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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Melhor assim, um passo de cada vez.

As 10 principais tendências em TI para 2014 - Maior adesão à nuvem privada


(http://cio.uol.com.br/opiniao/2013/12/24/as-10-principais-tendencias-em-ti-para-2014-maior-adesao-a-nuvem-privada)
Hu Yoshida *
Publicada em 24 de dezembro de 2013 às 07h04

O uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco

Semanas atrás, Hu Yoshida, CTO Global da Hitachi Data Systems, iniciou em seu blog corporativo uma série de artigos prevendo os principais movimentos do mercado de TI no próximo ano. A CIO Brasil publicou, com exclusividade, o primeiro deles, listando as 10 principais tendências, na opinião do executivo. E, depois, o artigo detalhando as duas primeiras. Nos próximos dias, publicaremos o detalhamento das demais.

Abaixo, você lê a análise da terceira tendência, que prevê um aumento considerável de empresas implementando nuvens privadas.

:: Maior adesão à nuvem privada

A nuvem vem se tornando um modelo de serviço mais aceito. Pesquisa recente realizada entre empresas de grande de porte  mostra que aproximadamente 10% das cargas de trabalho estão sendo executadas em nuvem. Software como Serviço (SaaS) para aplicativos de back office como e-mail, RH, CRM e armazenamento ou backup são serviços com maior aderência às nuvens públicas. Infraestrutura como Serviço (IaaS) em nuvens públicas geralmente é utilizada para gerar elasticidade, transferindo demandas adicionais de capacidade geradas durante períodos de teste, desenvolvimento, ou em pico sazonais. No entanto, o uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco, devido a questões de segurança, privacidade, qualidade do serviço, interrupções, e altos custos devido ao uso para processamento de aplicações e acesso a dados em todas as redes conectadas à nuvem pública.


Se, por um lado, os custos de infraestrutura na nuvem pública podem ser bem mais baixos quando consideramos só o armazenamento, eles podem aumentar dramaticamente devido aos custos gerados pela frequência de acesso remoto a esses dados. O recente pedido de falência do provedor de serviços de cloud pública Nivanix abalou a confiança nas nuvens públicas depois que a empresa anunciou que seus clientes tinham 15 dias para recuperar todos os seus dados! Isso reavivou memórias de colapso das dot.com, quando os custos capitais dos serviços que as dot.coms ofereciam não puderam ser recuperados facilmente, já que cada usuário cadastrado queria sua própria infraestrutura. Ferramentas como virtualização e provisionamento não estavam disponíveis à época para permitir o reforço da infraestrutura junto a diversos usuários e a diluição dos custos capitais.

Por diversas razões, os clientes buscam hospedar suas principais aplicações em nuvens privadas, protegidas por seus firewalls e sob seu controle. Novas tecnologias como virtualização, soluções convergentes, Software Defined Data Center e novos modelos de negócios, como serviços gerenciados, vêm tornando a implementação e operação do modelo de provisionamento em cloud muito mais simples, eficiente e acessível. A Hitachi se uniu à VMware para concretizar sua visão para a Software Defined Data Center.

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“O que  torna a abordagem da Hitachi impressionante é terem escolhido agregar dados operacionais de cada um dos componentes da plataforma convergente. Ter essa fonte única de dados simplifica bastante a complexidade da integração, e o que é mais importante, gera um desenho de interface para o usuário que reflete verdadeiramente a natureza convergente da plataforma. Essa abordagem integrada atinge diretamente, os benefícios esperados de uma infraestrutura convergente”, afirma Wayne Green, gerente de produtos da VMware, sobre a integração entre a UCP e a vSphere.

Embora uma cloud privada não possa oferecer a elasticidade de um provedor de nuvem publica, que consegue alocar recursos livremente , você tem a certeza que a sua solução de cloud privada é segura, está protegida por seus firewalls e sob seu controle direto. Você tem as ferramentas de automação e agilidade para provisionar seus recursos conforme as necessidades do seu negócio. A conexão direta à cloud privada pode também compensar alguns dos custos de se conectar a um serviço de cloud pública e integrar aplicações de cloud a outras fora dela. Ainda assim, você pode utilizar a nuvem pública para aplicativos de back office como faz hoje. Ou seja, fazer backups ou arquivar uma parte da sua cloud privada em um serviço de cloud pública. A diferença é que agora você tem as ferramentas para adequar a cloud às suas necessidades de negócio.

O mistério e a complexidade de questões quanto à segurança e os riscos na nuvem podem ser colocados de lado com a implementação de uma cloud privada, que ofereça os benefícios de consolidação, agilidade, automação, self-service e charge-backs em uma solução pronta para uso.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Aprendi mais um conceito.

Prós e contras do BYOD

(http://cio.uol.com.br/gestao/2011/12/22/pros-e-contras-do-byod)
Tony Bradley, PC World/EUA
Publicada em 22 de dezembro de 2011 às 08h41

Se você não está já aproveitando a tendência BYOD, deve definitivamente considerá-la. Apenas certifique-se de que está ciente dos benefícios e dos problemas decorrentes.

O conceito de trazer o seu próprio dispositivo, ou BYOD, é uma tendência crescente para os negócios de TI. Há uma variedade de benefícios em permitir que os usuários forneçam seu próprio PC e dispositivos móveis, mas há também algumas preocupações. Procure conhecer melhor os prós e os contras para abraçar o BYOD com confiança. Nunca é demais!

Benefícios

Empresas que abraçam o BYOD têm algumas vantagens sobre as concorrentes. Para começar, programas de BYOD geralmente transferem os custos para os usuários. Com o trabalhador pagando a maioria dos custos de aquisição do hardware, e dos serviços de voz e dados, além de outras despesas associadas, as empresas economizam muito dinheiro. Segundo os estudos, cerca de 80 dólares por mês por usuário, lá nos Estados Unidos. Você pode esperar que os usuários se revoltem contra o pagamento da tecnologia que utilizam no trabalho. Não é assim. Muitas empresas americanas estão exigindo que os funcionários cubram todos os custos - e eles estão felizes em fazê-lo.

O que nos leva à segunda vantagem significativa: a satisfação do trabalhador. Os usuários têm os laptops e smartphones que têm por uma razão muito simples: são os dispositivos que eles preferem, e eles gostam tanto deles que investiram seu dinheiro suado neles.

Há outras duas vantagens que vêm com o corolário BYOD também. Uma delas é que os usuários atualizam o hardware mais freqüentemente do que os ciclos de refresh dolorosamente lentos da maioria das organizações.

Preocupações

Mas existem algumas questões negativas a considerar também. Ao abraçar BYOD, as empresas perdem muito do controle sobre o hardware de TI e como ele é usado.

Os equipamentos forncedidos pela companhia veem normalmente com uma política de uso aceitável, e são protegidos por sistemas de segurança gerenciados e atualizados pelo departamento de TI. É um pouco complicado dizer a um empregado que ele está fazendo um uso não aceitável de seu próprio computador portátil ou smartphone.

Verifique se você tem uma política claramente definida para BYOD, que defina as regras de uso corporativo. Você também deve estabelecer os requisitos mínimos de segurança, ou mesmo fornecer as ferramentas de segurança como condição para permitir que os dispositivos pessoais se conectem às redes e tenham acesso aos dados da empresa.

Há também uma questão de conformidade quando se trata de dados. Empresas que usam padrão PCI DSS, HIPAA, GLBA ou tenham certos requisitos relacionados à segurança da informação e salvaguarda de dados específicos, devem assegurar que as regras sejam seguidas, mesmo que os dados estejam em um laptop pertencente a um empregado.

No caso de demissão um trabalhador, ou por saída da empresa por vontade própria, segregar e recuperar os dados da empresa podem ser um problema. Obviamente, a empresa vai querer seus dados, e deve haver uma política em vigor que determine como serão obtidos a partir do laptop pessoal e ou do smartphone.