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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Cumulus Nimbus

5 riscos que não devemos ignorar quando o assunto é cloud computing

(http://computerworld.com.br/gestao/2015/02/20/5-riscos-que-nao-devemos-ignorar-quando-o-assunto-e-cloud-computing)
Por Roger A. Grimes, INFOWORLD/EUA
Publicada em 20 de fevereiro de 2015 - 08h20
Um dos maiores empecilhos para a adoção de computação em nuvem pública é o cálculo dos riscos conhecidos e desconhecidos
Estamos sendo constantemente confrontados com os três tipos de riscos: o que sabemos que sabemos, o que sabemos que não sabemos, e o que não sabemos que nãsabemos.
Um dos maiores empecilhos para a adoção de computação em nuvem pública é o cálculo dos riscos conhecidos e desconhecidos. Passei os últimos anos contemplando essas questões, tanto como provedor de nuvem pública e quanto como usuário.
Aqui está uma lista de cinco riscos que qualquer empresa enfrenta como cliente de um serviço de nuvem pública.
1:: Acesso compartilhado
Um dos princípios fundamentais da computação em nuvem pública é o modelo multitenancy, de uma única instância lógica compartilhada por centenas ou milhares de clientes. Em outras palavras, a típica arquitetura que permite a otimização de recursos de infraestrutura e software através de compartilhamento, mantendo os inquilinos, empresas/clientes, logicamente separados. É comum os clientes compartilharem os mesmos recursos de computação: CPU, armazenamento, espaço, memória, etc.
Pois bem, multitenancy é um desconhecido conhecido para a grande maioria de nós. Ou seja, algo que sabemos que não sabemos. Não só pelo risco de nossos dados privados vazando acidentalmente para outros inquilinos, mas também por conta dos riscos adicionais do compartilhamento de recursos. Vulnerabilidades multitenancy são muito preocupantes, porque uma falha pode permitir que outro inquilino ou atacante veja todos os outros dados ou assuma a identidade de outros clientes.
Várias novas classes de vulnerabilidades derivam da natureza comum da nuvem. Pesquisadores já foram capazes de recuperar dados de outros inquilinos no que era para ser um novo espaço de armazenamento. Outros pesquisadores já foram capazes de se intrometer na memória de outros inquilinos e em espaços de endereço IP. E alguns poucos foram capazes de assumir totalmente os recursos de outro inquilino simplesmente prevendo os endereços IP ou MAC que foram atribuídos a eles.
Questões de segurança multitenancy só agora estão se tornando importantes para a maioria de nós, com as  vulnerabilidades começando a ser exploradas.
Arrisco dizer que multitenancy será um grande problema de segurança no longo prazo.
2:: Vulnerabilidades virtuais
Cada provedor de serviços de cloud é um enorme usuário de virtualização.  E cada camada de virtualização representa uma importante plataforma na infraestrutura de TI, com vulnerabilidades embutidas que podem ser exploradas. Servidores virtuais estão sujeitos aos mesmos ataques que atingem os servidores físicos, assim como novas ameaças estão explorando falhas do hypervisor.
Na minha opinião, há quatro principais tipos de riscos de exploração virtuais: apenas no servidor, "guest to guest", "host to guest", e "guest to host". Todos eles desconhecidos e não calculados na maioria das estimativas de risco.
Quando converso com provedores de nuvem sobre esses risco virtuais, muitos arregalam os olhos. A maioria afirma que os riscos são exagerados. Eu costumo dizer-lhes para verificar a lista de patches de seus fornecedores de software. Não são bonitas.
3:: Autenticação, autorização e controle de acesso
Obviamente, os mecanismos de controle de autenticação, autorização e acesso do seu provedor de nuvem é fundamental. Quantas vezes ele procura e remove contas obsoletas? Quantas contas privilegiadas podem acessar seus sistemas - e seus dados? Que tipo de autenticação é necessária para os usuários privilegiados? A sua empresa compartilha um espaço comum com o vendedor e/ou com outros inquilinos?
Namespaces compartilhados e autenticação para criar experiências single-sign-on (SSO) podem aumentar a produtividade, mas também aumentam os riscos, substancialmente.
Certifique-se que os prestadores dos serviços de cloud computing limitam o acesso dos funcionários e as autorizações para o que seja estritamente necessário para a realização de sua tarefas.
Proteção de dados é outra grande preocupação. Se a criptografia de dados é usada e aplicada, as chaves privadas são compartilhadas entre os inquilinos? Quem e quantas pessoas na equipe do fornecedor de nuvem pode ver os seus dados? Onde os seus dados estão armazenados fisicamente? Como seu dado  é tratado quando deixa de ser necessário?
Não tenho certeza de quantos fornecedores de nuvem estariam dispostos a compartilhar respostas detalhadas a estas perguntas, mas você tem que pelo menos perguntar se quiser saber o que é conhecido e desconhecido.
4:: Disponibilidade
Quando você é um cliente de um provedor de nuvem pública, redundância e tolerância a falhas não estão sob seu controle. Geralmente o que é fornecido e como é feito, não são divulgados. São completamente opacos. Todo serviço de nuvem alega ter tolerância a falhas e disponibilidade fantásticas, ainda que, mês após mês, vejamos o maior e o melhor cair por terra, com interrupções de serviço por horas ou mesmo dias.
Uma preocupação ainda maior são os poucos casos em que os clientes perderam dados, devido a problema com o provedor de nuvem ou com ataques maliciosos. O fornecedor de nuvem geralmente afirma fazer backups dos dados dos clientes. Mas mesmo com os backups garantidos, clientes já perderam de dados - e de forma permanente. Se possível, a sua empresa deve sempre fazer o backup dos dados compartilhados na nuvem por conta própria. Ou se resguardar, em contrato, estabelecendo as responsabilidades do provedor por perdas  de dados.
Tem mais. Alguns provedores de cloud computing dependem de terceiros para prestar determinados serviços. Um potencial cliente precisa saber identificar as interdependências potencialmente problemáticas. Considere um modelo de governança em que um fornecedor detém a responsabilidade global para as interrupções e as falhas de segurança.
5:: Posse
Esse risco é quase sempre uma surpresa para os clientes de cloud, mas muitas vezes eles não são os únicos proprietários dos dados. Muitos provedores de nuvem pública, incluindo os maiores e mais conhecidos, possuem cláusulas em seus contratos que afirmam explicitamente que os dados armazenados pertencem a ele provedor - e não ao cliente.
Eu mesmo conheço alguns casos  nos quais o fornecedor de nuvem saiu do negócio e, em seguida, vendeu os dados confidenciais dos clientes como parte de seus ativos. É chocante. Certifique-se de que você tem esse risco previsto em seu contrato. Deixe claro quem é o dono dos seus dados e o que o fornecedor de cloud pode fazer com eles.
Visibilidade nuvem 
Mesmo quando os riscos de computação em nuvem são conhecidos, eles são difíceis de calcular com precisão real. Nós simplesmente não temos histórias e provas suficientes  para determinar a probabilidade de falhas de segurança ou disponibilidade, especialmente para um determinado fornecedor, ou se esses riscos vão levar a danos substanciais para os clientes. O melhor que você pode fazer é dar uma de Rumsfeld e pelo menos deixar sua gestão entre os itens  que você sabe que não sabe.
Para isso, primeiro, tente reduzir tudo o que você por ventura não sabe que nãsabe. As mesmas perguntas devem ser feitas repetidas vezes no estabelecimento de contratos de nuvem.
Estabeleça, o melhor que puder, as responsabilidade do fornecedor de Cloud. Só fazendo as perguntas difíceis você poderá começar a entender os riscos totais da computação em nuvem pública.
Embora possa soar como se eu estivesse desaconselhando o uso da computação em nuvem pública, na verdade sou realmente um grande fã dela. Acredito que a maioria dos fornecedores de nuvem pública faz um trabalho de proteção de dados  melhor do que muitos de seus clientes. Mas você precisa conhecer brechas de seu fornecedor de nuvem e as medidas que toma para mitigar os riscos.
É preciso analisar detalhadamente as opções para proteção de dados sensíveis oferecidas pelos provedores de serviços de cloud computing. O quanto fluem através da rede, o quanto residem em um servidor, ou na infraestrutura de armazenamento.
Para começar, peça aos fornecedores informações sobre o uso de VPNs, o gerenciamento de chaves, e as opções de criptografia. Antes de assinar um contrato, examine os termos relativos à privacidade de dados, como serão auditados, a confiabilidade do serviço, e contingências contra alterações.
Por fim, certifique-se de elaborar uma estratégia de mitigação de risco de modo que você seja capaz de migrar o seu trabalho para um novo provedor (ou voltar a mantê-lo in-house) com rapidez e facilidade em caso de uma eventualidade.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mitos e verdades

Gartner derruba 10 mitos sobre nuvem

(http://computerworld.com.br/tecnologia/2014/11/14/gartner-derruba-10-mitos-sobre-nuvem)
Por Da Redação
Publicada em 13 de novembro de 2014 - 18h00
Atualizada em 13 de novembro de 2014 - 19h27

É seguro? É virtualização? É mais barato? Vale para sistemas de missão crítica? Consultoria coloca luz sobre algumas lendas envolvendo o conceito

Computação em nuvem tornou-se um elemento fundamental na composição tecnológica atual para as corporações. E o Brasil abraçou o conceito. De acordo com um levantamento recente, 90% das médias empresas brasileiras afirmam ter algum tipo de aplicação em cloud. Agora, à medida que avança, alguns mitos se formam. O Gartner tenta desmistificar dez das lendas mais comuns que orbitam em torno do tema.

1. É sempre mais barato – A percepção é equivocada, pois nem sempre os recursos contratados em nuvem são mais baratos. Claro que se pode economizar e obter benefícios a partir do conceito. A ideia, contudo, é que a abordagem apenas relativa a recursos financeiros não deve ser a premissa única na escolha do modelo.

2. A tecnologia só é boa se for em nuvem – Não caia na armadilha montada por muitos fornecedores que quere empurrar toda e qualquer tecnologia como se fosse enquadrada no conceito de cloud. Apesar de termos evoluído bastante, ainda há muita confusão em torno do tema.

3. Serviu para ele, serviu para ela, serviu para todos nós – Computação em nuvem não deveria ser algo para toda e qualquer coisa, de acordo com o Gartner. Obviamente que, em alguns casos, um serviço contratado dentro do modelo se encaixará como uma luva; mas seria exagero tomar isso como uma regra infalível.

4. Seu CEO tem uma estratégia cloud – Muitas empresas não têm uma estratégia de computação em nuvem. Aliás, uma estratégia de nuvem começa com a identificação dos objetivos de negócios, mapeamento dos potenciais benefícios alinhados a isso, enquanto se reduz eventuais ameaças.

5. Múltiplos fornecedores? Não é o caminho a seguir – Cloud computing é um conceito muito amplo para ser quebrado em apenas uma abordagem ou oferta. As metas e benefícios diferenciam-se em diversos casos de uso e a escolha de um modelo/fornecedor deve ser puxada por anseios de negócio, mais do que por padronizar uma abordagem.

6. Não é seguro – Ok. Cloud traz uma percepção de ser um ambiente menos seguro se comparado com contextos mais “físicos” da tecnologia. Agora, a premissa não deve ser levada a ferro e fogo, uma vez que grande parte das falhas de segurança exploram brechas também em ambientes on-premisses. Mesmo assim, provedores precisarão, sempre, fortalecer o discurso para estabelecer a confiança dos clientes.

7. Não se aplica para sistemas de missão crítica – Adote serviços em nuvem necessários. Isso significa: não é para tudo, mas para o que está na estratégia. Não estranha que os primeiros casos se relacionem a aplicações não-críticas. Agora, a medida que o conceito evolui, experimentos serão feitos e, possivelmente, outras ferramentas subirão para a cloud.

8. Desista do seu data center próprio – A maior parte das decisões relativas a cloud não são (ou não deveriam ser) sobre desligar completamente as estruturas de processamento de dados das organizações e mover tudo a uma infraestrutura terceirizada na cloud. O movimento deve combinar recursos públicos e privados.

9. Migrações herdam todas as características na nuvem – Atributos da nuvem não são transitivos. Distinguir aplicações hospedadas na nuvem de cloud services. Em outras palavras: espere que aplicações em cloud terão outras características de versões instaladas.

10. Virtualização é sinônimo cloud – Sim, virtualização é comumente usada para habilitar a computação em nuvem, mas não é a única forma. De acordo com o Gartner, mesmo que essas ferramentas sejam usadas (e usadas bem), o resultado não necessariamente significará “nuvem”. O conceito pressupõem elementos que tocam ambientes altamente automatizados, elásticos e sob demanda.
 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Backup e Inteligência


Seu HD de backup precisa de um backup. Veja 3 formas de proteger seus dados

Seu backup não será muito útil se tiver sido contaminado por malware, corrompido ou for perdido em um desastre junto com seu PC. Veja como mantê-lo a salvo.
Por Tony Bradley, PCWorld EUA
11/02/2014
Você faz backup regular das informações em seu PC? Parabéns! Mas você não está tão seguro quanto imagina. Os arquivos em seu disco de backup podem ser tão vulneráveis a um desastre quanto os que estão em seu computador.
O recente caso do CryptoLocker, um malware que codifica os arquivos do usuário e exige o pagamento de um “resgate” para restaurá-los, mostra que um disco externo conectado a um PC pode se tornar vítima dos malfeitores com a mesma facilidade que o computador na outra ponta do cabo.
“Muitas pessoas foram prejudicadas pelo CryptoLocker porque seus discos de backup também foram criptografados”, diz Dwayne Melancon, CTO da empresa de segurança corporativa Tripwire. “O CryptoLocker criptografa os arquivos locais, mas também procura aqueles armazenados em discos externos, drives de rede, pastas compartilhadas e outras formas de armazenamento conectadas ao computador”.
Não deixe que uma catástrofe com o CryptoLocker aconteça com você. Veja três opções para proteger seus discos de backup destes ataques.
Desconecte o backup
Marc Maiffret, CTO da empresa de segurança BeyondTrust, resume uma solução que remonta ao bom senso: “faça backup em mídia que possa ser removida fisicamente de seu computador e armazenada offline”. Ou, como dizia a vovó, “não coloque todos os ovos na mesma cesta”.
Claro que esta é uma abordagem menos conveniente, mas é um bom hábito por alguns motivos: o primeiro é que seus dados estarão a salvo se malware como o CryptoLocker infectar seu PC. Em segundo, se seu backup estiver em um cofre, ou em um local distante de seu PC, ele irá sobreviver caso desastres com um incêncio ou inundação destruam os dados originais.
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Discos ópticos podem parecer "antiquados", mas são uma boa forma de proteger seus dados
Uma opção é fazer o backup em mídia menos volátil como CDs, DVDs e Blu-ray graváveis. Depois que o disco for “finalizado”, os dados estarão a salvo de malware mesmo que ele continue no drive. A desvantagem da mídia óptica é a menor capacidade em relação aos HDs modernos, o que significa que um backup completo pode exigir múltiplos discos.
Faça o backup na nuvem
Em vez de fazer um backup local, considere usar um serviço “na nuvem”. Aplicativos do gênero geralmente rodam como um serviço em segundo plano que não é visto pelo sistema como um disco externo ou de rede. Como resultado, é improvável que o malware se espalhe diretamente para o backup na nuvem.
Além disso muitos sistemas modernos de backup usam um formato proprietário para o armazenamento dos dados, o que oferece proteção extra. “Isto torna os arquivos ilegíveis para o malware típico”, diz Paul Lipman, CEO da Total Defense, que vende um serviço de backup online além de software antivírus e de segurança. “Não significa que a contaminação é impossível, apenas que é bastante improvável. Malware geralmente se espalha infectando arquivos já existentes no sistema, e no caso de formatos de armazenamento proprietários, ele não conseguirá infectar o backup diretamente”.
Note, entretanto, que a maioria dos serviços de backup na nuvem sincroniza e atualiza arquivos automaticamente sempre que são modificados. Isso significa que arquivos locais infectados podem ser copiados para o backup, substituindo versões anteriores. Ao primeiro sinal de infecção de um PC, o melhor a fazer é desativar a sincronização para impedir que arquivos corrompidos substituam os dados “saudáveis”.
Faça backup em múltiplas versões
A forma mais eficaz de proteger seus backups é ter mais de uma cópia de seus dados. Há duas maneiras de fazer isso. A primeira é seguir a recomendação da maioria dos especialistas em segurança, que sugerem fazer o backup de suas informações mais importantes em mais de um local. Por exemplo, faça o backup em um HD externo que fica desconectado quando não está em uso, e também use um serviço de backup na nuvem. Desta forma, se malware ou um desastre físico comprometerem um dos backups, você ainda terá uma cópia íntegra dos dados.
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Um serviço como o CrashPlan facilita o backup em múltiplos locais
A segunda é manter um histórico de versões de seus arquivos. Salve múltiplos backups de diferentes pontos no tempo, e escolha um serviço de backup na nuvem que armazene mais do que apenas os dados mais recentes. Desta forma você pode “voltar no tempo” para um ponto antes de uma infecção ou ataque.
“Eu vou um passo além e também crio várias gerações de imagens de disco (cópias de todo o conteúdo de um HD em um único arquivo) de meu sistema, armazenadas local e remotamente, para que possa rapidamente restaurar uma delas se meu PC for perdido, atacado ou de alguma forma se tornar inútil”, diz Melancon.
Ou seja, você precisa de um plano de backup para seu HD de backup. Sem um, você não está muito mais protegido do que se nunca tivesse feito um backup. Siga um dos métodos acima para se certificar de que seus dados estarão à disposição, de forma legível, quando você precisar.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Cuidados para não vagar pelas "Nuvens"

Dez itens devem ser avaliados antes da migração para a nuvem

(http://cio.com.br/tecnologia/2014/04/09/dez-itens-devem-ser-avaliados-antes-da-migracao-para-a-nuvem)
Chris Poelker, Computerworld/EUA
Publicada em 09 de abril de 2014 às 07h10

Todos são relevantes para saber se cloud faz sentido para a sua empresa

Muitas empresas e agências governamentais estão se movendo em direção a computação em nuvem. Um dos principais benefícios da nuvem é a sua capacidade para a terceirização da infraestrutura e da gestão de aplicações complexas e serviços de dados, permitindo que os gerentes de data centers adquiram ciclos de computação e capacidade de armazenamento de uma forma mais granular, sob demanda. Em vez de gastar capital a granel com grandes servidores e arrays de armazenamento, você pode comprar tempo de computador com base no uso real de ciclos de CPU e a quantidade de gigabytes ou terabytes utilizados no armazenamento.

Em essência, a nuvem muda a sua estrutura de custos e gestão de TI a partir da compra de equipamentos, contratação de profissionais e operação de data centers internos para um paradigma orientada a serviços em que você compra apenas o que você precisa quando você precisa. Torna-se problema de outra pessoa certificar-se que tudo está seguro, disponível e confiável.

No entanto, há sempre vantagens e desvantagens em entregar o controle de sua TI para outra pessoa. Você precisa ter certeza de que vale a pena, e que funciona.

Aqui estão dez itens para verificar antes de adotar a nuvem:

1) O contrato é bom o suficiente para protegê-lo, não importa o que acontecer com o fornecedor nuvem?

2) O que acontece se e quando o provedor falhar?

3) Como você pode mudar de fornecedores e mover os dados se quiser deixar o serviço?

4) Você conhece seus atuais custos internos, e vai migrar para a nuvem para reduzi-los?

5) Existe alguma flexibilidade na capacidade de escolher produtos de fornecedores específicos, ou você está preso ao que é oferecido?

6) Se o seu desejo é a terceirização de armazenamento, existem preocupações com o desempenho?

7) Se houver preocupações, existem garantias?

8) E quanto à segurança dados e à criptografia?

9) Se você estará em um ambiente multi-tenant, haverá algum isolamento lógico ou físico?

10) Quais aspectos de confiabilidade estão implementados e disponíveis? Existe uma escala baseada em custo RAS para confiabilidade, disponibilidade, escalabilidade, ou todo mundo tem a mesma solução?

Tudo isso é importante para começar a avaliar se a computação em nuvem faz sentido para a sua organização.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Melhor assim, um passo de cada vez.

As 10 principais tendências em TI para 2014 - Maior adesão à nuvem privada


(http://cio.uol.com.br/opiniao/2013/12/24/as-10-principais-tendencias-em-ti-para-2014-maior-adesao-a-nuvem-privada)
Hu Yoshida *
Publicada em 24 de dezembro de 2013 às 07h04

O uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco

Semanas atrás, Hu Yoshida, CTO Global da Hitachi Data Systems, iniciou em seu blog corporativo uma série de artigos prevendo os principais movimentos do mercado de TI no próximo ano. A CIO Brasil publicou, com exclusividade, o primeiro deles, listando as 10 principais tendências, na opinião do executivo. E, depois, o artigo detalhando as duas primeiras. Nos próximos dias, publicaremos o detalhamento das demais.

Abaixo, você lê a análise da terceira tendência, que prevê um aumento considerável de empresas implementando nuvens privadas.

:: Maior adesão à nuvem privada

A nuvem vem se tornando um modelo de serviço mais aceito. Pesquisa recente realizada entre empresas de grande de porte  mostra que aproximadamente 10% das cargas de trabalho estão sendo executadas em nuvem. Software como Serviço (SaaS) para aplicativos de back office como e-mail, RH, CRM e armazenamento ou backup são serviços com maior aderência às nuvens públicas. Infraestrutura como Serviço (IaaS) em nuvens públicas geralmente é utilizada para gerar elasticidade, transferindo demandas adicionais de capacidade geradas durante períodos de teste, desenvolvimento, ou em pico sazonais. No entanto, o uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco, devido a questões de segurança, privacidade, qualidade do serviço, interrupções, e altos custos devido ao uso para processamento de aplicações e acesso a dados em todas as redes conectadas à nuvem pública.


Se, por um lado, os custos de infraestrutura na nuvem pública podem ser bem mais baixos quando consideramos só o armazenamento, eles podem aumentar dramaticamente devido aos custos gerados pela frequência de acesso remoto a esses dados. O recente pedido de falência do provedor de serviços de cloud pública Nivanix abalou a confiança nas nuvens públicas depois que a empresa anunciou que seus clientes tinham 15 dias para recuperar todos os seus dados! Isso reavivou memórias de colapso das dot.com, quando os custos capitais dos serviços que as dot.coms ofereciam não puderam ser recuperados facilmente, já que cada usuário cadastrado queria sua própria infraestrutura. Ferramentas como virtualização e provisionamento não estavam disponíveis à época para permitir o reforço da infraestrutura junto a diversos usuários e a diluição dos custos capitais.

Por diversas razões, os clientes buscam hospedar suas principais aplicações em nuvens privadas, protegidas por seus firewalls e sob seu controle. Novas tecnologias como virtualização, soluções convergentes, Software Defined Data Center e novos modelos de negócios, como serviços gerenciados, vêm tornando a implementação e operação do modelo de provisionamento em cloud muito mais simples, eficiente e acessível. A Hitachi se uniu à VMware para concretizar sua visão para a Software Defined Data Center.

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“O que  torna a abordagem da Hitachi impressionante é terem escolhido agregar dados operacionais de cada um dos componentes da plataforma convergente. Ter essa fonte única de dados simplifica bastante a complexidade da integração, e o que é mais importante, gera um desenho de interface para o usuário que reflete verdadeiramente a natureza convergente da plataforma. Essa abordagem integrada atinge diretamente, os benefícios esperados de uma infraestrutura convergente”, afirma Wayne Green, gerente de produtos da VMware, sobre a integração entre a UCP e a vSphere.

Embora uma cloud privada não possa oferecer a elasticidade de um provedor de nuvem publica, que consegue alocar recursos livremente , você tem a certeza que a sua solução de cloud privada é segura, está protegida por seus firewalls e sob seu controle direto. Você tem as ferramentas de automação e agilidade para provisionar seus recursos conforme as necessidades do seu negócio. A conexão direta à cloud privada pode também compensar alguns dos custos de se conectar a um serviço de cloud pública e integrar aplicações de cloud a outras fora dela. Ainda assim, você pode utilizar a nuvem pública para aplicativos de back office como faz hoje. Ou seja, fazer backups ou arquivar uma parte da sua cloud privada em um serviço de cloud pública. A diferença é que agora você tem as ferramentas para adequar a cloud às suas necessidades de negócio.

O mistério e a complexidade de questões quanto à segurança e os riscos na nuvem podem ser colocados de lado com a implementação de uma cloud privada, que ofereça os benefícios de consolidação, agilidade, automação, self-service e charge-backs em uma solução pronta para uso.

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ponto de falha..... O barato sai caro......

Nuvem da Amazon Web Services tem problema de conectividade em SP

(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/12/18/nuvem-da-amazon-web-services-tem-problema-de-conectividade-em-sp)
Por Edileuza Soares
Publicada em 18 de dezembro de 2013 - 11h49
Atualizada em 18 de dezembro de 2013 - 11h54

Algumas empresas que hospedam sites no data center paulista da companhia afirmam que estão fora do ar. AWS confirma instabilidade do serviço em painel de suporte na sua homepage.

Empresas que hospedam sites na nuvem da Amazon Web Services (AWS), em data centers em São Paulo, informam que estão fora do ar há mais de três horas. O mapa de suporte exibido no site da prestadora de serviços confirma que a companhia está com problemas de disponibilidade no mercado paulista.

Em seu site, na seção de saúde sobre os serviços da região da América do Sul, a AWS exibe mensagens de problemas em três serviços prestados pelos data centers de São Paulo que são os seguintes:

1- Amazon Elastic Compute Cloud (São Paulo) - Instâncias indisponíveis em uma única Zona de disponibilidade.

2- Equilibrar Amazonb Elastic Load (São Paulo) - Problemas de conectividade em uma única Zona de disponibilidade.

3- Amazon Relational Database Service (São Paulo) - Problemas de conectividade em uma única Zona de disponibilidade.

Computerworld entrou em contato com a AWS no Brasil, por meio de sua assessoria de comunicação, que ainda não fez nenhum comunicado sobre a ocorrência nem as causas da indisponibilidade.

Também ainda não se sabe quantos sites e empresas brasileiras que contratam os serviços no Brasil estão fora do ar e que tiveram operações prejudicados pela ocorrência.
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Futurologia do Gartner - Quem viver verá

Eu acredito nessa previsão, porém ela não fala como a Microsoft esta se preparando para não sucumbir. No meu exercício de futurologia, entendo que a Microsoft vai se reinventar, como a IBM fez no passado, se tornando a maior provedora de serviços WEB. Se estiver certo, não importa qual sistema você vai usar, seu mundo(ou nuvem) pessoal e empresarial estará no "Céu" deles. O que você pensa disso ?

http://idgnow.com.br

TI pessoal >

Sistemas operacionais da Apple vão superar o Windows em 2015, diz o Gartner

Martyn Williams, IDG News Service
25 de junho de 2013 - 09h00

A popularidade dos tablets e dos smartphones impulsionará o avanço do iOS e do Mac OS X, face à queda dos sistemas operacionais disponibilizados pela Microsoft. Mas o Android vai dominar o mercado móvel

As vendas de dispositivos baseados em sistemas operacionais da Apple, Mac OS X e iOS, vai ultrapassar as de produtos que executam versões do Windows, em 2015, prevê uma analista e vice-presidente do Gartner, Carolina Milanesi.

A troca na liderança se dará cerca de 13 anos após Steve Jobs ter reinventado a Apple e ter lançando o iPod, estabelecendo assim um novo caminho para a empresa conquistar e definir novos mercados.
No ano passado, o fornecimento de produtos com o Windows ainda superou a entrega de dispositivos com Mac OS e iOS, entre 347 a 213 milhões, segundo dados do Gartner. Essa liderança será reduzida para cerca de 23 milhões em 2014.

“A Apple já está liderando o mercado doméstico. Já está vendendo mais do que o Windows hoje”, disse Milanesi em entrevista por telefone. “Mas a Microsoft continua relevante graças ao mercado empresarial e profissional”.

A alteração prevista reflete a mudança no panorama dos computadores, no qual desktops e laptops estão sendo cada vez mais substituídos por smartphones e tablets. A Microsoft tem tido dificuldades para impulsionar a adoção em massa do Windows Phone 8. Mas a presença do Windows 8 e do Windows RT têm confundido alguns compradores de tablets.

O Windows continuará a ser um sistema operacional importante. Embora se preveja que mais dispositivos sejam vendidos com base em sistemas operacionais da Apple em 2015, a base instalada do Windows continuará a ser muito grande.O Gartner antevê algum impulso importante para a Microsoft no segmento dos tablets com o futuro Windows 8.1.

Android estabelece marco este ano
Um marco igualmente simbólico será estabelecido este ano, quando as vendas de dispositivos baseados no sistema operacional Android, da Google bater as vendas combinadas de produtos MacOS, iOS e Windows.

O Android já é a plataforma de computação dominante nos novos dispositivos móveis: em 2012 representou o fornecimento de mais de 500  milhões de dispositivos, face a 559 milhões juntando-se os da Apple e os da Microsoft.

Este ano o Android deve estar em 867 milhões de dispositivos vendidos, enquanto que o total combinado dos produtos da Apple e da Microsoft atingirá os 636 milhões, de acordo com as previsões do Gartner.
O número de dispositivos Android vendidos em 2014 ultrapassará bilhões, diz o Gartner.

O crescimento do número de dispositivos Android e Apple surge como resultado da popularidade de smartphones e tablets. O Gartner prevê que as vendas de tablet evoluam de 120 milhões no ano passado para 202 milhões este ano e para 276 milhões em 2014. O fornecimento de smartphones no mesmo período deve aumentar de 1,7 mil milhões para 1,9 mil milhões.

Queda nos PC desacelera em 2015
Entretanto, as vendas de PC deverão continuar a cair ao longo dos próximos dois anos, com os tablets e novos computadores híbridos atraindo consumidores e clientes empresariais. O  Gartner prevê que as vendas de PC, em desktop e notebook, caiam quase 11% este ano e 5% no próximo – em grande parte devido ao enfraquecimento das vendas de laptops.

Os ultrabooks _ computadores ultraportáteis, mais finos e leves do que os notebooks tradicionais, e muitas vezes equipados com telas táteis , estando preparados para serem transformados em tablet _ terão a preferência de muitos usuárioss empresariais, diz Milanesi. Reduzem o número de dispositivos que os usuárioss têm de gerir.

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Você precisa saber


20 dicas para turbinar o armazenamento na nuvem

(http://pcworld.uol.com.br/dicas/2013/04/30/20-dicas-para-turbinar-o-armazenamento-na-nuvem)
Rick Broida, PCWorld EUA
30/04/2013
Organize seus dados, automatize uploads, sincronize informações, ganhe espaço extra e muito mais com estas dicas e serviços, muitos deles gratuitos.
Armazenamento online não é só para fotos e documentos. Com as ferramentas e serviços certos, você pode fazer muito mais: organizar dados, automatizar uploads e downloads, sincronizar informações, ganhar espaço extra sem gastar um centavo, hospedar um site em um serviço na nuvem e até imprimir.
E o melhor de tudo: a maioria dos serviços que mencionamos a seguir tem o mesmo preço: zero. Continue lendo para aprender como tirar proveito deles de formas que você nem sonhou que seriam possíveis.
1. IFTTT move seus dados de um lugar pra outro
O serviço online “If This Then That” (“Se isso, então aquilo” em tradução livre, ou IFTT para os íntimos) foi praticamente criado pensando em armazenamento online, e pode ser configurado para transportar dados de um serviço para outro. Por exemplo, há uma “receita” (nome dado aos conjuntos de ações) pronta que envia automaticamente para o SkyDrive quaisquer fotos no Facebook onde você seja marcado. Outra receita arquiva mensagens do GMail numa conta no Box. Você pode até salvar todas as suas fotos do Instagram no Dropbox. Estas são só algumas das receitas criadas por outros usuários, mas você pode criar suas próprias baseadas em qualquer ação/reação que imaginar.
2. Um serviço para dominar os outros
Não é incomum um usuário ter arquivos espalhados por múltiplos serviços online. O problema com isso é encontrar o que você procura. O Otixo facilita a tarefa dando acesso ao Amazon S3, Box, Dropbox, SugarSync, Google Drive e outros serviços em um só local. Você pode fazer buscas em todas as contas, visualizar e compartilhar documentos e fotos e até mover ou copiar arquivos de uma nuvem para a outra. O Otixo custa U$ 4.99 mensais, ou US$ 47.90 por ano.
3. Envie anexos para o seu disco virtual
Geralmente na hora de enviar um arquivo para um disco virtual é necessário usar uma interface web, ou um aplicativo no desktop ou dispositivo móvel. Mas há uma outra forma: e-mail. O Evernote e o SugarSync, por exemplo, criam um endereço de e-mail único para cada conta para onde você pode enviar arquivos como anexos. O Send to Dropbox é um serviço gratuito que faz a mesma coisa com o Dropbox, e o Drv.io (atualmente em beta) funciona de forma similar com o Google Drive.
4. Migre seus arquivos de um serviço para o outro
Se você esgotou o espaço em sua conta gratuita no Dropbox e quem migrar para algo mais “espaçoso” como o Skydrive, experimente o Mover, um app gratuito que o ajuda a transferir arquivos de um serviço para outro. Ele suporta o Box, Dropbox, Google Drive, SugarSync, servidores FTP e quase qualquer outro sistema de armazenamento online que você possa imaginar. Há um certo aprendizado envolvido, então talvez você precise da ajuda de um profissional de TI para começar.
5. Transforme a nuvem no destino padrão
Por padrão a maioria dos navegadores coloca os arquivos baixados em uma pasta Downloads, e daí você as envia para o seu serviço de armazenamento online favorito. Mas que tal eliminar o intermediário? Modifique a configuração de seu navegador e indique como pasta de download uma que esteja sendo automaticamente sincronizada com seu disco virtual. Agora você tem um backup automático de todos os arquivos que baixar.
6. Salve anexos do Gmail na nuvem
Attachments.me, uma extensão gratuita para o Chrome e Firefox, permite salvar anexos em mensagens do Gmail no Box, Dropbox, Google Drive ou SkyDrive com apenas um clique. Você também pode definir regras para que anexos em futuras mensagens de contatos específicos sejam enviados automaticamente para o serviço de sua escolha.
7. Sincronize pastas ilimitadas entre PCs
Cubby funciona de forma similar ao Dropbox, mas com uma vantagem: ele permite sincronizar um número ilimitado de pastas entre seus PCs. Você pode usar este recurso para compartilhar álbuns de fotos com familiares ou documentos com colegas de trabalho, ou para fazer o backup de dados importantes em um PC extra. Tudo o que você colocar em uma das pastas compartilhadas será automaticamente sincronizado com os sistemas remotos.
8. Sincronize qualquer pasta com sua conta no SkyDrive
O SkyDrive lhe dá 7 Gb de espaço online grátis, mas há um porém: só os arquivos armazenados dentro da pasta SkyDrive são sincronizados com o serviço. Mas o SkyShellEX, do desenvolvedor Jan Hannemann, faz alguns truques por debaixo dos panos e permite sincronizar qualquer pasta. O truque exige que você permita que o utilitário mova os arquivos de sua localização original, mas de seu ponto de vista, sua estrutura de pastas permanecerá a mesma. Leia o post de Hannemann em seu blog para uma explicação mais detalhada de como tudo funciona.
9. Sincronize a configuração do navegador entre vários dispositivos
Você provavelmente passou anos criando uma coleção de favoritos, então faz sentido ter um backup deles. Tanto o Chrome quanto o Firefox tem um sistema integrado para sincronização de favoritos, que irá preservá-los na nuvem (útil caso algo aconteça com seu PC e você perca dados) e também copiá-los para outros PCs rodando o mesmo navegador.
Se você usa o Internet Explorer ou Safari, ou usa navegadores diferentes em diferentes máquinas, experimente o Xmarks, um serviço gratuito que faz a mesma coisa, e também permite acessar uma lista com seus favoritos em qualquer aparelho com um navegador e uma conexão à internet.
Espaço e mais espaço
10. Consiga mais espaço
Uma conta gratuita no Dropbox lhe dá 2 GB e espaço em disco. Já o SugarSync oferece 5 GB. Nada mal, mas espaço em disco nunca é demais, e felizmente ambos os serviços permitem que você consiga espaço extra sem abrir a carteira. Por exemplo,indique o SugarSync a um amigo e, se ele criar uma conta, você ganha mais 500 MB. O Dropbox também oferece isso, mas lhe dá ainda mais espaço se você completar uma lista de tarefas chamada “Getting Started”, conectá-lo a suas contas no Twitter ou Facebook e realizar outras tarefas.
11. Crie seu próprio serviço de armazenamento na nuvem
Se você mantém um site, pode ter uma boa quantidade de espaço online sobrando. O OwnCloud ajuda a transformar este espaço em um “Dropbox privado”, com a capacidade de sincronizar e compartilhar arquivos, calendários, notas e mais. Você pode usá-lo com um domínio já existente ou até mesmo em um servidor Linux que esteja sobrando em casa ou na empresa, e a partir daí o céu é o limite. A configuração exige um pouco de conhecimento técnico, mas o site LifeHacker tem um ótimo tutorial detalhando o processo.
12. Compartilhe espaço para ganhar espaço
Symform trabalha com a idéia de que você deve oferecer um pouco de espaço para ganhar mais espaço. Cada usuário começa com 10 GB, e você pode aumentar esse limite “doando” alguns gigabytes de seu HD para uso por outros membros da rede. Se você doar 100 GB de seu HD, por exemplo, ganhará mais 50 GB em sua conta. Tudo de forma segura, criptografada e gratuita.
13. Salve conteúdo para ler depois.
Acontece o tempo todo: você nota um artigo interessante em um site, mas não tem tempo para lê-lo agora. Mas se você for usuário do Instapaper ou do Pocket, basta um clique para “clipar” a página e guardá-la para depois. Ambos os serviços também são capazes de reformatar o conteúdo, eliminando distrações, destacando o texto e facilitando a leitura em dispositivos móveis.
14. Liberte suas músicas
Mande sua coleção de músicas para a nuvem e você poderá acessá-la em qualquer lugar, e de quebra ganha um backup. Uma das melhores opções é o Google Play Music, que permite que você armazene gratuitamente até 20 mil músicas - incluindo aquelas compradas no iTunes - e as acesse em outros PCs ou aparelhos através de uma interface web ou apps como o Play Music em smartphones e tablets Android. Você pode até baixar as músicas lá armazenadas de volta para o seu PC se quiser.
Para criar uma conta no Google Play Music você precisa estar conectado à internet em um PC com um endereço de IP norte-americano, já que o serviço não está disponível oficialmente no Brasil. É possível contornar este problema usando um serviço de VPN como o Hide My Ass. Mas depois de criar a conta você pode fazer o upload e download de músicas, e escutá-las, a partir de qualquer aparelho, sem restrição de região.
15. Publique um blog ou um site
Se você precisar de um site pra já e não quer pagar taxas de hospedagem e domínio, dê uma olhada no Pancake.io. Este utilitário gratuito transforma arquivos texto em páginas web e as envia para o Dropbox, que funciona como “servidor”. Quem tem mais experiência com a web vai gostar de ver que o Pancake.io também tem suporte a arquivos CSS, PDFs, GIFs e outros tipos de arquivos.
16. Faca backup de seu blog ou site
É fundamental ter um backup de seu site, seja ele um blog pessoal ou o site de sua empresa. Você nunca sabe quando um hacker vai atacar, ou quando um problema no servidor pode acontecer. Se você usa o Wordpress, instale o plugin Wordpress Backup to Dropbox para automatizar o processo. Já o Backup Box pode arquivar sites do Drupal, Joomla, Wordpress e outros gerenciadores de conteúdo em quase qualquer serviço de armazenamento online. Ambas as opções são gratuitas.
Trabalhe offline
17. Acesse seus documentos do Google Docs mesmo offline
O Google Docs é ótimo para criar e editar documentos de vários tipos, mas se você ficar sem acesso à internet, ficará sem acesso a eles, certo? Errado: o Google Drive for Windows sincroniza seu disco online com o disco local, tornando seus documentos disponíveis mesmo quando você não tem acesso à internet.
18. Acesse seus documentos do Dropbox mesmo offline
Você usa o app do Dropbox em seu smartphone ou tablet? Pois saiba que existe uma forma de deixar alguns documentos disponíveis para acesso offline. Basta abrir o documento e clicar no ícone da estrela para adicioná-lo à sua lista de favoritos. O app armazena os favoritos localmente, então você pode acessá-los mesmo quando não há conexão à internet.
Escaneando e imprimindo
19. “Imprima” documentos do iPhone no Dropbox
O software para Windows FingerPrint, da Collobo, permite a um iPhone ou iPad imprimir em qualquer impressora conectada a uma rede, mas também permite a “impressão virtual” em serviços online como o Dropbox ou Evernote. Com isso você pode enviar quase qualquer e-mail, foto, página web ou item que possa ser impresso direto de seu tablet ou smartphone para seu disco virtual. Só há um detalhe: o FingerPrint custa US$ 19,95.
20. Transforme seu smartphone ou tablet em um scanner
A câmera integrada ao seu smartphone ou tablet provavelmente tem resolução suficiente para capturar documentos. Tudo o que você precisa é do app certo para enviar o resultado para o seu serviço online favorito. Por exemplo, tanto o Doc Scan (grátis no iOS), Genius Scan (US$ 1,59 para Android) e Handyscan (US$ 2,99 para Windows Phone) são capazes de fotografar um documento, convertê-lo para PDF se necessário e enviar o resultado para o Dropbox, Google Drive, SkyDrive ou serviço similar.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Serviço que pode salvar uma empresa


Os 10 melhores provedores de armazenamento na nuvem, segundo o Gartner

(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/01/25/os-10-melhores-provedores-de-armazenamento-na-nuvem-segundo-o-gartner)
Por Computerworld/México
Publicada em 25 de janeiro de 2013 - 07h30
Atualizada em 25 de janeiro de 2013 - 11h31
Estão na lista empresas como Amazon Web Services, Microsoft, HP e Google. Consultoria avaliou prós e contras dos serviços desses fornecedores.
Aproximadamente 19% das organizações ao redor do mundo estão utilizando a computação na nuvem para produção de aplicações, enquanto outros 20% contratam serviços públicos de armazenamento na cloud, segundo estudo do Gartner.

Os resultados mostram que a nuvem oferece grandes oportunidades de negócios, especialmente para serviços de armazenamento. O instituto de pesquisas estima que as empresas gastaram 109 milhões de dólares com a computação na nuvem em 2012, um crescimento de 20% em comparação com o ano anterior. 

Ao mesmo tempo, a indústria de serviços de nuvem é grande e conta com muitos provedores com estratégias agressivas para conquistar clientes. Para orientar as companhias na hora de selecionar seu parceiro, o Garnter elegeu os dez principais fornecedores de serviços de armazenamento, levando em consideração a capacidade deles de atendimento aos clientes.

Veja a seguir essa listagem com prós e contras da oferta de cada um em ordem alfabética.

Amazon Web Services
Como em muitos outros aspectos da computação em nuvem, a Amazon Web Services é considerada um líder no mercado de armazenamento em nuvem. A empresa é um player precoce e agressiva no mercado. Sua oferta acaba movimentando a concorrência, segundo o Gartner. Seu preço é "benchmark da indústria." A oferta Simple Storage Service (S3) é o serviço básico de armazenamento, enquanto que Elastic Block Storage é para grandes volumes.

A AWS também inova. No início deste ano, anunciou o Glacier, um serviço de armazenamento de arquivos de longo prazo a baixo custo. Apresentou também recentemente na sua primeira conferência de usuários o Redshift, oferta de armazenamento baseado em dados na nuvem.

Mesmo assim, AWS tem desafios. Apesar de contar com uma ferramenta para vincular os dados que estão nas instalações das empresas em nuvem, chamada de AWS Storage Gateway, a capacidade de criar arquiteturas híbridas com essa funcionalidade ainda está em andamento, diz o Gartner.

A AWS continua lançando produtos e serviços inovadores para manter sua liderança no mercado. Conta também com ofertas orientados para determinados setores como de governo com o seu serviço GovCloud.

AT&T
O serviço da AT&T Synaptic está alinhado com o de armazenamento EMC Atmos, utilizado como instalações de sistemas de armazenamento. Isso cria uma oportunidade para a AT & T vender soluções para a base sólida de clientes da EMC e oferecer recursos de nuvem híbrida.

O Gartner observa que este produto tem focado principalmente pequenas e médias empresas (PMEs). O AT & T Synaptic já abrange várias regiões e a companhia planeja expandir o serviço globalamente. A Europa é a sua próxima parada. Os clientes que utilizam os serviços de VPN da AT & T são liberados dos custos de entrada na nuvem.

Google Cloud Storage
Lançado em 2010, Google Cloud Storage  é o produto de armazenamento subjacente para outros produtos e serviços de nuvem do Google. A oferta inclui o Google App Engine, plataforma de desenvolvimento de aplicativos, Google Compute Engine e BigQuery, que são máquinas virtuais baseadas em cloud e uma ferramenta de análise para Big Data. Os clientes acessam o Google Cloud Storage através de uma API . O serviço está disponível nos EUA e Europa.

Porém, o que está impedindo a plataforma de armazenamento em nuvem do Google de ganhar mais presença no mercado é a falta de suporte direcionado a clientes corporativos, afirma o Gartner. Isso faz com que o Google Cloud Storage seja ideal para clientes sofisticados que querem criar e gerenciar a implantação, bem como para desenvolvedores que procuram alta capacidade de armazenamento para aplicativos do Google.

HP
A HP anunciou a versão beta pública de sua plataforma para armazenamento em nuvem e estreou em maio de 2012. O projeto foi concebido para trabalhar com a rede de computadores e distribuição de conteúdo (CDN) e se associou recentemente com a Akamai. A tecnologia é baseada em OpenStack e a HP oferece suporte via chat 24/7 com garantia de disponibilidade de 99,95%.

"Entre os fornecedores de armazenamento na nuvem com base em OpenStack, a HP está bem posicionada para entender as necessidades de TI dos clientes. Isso em razão de a fabricante ter uma extensa linha de hardware, software e opções de serviço", avalia o Gartner.

Mas como o Object Storage Cloud é novo, a HP deve evoluir e aperfeiçoar as ofertas de arquitetura e serviços. O sistema replica automaticamente os dados através de três zonas de resiliência disponibilidade (os clientes podem escolher o que fazer na nuvem da Amazon), e a HP processa as informações em seu hardware e em nuvem pública nas instalações de clientes, possibilitando que a configuração de rede híbrida se torne mais fácil.

IBM
O armazenamento em nuvem da IBM é parte de sua oferta empresarial SmartCloud, que inclui outros serviços, tais como o desenvolvimento de aplicativos baseados em nuvem e infraestrutura.

Para o Gartner, a desvantagem principal da IBM é a falta de integração entre os vários aspectos da oferta SmartCloud. Por exemplo, a IBM vende sua solução de backup em nuvem e de recuperação, mas esses serviços não utilizam o Object Storage SmartCloud em seu servidor

Talvez essa integração não aconteça porque a IBM está associada com a Nirvanix, outro fornecedor de armazenamento em nuvem para executar o armazenamento de objteto do SmartCloud armazenamento.

O Gartnert acredita que a heterogeneidade desses serviços sob o guarda-chuva da IBM SmartCloud poderia criar "silos de capacidades" para vários serviços.  Porém, observa que a IBM está comprometida em integrar seus produtos e serviços. Sua experiência em vender para departamentos de TI de grandes empresas dá uma vantagem significativa para que se torne um player importante no mercado de armazenamento corporativo na nuvem.

Internap 
A história da Internap é de um provedor de serviços gerenciados que recentemente tornou-se também um player em nuvem. Seu sistema de armazenamento na cloud é o AgileFiles, baseado em plataforma OpenStack Swift e está disponível nos EUA, Europa e Ásia, com planos de expansão futura.

Para diferenciar seu serviço, a Internap tentou separar os recursos avançados de rede em serviço como Manager Internet Route Optimizer (MIRO), que analisa o desempenho das formas possíveis de fornecer e escolher melhor conteúdos. Sua maior limitação, de acordo com o Gartner, é ainda a tímida presença no mercado.

Microsoft
Depois da Amazon Web Services, o Windows Azure Blob Storage da Microsoft, é segundo previsões do Gartner, o segundo serviço de armazenamento mais utilizado. Atualmente, a tecnologia conta com mais de um bilhão de objetos e cresce 200% ao ano. O produto dá suporte para uma ampla gama de recursos, incluindo armazenamento de objetos, tabela, SQL Server e uma rede de entrega de conteúdo (CDN).

O armazenamento Blob Azure está numa verdadeira corrida para oferecer o menor preço, já que a Amazon e Google baixaram seus custos constantemente no ano passado. Seu objetivo é ser o mais competitivo entre os três. O Gartner chama a Microsoft de "rápida seguidora" das características da AWS. Suas opções de suporte atraem clientes de grandes empresas, de acordo com a consultoria, oferecendo uma equipe de apoio prático, baseado em prestações.

A Microsoft recentemente expandiu sua oferta com a compra da StorSimple, fornecedor de  armazenamento em nuvem.

Nirvanix
O fornecedor de armazenamento em nuvem Nirvanix é dedicado exclusivamente a este mercado. O Gartner avalia que o provedor é ideal para empresas que procuram as necessidades de armazenamento de dados intensivos. Entretanto, a consultoria considera inconvenientes para os clientes que procuram um provedor que oferece todos os cálculos em uma plataforma de armazenamento.

Mas o Nirvanix tem algumas características atraentes, segundo o Gartner. O instituto de pesquisa destaca a capacidade do provedor de ter serviços de armazenagem público e ofertas mistas para instalações em companhias com opções suporte de alta qualidade. Apesar disso, pode não ser a opção para as PMEs, que preferem preços sobre a demanda.

Rackspace
O Rackspace é outro player importante no ecossistema de armazenamento em nuvem, com sua oferta Cloud Files, que conta com um robusto conjunto de serviços de apoio, incluindo infraestrutura e rede uma CDN alimentada por Akamai.

Para atender as companhias que necessitam de armazenamento de alto desempenho, o produto do provedor é o Cloud Storage Block. O Rackspace trabalha duro no projeto de código aberto OpenStack e o andamento de seus projetos estão sendo monitorados de perto.

Por causa de seu trabalho no ambiente OpenStack, o Gartner avalia que os serviços públicos de armazenamento em nuvem do Rackspace integram muito bem com nuvens movidas pelo OpenStack, podendo criar cloud híbrida para os clientes.

Softlayer
O sistema de armazenamento CloudLayer da Softslayer é baseado na plataforma OpenStack Swift. O serviço acompanha uma variedade de outros oferecidos pelo Softlayer, incluindo computação e CDN. 

O Softlayer também tem uma oferta SAN com presença internacional. Possui centros de dados em sua sede em Dallas (EUA) em Amisterdã e Cingapura. Mas a falta de ciclos de implementação e suporte turnkey faz com que o produto não seja ainda muito procurado pelo mercado empresarial, afirma o Gartner.