terça-feira, 5 de novembro de 2013

Microsoft alerta usuários do Windows XP sobre aumento de infecções - IDG Now!

Microsoft alerta usuários do Windows XP sobre aumento de infecções - IDG Now!

Com suporte encerrado em abril de 2014, a empresa pede aos usuários que atualizem para a nova versão do OS, para não terem problemas com segurança.
A Microsoft disse nesse final de semana, novamente, que o cenário para usuários do Windows XP não é dos melhores. Depois de 8 de abril de 2014, a chance de que PCs sejam infectados por malware pode aumentar em até dois terços. 
A afirmação, feita por Tim Rains, diretor do grupo de Computação Confiável da Microsoft, veio logo após a liberação do Relatório de Inteligência de Segurança anual da empresa. Seguido dos comentários que ele próprio fez em agosto, Rains reiterou a advertência anterior, avisando aos retardatários do Windows XP para esperarem por um aumento nos ataques, quando o suporte ao sistema operacional acabar daqui a cinco meses.
"Após o final do suporte, os crackers terão uma vantagem sobre os que continuam a executar o Windows XP", disse Rains em um post no blog na terça-feira. "Depois de abril do próximo ano, quando lançarmos atualizações mensais de segurança para as versões suportadas do Windows, os cibercriminosos tentarão revertê-las para identificar qualquer vulnerabilidade que também exista no Windows XP. Se tiverem sucesso, eles terão a capacidade de desenvolver códigos de exploração para abusá-las."
Rains, em seguida, deu um passo adiante e citou estatísticas do próprio esforço da Microsoft de coleta de dados de telemetria para dar aos clientes uma ideia da crescente ameaça após o término do suporte. 
"Nós já tivemos um vislumbre do que acontece quando uma plataforma baseada em Windows XP não tiver mais suporte", acrescentou Rains. "Nos dois anos após o Windows XP Service Pack 2 teve o suporte encerrado, a taxa de infecção de malware foi 66% maior do que o Windows XP Service Pack 3, a última versão suportada do Windows XP"
O suporte para o Windows XP Service Pack 2 (SP2) terminou em julho de 2010, pouco mais de dois anos após o lançamento do XP SP3.
Em um gráfico que acompanha seus comentários, Rains mostra uma maior incidência de infecção do Windows XP SP2 quando comparado com o SP3. Os dois começaram com taxas de infecção semelhantes, mas começaram a divergir no primeiro trimestre de 2011, com a maior diferença no 4 º trimestre do mesmo ano. 
Desde então, a diferença entre os dois diminuiu: no quarto trimestre de 2012, a diferença parece ser de aproximadamente quatro computadores por mil - 12 do SP3 contra 16 do SP2 - o que representa um aumento de 33% da taxa de infecção do último.
Motivos
Embora possa haver outras razões para as diferentes taxas de infecção, incluindo a falta de atualizações de software de segurança, a suposição de Rains é de que o XP SP2 não foi corrigido - porque ele não poderia ser - enquanto XP SP3 havia sido.
A Microsoft tem sido extremamente franca sobre os perigos que os clientes enfrentarão no próximo ano, após o encerramento do suporte ao Windows XP, menosprezando a sua segurança e até criticando o OS algumas vezes.
Isso é incomum. A tática habitual da gigante é simplesmente ignorar um sistema operacional antigo, como fez com o Windows Vista - que já responde por apenas 4% de todos os PCs com Windows.
"Você nunca ouviu a Microsoft informar aos usuários do Windows Millennium, que eles tinham que atualizar", disse Michael Cherry, analista da Directions on Microsoft, referindo-se a edição de setembro de 2000 e que rapidamente desapareceu após o aparecimento do XP, um ano depois.
Mas as coisas são diferentes desta vez.
"Esta é a primeira vez que a Microsoft teve que colocar o pé no chão", continuou Cherry. "Antes do XP, sempre houve mudanças suficientes para o hardware e o sistema operacional para levar as pessoas a atualizar para PCs mais novos e um novo Windows. Com o XP isso não aconteceu. É a primeira vez que tivemos  mdanças insuficientes de hardware. O XP foi o primeiro Windows que 'era bom o suficiente'. Então, isso não é como antes."
Cínicos veem outras razões por trás dos avisos da Microsoft: a empresa tem utilizado a oportunidade para anunciar as melhorias em segurança do Windows 8 e pedir que os clientes atualizem para o mais novo sistema operacional. 
E não é como se a Microsoft estivesse com as mãos atadas, a empresa não está sendo forçada a deixar o Windows XP fora da lista de suporte. Engenheiros de segurança da empresa continuarão a criar patches para o OS por pelo menos vários anos após o próximo mês de abril. 
Apenas as grandes empresas e organizações que pagaram milhões em contratos especiais de suporte é que receberão as correções, no entanto.
Mas a Microsoft continuará firme, disse Cherry e outros ontem.
"A Microsoft está dizendo: 'Olhe, entenda a mensagem ... estamos falando sério desta vez", disse Cherry. "Se vacilar de alguma forma a partir desta mensagem, as pessoas vão parar de migrar".
"Temos que pensar em um sistema operacional como qualquer outro produto. Ele tem um prazo de validade", disse John Pescatore, diretor de tendências de segurança emergentes do SANS Institute. "Depois disso, você está por sua conta. Você não pode continuar a esperar que eles liberem correções para sempre. Quando um pneu está careca, você não pode simplesmente remendá-lo."
Enquanto Pescatore tem há muito mantido a opinião de que a Microsoft não iria recuar seus planos de aposentadoria do XP, Cherry uma vez pensou que havia uma chance de que a Microsoft mudaria de ideia à medida que o prazo se aproximava.
Não mais.
"Estou me afastando dela [opinião]", disse Cherry na terça-feira. "O XP está caindo mais rápido do que eu esperava."
Verdade. Desde 1 de agosto, de acordo com as métricas da empresa Net Applications, a participação do usuário do Windows XP caiu quase seis pontos percentuais. No final de setembro, ela foi responsável por 35% de todas as vesões do Windows em uso no mundo.
"Qualquer um pode entender por que qualquer fabricante de OS quer dedicar recursos para novas versões do seu sistema operacional", disse o analista da Gartner, Lawrence Pingree, por e-mail. "No entanto, a disponibilidade de patches de segurança deve ser baseada na participação de mercado e nas taxas de penetração, caso contrário, o fabricante faz um desserviço aos seus clientes.
"Usando uma analogia: um fabricante de automóveis têm a responsabilidade de  fazer um recall de versões de carros que estão sendo conduzidos, mas não fabricados ativamente? Minha sensação é sim. Qual é a coisa mais responsável a se fazer?", perguntou Pingree.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

HP no caminho certo



HP lança desktop All-in-One com Android

Slate 21 tem tela Full HD de 21 polegadas, processador quad-core Nvidia Tegra 4 e roda o Android 4.2.
Por Rafael Rigues
30/10/2013- (Atualizado em 30 de outubro de 2013 às 13h34)
O Android é um sistema operacional extremamente flexível, capaz de rodar em aparelhos que vão de um relógio de pulso com tela de 2” a tablets com telas de 10”, passando por smartphones, phablets, consoles de videogame e notebooks híbridos. E agora a HP está ajudando o sistema a desbravar uma nova fronteira com o Slate 21, um computador desktop “All in One” (onde todos os componentes são montados atrás da tela) que roda o Android 4.2. O lançamento é parte de uma nova estratégia da empresa, que está apostando em "múltiplas arquiteturas e múltiplas plataformas".
Disponível na cor branca, o aparelho tem o design de um PC All-in-One tradicional, com alto-falantes montados abaixo da tela, e vem acompanhado de teclado e mouse. Um “pé” na traseira permite ajustar o ângulo da tela, entre 15 e 70 graus, para maior conforto. 
A tela LCD IPS tem 21” (daí o nome), resolução Full HD e é sensível ao toque. O coração da máquina é um processador quad-core Nvidia Tegra 4 operando a 1,6 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. Também há 8 GB de memória interna (expansível com cartões SD), uma webcam “HP TruVision” com resolução HD e microfones integrados, três portas USB para conexão de periféricos (incluindo pendrives e HDs externos), porta Ethernet para rede cabeada e interfaces Wi-Fi (no padrão 802.11 b/g/n) e Bluetooth 3.0.
Do ponto de vista do software o Slate 21 se comporta exatamente como um tablet Android, com a mesma interface e acesso aos mesmos apps, incluido a loja de aplicativos Google Play. A HP pré-instala no aparelho o Kingsoft Office, um pacote de aplicativos capaz de ler e criar documentos nos formatos do Microsoft Office, e o HP ePrint, uma solução que permite a impressão de arquivos e documentos em impressoras HP sem fio. Para suplementar o (pouco) espaço em disco a empresa inclui também o app do serviço de armazenamento online Box.net, com 25 GB de espaço gratuito para seus arquivos.
Segundo a HP o Slate 21 tem preço sugerido de R$ 1.899, e deve chegar às lojas na primeira quinzena de novembro.
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E tem quem acredita que vai ficar tudo bem....

Relatório da Microsoft diz que XP é o Windows mais infectado por vírus

Sistema que deixará de receber atualizações de segurança em abril de 2014 tem taxa de infecção de 9,1%
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Por Douglas Vieira em 30 de Outubro de 2013
A 15ª edição do Security Intelligence Report (numa tradução livre, Relatório de Inteligência em Segurança) divulgado pela Microsoft revelou que, de todas as versões do Windows para as quais a empresa ainda oferece suporte, a edição XP é a mais infectada por vírus.
Os dados, que foram obtidos entre janeiro e junho deste ano, apontam que a versão XP possui taxa de infecção de 9,1%, enquanto a edição Vista vem em segundo lugar com 5,5%. Já no Windows 7 esse número é de 4,9%, e no Windows 8 cai para 1,6%.
Segundo a empresa, os dados são baseados no número de computadores com alguma infecção identificada para cada mil analisados utilizando ferramentas de antivírus da Microsoft, entre elas a Microsoft Malicious Software Removal Tool.
A Microsoft também anunciou que, em 8 de abril de 2014, deixará de lançar atualizações de segurança para o Windows XP. Com isso, cerca de 20 milhões de computadores no Brasil que ainda utilizam este sistema operacional ficarão mais vulneráveis.

Contato não diz nada

Engana-se quem pensa que o número alto de infecções se deve ao contato maior com pragas virtuais, pois o Windows XP é o segundo nessa relação, com taxa de 16,3%.
O recordista em contato com vírus é o Windows 7 (19,1%). No Windows 8, que pelo relatório é o mais seguro de todos, a taxa de ameaça é de 12,4%.
Fonte: Microsoft


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/windows-xp/46349-relatorio-da-microsoft-diz-que-xp-e-o-windows-mais-infectado-por-virus.htm#ixzz2jIIjBbHu

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Se você ainda tinha alguma dúvida

Sete motivos para apostar em virtualização

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2013/10/25/sete-motivos-para-apostar-em-virtualizacao)
Logan G. Harbaugh, da CIO/EUA
Publicada em 25 de outubro de 2013 às 07h37

E como fazer medidas ou apresentar resultados da adoção da tecnologia

Até recentemente, quase nenhum fornecedor da indústria de TI ou analista questionou a ideia de que quase todo tipo de virtualização proporciona cortes de custos de forma rápida e significante comparada à computação concentrada no mundo físico.

A virtualização de servidores, em particular, cria um retorno muito rápido em seu início, de acordo com o analista da IDC, Ian Song. “As pessoas têm uma impressão muito boa da virtualização de servidores por conta disso. “A virtualização de desktops, a nuvem, aplicativos em streaming e outros modelos tendem a sofrer com a comparação”, completa.

Há boas razões para a virtualização ser usada tão extensivamente pela maioria dos data centers corporativos: ela oferece uma economia atraente em hardware, uso de energia, custos de gestão, e suporta grande tolerância a falhas. Se você ainda não está usando virtualização, comece a pensar seriamente a respeito. Veja os motivos.

1. Permite obter máximo proveito do seu servidor.
Normalmente, muitos servidores operam na maior parte do dia em níveis muito baixos de utilização. Adicionando múltiplos SOs e aplicativos, é possível tirar o máximo proveito dos recursos do servidor. Uma vez que muitas máquinas virtuais podem ser executadas em um servidor, você reduz substancialmente a despesa total com hardware.

2. Permitirá a configuração de servidores redundantes para melhorar a tolerância a falhas.
Hipervisors permitem migrar sistemas operacionais e seus aplicativos de um sistema para outro. Se um servidor de hardware ou de sistemas operacionais e aplicativos rodando sobre ele falhar, os sistemas operacionais e aplicativos podem ser movidos para outro hypervisor rodando em um servidor físico diferente.

Grandes servidores são configurados normalmente para melhor tolerância a falhas do que os servidores de pequeno porte. Dois servidores de grande porte, por exemplo, podem permitir a migração de aplicações e fornecer tolerância a falhas melhor do que uma dúzia de servidores de pequeno porte. E ainda usam menos energia e são mais fáceis de gerenciar.

3. Gerenciamento é simplificado.
Já que todos os sistemas operacionais em um hypervisor podem ser administrados por meio de uma interface única, e podem usar mais recursos de computação, conforme necessário, pode ser muito mais fácil gerenciar uma dúzia de servidores virtuais do que uma dúzia de sistemas físicos separados. Cada sistema operacional deve continuar a ser gerido separadamente. Feramentas add-on estão disponíveis para simplificar esse processo.

4. Você pode definir partições em sistemas operacionais separados para maior confiabilidade.
Normalmente, um servidor físico será executado em um sistema operacional, que terá vários servidores de aplicações instalados nele - um servidor Web, um servidor de e-mail, um servidor de banco de dados, e assim por diante.

No entanto, a execução de vários servidores de aplicações em um único sistema operacional aumenta a possibilidade de que uma aplicação interfira na outra, causando gargalos ou mesmo acidentes. Com o particionamento, e as aplicações rodando em diferentes máquinas virtuais, cada uma tem seu próprio sistema operacional e recursos, e é menos provável que interfira em outras aplicações.

5. Provisionamento de novos servidores para testes de protótipos, e migração simplificada.
Com a virtualização, a criação de um servidor adicional para testes demora alguns minutos e não requer nenhum hardware adicional. Em contraste, a compra de um novo servidor físico (ou a manutenção de servidores extras para testes) é mais cara e a instalação de sistema operacionais e aplicativos também bastante demorada.

Já as máquinas virtuais existentes podem ser clonadas com todas as configurações do sistema operacional e aplicações, em um processo muito simples de duplicação de um sistema de produção para teste de novos patches ou uma nova versão de um aplicativo.

6. Você pode economizar energia.
Embora avanços tenham sido feitos em eficiência energética para servidores, ainda é mais barato executar um ou dois grandes servidores do que uma dúzia ou mais de servidores tradicionais. Sem contar que servidores virtuais permitem que os recursos sejam desligados quando não estiverem em uso, reduzindo ainda mais o uso de energia. Um grande servidor que hospeda dezenas de VMs pode substituir dezenas de servidores de pequeno porte e gastar menos energia.

7. Com a virtualização de desktops você pode economizar uma fortuna em PCs.
Além de virtualizar sistemas operacionais e aplicativos de servidor, você pode querer considerar a virtualização de desktops. A VDI permite que você execute um thin client em desktops existentes ou hardware novo, e tenha acesso virtual ao Windows 7 ou outro sistema operacional. Isso significa que você pode oferecer desktops Windows 7 para usuários cujos sistemas existentes não suportam o Windows 7 rodando localmente. A gestão também pode ser simplificada, uma vez que os patches para o Windows e os aplicativos podem ser aplicados uma só vez e estarem disponíveis para todos no servidor VDI.

Como calcular o ROI?
O grande problema é que parece que a maioria dos gerentes de TI sequer sabe como fazer medidas ou apresentar resultados de projetos de virtualização.

Há quatro abordagens básicas, recomendadas pela indústria e por analistas. São elas:

1 – Custo baseado em atividadeTrata-se essencialmente de custo baseado em consumo, no qual o custo total de TI é dividido de acordo com o volume de transações, número de servidores, número de usuários e outros padrões de medida do volume do trabalho da TI consumido por uma unidade de negócios em particular.

Esse método funciona se a análise e o monitoramento forem claros mesmo em um ambiente virtualizado e se houver uma forma de contabilizar capacidade ociosa. Que unidade de negócios paga por máquinas virtuais dedicadas a aplicações que ninguém está usando?

A abordagem de custo por minuto pura é atrativa vinda de um provedor de serviços externos, mas só é possível porque outros clientes pagam pela capacidade quando você não a está utilizando.

2 – Níveis de preços
F
iliais da empresa que não precisam de um grande volume de storage, largura de banda ou suportes adicionais podem pagar uma taxa básica mais baixa que as unidades de negócios que demandem mais serviços. Aqueles que lidam com o próprio suporte, que conseguem provisionar e gerenciar seus próprios servidores e gerenciar outras tarefas que, se não gerenciassem, cairiam no colo da TI, merecem descontos e tratamento diferenciado.

3 – Custos de serviço contra custos de infraestruturaUma forma de contabilizar capacidade ociosa é separar custos base como largura de banda ou espaços no data center, acesso à rede ou outros serviços que a unidade de negócios utilize. O custo base para a unidade de negócios permaneceria relativamente estável, enquanto os custos dos serviços variariam de acordo com o consumo.

A densidade do servidor virtual – o custo de toda a infraestrutura requerida para operar a infraestrutura virtual, como licenças, servidores, armazenamento, largura de banda, salários dos profissionais, espaço físico, custo de energia, etc – pode ser totalizada e dividida de acordo com o número de servidores virtuais que uma unidade de negócios vai requer.

Ou, então, os custos podem ser divididos de acordo com os requisitos de cada aplicação: os mesmos elementos entrariam na conta para cálculos da densidade do servidor virtual, mas os custos seriam divididos de acordo com os requisitos requeridos para cada aplicação. Custos para uma unidade de negócios são determinados também dependendo de a unidade ser única a usar o software ou poder dividir esse custo com outras unidades de negócios.

4 – MedidasAtribuir medidas diretas ou indiretas é uma forma de dividir custos de acordo com um cálculo externo das demandas de uma unidade de negócios. Isso pode envolver calcular o custo do departamento de acordo com um percentual do orçamento operacional total da companhia, por exemplo.

Qual método é o mais adequado para você?
Vai depender da cultura da empresa e das estruturas contábeis. Mas ter os custos bem determinados é mais do que um jogo de contabilidade. “Até que as unidades de negócios saibam que recursos usam e consigam se basear nisso para mudar as próprias necessidades de uso, elas não verão nenhum benefício direto na virtualização”, finaliza o analista da IDC, Gary Chen.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Para acompanhar

E-mail seguro do governo vai desativar correio da Microsoft

(http://computerworld.uol.com.br/telecom/2013/10/14/e-mail-seguro-do-governo-vai-desativar-correio-da-microsoft)
Por Da Redação*
Publicada em 14 de outubro de 2013 - 17h05
Troca tem o objetivo de assegurar a inviolabilidade de e-mails oficiais e prevenir espionagem

A implantação de um sistema de correio eletrônico capaz de proteger as mensagens do governo terá início em novembro, informou hoje (14/10) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. A determinação partiu da presidenta Dilma Rousseff, com o objetivo de assegurar a inviolabilidade de e-mails oficiais e prevenir espionagem.

O serviço ficará a cargo do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que desenvolve um programa de computador há algum tempo. Na última quinta-feira (10/10), Paulo Bernardo foi chamado pela presidenta para uma reunião, na qual manifestou o interesse em expandir o sistema. Em um primeiro momento, o novo e-mail será obrigatório para todos os órgãos da administração pública federal.

“A presidenta Dilma pretende fazer disso [a adoção do sistema de correio eletrônico desenvolvido pelo Serpro] uma regra na administração pública federal. Vamos transformar a determinação em um decreto a ser assinado por ela. O Serpro, inclusive, está fazendo a revisão do programa do computador, para apresentar uma versão nova. Em novembro, provavelmente, ele estará operacional”, disse hoje o ministro Paulo Bernardo.

De acordo com o ministro, o decreto ficará pronto hoje. “Claro que temos de ver a agenda da presidenta [para agendar a assinatura], e claro que a Casa Civil vai querer examinar o teor do decreto. Mas acredito que ele deve ser assinado nos próximos dias. Se for a decisão dela, há condição de ser assinado nesta semana”.

A troca do sistema atual de e-mails, que é fornecido pela Microsoft, pelo do Serpro – chamado Expresso – resultará em economia para os cofres públicos. A constatação levou o ministro Paulo Bernardo a conversar, com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, sobre o uso de pelo menos parte dos recursos economizados para investimentos na melhoria deste e de outros sistemas desenvolvidos pelo Serpro.

Para dar mais segurança à comunicação entre seus órgãos, o governo pretende usar principalmente a rede da Telebras. Mas poderá usar, também, outras redes públicas, como a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), e a do próprio Serpro.

“Vamos fazer uma combinação das redes e montar uma mais segura para o governo. Temos redes que vamos integrar. E tem lugares onde não existe rede. Então, teremos de construir mais para suprir isso”, acrescentou o ministro.

A implantação será feita na medida em que os órgãos estejam prontos do ponto de vista técnico. Um dos primeiros a adotar o novo sistema será o Ministério das Comunicações. “Isso deve acontecer nos próximos dias porque estávamos nos preparando. Para os outros ministérios, estamos propondo que o Ministério do Planejamento faça um calendário.

A presidenta quer tudo concluído até o segundo semestre do próximo ano. Temos, então, praticamente um ano para fazer a implantação gradativa”, informou Paulo Bernardo.

“Nós julgamos que teremos, como vantagem, a de cumprir com as obrigações de país civilizado e não deixar que as contas de e-mails sejam devassadas e invadidas. Até porque uma das coisas fundamentais em correspondências, inclusive das correspondências eletrônicas, é que as pessoas tenham direito a ter uma comunicação com privacidade e com proteção de sigilo”, acrescentou.

Com informações da Agência Brasil