terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Esse futuro esta bem perto

A revolução microscópica do carbono

seg, 21/02/11
por wertman |
categoria Sem categoria

Ele é o elemento que divide tudo o que é orgânico. Solto na atmosfera é o vilão das mudanças climáticas.

É o carbono, um dos elementos mais versáteis da natureza, capaz de formar materiais que vão da dureza de um diamante à delicadeza de um traço de lápis.

Agora, cientistas estão descobrindo novas formas do carbono que prometem uma revolução em áreas que vão da eletrônica ao diagnósticos de doenças.

No Espaço Aberto Ciência e Tecnologia desta semana você vai conhecer materiais com nomes estranhos, como fulerenos, nanotubos e grafenos – materiais que logo estarão equipando telas sensíveis ao toque e podem até substituir o Silício de nossos computadores.

Em Belo Horizonte, um dos centros mais importantes de pesquisas na ciência do carbono. E nos EUA, o Laboratório de Pesquisas Navais da Marinha americana, onde os cientistas aplicam a nanolitografia para criar circuitos de grafeno.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Tendências de TI 2012

IaaS crescerá 64% em 2012 no Brasil, prevê IDC

(http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/10/iaas-crescera-64-em-2012-no-brasil-preve-idc)
Déborah Oliveira
Publicada em 10 de janeiro de 2012 às 12h49

Com recursos limitados, companhias menores encontram no modelo de infraestrutura como serviço a saída para crescer.

Manter a infraestrutura tecnológica dentro de casa é uma decisão que está sendo repensada pelas companhias, especialmente as de pequeno e médio portes, afirma Anderson Figueiredo, gerente de Pesquisas da consultoria IDC. Ao que tudo indica, o poder da computação não está mais preso a uma caixa, saltou para as nuvens. “O investimento em soluções para o data center é alto e pagar pelo uso é grande atrativo. Essa é uma importante alavanca de cloud no modelo público de infraestrutura como serviço (IaaS)”, diz.

Segundo Figueiredo, as grandes, geralmente, já contam com suas estruturas, realizaram alto investimento na aquisição de equipamentos e, por isso, tendem a escolher o modelo privado.

Dados da IDC mostram que em 2010, o mercado nacional de IaaS na modalidade pública movimentou 35,8 milhões de dólares, com representação de 50,3% do setor de cloud computing. A consultoria projeta que em 2011 ele seja responsável por 56,1% e gere receita de 55,89 milhões de dólares.

Em 2012, o crescimento será ainda maior, aponta a IDC, já que deverá somar 90,86 milhões de dólares. A expansão média, ano a ano, será de 64%, de acordo com Figueiredo incremento superior ao de software como serviço, que já fisgou mais usuários até o momento.

O instituto de pesquisas Gartner aponta que até 2014, esse segmento deve totalizar receita de 10,5 bilhões de dólares em todo o mundo. “Da mesma forma que as classes sociais cresceram, as empresas também. Elas mudaram de patamar na cadeia econômica e passaram a ter novas necessidades e IaaS ganhou espaço nesse contexto com forte apelo de redução de custos, possibilidade de expansão e flexibilidade”, aponta Figueiredo.

Atentas a esse cenário, o estudo 350 Maiores Empresas de TI e Telecom, realizado pela Deloitte em parceira com a COMPUTERWORLD, revelou que 60% das empresas que responderam já têm oferta de nuvem. Dessas, 25% disseram que IaaS é o segundo produto de cloud comercializado, perdendo para SaaS.

Além disso, 41% acreditam que infraestrutura como serviço será a modalidade de mais crescimento nos próximos anos. A exemplo de companhias como Amazon, uma das líderes do mercado lá fora, elas vislumbram oportunidades na nuvem e querem conquistar filão desse mercado.

Na opinião de Pedro Bicudo, sócio-diretor da consultoria TGT Consult, IaaS deverá atingir maturidade nos próximos dois anos, mas precisa passar por uma fase de mudança cultural para decolar. “Ainda há fornecedores que apontam cloud como forma de terceirização. Mas não é. É preciso uma ruptura desse pensamento”, diz. Ele explica que a diferença está na customização. “Nuvem é massificada, a solução é igual para todas, outsourcing não. É por isso que cloud custa metade do valor de terceirização”, esclarece.

Outro ponto de atenção no setor, diz, é em relação à oferta. “A indústria tem de vender cloud, assim como é feito com as impressoras: na prateleira. Um grande desafio hoje”, acrescenta.

Embora segurança ainda seja apontada por companhias e analistas como alerta vermelho para adoção de cloud, para Figueiredo a terceira barreira não está relacionada ao tema e sim ao modelo de negócios. “Empresas ainda têm dúvidas de como o serviço pode ser cobrado”, opina.

A HP tem uma proposta de infraestrutura convergente, desde o início do ano, os olhares da companhia estão voltados ao tripé infraestrutura como serviço, plataforma como serviço e loja de aplicativos, afirma Alexandre Kazuki, diretor de Marketing da área de Enterprise Server Storage Network (ESSN) da HP Brasil.

“Até o ano passado, atuávamos como consultoria para clientes que desejavam migrar para a nuvem. A oferta que temos hoje é focada em grandes empresas e temos acordos de níveis de serviço que monitoram paradas, tempo de resposta etc”, explica. Kazuki diz que no Brasil são dois data centers direcionados para atender aos clientes de IaaS, um em Alphaville (SP) e outro em Anchieta (SP).

No entanto, na visão dele, o uso de cloud pública ainda é baixo, mas a tendência para os próximos anos deverá ser a combinação de cloud privadas e públicas. “Apostamos no incremento das nuvens híbridas”, diz.

Henrique Sei, diretor de Vendas de Soluções da Dell Brasil, diz que o foco da Dell vai além do hardware. “Engloba produtos de mobilidade, software, serviço e estamos cada vez mais seguindo o caminho do as a service”, explica. Em abril deste ano a empresa anunciou que vai direcionar 1 bilhão de dólares para construção de data centers em todo o mundo destinados à oferta de cloud computing.

“A ideia é manter a oferta de hosting e colocation por meio de parceiros e migrar os novos ambientes para IaaS”, diz. A Dell adotou como estratégia efetuar aquisições para reforçar o portfólio de data center. Um exemplo é a Force10, comprada recentemente.

O modelo é velho conhecido da Locaweb, assegura Gilberto Mautner, presidente da companhia. “Trabalhamos desde 1998 com assinatura de serviços e não temos dificuldade. Começamos a atuar no mercado na gestão de sites e conforme a base de clientes cresceu passamos a prover IaaS.”

Hoje, a companhia tem cerca de 6 mil clientes de IaaS, incluindo usuários de servidores dedicados e as companhias de e-commerce são as que mais apostam no modelo, segundo Mautner. Ele assinala que infraestrutura como serviço representa um terço da receita da companhia, que em 2010 foi de 147,9 milhões de reais [23,7% a mais do que em 2009]. “Em nuvem, crescemos cerca de 50% ao ano.”

Com a adoção crescente de IaaS, além dos fornecedores de hardware de TI os de hardware de Telecom também vão sentir o efeito dominó. Rodrigo Dienstmann, diretor de Operadoras da Cisco do Brasil, conta que três grandes demandas deverão ampliar a presença da companhia no setor: aumento de devices conectados, explosão de acesso a vídeos e cloud computing. No último ano, aponta, a Cisco cresceu quase 30% em receita e esses elementos contribuíram para a ampliação dos negócios.

A Cisco, prossegue, que sempre teve presença em data centers com a linha de switches e roteadores, fez investimento direcionados [como a entrada no segmento de servidores] para que pudesse oferecer uma arquitetura completa para os data centers, seja de teles ou corporativos.

Ele diz que a entrada de teles no mercado de TV por assinatura, possibilitando que os clientes acessem a programação na cloud e ainda a maior cobertura da banda larga no País, gera oportunidades para toda a cadeia envolvida.


Ultrabook e Tablet, Lenovo nos 2 mundos ao mesmo tempo

Vídeo: ultrabook híbrido da Lenovo vira tablet e roda Windows 8

(http://pcworld.uol.com.br/noticias/2012/01/11/video-ultrabook-hibrido-da-lenovo-vira-tablet-e-roda-windows-8)
Da redação
11/01/2012

O Lenovo IdeaPad Yoga é uma das novidades apresentadas durante a Consumer Electronics Show 2012 e possui três formatos diferentes

Uma das novidades apresentadas pela Lenovo durante a CES 2012, que acontece nesta semana em Las Vegas, é o IdeaPad Yoga. O diferencial deste ultrabook é que ele é um produto híbrido e pode se transformar em um tablet.

Equipado com Windows 8, há três formatos: ultrabook tradicional, tablet ou modo tenda. Veja abaixo uma demonstração de um dos protótipos que testamos no estande da empresa:


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Super dica

Montando pasta compartilhada do Windows em diretório do Linux

Nessa dica mostrarei como se monta uma pasta compartilhada do Windows dentro de um diretório do Linux.

Para o exemplo aqui mostrado temos:
  • IP da máquina Windows: 10.0.0.3
  • Nome do compartilhamento = MP3
  • Caminho do compartilhamento = \\10.0.0.4\MP3

Primeiramente teremos que ter privilégio de administrador para instalar o pacote smbfs. Segundo, criaremos um diretório dentro de /mnt, o nome fica a seu critério, usei "mp3".

# apt-get update
# apt-get upgrade
# apt-get install smbfs
# mkdir /mnt/mp3


Depois que terminar de instalar o pacote e criar o diretório mp3 dentro de /mnt, já poderemos montar a pasta do Windows dentro de um diretório de sua máquina Linux.

# mount -t cifs -o guest //10.0.0.3/MP3 /mnt/mp3/
# cd /mnt/mp3
# ls

musica1.mp3 musica2.mp3

Bem pessoal, é isso aí, espero ter ajudado.

Viva a Liberdade
Leandro Bruno Teixeira

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tecnologia

Sal aumenta em seis vezes a capacidade do HD

A técnica, descoberta por cientistas de Cingapura, aumenta a densidade de gravação para 3,3 Terabytes por polegada quadrada
03 de Janeiro de 2012 | 17:35h
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Hard Disk
Cientistas da Universidade Nacional de Cingapura e do Instituto de Armazenamento de Dados descobriram uma maneira de aumentar a capacidade de armazenamento dos HDs usando um material comum: o sal.

Segundo o jornal britânico Telegraph, o cloreto de sódio pode aumentar a densidade de gravação dos discos para 3,3 Terabytes por polegada quadrada. Ou seja, em alguns anos, um disco que guarda 1 Tera, por exemplo, poderá armazenar 6 Tera no mesmo espaço.

O sal deixa a superfície de magnetização do disco pura, permitindo que mais dados sejam armazenados. Além disso, ele aumenta a resolução de elétrons que são usados para "imprimir" os bits no HD.

De acordo com a equipe de cientistas, os discos rígidos com cloreto de sódio podem começar a ser comercializado em 2016.

Ultrabooks

Tudo o que você precisa saber sobre os Ultrabooks, que devem chegar fortes ao mercado em 2012

Finos, leves e rápidos, a nova classe de computadores começa a chegar ao mercado pelas mãos de fabricantes como HP, Acer, Asus e LG
03 de Janeiro de 2012 | 17:22h
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Reprodução
Ultrabooks
Stephanie Kohn

Você já ouviu falar no Ultrabook? Este é um novo conceito de notebook, desenvolvido pela Intel. Em maio de 2011, a fabricante de chips investiu nessa nova classe de computadores e, desde então, empresas como Acer, Asus, LG e HP já lançaram ou anunciaram modelos que seguem o novo conceito.

Mas, o que um computador precisa ter para ser considerado um Ultrabook? Segundo a Intel, para que um notebook se encaixe na nova categoria é preciso que ele tenha menos de 21 milímetros de espessura - e, o mais complicado, custe menos de US$ 1 mil.

"Nós reconhecemos que essa característica [preço inferior a US$ 1 mil] é essencial para o ultrabook atingir a massa e se tornar um produto dominante em 2013. Porém, esse valor é referência nos Estados Unidos. Aqui no Brasil existem taxas que fazem o preço subir, mas acreditamos que será possível oferecer produtos de boa qualidade em torno dos R$ 2 mil até o fim do ano que vem", explica Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel.

Os primeiros Ultrabooks do mercado já saíram equipados com processadores Intel Sandy Bridge de 32 nanômetros. Porém, com a popularização do modelo, a companhia espera que os laptops evoluam e ganhem processadores mais novos como o Ivy Bridge, de 22 nanômetros. Para quem não sabe, nanômetro é a medida utilizada para medir cada transistor presente no processador e, quanto menores eles ficam, maior é a possibilidade de colocar mais deles em um único processador. Isso, obviamente, aumenta a performance do seu computador. (Para efeito de comparação, o vírus da gripe tem 100 nanômetros de tamanho!)

Além desses detalhes, esses notebooks são super finos, leves, possuem baterias mais duráveis – mínimo de cinco horas de duração - e tem inicialização rápida, cerca de sete segundos. Neles, os tradicionais discos rígidos foram substituídos por SSDs, também conhecidos como memória flash. Por conta de tudo isso, os Ultrabooks são fortes concorrentes dos notebooks e até tablets, pois alguns deles virão até com telas sensíveis ao toque.

Para o desenvolvimento desses laptops ultrafinos, a Intel criou um fundo de investimento de US$ 300 milhões. A ideia é investir em empresas especializadas em tecnologias que ajudem a aumentar a vida útil da bateria dos Ultrabooks, além de melhorar design e o armazenamento dos aparelhos.

Ainda com o objetivo de impulsionar a entrada dos Ultrabooks no mercado, a Intel lançará um projeto para ajudar pequenas empresas a desenvolver seus próprios modelos. A fabricante de processadores fará acordos que envolvem grandes fabricantes de peças, como Foxconn e Pegatron, e os pequenos empreendedores. "Prestamos atenção em pequenos integradores e procuramos fazer um trabalho de aproximação e apoio com integradores em Taiwan", afirma o diretor.

Segundo Cássio, 2012 será um ano muito importante para os ultrabooks. Ele acredita que um terço do mercado mundial de notebooks será dominado pela nova categoria de portáteis. "No Brasil temos regras rígidas de manufatura local e tudo isso gera um certo desafio. Por isso, a curva de adoção tende a ser menor", comenta. "No entanto, temos certeza de que haverá um crescimento no desejo do consumidor, pois o ultrabook é uma revolução na experiência do notebook", conclui.

Primeiros Ultrabooks do mercado

Acer Aspire S3

O ultrabook lançado em novembro já está nas prateleiras de grandes varejistas. Os primeiros modelos que chegam ao Brasil têm preços a partir de R$ 2.799 na versão de 4GB de RAM, 320 GB de HD e processador Intel Core i3. Já o modelo com processador Core i5 sai por R$ 2.899 e nos equipados com Core i7, o preço aumenta para R$ 3.599.

O laptop tem 1.3 cm de espessura, pesa menos de 1.4 quilo e conta com uma tela LED HD de 13.3 polegadas. Segundo a fabricante, a bateria de alta densidade dá sete horas de autonomia, dependendo da intensidade do uso. O retorno do modo sleep acontece em em 1 segundo e meio e a vida útil da bateria é proporcionada pelo "Acer Green Instant On". Já a função "Acer Instant Connect" permite que o laptop se conecte à internet em apenas 2,5 segundos.

Asus UX21

O computador portátil da empresa foi o primeiro Ultrabook lançado. O laptop mede 9 milímetros de espessura, pesa 1.1 quilo e tem corpo de metal, além de um trackpad de vidro. O UX21 vem em três modelos: 64 GB de armazenamento em SSD, 128 GB ou 256 GB com processadores Sandy Bridge Core i3, i5 ou i7, respectivamente. Além disso, todos os modelos possuem USB 3.0, que multiplicam as taxas de transferência do atual USB 2.0 em até 10 vezes.

HP Pavilion dm3

Durante o Editor's Day, evento anual da Intel de apresentação de novidades à imprensa, a HP anunciou seu primeiro Ultrabook, com previsão de chegada no Brasil no primeiro semestre de 2012.

O computador é baseado em um processador Intel Core i5 da família Sandy Bridge, de 32 nanômetros, possui 4 GB de memória RAM e SSD de 128 GB. A tela de LED tem 13,3 polegadas e resolução HD. O principal destaque da máquina é a espessura de apenas 18 mm, e o peso de 1,49 kg. Segundo a HP, a autonomia de bateria é de até 9,5 horas.

LG XNote Z330

Parecido com o MacBook Air da Apple, o Ultrabook da LG tem 13,3 polegadas, 8 milímetros de espessura, processador Sandy Bridge de 32 nanômetros, e chega em dois modelos. A versão Core i5 tem 120 GB de HD e a Core i7 tem 256 GB. Os preços são: R$ 1.509 e R$ 1.863, respectivamente.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Eu gosto dessa tecnologia

Intel tenta manter netbooks vivos com novos Atom

(http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/12/28/intel-tenta-manter-netbooks-vivos-com-novos-atom)
Por IDG News Service / EUA
Publicada em 28 de dezembro de 2011 às 17h24
Atualizada em 28 de dezembro de 2011 às 17h26

Com nome código Cedar Trail, processadores prometem diminuir consumo de energia, aumentar duração de bateria e levar HD para os computadores.

A Intel começou a enviar nesta quarta-feira, 28/12, os novos processadores Atom para netbooks, um passo importante para manter o crescimento dos computadores de baixo custo em meio ao despertar furioso dos tablets.

Os chips dual-core, parte da plataforma de nome código Cedar Trail, trazem melhor duração de bateria e desempenho melhor para os netbooks, afirmou a Intel. Grandes fabricantes de Pcs, como HP, Acer, Lenovo, Toshiba, Asus e Samsung, começarão a enviar os netbooks com os processadores Cedar Trail no início de janeiro com preços a partir de 199 dólares.

A Intel dobrou o desempenho gráfico dos chips enquanto reduziu o consumo de energia em até 20% em comparação aos processadores Atom anteriores, apresentados há dois anos. Os novos chips ajudarão os netbooks a fornecer duração de bateria de até 10 horas, promete a fabricante.

A fabricante apresentou o Cedar Trail um pouco antes do evento CES 2012 (Consumer Electronics Show), que acontece no próximo mês em Las Vegas, nos EUA. Espera-se que a Intel fale sobre seus chips mais novos para smartphones, tablets e Pcs durante a conferência.

Os processadores Cedar Trail são um passo importante nos esforços da Intel melhorar os netbooks, que tiveram suas vendas afetadas pela crescente demanda por tablets como o iPad, da Apple. Um porta-voz da companhia afirmou que, apesar de as companhias poderem colocar o Cedar Trail em tablets, a maioria das empresas está optando pelos ainda inéditos Medfield ou Clover Trail para tablets.

A Intel está mantendo uma previsão positiva para os netbooks, mesmo com a ameaça dos tablets. Apesar de as vendas de netbooks terem caído nos EUA e na Europa ocidental, o mercado está crescendo em países em desenvolvimento como Índia e China, informa a empresa.

Os novos chips permitem que os netbooks reproduzam vídeos em alta definição e trazem suporte para entrada HDMI, que permitirá que os aparelhos sejam conectados a TVs de alta definição. Outros recursos incluem tecnologia de visualização wireless para emitir imagens sem fio para as TVs.

Os novos chips incluem o Atom N2600, que roda a 1.6GHz e usa 3.5 watts de energia, e o N2800, que roda a 1.8GHz e usa 6.5 watts de energia. Em setembro, a Intel já havia apresentados os chips Cedar Trail para desktops de baixo custo.