtest86+), buscar por malware e muito mais. Também inclui o Parted Magic e o gerenciador de boot grub4dos.
Mas assim como o Hiren’s ele é altamente configurável, e você pode adicionar suas próprias ferramentas. Vi versões que usam o Windows PE, por exemplo. Dá mais trabalho para criar, mas você acaba com um produto que atende exatamente às suas necessidades.
Live Linux
Algumas vezes é mais fácil buscar, manipular e recuperar arquivos usando um sistema operacional completo, como uma distribuição Linux rodando a partir de um CD (Live CD) ou pendrive. Isso também é útil quando você está tentando remover manualmente malware de um PC, e não consegue fazer isso a partir do Windows.
Uma destas distribuições é o Slax, que é notavelmente leve. Seus requisitos de hardware são mínimos (48 MB de RAM no modo texto, 256 MB no modo gráfico), portanto ele é capaz de rodar até mesmo em máquinas antigas. Ele é fácil de usar, e tem uma ferramenta básica para edição de partições (o Parted) integrada. Mas seu principal apelo é que ele carrega rapidamente, permitindo que você copie aqueles arquivos importantes de um HD com problemas para um pendrive ou outro disco sem demora. Quando um HD está morrendo, cada segundo conta.
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Slax é uma distribuição Linux bem leve
Outra opção é o Ubuntu, que tem requisitos de sistema mais altos que os do Slax ou Parted Magic, mas é uma boa escolha em máquinas com mais memória (a partir de 2 GB de RAM). O Ubuntu é um sistema operacional completo com amplo suporte a hardware e muitos aplicativos disponíveis.
Você pode rodar o sistema como um Live CD, ou “instalá-lo” em um pendrive. Nesse modo você pode instalar praticamente qualquer aplicativo Linux disponível, desde que tenha espaço no pendrive, e há muitas ferramentas de recuperação para Linux.
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Ubuntu: um sistema operacional completíssimo que pode rodar a partir de um pendrive
Ferramentas anti-vírus
AVGAviraBitdefenderF-SecureKaspersky… você pode escolher. Praticamente todas as grandes empresas de software antimalware oferecem um disco de boot gratuito para analisar sistemas que não dão boot, ou resgatar aqueles que estão exibindo sintomas de malware que impedem uma varredura usando o sistema operacional nativo.
Já usei todos eles com igual sucesso, ou falta dele. Digamos que há uma chance de 50% de que você consiga limpar completamente um sistema imediatamente, já que muitos ataques bem-sucedidos acontecem antes que os fabricantes de antivírus possam desenvolver contramedidas.
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Discos de boot com antivírus, como o da Avira, ajudam a combater malware
Aguardar alguns dias antes de fazer uma varredura é uma boa idéia, já que dá às empresas de segurança tempo para se adaptar a qualquer novo tipo de ataque que você tenha sofrido. Por causa da constante evolução do malware e técnicas de ataque, você terá de manter seus discos de antivírus sempre atualizados, embora a maioria deles seja capaz de baixar automaticamente as definições de malware mais atuais se houver uma conexão à internet.
Criando pendrives “bootáveis”
Você pode usar uma ferramenta chamada Windows 7 USB/DVD Download Tool para transferir discos de boot baseados em Windows de imagens ISO para pendrives “bootáveis”. No caso das ferramentas baseadas em Linux o melhor é usar o Universal USB Installer, uma ferramenta gratuita encontrada no site pendrivelinux.com.
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O Universal USB Installer coloca quase qualquer distribuição Linux em um pendrive
O Universal USB Installer pode até mesmo fazer o download da distribuição Linux que você quer instalar no pendrive. Basta escolher ela numa lista e aguardar.
Problemas com UEFI
Há problemas com discos de boot em sistemas que só são capazes de inicializar via UEFI (Universal Extensible Firmware Interface, um substituto da tradicional BIOS dos PCs). Felizmente eles são poucos, já que a maioria dos fabricantes ouviu reclamações suficientes pra permitir o boot via BIOS. Uma forma de contornar o problema é usar um disco de instalação ou recuperação do Windows 8, já que eles são capazes de inicializar um PC via UEFI. Mantenha um em seu kit de ferramentas.
O que eu levo comigo
Atualmente eu tenho sempre à mão discos de recuperação do Windows em versões de 32 e 64 Bits, Slax, Ubuntu, Parted Magic, Active Boot Disk, Hiren’s Boot CD e R-Drive Image, para estar preparado para qualquer situação. Em caso de desastre começo pelo Parted Magic para o particionamento do disco, Active Boot Disk para recuperação de senhas, R-Drive Image para backup e recuperação e Ubuntu para lidar diretamente com arquivos.
Uso as outras ferramentas quando minhas favoritas não funcionam ou caso sejam incompatíveis com um PC ou sistema operacional específico. Pelo mesmo motivo tenho imagens ISO de todos os outros utilitários em um HD USB 3.0 externo. Também tenho sempre à mão um pendrive extra, um drive óptico USB e um disco DVD-RW, assim posso criar qualquer disco que precisar na hora.
Os discos de boot valem seu peso em ouro na hora em que um PC tem problemas, e permitem que você explore, recupere e repare o conteúdo de um disco rígido. Agora que você sabe de qual deles irá precisar, está pronto para qualquer emergência.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Use com sabedoria essa informação

Aprenda a desabilitar a senha de login no Windows

 Da Redação
13 de novembro de 2013 às 07h00
Se você é o único usuário de um desktop, esta dica pode ajudá-lo a economizar alguns segundos no boot. Mas nunca a use em uma máquina compartilhada!
Antes de mais nada, vamos deixar claro: desabilitar uma senha não é algo que normalmente recomendaríamos, mas entendemos que pode ser uma idéia atraente em alguns casos. Por exemplo, se seu computador é um desktop que nunca sai de casa e você mora sozinho, eliminá-la pode ser uma forma de reduzir o tempo entre o ato de ligar o computador e ele estar pronto para o uso.
Mas fica o aviso: nunca elimine a senha do Windows em um PC compartilhado, ou em um notebook. Sem ela suas informações ficam vulneráveis, e qualquer pessoa que tenha acesso físico à máquina também terá acesso a todos os seus arquivos, e-mails e mais.
Não é algo que eu faria, mas se você estiver disposto, basta seguir alguns passos. O primeiro é chegar à janela de Contas de Usuário, e o caminho até lá varia de acordo com a versão do Windows que você está usando:
Windows XP: Clique em Iniciar / Executar, digite control userpasswords2 e tecle Enter
Windows Vista e 7: Clique em Iniciar, digite netplwiz e tecle Enter
Windows 8 e 8.1: Na Tela Iniciar digite netplwiz e tecle Enter
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Basta desmarcar uma opção na janela Contas de Usuário para se livrar da senha de login
Na janela Contas de Usuário selecione a sua conta e desmarque a opção Os usuários devem digitar um nome de usuário e uma senha para usar este computador. Clique em OK e o Windows irá pedir para você digitar sua senha duas vezes. Faça isso.
Da próxima vez em que você iniciar o computador, o Windows irá automaticamente para o desktop, sem pedir uma senha.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Futurologia do Gartner - Quem viver verá

Eu acredito nessa previsão, porém ela não fala como a Microsoft esta se preparando para não sucumbir. No meu exercício de futurologia, entendo que a Microsoft vai se reinventar, como a IBM fez no passado, se tornando a maior provedora de serviços WEB. Se estiver certo, não importa qual sistema você vai usar, seu mundo(ou nuvem) pessoal e empresarial estará no "Céu" deles. O que você pensa disso ?

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TI pessoal >

Sistemas operacionais da Apple vão superar o Windows em 2015, diz o Gartner

Martyn Williams, IDG News Service
25 de junho de 2013 - 09h00

A popularidade dos tablets e dos smartphones impulsionará o avanço do iOS e do Mac OS X, face à queda dos sistemas operacionais disponibilizados pela Microsoft. Mas o Android vai dominar o mercado móvel

As vendas de dispositivos baseados em sistemas operacionais da Apple, Mac OS X e iOS, vai ultrapassar as de produtos que executam versões do Windows, em 2015, prevê uma analista e vice-presidente do Gartner, Carolina Milanesi.

A troca na liderança se dará cerca de 13 anos após Steve Jobs ter reinventado a Apple e ter lançando o iPod, estabelecendo assim um novo caminho para a empresa conquistar e definir novos mercados.
No ano passado, o fornecimento de produtos com o Windows ainda superou a entrega de dispositivos com Mac OS e iOS, entre 347 a 213 milhões, segundo dados do Gartner. Essa liderança será reduzida para cerca de 23 milhões em 2014.

“A Apple já está liderando o mercado doméstico. Já está vendendo mais do que o Windows hoje”, disse Milanesi em entrevista por telefone. “Mas a Microsoft continua relevante graças ao mercado empresarial e profissional”.

A alteração prevista reflete a mudança no panorama dos computadores, no qual desktops e laptops estão sendo cada vez mais substituídos por smartphones e tablets. A Microsoft tem tido dificuldades para impulsionar a adoção em massa do Windows Phone 8. Mas a presença do Windows 8 e do Windows RT têm confundido alguns compradores de tablets.

O Windows continuará a ser um sistema operacional importante. Embora se preveja que mais dispositivos sejam vendidos com base em sistemas operacionais da Apple em 2015, a base instalada do Windows continuará a ser muito grande.O Gartner antevê algum impulso importante para a Microsoft no segmento dos tablets com o futuro Windows 8.1.

Android estabelece marco este ano
Um marco igualmente simbólico será estabelecido este ano, quando as vendas de dispositivos baseados no sistema operacional Android, da Google bater as vendas combinadas de produtos MacOS, iOS e Windows.

O Android já é a plataforma de computação dominante nos novos dispositivos móveis: em 2012 representou o fornecimento de mais de 500  milhões de dispositivos, face a 559 milhões juntando-se os da Apple e os da Microsoft.

Este ano o Android deve estar em 867 milhões de dispositivos vendidos, enquanto que o total combinado dos produtos da Apple e da Microsoft atingirá os 636 milhões, de acordo com as previsões do Gartner.
O número de dispositivos Android vendidos em 2014 ultrapassará bilhões, diz o Gartner.

O crescimento do número de dispositivos Android e Apple surge como resultado da popularidade de smartphones e tablets. O Gartner prevê que as vendas de tablet evoluam de 120 milhões no ano passado para 202 milhões este ano e para 276 milhões em 2014. O fornecimento de smartphones no mesmo período deve aumentar de 1,7 mil milhões para 1,9 mil milhões.

Queda nos PC desacelera em 2015
Entretanto, as vendas de PC deverão continuar a cair ao longo dos próximos dois anos, com os tablets e novos computadores híbridos atraindo consumidores e clientes empresariais. O  Gartner prevê que as vendas de PC, em desktop e notebook, caiam quase 11% este ano e 5% no próximo – em grande parte devido ao enfraquecimento das vendas de laptops.

Os ultrabooks _ computadores ultraportáteis, mais finos e leves do que os notebooks tradicionais, e muitas vezes equipados com telas táteis , estando preparados para serem transformados em tablet _ terão a preferência de muitos usuárioss empresariais, diz Milanesi. Reduzem o número de dispositivos que os usuárioss têm de gerir.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Hyper-V no Windows 8


Hyper-V no Windows 8

Written by Fabio Hara on. Posted in Virtualização, windows 8
Um dos destaques que podemos citar no Windows 8 é o componente Hyper-V, presente apenas nas edições Enterprise e Pro. O Hyper-V presente basicamente possui as mesmas características e capacidades que o recurso tem no Windows server 2012, e permite que desenvolvedores e profissionais de infraestrutura possam criar máquinas virtuais em seus desktops e facilmente exportar para um servidor com Hyper-V no Windows server 2012. Este recurso vem a substituir o XP Mode, presente no Windows 7 e é importante entender que não tem a mesma funcionalidade (suporte a USB, abrir aplicativos instalados na máquina virtual como se fossem aplicativos locais, etc) e usabilidade se comparadas com a nova versão. O Hyper-V do Windows 8 tem o Hyper-V Manager, igual a edição de servidor, e a interface são praticamente idênticas. Dentre as principais características podemos citar: Como trata-se de virtualização então é necessário antes de mais nada que o processador suporte instruções de virtualização (Intel-VT ou AMD-V). Você deve verificar na BIOS se tal recurso existe e está habilitado antes de mais nada. O principal requisito técnico envolve a necessidade de se utilizar um processador que suporte o recurso de SLAT (Second Level Address Translation). O processador SLAT é um dos maiores benefícios para servidores de virtualização, pois em síntese permite que a memória alocada de uma máquina virtual acesse diretamente a memória física do Host, sem a necessidade do host de manter uma camada a mais de tradução de memória. Nas edições do Windows Server 2012 e Hyper-V Server não é obrigatório ter um processador SLAT para executar o serviço do Hyper-V, entretanto é extremamente desejável, visto que traz maior desempenho de memória para as máquinas virtuais.  

SLAT PARA WINDOWS 8 HYPER-V

  Mas qual o motivo do SLAT ser necessário para executar o serviço de Hyper-V no Windows 8? O SLAT é necessário, pois quando um driver de dispositivo ou componente de outro modo kernel faz alocações de memória frequentes usando o conjunto de proteção PAGE_WRITECOMBINE enquanto o Hypervisor está em execução podem ocorrer sobrecargas ao Hypervisor. Quando o gerenciador de memória do kernel aloca memória usando o atributo WRITECOMBINE, o gerenciador de memória do kernel deve liberar o Lookaside Buffer de Tradução de Endereços (TLB) e cache para a página específica. No entanto, quando a função Hyper-V é ativado, o TLB é virtualizado pelo hypervisor. Portanto, cada descarga TLB envia uma interceptação para o hypervisor. Essa interceptação instrui o hypervisor para descarregar a TLB virtual. Isto é uma operação dispendiosa que apresenta um custo à virtualização. Normalmente, este é um evento frequente em cenários de virtualização suportados. No entanto, alguns drivers gráficos de vídeo podem causar esta operação a ocorrer com muita frequência durante determinadas operações. Isso amplia significativamente a sobrecarga no hypervisor. No caso do Windows Server 2012 com recurso de Hyper-V a principal recomendação é que seja utilizado drivers VGA para o servidor, pois causam menor sobrecarga ao Hypervisor. Normalmente a necessidade de ter um driver de vídeo especial ocorre quando você usa um notebook com Windows Server 2012 Hyper-V para fazer apresentações / demos, pois sem um driver de vídeo não é possível (na maior parte dos casos) passar o sinal para a saída de vídeo do notebook. Já em hardware de servidores não há esta necessidade e por isso não há sobrecarga ao Hypervisor. Entretanto máquinas com Windows 8 faz todo sentido utilizar um driver de vídeo especial pois trata-se de uma máquina de trabalho, portanto para não haver prejuízos de desempenho é necessário ter o recurso de SLAT no processador.  

COMO POSSO VERIFICAR SE MEU COMPUTADOR SUPORTA SLAT?

Você pode verificar no site do fabricante do seu processador (Intel ou AMD) para saber se o modelo do seu processador suporta SLAT, além de suportar Intel-VT ou AMD-V. Normalmente maquinas com processador da família Core (1°, 2° ou até 3° geração) suportam SLAT. Outra forma mais simples é, mesmo usando Windows 7, execute o comando MSINFO32.EXE e em System Summary verifique o seguinte: Olhando de cima para baixo voce vai ver o item:”Hyper-V Second Level Address Translation = Yes”   Para instalar o Hyper-V basta acessar o Painel de Controle / Program and Features e a seguir selecione Turn Windows Features on or off   Este é um ponto de atenção, pois máquinas com hardware mais antigo podem até executar o Windows 8 e ter suporte no processador para o Intel-VT ou AMD-V. Entretanto somente estes requisitos são insuficientes se não houver o SLAT caso queira executar o Hyper-V no Windows 8.  

CAPACIDADES DO HYPER-V NO WINDOWS 8

  Mesmo que o Windows 8 tenha o recurso de Hyper-V nem todas as funcionalidades estão disponíveis igual a sua versão no Windows Server 2012. Dentre os recursos que não estão disponíveis podemos citar: Capture   Entretanto outros pontos positivos que o Hyper-V no Windows 8 permite: Tecnicamente, as mesmas capacidades de máquinas virtuais do Hyper-V no Windows Server 2012 são possíveis no Windows 8 como por exemplo:
  • Até 64 processadores virtuais por máquina virtual
  • Até 1TB de RAM por máquina virtual
  • Etc
Isto torna muito interessante para desenvolvedores e profissionais de infraestrutura realizar testes de máquinas virtuais no seu próprio computador. Praticamente qualquer carga de trabalho de uma máquina virtual pode ser facilmente recriada em ambiente virtual no Hyper-V do Windows 8 e exportada para o Windows Server 2012 Hyper-V.   O que achou deste artigo? Deixe seu feedback!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Só para variar...

Vírus já exploram vulnerabilidade dos atalhos do Windows

(http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/07/23/virus-ja-exploram-vulnerabilidade-dos-atalhos-do-windows)
Por IDG News Service
Publicada em 23 de julho de 2010 - 10h47

Companhia da área de segurança descobre ação de duas ameaças virtuaisbaseadas que aproveita bug do Windows relacionado aos arquivos .link.

Um worm descoberto recentemente, que usa uma vulnerabilidade do windows relacionadas a atalhos, está sendo utilizado por outros criadores de vírus e se tornará em breve muito mais disseminado, de acordo com a empresa de segurança Eset.

A Eset anunciou na quinta-feira (22/7) o surgimento de duas novas famílias de software malicioso, que exploram uma vulnerabilidade causada pelo modo com o qual o Windows lida com arquivos .link, usados para fornecer atalhos a outros arquivos do sistema.

A vulnerabilidade foi explorada inicialmente pelo worm Stuxnet, descoberto em sistemas de computadores do Irã, no mês passado. Altamente sofisticado, o Stuxnet tem como alvo sistemas que rodam software de gerenciamento de sistemas de controle industrial da Siemens. O worm rouba arquivos de projetos do tipo SCADA (sigla para Supervisory Control and Data Acquisition) dos sistemas da Siemens.

A Siemens publicou uma atualização de segurança na quinta-feira, mas a Microsoft ainda precisa corrigir o bug do Windows que permite a disseminação do worm.

O malware recém-descoberto é “muito menos sofisticado” que o Stuxnet e “sugere que seus autores se basearam em técnicas desenvolvidas por outros”, disse o pesquisador da Eset Pierre Marc-Bureau, em um blog corporativo.

Um desses novos exemplares instala um “keystroke logger”, ferramenta utilizada por hackers para roubar senhas e outros dados, no computador da vítima. “O servidor usado para entregar os componentes utilizados no ataque está localizado atualmente nos EUA, mas o IP é atribuído a um cliente na China”, disse Bureau.

As outras variantes poderiam ser usadas para instalar qualquer um dos vários tipos de softwares maliciosos existentes.

A cada nova variação de ameaça que surge, aumenta a pressão sobre a Microsoft para que corrija a vulnerabilidade. O próximo conjunto de atualizações de segurança da empresa tem publicação prevista para 10 de agosto. Mas, se um número suficiente de consumidores vierem a ser infectados, a empresa poderá ser forçada a apressar um patch de emergência para o problema.

A Microsoft já publicou uma solução temporária para a vulnerabilidade e afirma que está trabalhando numa correção.

Até agora o verme Stuxnet só representa uma pequena fração – menos de um centésimo de 1% - do malware que a Eset vem acompanhando na Internet, disse Randy Abrams, diretor de educação técnica da Eset, em entrevista.

No entanto, isso pode mudar. “É provável que ele se torne um dos vetores de ataque mais ativos”, disse. “Eu prevejo que, dentro de alguns meses, veremos centenas, ou até mesmo milhares, de peças de malware que usam essa vulnerabilidade de link.”

Mais informações para você ser livre

Cinco avisos antes de mudar do Windows para o Linux

(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/07/30/cinco-avisos-antes-de-mudar-do-windows-para-o-linux)
PC World/US
30/07/2010
(Ken Hess)

As distribuições Linux estão cada vez mais fáceis de usar, mas o sistema da Microsoft ainda é mais confortável e prático.

Um cliente feliz pode até contar a alguém a razão de sua alegria. Um cliente infeliz, por sua vez, espalha aos quatro cantos os motivos de sua insatisfação. Converter-se ao mundo Linux antes de tomar uma boa dose de realidade pode transformá-lo em um indivíduo do segundo grupo. Se me permitam ser totalmente honesto, afirmo: o Linux ainda não é para todos. Por mais que o Ubuntu, o Mandriva e algumas outras distribuição cheguem perto, o Windows continua sendo mais fácil de usar.

Dito isso, não quero dar a questão por encerrada. Existem muitos motivos para trocar o sistema operacional da Microsoft por um de código aberto. Seus negócios e sua produtividade dependem da estabilidade de seus computadores, da felicidade dos funcionários, e da habilidade, sua e deles, em trabalhar da maneira mais eficiente que puderem, com o menor número de ocorrências possível. Se você, realmente, pensa em descartar o Windows de seu maquinário, existem algumas questões das quais deve estar ciente antes de prosseguir com o plano. O Linux é, de fato, uma plataforma incrivelmente útil, interessante e versátil, porém, tem as suas falhas. A seguir, uma lista para que você já comece a se familiarizar com elas.

Não é Windows
Por mais óbvia que seja essa observação, você não deve esperar que o Linux se comporte como o Widnows. Há algumas similaridades: os gráficos, os menus, as aplicações representadas por ícones, temas para desktop, enfim, a maioria das coisas que você já conhece do da área de trabalha no sistema da Microsoft. Parece Windows, mas não é. Seus fãs dizem que é melhor, por ser mais estável, por suas variadas funcionalidades e por seu preço absurdamente baixo – convenhamos, é difícil ser mais barato que a gratuidade.

No entanto, o Linux não consegue imitar o Windows no que ele tem de melhor, pelo menos, aparentemente. Por ser o sistema operacional mais usado no mundo, ele conta com uma série de vantagens: milhares de desenvolvedores devidamente empregados, uma máquina de marketing enorme, suporte técnico de terceiros, muitos anos de validade, e uma dedicada base de usuários, tanto no setor corporativo quanto no âmbito doméstico. Não é de se espantar que a Microsoft domina o mercado dos computadores e os dólares que este mundo rende.

De certa maneira, a batalha entre Windows e Linux é como aquela outra, entre o VHS e o Betamax. O segundo, mesmo sendo superior, perdeu a guerra por nunca ter caído no gosto do mercado. O Linux é uma versão moderna do Betamax. Não é o Windows. Nunca será.

E não é Unix
O Linux tem muitas da qualidades do Unix, como a interface de seu sistema de arquivos, seu suporte para que muitos usuários utilizarem o mesmo dispositivo, a propagada estabilidade e eficientes recursos de segurança. Ainda assim, o Linux também é muito diferente das distribuições comerciais do Unix. Mesmo que que rode confortavelmente em hardwares x86, tenha boa disposição para a virtualização e possa ser carregado em um pen drive, as disparidades persistem.

A extrema versatilidade do Linux torna-o único para pequenas companhias, médias empresas e máquinas para o consumidor final. O Linux é um tipo de Unix, mas não no sentido pleno da palavra. Alguns desenvolvedores o chamam de clone. Tanto um quanto o outro sofrem como o mesmo problema em questões de compatibilidade. Por exemplo: se você estiver rodando sua aplicação em um IBM AIX, o programa será tão mais compatível em um Linux quanto seria em um Sun Solaris ou em HP-UX.

Impressoras e outros periféricos
É verdade: o Linix não tem muitas opções em se tratado de suporte a periféricos. Se você já tentou configurar uma impressora para funcionar com o sistema, provavelmente já perdeu alguns fios de cabelo nessa tarefa. Há um grande número de aparelhos compatíveis, mas se justamente aquele que você comprou não estiver na lista, bem, desejo-lhe sorte. Depois de horas gastas com pesquisa em fóruns na internet, você poderá descobrir que a impressora não é mesmo compatível e nem é capaz de simular o funcionamento de outra que seja suportada.

Nessa área, o Linux traz mais dores de cabeça que qualquer outro sistema operacional moderno. A solução para a questão é, antes da compra, checar quais dispositivos a distribuição que você possui aceita. Caso contrário, e com algum azar, você terá que dispensar a impressora já adquirida; la não terá mais utilidade mesmo.

Documentos e arquivos
Esse problema em particular está mais relacionado com as aplicações que funcionam no Linux que com o sistema em si mesmo. Você descobrirá que a maioria das extensões populares de arquivos para Windows, como as do Office ou do Photoshop, podem ser abertas e editadas em um programa similar disponível para o Linux. No entanto, alguns documentos poderão não ser suportados nativamente pelo Open Office, suíte de escritório, ou pelo GIMP, equivalente ao Photoshop, pois possuem alguma espécie de “bloqueio proprietário” que obriga que sejam abertos apenas pelos softwares que os criaram. Usuários de Linux, por vezes, procuram por táticas para superar esses obstáculos; converter o arquivo para um formato mais usual, em geral, resolve o empecilho, mas requer conhecimento técnico superior.

Competências técnicas necessárias
Usuários de Linux precisam de um conhecimento técnico mais avançado para fazer com que as coisas funcionem. Isso não quer dizer que pessoas menos hábeis não conseguirão usá-lo, mas para algumas atividades mais complexas – como configurar um periférico que não seja reconhecido rapidamente pelo sistema ou instalar um software que não esteja dentro de um pacote disponível – certas aptidões serão necessárias. Configurar um servidor Linux é relativamente simples, mas para habilitar alguns de seus serviços um profissional mais qualificado é recomendável. Se você for do tipo que gosta de mexer em computadores, aprender coisas novas e celebrar conquistas na área da informática, o Linux, com certeza, é para você.

Conclusão
Por fim, a mudança para o Linux requer certa dedicação para se informar sobre as particularidades do sistema, investigar o modo como a plataforma funciona e, lógico, um pouco de paciência na hora de resolver as dificuldades que surgirão. Saiba que o Linux não suporta todo periférico disponível no mercado. Mas, acredito, caso você esteja certo de sua escolha, já deve estar ciente de que os obstáculos existem e alguns sacrifícios terão que ser feitos pelo caminho.

Se preferir continuar com o confortável e o familiar, fique com o Windows. Se quiser nivelar por baixo o maquinário corporativo, gaste mais dinheiro e compre produtos da Apple. Ou, finalmente, se estiver disposto a sofrer um pouco e fazer algumas concessões , use o Linux em seus servidores e experimente um novo tipo de liberdade.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Acredite, esse dia vai chegar

10 razões para sua empresa largar o Windows e abraçar o Linux

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/07/26/10-razoes-para-largar-o-windows-e-abracar-o-linux)
Por PC World/EUA
Publicada em 26 de julho de 2010 às 07h50
Atualizada em 26 de julho de 2010 às 10h21

O fim do suporte a versões antigas do Windows pode ser uma boa oportunidade para considerar a migração para o sistema que, além de livre, é grátis.

Agora é uma hora particularmente boa para largar o Windows, tanto nas estações de trabalho como em servidores. Um exemplo: agora que a Microsoft parou de oferecer suporte para versões mais antigas do Windows em 13 de julho, você vai precisar de algo diferente para usar em seus servidores. Esteja você mudando do Windows Server 2003 para o 2008 ou para um servidor Linux – ou trocando o cansado Windows Vista dos desktops pelo alienígena Windows 7 ou algo mais amigável – o Linux lhe dá liberdade e, principalmente, liberdade de escolha.

Você pode acreditar que deixar o Windows e migrar para o Linux é algo difícil, mas a mudança no modo de pensar e a percepção dessa mudança são o que há de mais difícil. Se você já tentou atualizar o Windows XP para o Windows 7, então sabe o que é dor.

Os empresários descobriram que o Linux, que uma dia já foi um sistema operacional de “nicho”, fornece os componentes e os serviços necessários nos quais muitos se apoiam. O Linux continua sua penetração nos maiores data centers do mundo e em centenas de milhares de desktops individuais, e domina quase 100% da indústria de serviços para a nuvem. Por tudo isso, vale a pena dedicar algum tempo para descobrir o Linux e usá-lo em sua empresa. Aqui estão dez razões para que você dê uma segunda olhada no Linux.

1::Suporte comercial
No passado, as empresas usavam a ausência de suporte comercial como a principal razão para agarrarem-se ao Windows. As “três grandes” provedoras de Linux comercial – Red Hat, Novell e Canonical – puseram esse medo a nocaute. Cada uma dessas empresas oferece suporte 24x7x365 para suas aplicações de missão crítica e serviços de negócio.

2::Suporte a .NET
As empresas que padronizaram seu desenvolvimento com tecnologia Microsoft, especificamente com sua tecnologia web .NET, podem confiar no Linux para obter suporte às mesmas aplicações .NET. A Novell é a dona e apoia o projeto Mono, que oferece compatibilidade com .NET. Um dos objetivos do projeto Mono é oferecer às empresas a capacidade de escolha e de resistir à imposição de um único fornecedor. Além disso, o projeto Mono oferece plugins Visual Studio para que os desenvolvedores .NET possam transferir facilmente aplicações .NET baseadas em Windows sem mudar suas ferramentas de desenvolvimento familiares. Por que a Novell e outras empresas iriam querer criar um ambiente .NET para Linux? Para a estabilidade real de aplicações .NET, o Linux é uma escolha melhor que o Windows.

3::Disponibilidade online
A estabilidade do Linux oferece aos donos de empresas a paz de espírito de que suas aplicações não sofrerão panes muito longas causadas por instabilidade do sistema operacional. O Linux oferece os mesmos níveis de disponibilidade (geralmente medidos em anos) que seus primos Unix. Esta estabilidade significa que o Linux pode suportar as exigências de serviços “99,999% disponíveis”. Reboots após cada correção de software, Service Packs e alterações de drivers fazem do Windows uma escolha instável e não confiável para aqueles que precisam suporte ininterrupto para suas aplicações e serviços críticos.

4::Segurança
Nenhum sistema operacional é 100% seguro - e o Linux não é exceção. Mas o Linux oferece segurança excelente a seus usuários. Das atualizações regulares do kernel a uma lista quase diária de atualizações de segurança, os mantenedores do código mantêm os sistemas Linux bastante seguros. Os donos de empresas que se apoiam em sistemas Linux com suporte comercial terão acesso a todas as correções de segurança disponíveis. Com Linux, você tem uma comunidade mundial de provedores de correções de segurança, e não uma única empresa com código fonte fechado. Você está completamente dependente da resposta de uma só empresa para lhe fornecer correções de segurança quando usa Windows.

5::Aproveitamento de habilidades
Uma barreira à adoção do Linux foi a ideia que ele não é tanto como o Unix, e por conta disso os administradores deste último não poderiam usar com sucesso seus conhecimentos ao fazer a mudança para o Linux. O layout do sistema de arquivos do Linux parece como qualquer outra versão comercial do Unix. O Linux também usa um conjunto padrão de comandos Unix. Há alguns comandos Linux que não se aplicam ao Unix, mas isso também ocorre entre as diversas versões do Unix.

Os administradores Windows podem descobrir que o uso de um teclado em vez de um mouse é uma parte difícil da transição, mas uma vez que eles descubram o poder da linha de comando, eles nunca mais irão querer dar cliques. Não se preocupe com aqueles que não largam uma interface gráfica: o Linux tem diversos gerenciadores de desktops para escolher – e não apenas um.

6::Hardware de mercado
Os empresários vão gostar do fato de que seus sistemas “ultrapassados” ainda rodarão Linux – e bem. Felizmente para quem adota o Linux, não há aquela loucura de atualização de hardware que segue toda nova versão do software recém-lançado. O Linux roda em x86 com arquiteturas de 32 e 64 bits. Se seu sistema roda Windows, ele rodará Linux.

7::Linux é grátis
Você pode ter ouvido que o Linux é grátis (free, em inglês). O Linux não custa nada, e também é livre no sentido que também é livre de patentes e de outras restrições que impediriam empreendedores mais criativos de editar e melhorar o código fonte. Essa habilidade de inovar com Linux tem ajudado a criar empresas como a Google, que aproveitaram essa oportunidade e a converteram em grandes negócios. O Linux é grátis e livre, no sentido de liberdade.

8::Comunidade mundial
O Linux tem o apoio de uma comunidade global de desenvolvedores que contribuem com o código fonte, atualizações de segurança e melhorias no sistema. Esta comunidade ativa também fornece às empresas o suporte gratuito por meio de fóruns e sites. Esta comunidade dispersa pelo mundo dá paz de espírito aos usuários de Linux, porque não há um ponto único de falha nem uma fonte única para suporte e desenvolvimento Linux.

9::Linux Foundation
A Linux Foundation é um coletivo corporativo de patrocinadores Platinum (Fujitsu, Hitachi, HP, IBM, Intel, NEC, Novell e Oracle) e membros que, por meio de doações e contribuições associativas, patrocinam Linus Torvalds e outros que trabalham em tempo integral no Linux. Seu propósito é “promover, proteger e padronizar o Linux para abastecer seu crescimento pelo mundo”. É a fonte primária para todas as coisas Linux. A Linux Foundation é uma grande adição aos usuários e entusiastas do Linux porque sua existência assegura o desenvolvimento contínuo do sistema.

10::Atualizações regulares
Você está cansado de esperar por um Service Pack do Windows a cada 18 meses? Cansado das dificuldades de atualizar seus sistemas Windows de tempos em tempos porque não há uma rota clara de upgrade? O Ubuntu Linux oferece versões novas e melhoradas a cada seis meses e versões de suporte de longo prazo a cada dois anos. Toda distribuição Linux oferece atualizações regulares de seus pacotes e fontes diversas vezes por ano e atualizações de segurança sempre que necessárias. Você pode deixar qualquer angústia de upgrade para sua cópia oficial licenciada do Windows porque é fácil atualizar o Linux e migrar de uma versão para outra, mais nova. A melhor parte: o Linux não exige reboot.

Se você quiser dar uma olhada no Linux, aqui estão diversas distribuições que podem ser baixadas gratuitamente. Seu uso também não exige qualquer contrato de suporte comercial.

- CentOS – distribuição livre do Red Hat Enterprise Linux

- Ubuntu – distribuição livre corporativa (suporte comercial disponível)

- Fedora – O Projeto Fedora é a versão livre e suportada pela comunidade do Red Hat Linux.

- OpenSUSE – A versão livre e suportada pela comunidade do SUSE Linux da Novell.

- Debian – A distribuição-pai de muitas distribuições Linux, incluindo Ubuntu e Linux Mint.

Você pode encontrar informação sobre a migração do Windows para Linux por meio da Linux Foundation ou de quaisquer de seus patrocinadores Platinum. Quando se trata de aumentar sua eficiência, economizar dinheiro e oferecer serviços ininterruptos para seu negócio e seus clientes, de quantas razões você precisa?