quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

XP - O sistema operacional ETERNO !!!!!!!



Microsoft dá mais um ano de "sobrevida" ao Windows XP


Por Redação Olhar Digital - em 15/01/2014 às 20h50 :: Palavras-chave: MicrosoftWindows

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/olhar2013/http://olhardigital.uol.com.br/noticia/39791/39791
Acessado em 16/01/2014 às 08:42:57 © 2005 - 2013 Olhar Digital - Todos os direitos reservados

A Microsoft já havia divulgado que deixaria de oferecer suporte ao Windows XP em abril deste ano, mas voltou atrás, pelo menos em parte. O sistema deixará de ser atualizado, como prometido, mas os produtos de segurança da plataforma receberão uma vida extra de 15 meses. Ou seja, eles continuarão sendo atualizados até julho de 2015.

Para o usuário final, isso significa que o Microsoft Security Essentials continuará recebendo atualizações. Já para clientes corporativos, os softwares System Center Endpoint Protection, Forefront Client Security, Forefront Endpoint Protection e Windows Intune seguirão sendo suportados.

A empresa havia confirmado que seus produtos de segurança seriam abandonados, mas mudou de ideia, mesmo deixando de lado o sistema operacional.

A Microsoft tem um problema nas mãos em relação ao XP. O software está defasado e os usuários precisam migrar para novos sistemas, mais seguros, alavancando também a venda de seus novos produtos. Para isso, manter a data de encerramento do suporte seria eficiente. Entretanto, o XP ainda é um dos sistemas operacionais mais usados do mercado e deixar seus usuários completamente vulneráveis não seria positivo para a empresa.

A companhia também aponta que soluções de segurança e antivírus tem efetividade limitada em sistemas operacionais sem suporte, então a empresa recomenda a atualização do sistema, realizar regularmente os updates de segurança disponibilizados pelos fabricantes e a execução de softwares de antivírus atualizados.

Via The Next Web 


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Com a insegurança do XP, segue algumas opções.



Fechando janelas: um guia para quem pensa em mudar de sistema operacional

O fim do Windows XP se aproxima, e os usuários são aconselhados a migrar o quanto antes. E já que mudar é preciso, que tal considerar alternativas como o Linux ou o Mac OS X?
Por Tony Bradley, PCWorld EUA
13/01/2014
Esperamos que você já tenha entendido que é hora de abandonar o Windows XP, mas que tal abandonar completamente o Windows? O Windows 8 melhorou significativamente após o lançamento da versão 8.1, mas para muitos usuários sua “interface moderna” e mudanças associadas, como a Tela Iniciar com seus bloco dinâmicos e o fim do Menu Iniciar, são motivo de desdém. E a segurança sempre foi um problema maior no Windows do que em outras plataformas.
Se você ainda está usando o Windows XP uma migração para o Windows 8.1 ou mesmo o Windows 7 provavelmente envolverá mais do que a substituição apenas do sistema operacional. Seu hardware atual pode não ser capaz de rodar uma nova versão do Windows, e mesmo que possa você provavelmente terá de considerar alguns upgrades, a substituição de alguns periféricos e a atualização de programas.
E se você vai investir tempo e dinheiro em uma transição para um novo sistema, então é melhor levar em conta todas as opções. O controle da Microsoft sobre o mercado desktop enfraqueceu nos últimos anos, e o Mac OS X, Linux e mesmo o Chrome OS são sistemas operacionais cada vez mais sofisticados que estão sendo adotados pelas massas. Veja o que esperar se você optar por uma destas alternativas.
Mac OS X
Há um motivo pelo qual as pessoas dizem que “depois que você usa um Mac, nunca mais volta atrás”. A Apple definiu a interface gráfica como a conhecemos hoje, e estabeleceu novos patamares para computação “amigável”. Os Macs tem fama de serem caros, mas isso não é de todo verdade: com certeza você encontrará desktops e notebooks Windows mais baratos, mas considerando o custo benefício os Macs são equivalentes a PCs com Windows de configuração similar, e algumas vezes até mais baratos.
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Além do hardware elegante e poderoso, Macs também tem um excelente sistema operacional
Vantagens: a principal vantagem do Mac OS X é que ele tem menos vulnerabilidades de segurança do que o Windows: uma desvantagem de ser o sistema operacional dominante é ter um enorme alvo pintado nas costas. Macs não são imunes a malware, mas usar um reduz significativamente o risco de infecção, já que a maioria dos ataques é desenvolvida tendo o Windows em mente.
O OS X também tem uma vantagem no preço: se você roda o Windows 7 ou uma versão anterior do sistema operacional, o upgrade para o Windows 8.1 custa a partir de R$ 410. No passado as atualizações do Mac OS X custavam cerca de US$ 20 a US$ 30 (R$ 45 a R$ 70), mas a versão mais recente, o OS X Mavericks, é grátis para qualquer Mac rodando o OS X Snow Leopard (lançado em 2009) ou mais recente.
O Mac OS X tem seu próprio pacote de software de produtividade (iWork) e inclui eficientes apps para e-mail, anotações, calendário, reprodução de vídeos e música e mensagens instantâneas, além dos milhares de apps disponíveis na internet e na loja de aplicativos Mac App Store, incluindo uma versão do Microsoft Office.
Com um Mac você pode continuar a rodar o Windows, seja em uma configuração “dual-boot” (você escolhe o sistema ao ligar o computador) ou usando uma máquina virtual como software como o Parallels ou o VMWare Workstation, que podem rodar o Windows em uma “janela”, isolado do sistema, ou integrar seus apps em janelas próprias lado a lado com os apps do Mac OS X.
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O Parallels (acima) permite rodar o Windows dentro do Mac OS X
Mas para isso você precisará de uma cópia licenciada do Windows, e ainda terá de realizar na máquina virtual todos os processos de manutenção (atualizações de software, de sistema e uso de um antivírus) que faz em seu PC. Ainda assim, é uma boa opção para continuar a usar apps essenciais que não tem equivalente no sistema da Apple.
Desvantagens: a não ser que você adote uma solução de virtualização, a migração para o OS X exigirá que você substitua todos os seus programas. Pacotes populares como o Microsoft Office e Adobe Creative Suite, além de navegadores como o Google Chrome e Mozilla Firefox, tem versões para Mac, mas você terá de encontrar equivalentes para outros programas. A virtualização envolve um custo extra (com licenças de software e do Windows), e a migração para novos apps também pode resultar em uma maior curva de aprendizado. Mas você provavelmente enfrentaria desafios similares numa migração do Windows XP para o Windows 8.1.
Linux
Se você quer instalar um novo sistema operacional em hardware que já tem, o Linux é a alternativa óbvia. Este sistema operacional Open Source tem muitas variantes, e uma das mais usadas é o Ubuntu. Em termos gerais o Linux exige menos recursos de hardware, o que lhe dá melhor desempenho em PCs mais antigos. No exterior é possível encontrar notebooks da Acer, ASUS e Dell com alguma versão de Linux pré-instalada. No Brasil o sistema é comumente encontrado em PCs e Desktops de baixo custo.
Vantagens: o principal benefício do Linux é o custo. A maioria das versões (ou “distribuições”, no jargão) é gratuita, assim como os aplicativos que você irá usar. Uma instalação padrão do Ubuntu, por exemplo, inclui navegador, cliente de e-mail, um pacote Office completo (LibreOffice), reprodutor de vídeos e DVDs, software para organização de imagens e muito mais a custo zero.
O Linux também tende a consumir menos recursos de hardware, e roda de forma admirável em PCs mais antigos, exigindo menos RAM e espaço em disco que o Windows ou OS X. Também é infinitamente flexível: você pode escolher qual ambiente desktop irá usar (entre opções como o KDE,Gnome e o Unity do Ubuntu), criar algo quase idêntico ao Windows XP ou então adotar uma versão minimalista do sistema, abandonar o conceito de “desktop” e fazer tudo na web, como no Chrome OS.
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O Ubuntu tem um ambiente desktop próprio, chamado Unity
Assim como o Mac OS X, você pode rodar o Linux e o Windows no mesmo PC, em um sistema de dual-boot, ou rodar o Windows dentro do Linux em uma máquina virtual como a VirtualBox (e adivinhe? ela é grátis para uso pessoal). Também é possível rodar aplicativos Windows “nativamente” dentro do Linux, com graus variados de compatibilidade, usando um software como o Wine, que converte as chamadas de sistema e bibliotecas do SO da Microsoft em comandos nativos do Linux.
Desvantagens: você terá de substituir todos os aplicativos que usa, e caçar drivers para sua impressora, webcam, adaptador de rede sem fios e outros periféricos. Em alguns casos eles podem simplesmente não ser compatíveis com o Linux, e terão de ser substituídos por modelos suportados. Mas a compatibilidade é atualmente maior do que em alguns anos atrás, especialmente se você usar uma distribuição popular como o Ubuntu.
O fato de que o Linux é um sistema operacional de código-aberto pode ser uma faca de dois gumes quando o assunto é suporte e solução de problemas. Na maioria dos casos o software é fruto de um projeto Open Source e não há uma “empresa” por trás dele para lhe dar suporte, embora existam empresas e distribuições que oferecem planos de suporte, especialmente no mercado corporativo. O lado bom é que tudo o que você precisa saber está disponível online, em fóruns e grupos de discussão povoados por usuários experientes que, na maioria dos casos, estão dispostos a ajudar.
Chrome OS
Desenvolvido pela Google e baseado em Linux, o ChromeOS é o “garoto novo” no bairro. É uma plataforma baseada na web, que basicamente transforma o navegador no sistema operacional, e os milhares de serviços baseados na web em seus “apps”.
Vantagens: em uma máquina com o ChromeOS você terá menos preocupações de segurança que em um PC com Windows, em parte por causa da relativa obscuridade do sistema operacional, mas na maior parte devido ao fato de que o sistema não foi projetado para rodar software instalado localmente ou mesmo armazenar dados localmente, então a “superfície” exposta a um ataque é muito menor.
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No momento a Acer é a única fabricante de Chromebooks no Brasil
Se você já adotou o ecossistema da Google, o ChromeOS pode ser a opção ideal. Ele é centrado nos serviços da empresa, e se integra facilmente com tablets e smartphones Android, oferecento acesso aos mesmos e-mails, contatos e dados armazenados.
Desvantagens: se você não usa os serviços da Google, o ChromeOS provavelmente não é para você. Você pode usar o Office 365 e SkyDrive, além de outros serviços online, normalmente, mas é meio que como remar contra a maré ou tentar encaixar uma peça quadrada em um buraco redondo.
Como a maioria dos recursos do Chrome OS está amarrada a serviços e recursos na nuvem, a funcionalidade do sistema, e da máquina, é severamente limitada se você não tiver uma conexão à internet. A Google recentemente lançou versões de apps como o Gmail e Google Docs que funcionam offline, mas elas não oferecem os mesmos recursos que os aplicativos que você encontrará no Windows, Mac OS X e Linux.
Como diz o Barman na hora de encerrar o expediente: “não me importo pra onde você vai, desde que saia daqui”. Ou seja, você não precisa migrar para o Windows 8.1 ou Windows 7, mas precisa sair o mais rápido possível do Windows XP e migrar para alguma outra coisa. Qualquer coisa. Uma mudança pode ser dolorosa, mas já que você terá de enfrentá-la, faz sentido considerar todas as opções.
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Vai acabar......

Windows XP será aposentado em abril; sistema deixará de receber correções
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Guilherme Tagiaroli
Do UOL, em São Paulo
  • Jeff Christensen/afp
    Licenças do Windows XP recém-embaladas são exibidas em linha de produção em Greeley (Colorado); o sistema operacional começou a ser vendido mundialmente em 25 de outubro de 2001
    Licenças do Windows XP recém-embaladas são exibidas em linha de produção em Greeley (Colorado); o sistema operacional começou a ser vendido mundialmente em 25 de outubro de 2001
Após 12 anos presente no mercado, a Microsoft vai aposentar no dia 8 de abril o sistema Windows XP. Isso não quer dizer que o sistema vai parar de funcionar repentinamente. A partir dessa data, a empresa não vai mais corrigir falhas de segurança ou adicionar novos drivers de equipamentos.
  • Henny Ray Abrams/AFP
    Bill Gates, cofundador da Microsoft, posa em Nova Iorque com licença do Windows XP durante o lançamento do sistema em 25 de outubro de 2001
Segundo Priscyla Alves, gerente geral do Windows da Microsoft Brasil, a razão para aposentadoria é que o sistema não é mais adequado para o mercado. "Desde o lançamento do XP, o cenário mudou bastante. Hoje em dia há muitos dispositivos móveis e novas vulnerabilidades surgindo. Não faz mais sentido alguém continuar usando um sistema de quase 13 anos atrás."
Em termos práticos, a aposentadoria do Windows XP significa que a Microsoft não soltará mais atualizações para correção de falhas. "Se alguém achar um erro em alguma versão posterior [Vista ou 7, por exemplo] e verificar que ela também existe no Windows XP, nós não vamos trabalhar para corrigi-la", disse Fábio Gaspar, gerente de produto Windows devices da Microsoft Brasil.
Outro fator que pesa contra a continuação do Windows XP é sua "idade". Segundo Dmitry Bestuzhev, especialista de segurança da Kaskpersky (empresa de antivírus), a longevidade do sistema fez com que os cibercriminosos ficassem especialistas na ferramenta. Inclusive, antes de lançar pragas para outras plataformas, elas são testadas no XP por usuários mal-intencionados.
"Há uma série de códigos de roubo de senhas por meio de capturas de tela que funcionam no Windows XP, mas que são bloqueados automaticamente no Windows 7", disse Bestuzhev.
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Paisagem do Windows XP é nos EUA; veja curiosidades sobre wallpapers da Microsoft28 fotos

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Papéis de parede de sistemas operacionais são imagens que acompanham os usuários de computador diariamente. Independente de serem bonitas ou feias, quem utiliza o computador não tem a menor ideia de onde vêm as imagens, quem as fez ou se tem alguma história interessante por trás delas. Para desvendar alguns dos mistérios que rondam os wallpapers, o UOL Tecnologia reuniu curiosidades das versões XP, Vista e 7 do Windows

Por Guilherme Tagiaroli Montagem/reprodução
Mesmo sendo velho, o Windows XP, de acordo como um levantamento da consultoria Netmarketshare, terminou o ano de 2013 como o segundo sistema operacional mais utilizado do mundo, só perdendo para o Windows 7. Questionada sobre a pesquisa, a Microsoft não endossa os dados, mas confirma que o XP ainda é significante, sobretudo no mercado corporativo.
"Muitas empresas ainda usam o Windows XP, pois fizeram aplicações para o sistema e que só funcionam nele", informou Priscyla. No entanto, ela afirmou que as companhias já estão há um tempo se preparando para migrar, pois os departamentos de tecnologia sabem dos riscos de continuar a usar a plataforma.

O que fazer?

A proximidade da aposentadoria do Windows XP deixa o usuário com a opção de comprar uma licença de uma versão mais atualizada do sistema operacional (Windows 7 ou 8) ou comprar um computador novo.
No varejo, é possível achar licenças de atualização para o Windows 8 por R$ 269, mas elas exigem que o computador tenha uma versão original do Windows XP SP3, Windows Vista ou Windows 7.
Para quem não tem a situação regularizada, resta apenas comprar uma licença completa do Windows 7 Pro (R$ 699) ou uma licença do Windows 8.1 por R$ 410. A versão Pro do Windows 8.1 é vendida por R$ 699.
"Se uma pessoa está rodando o Windows XP em seu computador, isso quer dizer que a máquina tem mais de seis anos de vida. O ciclo normal do PC é de quatro ou cinco anos. Por isso, nós recomendamos que a pessoa compre uma máquina nova com Windows 8", afirmou Priscyla, da Microsoft.
Lembrando que a companhia de software estabelece como requisitos mínimos para a instalação do Windows 8: um computador com processador de 1 GHz ou superior, 2 GB de memória RAM, 20 GB de espaço disponível em disco, um monitor que funcione na resolução 1024 x 768 e placa de vídeo com DirectX 9 com drive WDDM.
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Windows 8.1: Microsoft traz de volta menu Iniciar e mudança de visual27 fotos

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O Windows 8.1 é uma atualização do Windows 8. O sistema, que será gratuito para donos de aparelhos com a versão mais recente do software da Microsoft, vem com vários recursos para quem utiliza desktops convencionais (como a volta do menu Iniciar) e uma série de novos aplicativos; veja, a seguir, as novas funcionalidades do sistema Divulgação

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DDR4

RAM DDR4 da Intel deve chegar aos PCs no terceiro trimestre de 2014

(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2014/01/09/ram-ddr4-da-intel-deve-chegar-aos-pcs-no-terceiro-trimestre-de-2014)
Por Agam Shah, IDG News Service
Publicada em 09 de janeiro de 2014 - 16h10
Tecnologia será inicialmente suportada em um processador para servidores de codinome Grantley, baseado na arquitetura Haswell.

Segundo fontes familiarizadas com os planos da empresa, a Intel irá adicionar suporte à memória DDR4 em seu processador “Grantley”, um membro da família Xeon projetado para uso em servidores e baseado na arquitetura Haswell, no terceiro trimestre deste ano. Em desenvolvimento há mais de cinco anos, o novo tipo de memória pode aumentar o desempenho dos computadores e reduzir o consumo de energia. E também significará uma redução progressiva no uso da memória DDR3, atualmente usada na maioria dos servidores, desktops e notebooks.

A adoção da tecnologia DDR4 pelos fabricantes de processadores e placas-mãe é o primeiro passo para sua disseminação no mercado. Além dos servidores, módulos de memória DDR4 em placas-mãe para gamers foram demonstrados durante o Intel Developer Forum, em setembro passado, o que indica que a empresa já está adicionando o suporte à tecnologia aos seus processadores voltados aos entusiastas. Um porta-voz da Intel disse que a companhia trabalha “com a indústria” para levar o suporte a DDR4 aos seus sistemas mais sofisticados, mas não forneceu uma data para isso.

A partir daí a DDR4 poderia chegar aos PCs e notebooks em 12 a 18 meses. Notebooks com o novo tipo de memória poderão ser mais rápidos e ter maior autonomia de bateria, embora a atual DDR3 seja considerada suficiente para a maioria dos usos atuais. A DDR4 oferece uma largura de banda 50% maior, e uma redução no consumo de energia de 35%.

Os primeiros a adotar a DDR4 pagarão mais caro pela novidade, mas os preços irão cair à medida em que a adoção aumenta. Analistas esperam que inicialmente um módulo de memória DDR4 custe 30% a mais que um DDR3 de mesma capacidade, mas a diferença pode cair para 10% em 2015.

Um dos primeiros usos para a DDR4 provavelmente será em sistemas de dados e ERP de grande porte, que cada vez mais fazem uso de processamento em memória. A tecnologia também pode trazer benefícios em cálculos complexos em supercomputadores.

A adoção da DDR4 foi adiada com a estabilização dos preços da memória DDR3 no ano passado. Margens de lucro maiores fizeram com que fabricantes como a SK Hynix e Samsung continuassem a produzir DDR3 em vez de migrar suas linhas de produção para DDR4, que é mais cara para produzir. A queda na demanda por PCs também prejudicou os planos. Além disso, o surgimento de máquinas como os Ultrabooks da Intel e portáteis ultrafinos da AMD também atrasou a adoção da DDR4, já que elas usam memória DDR3 de baixo consumo de energia.

Empresas como a Samsung, Micron e Kingston demonstraram módulos de memória DDR4 logo após a especificação ser finalizada em setembro de 2012. A Samsung já iniciou a produção da memória em escala comercial, e a unidade de negócios corporativos da Crucial está demonstrando memória DDR4 durante a CES 2014, feira de tecnologia que acontece nesta semana em Las Vegas, nos EUA.

O barramento da memória DDR4 opera a 3200 MHz, contra os 2400 MHz da DDR3, e a memória funciona com 1.2 Volts em vez dos 1.5 Volts da antecessora. A confiabilidade da DDR4 também é considerada maior, já que há mais ferramentas de depuração e diagnóstico para prevenir erros de dados.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Chegou a hora de mudar.

 http://idgnow.com.br

TI pessoal >

Dica: ainda usa o Windows XP? Então veja três razões para migrar agora!

Tony Bradley, PCWorld EUA
02 de janeiro de 2014 - 09h00
Ao insistir em um sistema operacional com mais de uma década de vida você está perdendo em produtividade, suporte a novas tecnologias e principalmente segurança.
Você precisa mesmo abandonar o Windows XP. Sério. Ele foi um bom sistema operacional e ainda é amado por muitos usuários, mas… tem mais de uma década de vida! E na velocidade com que o mundo da tecnologia evolui, isso o torna quase uma relíquia. E embora ele pareça funcionar bem, o ditado “em time que está ganhando não se mexe” não se aplica ao Windows XP. Ele está perdendo, de várias formas, e quando deixar de ser oficialmente suportado pela Microsoft, em Abril, será oficialmente rebaixado à categoria de “peça de museu”.
Você nem precisa migrar para o Windows 8.1, o Windows 7 já é o bastante. E se você ou algum teimoso que conhece ainda precisa ser convencido a mudar, estas três razões devem ser o suficiente.
1. Produtividade
Olhando de longe, o Windows XP parece produtivo o suficiente. Ele roda os aplicativos de que você precisa, baixa seus e-mails e lhe permite navegar na web. Mas quando você olha de perto, vê que as versões mais recentes do Windows tem recursos que permitem que você trabalhe de forma mais eficiente.
Aero Snap, um recurso que surgiu no Windows 7, torna muito mais simples tarefas como maximizar, minimizar e organizar janelas, basta arrastá-las para os cantos da tela. Arraste para cima para maximizar, para baixo para minimizar, e para a esquerda ou direita para prender a janela à metade correspondente da tela. Quando você começa a usar o Aero Snap ele parece apenas uma curiosidade de pouco valor, mas rapidamente se torna algo natural. E depois de usá-lo por um tempo, você irá descobrir que ele simplifica seu trabalho e irá se arrepender do tempo que perdeu arrastando janelas pra lá e pra cá no Windows XP.
O Windows 8 tem outro recurso que pode lhe ajudar a economizar ainda mais tempo: o File History é similar ao “Time Machine” no Mac OS X: ele analisa seus arquivos a cada duas horas e armazena cópias das mudanças incrementais ao longo do tempo. Se você por acidente sobrescrever uma apresentação crucial, ou decidir abandonar as mudanças e voltar às coisas como era algumas horas atrás, é fácil restaurar um arquivo a qualquer ponto em sua história.
Outro recurso que economia tempo é a Manutenção Automática (Automatic Maintenance), que cuida daquelas pequenas e tediosas tarefas que são necessárias para manter seu PC bem ajustado e otimizado, como a desfragmentação do HD, varreduras contra malware, atualizações do sistema operacional e testes de diagnóstico, enquanto você dorme.
Depois que você se acostumar com estes recursos no Windows 7 ou Windows 8, irá se perguntar como conseguiu viver sem eles por tanto tempo.
2. Novas tecnologias
Usar um sistema operacional que tem mais de uma década de vida irá colocá-lo numa situação difícil quanto aos periféricos e dispositivos que você pode usar com ele. À medida em que novas tecnologias são desenvolvidas, elas geralmente são projetadas com os sistemas operacionais mais recentes em mente, e provavelmente não serão suportadas no Windows XP.
O USB 3.0 é um bom exemplo. A maioria dos dispositivos baseados nesse padrão deve funcionar, tecnicamente falando, no Windows XP porque eles são compatíveis com o padrão anterior. Mas irão entrar em “modo de compatibilidade” com o USB 2.0 e transferir dados com um décimo do desempenho potencial do USB 3.0. E note que mesmo o USB 3.0 está ficando “velhinho” e eventualmente será substituído por tecnologias ainda mais rápidas das quais o Windows XP não saberá fazer proveito.
Não importa se você está falando de impressoras sem fios, teclados Bluetooth ou monitores 4K, será difícil, e às vezes impossível, encontrar drivers e suporte para que as novas tecnologias funcionem com o Windows XP.
3. Segurança
Esse é o principal motivo. Mesmo hoje o Windows XP é inerentemente mais arriscado, e quando a Microsoft encerrar o suporte ao sistema, em Abril, seu PC estará praticamente indefeso. No início de dezembro a Microsoft lançou um boletim de segurança avisando os usuários sobre uma vulnerabilidade “dia zero” no Windows XP. Segundo relatos esta falha está sendo ativamente explorada pelos malfeitores, mas não afeta as versões mais recentes do Windows.
Especialistas em segurança acreditam que os criminosos possam estar “estocando” falhas do Windows XP, aguardando o fim do suporte oficial. Neste ponto não haverá mais boletins de segurança ou correções de falhas críticas no sistema, e a temporada de “caça ao usuário” estará aberta. 
Tim Rains, diretor de “Trustworthy Computing” na Microsoft, avisou os usuários do Windows XP de um outro problema em potencial. Criminosos frequentemente esperam um desenvolvedor lançar um patch e então fazem a “engenharia reversa” da atualização para descobrir qual falha ela corrige e projetar um ataque para explorá-la. Após o fim do suporte ao Windows XP, os criadores de malware podem começar a analisar os patches do Windows 7 e 8 em busca de falhas que também se apliquem ao XP e, se elas existirem, criar um ataque. E sem suporte, não haverá patches para proteger o Windows XP.
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Segundo a 15ª Edição do Security Intelligence Report da Microsoft, o número de máquinas com Windows XP
infectadas por malware é mais de 6x maior que o de máquinas infectadas rodando o Windows 8.1 de 64 Bits
O mais recente Security Intelligence Report da Microsoft mostra que quando exposto a um volume similar de ameaças em potencial do Windows XP SP3 tem uma taxa de infecção por malware quase duas vezes superior à do Windows 7e e 650% superior à do Windows 8 em um sistema de 64 Bits. Máquinas com o Windows XP são mas propensas a invasão e infecção do que as que rodam versões mais novas do Windows. Os efeitos destas invasões são tipicamente muito mais insidiosos, e a eliminação da ameaça geralmente toma mais tempo.
Foi bom enquanto durou
O Windows XP foi um sistema operacional incrível, e podemos dizer que foi a melhor versão na história do Windows. Mas o Windows 7 é um sucessor digno de seu legado, e o Windows 8.1 também é um excelente sistema operacional. E ao se apegar ao Windows XP você está perdendo recursos e tecnologias que podem ajudá-lo a trabalhar de forma mais eficiente e simplificar sua vida.
Mesmo que isso não o atraia, a realidade é que o Windows XP será um pesadelo de segurança quando o suporte acabar, e insistir em usá-lo será algo impraticável, se não impossível.
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Melhor assim, um passo de cada vez.

As 10 principais tendências em TI para 2014 - Maior adesão à nuvem privada


(http://cio.uol.com.br/opiniao/2013/12/24/as-10-principais-tendencias-em-ti-para-2014-maior-adesao-a-nuvem-privada)
Hu Yoshida *
Publicada em 24 de dezembro de 2013 às 07h04

O uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco

Semanas atrás, Hu Yoshida, CTO Global da Hitachi Data Systems, iniciou em seu blog corporativo uma série de artigos prevendo os principais movimentos do mercado de TI no próximo ano. A CIO Brasil publicou, com exclusividade, o primeiro deles, listando as 10 principais tendências, na opinião do executivo. E, depois, o artigo detalhando as duas primeiras. Nos próximos dias, publicaremos o detalhamento das demais.

Abaixo, você lê a análise da terceira tendência, que prevê um aumento considerável de empresas implementando nuvens privadas.

:: Maior adesão à nuvem privada

A nuvem vem se tornando um modelo de serviço mais aceito. Pesquisa recente realizada entre empresas de grande de porte  mostra que aproximadamente 10% das cargas de trabalho estão sendo executadas em nuvem. Software como Serviço (SaaS) para aplicativos de back office como e-mail, RH, CRM e armazenamento ou backup são serviços com maior aderência às nuvens públicas. Infraestrutura como Serviço (IaaS) em nuvens públicas geralmente é utilizada para gerar elasticidade, transferindo demandas adicionais de capacidade geradas durante períodos de teste, desenvolvimento, ou em pico sazonais. No entanto, o uso da nuvem pública para as principais aplicações do negócio ainda é considerado de alto risco, devido a questões de segurança, privacidade, qualidade do serviço, interrupções, e altos custos devido ao uso para processamento de aplicações e acesso a dados em todas as redes conectadas à nuvem pública.


Se, por um lado, os custos de infraestrutura na nuvem pública podem ser bem mais baixos quando consideramos só o armazenamento, eles podem aumentar dramaticamente devido aos custos gerados pela frequência de acesso remoto a esses dados. O recente pedido de falência do provedor de serviços de cloud pública Nivanix abalou a confiança nas nuvens públicas depois que a empresa anunciou que seus clientes tinham 15 dias para recuperar todos os seus dados! Isso reavivou memórias de colapso das dot.com, quando os custos capitais dos serviços que as dot.coms ofereciam não puderam ser recuperados facilmente, já que cada usuário cadastrado queria sua própria infraestrutura. Ferramentas como virtualização e provisionamento não estavam disponíveis à época para permitir o reforço da infraestrutura junto a diversos usuários e a diluição dos custos capitais.

Por diversas razões, os clientes buscam hospedar suas principais aplicações em nuvens privadas, protegidas por seus firewalls e sob seu controle. Novas tecnologias como virtualização, soluções convergentes, Software Defined Data Center e novos modelos de negócios, como serviços gerenciados, vêm tornando a implementação e operação do modelo de provisionamento em cloud muito mais simples, eficiente e acessível. A Hitachi se uniu à VMware para concretizar sua visão para a Software Defined Data Center.

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“O que  torna a abordagem da Hitachi impressionante é terem escolhido agregar dados operacionais de cada um dos componentes da plataforma convergente. Ter essa fonte única de dados simplifica bastante a complexidade da integração, e o que é mais importante, gera um desenho de interface para o usuário que reflete verdadeiramente a natureza convergente da plataforma. Essa abordagem integrada atinge diretamente, os benefícios esperados de uma infraestrutura convergente”, afirma Wayne Green, gerente de produtos da VMware, sobre a integração entre a UCP e a vSphere.

Embora uma cloud privada não possa oferecer a elasticidade de um provedor de nuvem publica, que consegue alocar recursos livremente , você tem a certeza que a sua solução de cloud privada é segura, está protegida por seus firewalls e sob seu controle direto. Você tem as ferramentas de automação e agilidade para provisionar seus recursos conforme as necessidades do seu negócio. A conexão direta à cloud privada pode também compensar alguns dos custos de se conectar a um serviço de cloud pública e integrar aplicações de cloud a outras fora dela. Ainda assim, você pode utilizar a nuvem pública para aplicativos de back office como faz hoje. Ou seja, fazer backups ou arquivar uma parte da sua cloud privada em um serviço de cloud pública. A diferença é que agora você tem as ferramentas para adequar a cloud às suas necessidades de negócio.

O mistério e a complexidade de questões quanto à segurança e os riscos na nuvem podem ser colocados de lado com a implementação de uma cloud privada, que ofereça os benefícios de consolidação, agilidade, automação, self-service e charge-backs em uma solução pronta para uso.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ninguém fala do link necessário.....

Cisco, VMware e Citrix lançam serviço de DaaS

(http://cio.uol.com.br/noticias/2013/12/18/cisco-vmware-e-citrix-lancam-servico-de-daas)
IDG News Service
Publicada em 18 de dezembro de 2013 às 18h15
Oferta acompanha o aumento do interesse dos líderes de TI em soluções para desktops virtuais
A Cisco, a VMware e a Citrix estão unindo esforços para disponibilizar um novo ambiente de trabalho baseado em cloud computing. A oferta de Desktop as a Service das empresas destina-se principalmente a prestadores de serviços.
A iniciativa surge apenas algumas semanas depois de a Amazon Web Services ter anunciado a sua incursão no mesmo segmento, e pode indicar o início de uma onda de novas ofertas de VDI na nuvem, no início de 2014. Pesquisa recente da Forrester _ realizada bo terceiro trimestre de 2013 _ já havia apontado que 11% dos executivos têm intenção de implementar DaaS nos próximos 12 meses e 12% nos próximos 24 meses.
 DaaS
O serviço das três empresas é baseado no hardware Unified Compute System (UCS), da Cisco, e os usuários podem escolher entre o software de desktop virtual da Citrix ou da Desktone –recentemente adquirida pela VMware .
Esta não é a primeira oferta DaaS da Cisco, mas é a mais completa. Apresenta indicadores de desempenho superiores, incluindo a capacidade de congregar mais desktops baseados em um único sistema UCS  – até agora eram apenas 252 – além de suporte para renderização em 3D.
Os desktops virtuais oferecem uma série de benefícios, em comparação com um modelo de desktop ou laptop tradicional. Os usuários finais podem acessar os ambientes de trabalho a partir de qualquer lugar, inclusive através de ampla variedade de dispositivos.
Segundo a Forrester, CIOs que estejam considerando adotar VDI devem considerar DaaS também, para dar aos funcionários a liberdade de escolher entre diferentes computadores e dispositivos e reduzir custos ainda mais.