sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Quando chegar, vou comprar

Computador mais barato do mundo começa a ser vendido em janeiro por R$ 50

Raspberry Pi, o pequeno PC, terá processador de 700 Mhz, entradas USB e HDMI, cartão SD de memória e poderá rodar versões do Linux
29 de Dezembro de 2011 | 10:30h
Compartilhe:
33
Share
Imprimir


Raspberry Pi (Divulgação)
Raspberry Pi
Há cerca de um mês e meio, você viu aqui no Olhar Digital que o computador mais barato do mundo, o Raspberry Pi, chegaria no Natal deste ano. Mas, como boa parte dos produtos tecnológicos, sua entrega atrasou e não havia mais nenhuma informação sobre o seu lançamento.

O pequeno PC, que tem o tamanho de um cartão de crédito e custa cerca de US$ 25 dólares (R$ 50 reais), começará a ser vendido nos Estados Unidos agora em janeiro, de acordo com um anúncio feito por seus criadores no blog do produto. A máquina é voltada para crianças e para incentivar o uso da informática por pessoas mais jovens.

"Estamos fazendo testes com os primeiros aparelhos e, se tudo correr bem, colocaremos nas lojas a partir de janeiro", diz o post.

Apesar de ser de baixo custo, o computador virá em duas opções de compra: a mais simples, modelo A, custará US$ 25 (cerca de R$ 50), 128 MB de memória e conexão com a internet através de um adaptador USB.

Já a versão mais cara do produto, modelo B, será vendida a US$ 35 (R$ 70), mas terá o dobro de memória (256 MB) e conectividade à web por meio de uma rede cabeada.

Ambos os modelos terão um processador modesto ARM de 700 Mhz, entradas USB e HDMI para conectar o Raspberry Pi em um televisor, mouse ou até teclado, e a possibilidade de utilizar um cartão SD de memória para o armazenamento de dados. Outra característica é que, dependendo do gosto de cada usuário, o Pi poderá rodar algumas distribuições do Linux e softwares leves.

Pode parecer pouco, mas o pequeno computador será capaz de rodar jogos com gráficos avançados. Um exemplo é o "Quake 3", um game de tiro em primeira pessoa com 20 frames por segundo e resolução de 1920 por 1080 pixels.

Abaixo você assiste uma demonstração:




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Aprendi mais um conceito.

Prós e contras do BYOD

(http://cio.uol.com.br/gestao/2011/12/22/pros-e-contras-do-byod)
Tony Bradley, PC World/EUA
Publicada em 22 de dezembro de 2011 às 08h41

Se você não está já aproveitando a tendência BYOD, deve definitivamente considerá-la. Apenas certifique-se de que está ciente dos benefícios e dos problemas decorrentes.

O conceito de trazer o seu próprio dispositivo, ou BYOD, é uma tendência crescente para os negócios de TI. Há uma variedade de benefícios em permitir que os usuários forneçam seu próprio PC e dispositivos móveis, mas há também algumas preocupações. Procure conhecer melhor os prós e os contras para abraçar o BYOD com confiança. Nunca é demais!

Benefícios

Empresas que abraçam o BYOD têm algumas vantagens sobre as concorrentes. Para começar, programas de BYOD geralmente transferem os custos para os usuários. Com o trabalhador pagando a maioria dos custos de aquisição do hardware, e dos serviços de voz e dados, além de outras despesas associadas, as empresas economizam muito dinheiro. Segundo os estudos, cerca de 80 dólares por mês por usuário, lá nos Estados Unidos. Você pode esperar que os usuários se revoltem contra o pagamento da tecnologia que utilizam no trabalho. Não é assim. Muitas empresas americanas estão exigindo que os funcionários cubram todos os custos - e eles estão felizes em fazê-lo.

O que nos leva à segunda vantagem significativa: a satisfação do trabalhador. Os usuários têm os laptops e smartphones que têm por uma razão muito simples: são os dispositivos que eles preferem, e eles gostam tanto deles que investiram seu dinheiro suado neles.

Há outras duas vantagens que vêm com o corolário BYOD também. Uma delas é que os usuários atualizam o hardware mais freqüentemente do que os ciclos de refresh dolorosamente lentos da maioria das organizações.

Preocupações

Mas existem algumas questões negativas a considerar também. Ao abraçar BYOD, as empresas perdem muito do controle sobre o hardware de TI e como ele é usado.

Os equipamentos forncedidos pela companhia veem normalmente com uma política de uso aceitável, e são protegidos por sistemas de segurança gerenciados e atualizados pelo departamento de TI. É um pouco complicado dizer a um empregado que ele está fazendo um uso não aceitável de seu próprio computador portátil ou smartphone.

Verifique se você tem uma política claramente definida para BYOD, que defina as regras de uso corporativo. Você também deve estabelecer os requisitos mínimos de segurança, ou mesmo fornecer as ferramentas de segurança como condição para permitir que os dispositivos pessoais se conectem às redes e tenham acesso aos dados da empresa.

Há também uma questão de conformidade quando se trata de dados. Empresas que usam padrão PCI DSS, HIPAA, GLBA ou tenham certos requisitos relacionados à segurança da informação e salvaguarda de dados específicos, devem assegurar que as regras sejam seguidas, mesmo que os dados estejam em um laptop pertencente a um empregado.

No caso de demissão um trabalhador, ou por saída da empresa por vontade própria, segregar e recuperar os dados da empresa podem ser um problema. Obviamente, a empresa vai querer seus dados, e deve haver uma política em vigor que determine como serão obtidos a partir do laptop pessoal e ou do smartphone.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Só faltou o 3G...

Motorola Xoom 2 Media Edition chega ao Brasil

(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/12/14/motorola-xoom-2-media-edition-chega-ao-brasil)
Rafael Rigues, PCWorld Brasil
14/12/2011

Com processador dual-core de 1.2 GHz e 32 GB de memória interna, tablet é menor, mais leve e mais barato que o Xoom original.

A Motorola anunciou nesta quarta-feira a chegada de mais um tablet Android ao mercado nacional. Batizado de “Xoom 2 Media Edition” o aparelho é menor, mais leve e mais barato que o Xoom original (lançado no Brasil em Abril deste ano), mas ainda assim traz todos os recursos que se espera em um tablet “Honeycomb” moderno.

A mudança mais visível é o tamanho: o Xoom 2 Media Edition mede 13,9 x 21,6 cm, com 9 mm de espessura e pesa apenas 386 gramas. Para se ter uma idéia, é pouco mais da metade do peso do primeiro modelo. A tela é menor: agora são 8.2 polegadas, mas com a mesma resolução de 1280 x 800 pixels.

xoom2_mediaedition_frente-360px.jpg
Motorola Xoom 2 Media Edition

Por dentro o aparelho tem um processador dual-core de 1.2 GHz da Texas Instruments (o mesmo do Motorola RAZR), 1 GB de RAM e 32 GB de memória interna, expansíveis com cartões microSD de até 32 GB (para um total de 64 GB). A câmera traseira tem resolução de 5 MP e é capaz de gravar vídeos em Full HD (1080p), e a frontal, para videochamadas, tem 1.3 MP. O sistema operacional é o Android 3.2 “Honeycomb”.

Mídia é a chave

Como é uma “Media Edition”, o Xoom 2 traz uma série de recursos para facilitar o consumo de mídia. O sistema de som, por exemplo, se adapta à orientação do aparelho: quando ele está “deitado” o som vem de dois alto-falantes abaixo da tela, com um subwoofer no canto superior esquerdo. Quando “em pé” o som vem de dois alto-falantes no topo da tela, com um subwoofer no canto inferior esquerdo.

Falando em orientação, o design do aparelho (logotipos, posição da câmera e botões) sugere uma orientação vertical, enquanto todos os outros tablets Honeycomb do mercado tem uma orientação horizontal. Isso serve para enfatizar o uso do Xoom 2 Media Edition para leitura, tarefa na qual se sai bem por causa do baixo peso.

A tela usa a tecnologia IPS (também usada no iPad, iPad 2 e Eee Pad Transformer, da ASUS) e tem um ângulo de visão de 178 graus, com boas cores e boa nitidez.

A Motorola embarca no aparelho aplicativos como o Netflix (com um mês de assinatura grátis) para streaming de filmes e séries, MotoCAST para streaming de conteúdo pessoal (como fotos, vídeos e músicas) de um PC para o tablet e o Dijit, que usa a porta IR (infravermelha) integrada ao tablet para transformá-lo em um “controle remoto universal” capaz de comandar TVs, players de Blu-Ray e DVD, aparelhos de som e sistemas de Home-Theater. Também há ferramentas de produtividade, como um pacote Office (o QuickOffice HD) completo e o MotoPRINT, que facilita a impressão de documentos a partir do tablet.

2011-12-14_17-39-15_463.jpg
Design "vertical" do Xoom 2 Media Edition sugere uso como e-Reader

O Xoom 2 Media Edition estará nas lojas, inicialmente em grandes varejistas online (como Americanas.com, Saraiva, FNAC, Submarino, Fastshop e outros) a partir do dia 20 de Dezembro. O preço sugerido, pela versão Wi-Fi com 32 GB de memória interna, é de R$ 1.299. No momento, não há uma versão com 3G. O Motorola Xoom original, nas versões Wi-Fi e 3G, continua no mercado.


Não fique na mão

Nove pesadelos do 'tecnoviajante' e como evitá-los

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/12/20/nove-pesadelos-do-tecnoviajante-e-como-evita-los)
Angela West, PC World/EUA
Publicada em 20 de dezembro de 2011 às 09h32

Viajar previnido pode evitar muitos dissabores.

Como um viajante de negócios, você normalmente não pode fazer seu trabalho sem smartphones, tablets, laptops, adaptadores de energia e acessórios de carregamento. Adicione a isso o estresse de aprontar materiais para reuniões, e os prazos apertados que provocam verdadeiro pânico de ficar muito tempo offline.

Se você tiver que viajar a trabalho nesta temporada de férias, provavelmente terá que lidar com algumas destas questões a seguir, relacionadas a tecnologia e viagens.

1. Perda potencial de seu laptop ou dispositivo móvel

Laptops, tablets e smartphones correm o risco de serem perdidos, danificados ou confiscados. Funcionários aduaneiros, especialmente nos Estados Unidos, podem confiscar laptops aleatoriamente. Esta é a dura verdade. Basta que identifiquem algono seu laptop que eles não gostem. Eles podem impedi-lo de levá-lo para bordo. Este é um perigo maior em vôos internacionais do que em vôos domésticos.

O armazenamento de documentos e arquivos importantes na nuvem, enquanto você estiver viajando é aconselhável também.

2. Não ter a bolsa certa, que facilite a inspeção na alfândega.

Verifique se a sua bolsa para o laptop está de de acordo com as diretrizes TSA . Uma empresa chamada Aerovation fabrica malas que seguem especificamente essas diretrizes. E você pode querer considerar a aquisição de uma delas se for um viajante freqüente.

O importante é que a bolsa tenha uma área para acomodar somente o laptop, mantendo os itens extras, como cabos, fora da área do laptop, para tornar mais fácil a identificação na tela de um scanner de raios-x.

3. Aeroporto em cobertura Wi-Fi.

Você pode descobrir informações sobre a cobertura Wi-Fi em aeroportos de todo o mundo através de um mapa interativo fornecido pelo site Jaunted.com. O mapa informa ainda se a cobertura Wi-Fi existente é de um sistema pago e oferecer um link de como chegar nele. A pegadinha: você precisa estar online para visualizar as informações. Portanto, confira antes de chegar ao local de destino.

Se você tem um smartphone, aeroportos sem cobertura Wi-Fi são o local onde a criação de um hotspot vem a calhar. Apenas certifique-se de que seu hotspot está protegido por senha com uma senha robusta e se sua operadora oferece um plano de dados para a área.

4. Conexão Wi-Fi In-Flight, mas caríssima.

Tal como em tudo na viagem, se você esquecer alguma coisa ou esperar até o último minuto, você pode pagar muito mais do que gostaria por um acesso wi-fi no ar. Nesta época de festas, os preços cobrados pelas companhias aéreas americanas variam de 14,95 dólares para 19,95 dólares.

Se você fizer questão de um vôo com acesso Wi-Fi gratuito, ligue para sua companhia aérea com antecedência para ver as promoções disponíveis.

5. Ter que desligar o seu laptop ou notebook para pouso e decolagem.

Regulamentos internacionais exigem que você desligue os dispositivos móveis. Embora não sejam baseadas em dados reais, sem qualquer comprovoção científioca, é aconselhável ser obedientemente e desligar os dispositivos durante os procedimentos de decolagem e aterrissagem.

6. Falta de opções de carregamento

Você passará por esta situação em nove de cada dez aeroportos brasileiros. Principalmente na sala de embarque. Opções de carregamento são limitadas. No melhor dos casos, em alguns aeroportos podem estar bem escondidas sob os bancos. Estações de carregamento que são oferecidosnos aeroportos poderiam teoricamente serem usadas para invadir o seu smartphone. Por isso, é mais aconselhável usar o seu próprio carregador.

7. Produtos essenciais para livrá-lo de um aperto custam pequenas fortunas nas lojas dos aeroportos.

Alguma vez você já esqueceu um carregador ou acessório importante e foi forçado a comprar algo em uma loja de aeroporto? Se você já passou por isso, já sabe a importância de verificar as malas duas vezes antes de sair para ter a certeza de que está levando tudo o que precisa.

8. Não ter a fonte de alimentação certa para o seu dispositivo.

Informe-se sobre os adaptadores de energia e a tensão usada no país de destino, se a viagem for internacional. Muitos países europeus e outros fora da América do Norte trabalham com voltagens 220 ou 240, que podem fritar o seu dispositivo se você tentar ligá-lo.

9. Hotel sem Wi-Fi.

Certifique-se de perguntar quando no check-in tudo o que você precisa saber sobre a disponibilidade de acesso Wi-Fi. Muitos hotéis não deixam esta informação em um local fácil de encontrar. Felizmente, hotel que não oferece acesso Wi-Fi já é considerado uma raridade hoje. mas existem.


Para refletir

Windows 8 será irrelevante para a maioria dos usuários, afirma IDC

(http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/12/19/windows-8-sera-irrelevante-para-a-maioria-dos-usuarios-afirma-idc)
Por Computerworld/US
Publicada em 20 de dezembro de 2011 às 07h05

Instituto vai na mesma direção da Gartner, e prevê que nova versão do sistema operacional não será bem recebida.

O instituto de pesquisa IDC estima que um número pequeno de usuários adquirirá a nova versão do sistema operacional da Microsoft, o Windows 8, a ser lançado ano que vem. Acredita, inclusive, que o interesse sobre o SO será pequeno.

A gigante enfrentará uma árdua batalha em sua tentativa de entregar uma única plataforma para tablets e PCs. “O Windows 8 será irrelevante para os usuários tradicionais de computadores”, afirma o instituto em comunicado. “Nesse universo, esperamos poucos upgrades do Windows 7 para o novo sistema”.

O analista Al Gillen explica melhor. “Os consumidores se perguntarão o que o Windows 8 trará de positivo para seus notebooks. E a resposta, na prátical, é que a maior e talvez única contribuição significativa seja a loja de aplicativos do sistema”.

A Microsoft confirmou em agosto que o sistema contará com uma loja de aplicativos, a Windows Store. Ela chegará em fevereiro, quando o primeiro beta do Windows 8 for liberado para usuários finais,

Leia mais: Primeiras impressões do Windows 8 Developer Preview

Para Gillen, dúvidas quanto à compatibilidade de hardwares e softwares, além da recente migração maciça das empresas para o Windows 7, farão com que o novo SO não seja tão bem recebido.

O analista da Gartner, Michel Silves, vai na mesma direção: o Windows 8, principalmente no começo, será um fracasso no mercado corporativo por conta da “fadiga” causada pela migração anterior. “Depois de todo o trabalho para atualizar a estrutura para o Windows 7, as companhias pensarão duas vezes antes de repetir o esforço”, disse.

De fato, o última versão do sistema da Microsoft foi adotado rapidamente pelas empresas. Levantamentos recentes mostram que a gigante vendeu 450 milhões de licenças do Windows 7 até setembro deste ano. Bem mais do que as 240 milhões vendidas até outubro de 2010.

O analista do IDC, no entanto, é mais otimista quanto ao sucesso do Windows 8 nos tablets. Para ele, isso dependerá da habilidade da companhia em convencer os desenvolvedores a adaptarem seus programas para a plataforma, tirando proveito da interface Metro.


(Gregg Keizer)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Verdadeiro Big Brother....

Microsoft vai controlar todos os programas do seu PC com Windows 8

Empresa poderá, quando bem entender, desativar e apagar aplicativos já instalados no seu computador.

A Microsoft poderá apagar e desativar aplicativos já instalados em seu computador quando bem entender. A medida será possível no Windows 8 e, segundo a empresa, visa travar ações maliciosas ou softwares com falhas baixados da Windows Store.

O sistema de funcionamento é comum em lojas de aplicativos online e tanto a Apple quanto aGoogle adotam ferramentas semelhantes. Contudo, no caso da Microsoft, a empresa afirmou que fará isso sempre que o aplicativo quebrar alguma regra da companhia ou colocar os dados do consumidor em risco.

Caso o software seja pago, a empresa de Bill Gates promete que o dinheiro será devolvido. Apesar de existirem ferramentas similares nas empresas concorrentes, a Apple nunca usou o recurso, mesmo quando removeu programas da App Store. Já a Google, removeu aplicativos de smartphones Android em 2010 e em 2011.



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/microsoft/16417-microsoft-vai-controlar-todos-os-programas-do-seu-pc-com-windows-8.htm#ixzz1g3oVf4pM